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Agronegócio

Concurso de queijos do Espírito Santo tem curadoria mineira

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Foto: Divulgação

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) integra a curadoria científica do Prêmio Queijos do Espírito Santo. O concurso estadual busca valorizar a produção artesanal local, estimular o aperfeiçoamento do produto final e dar visibilidade às agroindústrias familiares.

A avaliação, que será realizada nos dias 10 e 11 de março, em Vila Velha, conta com nove categorias, entre elas queijos frescos, maturados e o requeijão de corte, produto tradicional das queijarias e cooperativas de laticínios capixabas. Os vencedores serão premiados em cerimônia marcada para o dia 11 de março, em Vitória.

Conduzida pelos pesquisadores da Epamig Daniel Arantes e Paulo Henrique Costa, a curadoria inclui treinamento prévio com os jurados do concurso, voltado ao alinhamento das percepções sensoriais e a consolidação dos critérios de avaliação de cada categoria. Além disso, são aprofundados os atributos da ficha de julgamento, como aparência, textura, consistência, aroma, odor e sabor, conferindo maior precisão à análise sensorial.

“No momento de avaliação das amostras, acompanhamos a condução do julgamento, assegurando a aplicação uniforme dos parâmetros e coerência na análise dos queijos e os derivados lácteos artesanais inscritos”, ressalta Daniel Arantes.

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Atuação consolidada

A participação da Epamig agrega ao concurso por meio da atuação consolidada na área de queijos artesanais e análise sensorial, sendo responsável pela curadoria e condução técnica de diversos concursos, nacionais e internacionais.

Dentre os trabalhos da instituição, estão os estudos sobre caracterização de queijos e identidade regional, além da atuação no ensino, pesquisa e difusão de tecnologias para o setor laticinista por meio da primeira escola de laticínios da América Latina, o Instituto de Laticínios Cândido Tostes (Epamig ILCT).

“Projetos desenvolvidos no Centro de Pesquisa e Treinamento em Queijos Artesanais da Epamig, em São João del-Rei, como a caracterização do Queijo Cabacinha do Vale do Jequitinhonha, um queijo de massa filada semelhante a alguns dos queijos artesanais produzidos no Espírito Santo, contribuíram para viabilizar a parceria na curadoria científica do concurso. Também reforçou essa colaboração a experiência da Epamig na organização do Concurso Nacional de Produtos Lácteos, realizado durante a Minas Láctea, evento promovido pelo Epamig ILCT”, explica Daniel.

Como se inscrever

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O Prêmio Queijos do Espírito Santo é promovido pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) em parceria com a Epamig e com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae-ES), Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Faculdade Novo Milênio.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 5 de março deste ano, exclusivamente pelo site: https://www.agrolegal-es.com/premioqueijosdoes. Podem participar queijarias e demais empreendimentos que produzam queijos ou requeijão no Espírito Santo e que estejam regularizados em serviço de inspeção oficial (SIM, SIE ou SIF). Mais informações podem ser obtidas no site oficial do concurso.

Jornalista responsável: Mila Cristian

AGRICULTURA – MG

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Comercialização da safra de algodão em Mato Grosso avança e preço sobe 4%

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foto: arquivo/assessoria

 

A comercialização da pluma para a safra 2024/25 atingiu 92,10% da produção do ciclo, avanço de 5,04 pontos percentuais ante fevereiro. O preço médio negociado, mês passado, foi de R$ 121,61/@, alta de 4,27% frente ao mês anterior. Para a safra 25/26 foi observado um avanço de 7,03 pontos percentuais, alcançando 65,60% da produção comercializada, a preço médio mensal de R$ 128,54/@, valorização mensal de 5,50%.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) também informou que o movimento nas safras foi sustentado pela alta dos contratos na bolsa de Nova Yorque e pelo cenário geopolítico, com o conflito no Oriente Médio elevando o petróleo e favorecendo a competitividade da pluma frente às fibras sintéticas.

Por fim, a dinâmica dos preços será crucial para definir o ritmo dos negócios nos próximos meses, considerando que o cotonicultor tem se planejado cada vez mais diante do estreitamento de suas margens de rentabilidade.

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Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Safra de laranja 2026/27 começa sob incertezas e preocupa setor citrícola

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Reprodução

O início da safra brasileira de laranja 2026/27, no cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo Mineiro, se aproxima em meio a um cenário de incertezas que envolve desde a formação de preços até o comportamento da demanda, especialmente no mercado internacional. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o setor ainda carece de sinais claros por parte da indústria quanto à formalização dos contratos de compra da fruta para a nova temporada.

Assim como ocorreu na safra anterior, a expectativa é de um ciclo mais tardio, com maior concentração da produção na segunda florada. Esse fator, por si só, já altera o ritmo de colheita e de processamento, impactando diretamente a dinâmica de negociação entre produtores e indústrias.

Definições devem ocorrer apenas em maio

De acordo com os pesquisadores, é provável que uma definição mais concreta sobre preços e volumes contratados só ocorra a partir do dia 8 de maio, quando o Fundecitrus divulgará seu tradicional levantamento de safra. Até lá, o mercado deve permanecer em compasso de espera.

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Em termos de volume, a safra 2026/27 tende a ser ligeiramente menor que a anterior, embora ainda seja considerada robusta. Mesmo assim, o cenário não traz alívio ao setor, já que o mercado enfrenta dificuldades no escoamento do suco de laranja, tanto no mercado interno quanto nas exportações.

Estoques elevados e demanda externa preocupam

Outro ponto de atenção é o possível encerramento da safra 2025/26 com níveis elevados de estoques e com produto de boa qualidade. Esse contexto pode limitar a capacidade da indústria de absorver a nova produção, pressionando ainda mais as negociações.

A demanda internacional, especialmente da Europa, também gera preocupação. Tradicionalmente um dos principais destinos do suco brasileiro, o bloco ainda não adquiriu os volumes habituais até o momento, o que reforça o clima de cautela entre os agentes do setor.

Diante desse quadro, a citricultura brasileira inicia mais um ciclo produtivo sem visibilidade clara sobre preços, contratos e ritmo de consumo, o que exige atenção redobrada de produtores e indústrias na condução das estratégias para a nova safra.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Preços dos ovos recuam após quaresma e acendem alerta no setor

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Reprodução EPTV

O mercado brasileiro de ovos encerrou a primeira quinzena de abril em queda, refletindo um cenário de consumo mais fraco do que o esperado para o período. Tradicionalmente, o início do mês costuma trazer uma recuperação na demanda, impulsionando as vendas, mas, desta vez, esse movimento não foi suficiente para sustentar os preços da proteína nas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do Cepea, o ritmo mais lento das negociações aumentou a pressão por descontos, levando ao recuo generalizado das cotações. A procura por ovos ficou aquém das expectativas, o que impactou diretamente o desempenho do mercado neste início de abril.

Oferta desigual amplia pressão sobre o mercado

Do lado da oferta, o comportamento variou entre as regiões produtoras. Em algumas localidades, não houve aumento significativo dos estoques nas granjas, o que indica uma produção mais ajustada. No entanto, em outras praças, a menor saída do produto resultou em elevação da disponibilidade interna, ampliando a pressão sobre os preços.

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Esse desequilíbrio entre oferta e demanda acende um sinal de alerta para o setor, que precisará acompanhar de perto os próximos movimentos do mercado para evitar um cenário de maior desvalorização.

Tendência pós-quaresma preocupa produtores

O fim do período da Quaresma, tradicionalmente marcado por maior consumo de ovos em substituição a outras proteínas, também contribui para a mudança no comportamento do mercado. Levantamentos do Cepea indicam que, nos últimos dois anos, os preços da proteína recuaram por vários meses consecutivos após esse período, influenciados pelo aumento da oferta interna e pela redução na demanda.

Diante desse histórico, produtores e agentes da cadeia devem redobrar a atenção nos próximos meses, buscando estratégias para equilibrar produção e comercialização em um cenário que tende a ser mais desafiador para a sustentação dos preços.

Fonte: CenárioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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