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Boi gordo: mercado firme


 


Em São Paulo, o volume de negócios evoluiu, assim como as escalas de abate.

Além disso, a chegada da onda de frio em boa parte do país deixa os frigoríficos em alerta sobre os possíveis impactos sobre as pastagens e, consequentemente, na oferta.

Com isso, as cotações permaneceram estáveis na última quarta-feira (28/7) na comparação com o dia anterior.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, nas praças paulistas, o boi, vaca e novilha gordos foram negociados em R$317,00/@, R$294,00/@ e R$310,00/@, respectivamente, preços brutos e a prazo.

No Sudeste de Rondônia, apesar das escalas de abates curtas, que atendem de 3 a 4 dias, a oferta de animais foi suficiente para mantê-las. Assim, as cotações permaneceram iguais no comparativo dia a dia.

Já no Espírito Santo, com a oferta reduzida de boiadas, os frigoríficos abriram as ofertas de compra pagando R$1,00/@ a mais na comparação diária, para todas as categorias.

Em Mato Grosso do Sul, na região de Campo Grande, a menor oferta também resultou em alta de R$1,00/@ para o boi gordo na última quarta-feira (28/7).

Fonte: www.agenciadanoticia.com.br

Potencial de produção de Leite em pastagens adubadas, por Dr. Vinicius Carreteiro Gomes


 


As condições ambientais brasileiras permitem a exploração de leite a pasto o ano inteiro, além de permitir a exploração de alto potencial de produção das plantas forrageiras tropicais. Quando manejadas corretamente e intensivamente, tem potencial de fornecimento de nutrientes para produções próximas de 12 kg de leite/vaca/dia sem o uso de rações concentradas, o que resulta em um baixo custo de produção e faz com que as pastagens tornem-se um recurso natural que possibilita alta competitividade no uso da terra.

Considerando que o potencial médio das pastagens tropicais seja de apenas 8 kg de leite/dia, observa-se que o manejo intensivo da pastagem pode aumentar em 50% a produção de leite/vaca. Entretanto, são vários os fatores que condicionam a produção de leite em uma pastagem. Dentre eles podem se destacar a aptidão leiteira da vaca, a qualidade do pasto, a disponibilidade de pasto (oferta de forragem), o rendimento forrageiro da pastagem (capacidade de suporte), o sistema de pastejo e a suplementação estratégica a pasto.

Diante deste cenário vamos abordar alguns aspectos de como a melhoria na produtividade e aproveitamento dos volumosos podem afetar a economicidade da produção de leite.

A taxa de lotação (TL) é uma medida que reflete as condições das pastagens, principalmente sua produtividade, e é expressa como a quantidade de animais de 450 kg cada (unidade animal - UA) pastejando por unidade de área, por um determinado período de tempo. 

No entanto, não basta pensar apenas na taxa de lotação animal, sendo mais importante a produtividade animal (kg de leite) por unidade de área: Produtividade/ha (kg de leite/ha/ano) = produção por animal/ano x número de animais/ha. 

Na maioria dos sistemas de produção de leite as taxas de lotação são inferiores a 1,0, o que sugerem pastagens de clima tropical pouco produtiva (forrageiras de baixo potencial produtivo, pastos não cultivados ou estabelecidos em solos pouco férteis) ou em algum estágio de degradação (erodidas, com cupinzeiros, com ervas daninhas, dentre outros). 

Na Tabela 1 podem ser observadas simulações de como o aumento na TL pode afetar a receita obtida com a venda de leite em propriedades de 40 hectares destinados apenas às vacas em produção e secas sem suplementação com concentrado e pastagem adequadamente manejada no período de primavera/verão no Brasil Central.

Leite - Tablea Publi Mosaic

Vale ressaltar que, nessa simulação, as quatro propriedades teriam a mesma % de vacas em lactação, com índice próximo ao ideal (83%), e produtividade por vaca alcançada com animais mestiços em pastagens bem manejadas; o que não é observado muitas vezes na prática. 

No entanto, quando os produtores de leite utilizam tecnologias que permitem elevar a TL, é sinal que investiram em acompanhamento técnico especializado e competente, o que permitirá no futuro próximo muito mais melhorias na produtividade do rebanho e na % de vacas em lactação, tornando a propriedade ainda mais produtiva e sustentável economicamente. 

O produtor de leite deve atentar-se para outro aspecto importantíssimo, que é a produção de leite por hectare/dia fundamental para a sustentabilidade econômica da atividade leiteira e deve ser uma variável quantificada rigorosamente a cada mês. Produções inferiores a 10 litros/ha/dia são, na maioria das vezes, extremamente ineficientes já que essa variável depende da “média” do rebanho, do % de vacas em lactação e, sobretudo, da TL.

Considerando as condições práticas de manejo da maioria das fazendas, a mudança de um método de lotação contínua (pastejo contínuo) para método de lotação intermitente (pastejo rotacionado) com períodos de utilização das pastagens (período de ocupação do piquete) cada vez menores e de descanso variável segundo as condições climáticas e o hábito crescimento da planta forrageira (estações do ano), poderá promover aumento na TL que pode variar de 15 – 30%.

Com o aumento da disponibilidade de nutrientes através de práticas como gessagem, calagem e, principalmente, a adubação é uma outra estratégia para aumentar a TL para 3 a 5 UA/ha.

Tomando, por exemplo, a propriedade com TL 0,5 UA/ha (Tabela 1), se o produtor investir em tecnologia para aumentar a TL, para 3 UA/ha, considerando a mesma produtividade e % de vacas em lactação, seria possível aumentar em seis vezes o número de vacas (120 animais) e, também vacas em lactação (96) e a produção de leite por mês passaria de 4.800 para 28.800 litros/ mês e a renda bruta passaria de R$ 9.456,00 para R$ 56.736,00/mês. Além disso, vale frisar que a produtividade passaria de 1.140 para 8.640 litros de leite/ha/ano, refletindo positivamente na sustentabilidade técnica e econômica da atividade leiteira.

Para otimizar as adubações e ter resultados concretos na pastagem a Mosaic Fertilizantes com a linha MPasto conta com soluções que levam a melhor persistência, rendimento e qualidade para a pastagem. Assim, aumentando a produtividade na mesma área, podendo colocar mais animais, deixamos o sistema mais rentável e sustentável ao produtor de leite.


fonte:www.noticiasagriculas.com.br

Milho: B3 segue em baixa nesta 5ªfeira com importações e colheita ainda pesando nas cotações


 


As desvalorizações seguem presentes na Bolsa Brasileira (B3) para os preços futuros do milho nesta quinta-feira (29), amplificando os recuos dos contratos do cereal nacional por volta das 11h42 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/21 era cotado à R$ 99,93 com perda de 1,63%, o novembro/21 valia R$ 100,20 com desvalorização de 1,67%, o janeiro/22 era negociado por R$ 100,94 com baixa de 1,43% e o março/22 teve valor de R$ 100,50 com queda de 1,65%.

De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, após sete pregões em alta, o cereal na B3 entrou em correção com efeito das importações.

“Milho importado chega a R$ 92,00 no Brasil, e com o dólar em queda acaba favorecendo a compra, principalmente via drawback, para as indústrias de ração para as produções de frango e suínos para exportação”, destaca o analista de mercado da Brandalizze  Consulting,Vlamir Brandalizze.  


Mercado Externo

Já na Bolsa de Chicago (CBOT), o que permanece presente é a elevação dos preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira por volta das 11h35 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/21 era cotado à US$ 5,55 com alta de 6,00 pontos, o novembro/21 valia US$ 5,55 com valorização de 6,50 pontos, o março/22 era negociado por US$ 5,63 com ganho de 6,25 pontos e o maio/22 tinha valor de US$ 5,67 com elevação de 6,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho subiram ligeiramente esta manhã devido às preocupações com os danos causados pelas geadas nas lavouras restantes da safrinha que aguardam colheita no Brasil. As preocupações com os danos causados pelo calor em meio à polinização nos Estados Unidos também deram um pouco de apoio ao complexo do milho nesta manhã.

O mercado também aguardava que o USDA divulgue informações atualizadas de exportação, após uma semana de dados de vendas sem brilho para o milho. “Os comerciantes não parecem excessivamente otimistas sobre as perspectivas para novas vendas de exportação de milho para a semana que terminou em 22 de julho”, diz a analista Jacqueline Holland.

fonte : www.noticiaagriculas

Baixas temperaturas afetam plantações de café, mas aquecem as vendas



Segundo ABIC, o consumo da bebida registra aumento médio de 30% na temporada mais fria do ano e a maior razão é para suprir a falta de calor no corpo.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), o consumo da bebida registra aumento médio de 30% na temporada mais fria do ano e a maior razão é para suprir a falta de calor no corpo. De olho nesta janela de oportunidades e à gradativa abertura dos estabelecimentos comerciais durante a pandemia, a Bonblend – fundada em 2010 na cidade de Joinville, pelo casal Valéria e Claudimar Zomer – reforçou as negociações com produtores de cafés de todo Brasil, intensificou o trabalho de vendas e conseguiu mostrar aos lojistas e consumidores as diferenças de um café de mais qualidade, com preço justo.

Fonte: www.agrolink.com.br

CI

 

Pesquisa lança quatro novas cultivares de cana


 



Elas possuem resistência a doenças, alto teor de sacarose e diferentes ciclos de colheita.

Pesquisadores do Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar (PMGCA) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) desenvolveram quatro novas cultivares para os produtores paranaenses e brasileiros. 

Segundo o pesquisador João Carlos Bespalhok, que também é professor titular do Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade da UFPR, as quatro novas cultivares lançadas possuem perfis diferenciados e incluem maior resistência a doenças, alto teor de sacarose, diferentes ciclos de colheita e adaptações a vários tipos de solos e ambientes. 

“Nós temos nos debruçado sobre as características das regiões do Paraná. Por exemplo, grande parte da cana-de-açúcar está localizada no Noroeste, com solo mais arenoso, ambiente mais restritivo. Então, nesse caso, é interessante trabalhar com uma variedade mais precoce. Três dessas novas cultivares tem uma certa flexibilidade de colheita para os agricultores, o que é muito bom”, explica.

As cultivares desenvolvidas passam por uma fase de experimentação dentro das próprias usinas sucroalcooleiras, para testes e avaliações em diferentes ambientes, considerando o teor de sacarose, resistência ou tolerância a doenças, desempenho a mecanização de plantio e colheita, identificação de ciclo de colheita e ambiente de produção e solo que proporcione indicações para o manejo e se obtenha elevado rendimento agrícola. 

“É um processo contínuo de melhoramento, buscando aumentar a produtividade e a rentabilidade da cultura. Além das características ambientais, nós desenvolvemos materiais que se adaptem às condições que a própria indústria disponibiliza”, aponta o pesquisador. 

RB006970: variedade precoce, com alta produtividade e riqueza, não floresce e não isoporiza. Possui potencial máximo de rendimento em ambientes favoráveis e pode ser colhida de abril a setembro, favorecendo o planejamento varietal. Apresenta alta colheitabilidade, boas socarias e excelente longevidade. Apresenta bom desempenho no plantio mecanizado. Tem crescimento rápido, excelente visual de planta, boa resposta a aplicação de maturador. Ótima sanidade às principais doenças;

RB036152: considerada uma variedade funcional, pois agrega rusticidade, elevada sanidade e excelente adaptabilidade e estabilidade de sua produção agroindustrial. Deve ser cultivada preferencialmente em ambientes restritivos, apresentando excelente comportamento e ótima resistência a períodos de estiagem. Apresenta vigor de planta excepcional, com alta velocidade de crescimento. Sua maturação é considerada média a tardia, com colheita de maio a setembro, podendo eventualmente ir até novembro. Possui bom desempenho em relação ao plantio e colheita mecanizada, com boa longevidade e ótimas socarias. Tem respostas positivas a aplicação de inibidor e maturador;

RB056351: variedade precoce, com alta produtividade e riqueza, boa longevidade e raro florescimento. É recomendada para cultivo em ambientes favoráveis e médios, também podendo ser cultivada em ambientes restritivos, com boa produtividade agroindustrial e elevada estabilidade. Possui elevado teor de sacarose. É uma ótima opção de variedade para colheita do início da safra até agosto. Boa performance no plantio e colheita mecanizada, com excelente brotação das socarias. Apresenta boa tolerância a períodos de estiagem e resistente às principais doenças;

RB056380: variedade extremamente precoce e com boa produtividade, que aliada à sua riqueza, tem mostrado ganhos significativos para colheita de março a maio, podendo estender-se até julho. A recomendação é para cultivo em ambientes favoráveis e médios. Tem porte alto, ereta, dificilmente ocorre tombamento, com excelente colheitabilidade, boa longevidade e brotação de socarias. Apresenta florescimento eventual e com pouca isoporização, apresentando boa tolerância a períodos de estiagem. Responde a aplicação de inibidor e maturador. É tolerante às principais doenças.

Fonte: www.agrolink.com.br

Governo prepara programa de expandir bacia leiteira no Estado; cooperativa no Nortão quer redução de custos


 




Laticínios, cooperativas e associações de produtores de leite de Mato Grosso, com intermediação do Governo do Estado, têm um prazo de 15 dias para definir um programa de expansão do setor. A medida foi definida, ontem, no Palácio Paiaguás, entre o governador Mauro Mendes e representantes da bacia leiteira. Foi tratada a necessidade de reduzir a ociosidade dos laticínios do Estado, que hoje chega a 50% da capacidade, segundo dados do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado de Mato Grosso (Sindilat). “Nossa produção diária é de 4,02 litros de leite por vaca ordenhada. Queremos, enquanto governo do Estado, saber lá da ponta, consultando os envolvidos nesse processo produtivo, como podemos dobrar essa produtividade”, destacou o governador.

O próximo passo será o governo elaborar as ações que cada segmento deverá adotar para colocar o programa em ação. Uma das possibilidades levantadas durante a reunião foi a do Estado oferecer subsídios para que o produtor de leite possa ter acesso a linhas de crédito facilitadas que os ajudem a investir na atividade leiteira, como compra de animais, expansão da propriedade ou aquisição de tecnologias que o ajudem no trabalho diário. “O fundo garantidor que pode dar esse suporte a bacia leiteira está pronto, estamos regulamentando ele na Sefaz  (secretaria de Fazenda) e queremos o quanto antes deixá-lo pronto”, disse o governador.

Mato Grosso ocupa atualmente o 11ª no ranking nacional da produção de leite, e, segundo o presidente da Sindilat, Leonir Chaves, o Estado pode melhorar essa posição. “Mato Grosso hoje já é autossuficiente na produção do leite, e chega a exportar produtos derivados como mozarela, soro e leite em pó. Mas isso pode melhorar. Temos indústrias ociosas precisando de matéria-prima, que com uma ação enérgica de todos os lados, podem expandir mais sua produção, gerar mais empregos e, consequentemente, maior retorno financeiro ao Estado”, declarou, através da assessoria.

O presidente da Cooperativa Mista Ouro Verde (Comov) de Alta Floresta, Antônio Favarin, avalia que uma das ações que podem permear o programa em desenvolvimento é encontrar formas de reduzir os custos de produção de leite. “Hoje pagamos caro para alimentar a vaca. O preço da ração ano passado custava R$ 0,80 centavos o quilo. Hoje essa mesma quantidade está custando R$ 2. Mais que dobrou em menos de um ano”, explicou o presidente da cooperativa que reúne 80 produtores de leite.

Favarin frisou ainda, que essa alta no preço da ração bovina é reflexo da alta do dólar nos últimos meses. “A base da matéria-prima da ração é o milho e a soja. O dólar disparou e puxou o preço da ração junto. O que nós temos de fazer é criar formas de reduzir essa dependência, como por exemplo, estimulando o pequeno produtor a reservar uma área para plantar capineira ou milho em grão, que possam ser usados na alimentação do gado”.

 fonte: www.sonoticia.com.br

Soja: Mercado em Chicago opera em alta nesta 5ª feira com foco sobre Corn Belt



 Na manhã desta quinta-feira (29), o mercado da soja opera em alta na Bolsa de Chicago. Perto de 7h50 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 6 e 7,50 pontos nos principais contratos, com o agosto valendo US$ 14,38 e o novembro, US$ 13,68 por bushel. Permanece a atenção principal dos traders sobre o clima nos EUA. 


As previsões continuam sinalizando condições preocupante para, pelo menos, os próximos dez dias, com poucas chuvas, ou mal distribuídas, além de temperaturas ainda elevadas, em especial nas porções mais a oeste dos Estados Unidos. 

No mapa do NOAA, o serviço oficial de clima do país, para os próximos sete dias, mostra que partes de Minnesota e da Dakota do Norte, continuam sofrendo com o tempo seco. 

Do mesmo modo, nesta quinta-feira, atenção também sobre os novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga sobre as vendas semanais para exportação. 
 






fonte agencia da noticia

Falta milho no Brasil: Onde paga mais?


 Exportação de milho do Brasil tem recorde em 2019; soja registra queda |  Agronegócios | G1


O volume de milho do Brasil comprometido para exportação está em 59 por cento menor em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Consultoria AgResource Brasil, esses números se mostram “expressivamente mais baixos” na comparação entre as temporadas do cereal brasileiro.



“Além do atraso da colheita por conta do plantio iniciado depois do normal, a quebra de safra é um dos principais motivos. Após a forte seca em áreas do Centro-Sul e em partes do Centro-Oeste, as geadas contribuíram para novas perdas dos produtores dos estados do Paraná e de Mato Grosso do Sul”, ressaltam os analistas de mercado.

A expectativa da AgResource é de uma exportação em torno de 26 milhões de toneladas. No entanto, destacam os especialistas, “já adiantamos que esse número deve cair ainda mais”.

Já na avaliação da equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica, essa “difícil mensuração de quebra da safra torna o mercado ainda mais volátil e a única certeza que se tem, e que guia o movimento de traders, é de que o mercado deve apresentar menores volumes”.


FUTUROS DA BOLSA X MERCADO FÍSICO

O movimento da bolsa de mercadorias, de acordo com os especialistas da Consultoria TF Agroeconômica, “contraria o mercado físico, onde compradores, cada vez mais ávidos e aceitando as quebras, fecham em preços próximos a R$ 100,00 a saca”. O mercado futuro do milho na Bolsa B3 apresentou nesta terça-feira, 13 de Julho, mais um dia de baixas, com tomadas de lucro por parte de especuladores, fazendo com que o mercado futuro se descole do mercado físico.





fonte AGROLINK


Dia do Agricultor: conheça startups que oferecem tecnologia para aumentar a produtividade da produção agrária


 Agricultura, o berço da humanidade



Dia do Agricultor: conheça startups que oferecem tecnologia para aumentar a produtividade da produção agrária 

Dispondo de milhões de hectares de terra fértil, o Brasil tem na produção e exportação agrícola uma das principais atividades econômicas nacionais. 

Segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em 2019, a soma de bens e serviços gerados no agronegócio chegou a R﹩1,55 trilhão ou 21,4% do PIB brasileiro. Dentre os segmentos, a maior parcela é do ramo agrícola, que corresponde a 68% desse valor (R﹩1,06 trilhão), a pecuária corresponde a 32%, ou R﹩494,8 bilhões. 

Dia 28 de Junho, comemoramos no Brasil o Dia do Agricultor. Este profissional, que não só contribui significativamente com o PIB nacional, mas também com um dos maiores propósitos: a alimentação. 

Em homenagem a esta data, conheça algumas startups que usam a tecnologia para aumentar a produtividade e auxiliar a produção agrária, se esforçando para preservar o meio ambiente sem reduzir a produção alimentícia no país: 

Grão Direto 

Grão Direto é uma startup que atua no segmento de agronegócio acelerada no Ciclo 2017.1 do InovAtiva Brasil, que ficou na lista das 100 Startups to Watch deste ano. Criada em 2016, em Minas Gerais, conecta produtores rurais e compradores de grãos de forma mais eficiente, segura e moderna, por meio de uma plataforma digital. Atualmente, já são centenas de milhares de toneladas de soja, milho e sorgo, negociadas digitalmente, tanto no mercado à vista, quanto no mercado a termo (travamentos futuros) e barter (permuta). Além de fábricas de ração, cooperativas, cerealistas, corretoras, confinamentos, granjas, entre outros, a Grão Direto atende também duas das quatro maiores tradings multinacionais. 

Para ter acesso aos serviços, produtores rurais e compradores podem baixar o aplicativo em seus dispositivos móveis, ou pelo site. A partir daí, os usuários têm acesso a diversos serviços e suporte da Grão Direto. Além disso, a empresa possui soluções personalizadas para grandes empresas compradoras de grãos, de modo a apoiá-las em sua transformação digital. São serviços como: inteligência de mercado, digitalização da base de fornecedores, contratos digitais e gestão de documentos, ferramentas de precificação de grãos, insights de originação e integração com soluções de compliance social e ambiental. 

Maneje Bem 

Acelerada no ciclo 2020.1 do InovAtiva Brasil e, no mesmo ano, pelo InovAtiva de Impacto, a Maneje Bem é uma startup que criou um software para facilitar a assistência técnica agrícola e garantir aos agricultores o acesso a informações de qualidade combinado à organização do trabalho dos profissionais de campo, chamado ManejeChat. Sua tecnologia possibilita a coleta de dados e promove inteligência para tomada de decisão no campo, organizando cadeias produtivas junto às agroindústrias a fim de promover o desenvolvimento sustentável e de responsabilidade social da agricultura familiar. 

"A ferramenta foi pensada para facilitar a aproximação dos profissionais técnicos aos agricultores familiares. Nossos clientes diretos são as agroindústrias e fornecedores que procuram atender demandas de responsabilidade socioambiental para pequenas comunidades rurais impactadas pelas indústrias", explica Juliane Lemos, CEO da empresa. 

eBarn 

Acelerada no ciclo 2020.2 do InovAtiva Brasil, a eBarn desenvolveu produtos em forma de aplicativos que permitem conectar o produtor rural a fornecedores de insumos, originadores de grãos e associações do setor de forma segura e totalmente digitalizada. As soluções oferecidas contemplam uma plataforma white label para cooperativas, para comercialização online de grãos, outra para compra coletiva de combustível, serviços financeiros e CPR digital e mais uma de marketplace para comercialização de insumos agrícolas em forma de catálogo. "O propósito da eBarn é ressignificar o conceito de melhor negócio, facilitando o relacionamento e negociações do produtor rural levando mais gestão e lucratividade para todas as pontas" conta Thais Albuquerque, CEO e fundadora da startup. 

O que acha, podemos seguir com a pauta? Se tiver interesse, posso marcar entrevista com os CEOs das startups! 

Te aguardo! 

Abs, 


Indicador Ipea registra desaceleração da inflação para todas as faixas de renda em junho



 Habitação segue como o grupo que mais contribuiu para a pressão inflacionária no mês 



O Indicador de Inflação por Faixa de Renda apontou desaceleração da taxa de inflação para todas as faixas de renda no mês de junho. O estudo foi divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quarta-feira (14/7) e revelou que, apesar da redução generalizada na comparação com maio deste ano, a inflação das famílias de renda muito baixa continua maior que a registrada na faixa de renda alta pelo terceiro mês consecutivo, com taxas de 0,62% para as famílias que recebem menos de R﹩ 1.650,50 e de 0,39% para os domicílios com renda maior de R﹩ 16.509,66. 

O grupo de habitação, assim como no mês anterior, seguiu sendo o segmento que mais contribuiu para a pressão inflacionária em junho, impactado pelo reajuste das tarifas de energia elétrica e, em menor escala, pelos aumentos do gás de botijão e do gás encanado. No caso da energia, a variação de 1,95%, em junho, reflete o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, além da recomposição tarifária registrada em Curitiba. As variações do gás de botijão e do gás encanado, por sua vez, seguem influenciadas pela alta dos preços internacionais e já acumulam variações de 16% e 14,2% no ano, respectivamente. 

O segundo grupo que mais contribuiu para a alta da inflação das famílias de renda muito baixa foi o de alimentação e bebidas. Mesmo diante da deflação apresentada em itens importantes, como cereais (-0,73%), tubérculos (-11,2%) e frutas (-2,7%), o segmento foi ancorado pelas altas das carnes (1,3%), das aves e ovos (1,6%) e dos leites e derivados (2,2%). Já as famílias de alta renda foram impactadas pelo segmento de transportes, sendo que as quedas nas passagens aéreas (-5,6%) e nos transportes por aplicativo (-0,95%) não conseguiram anular os efeitos dos aumentos da gasolina (0,7%) e do etanol (2,1%) 

Na comparação com junho de 2020, a pesquisa mostra que a inflação no mesmo mês de 2021 foi mais elevada para todos os segmentos de renda, sendo que a alta foi mais significativa foi para as famílias de menor renda. Apesar da alta maior dos alimentos no domicílio em 2020, a inflação das famílias de renda mais baixa havia sido beneficiada pelas quedas dos preços da energia (-0,34%), do vestuário (-0,46%) e dos artigos de limpeza (-0,19%), ocorridas no ano passado. Já para as famílias com maior renda, a menor alta inflacionária em 2020 foi causada, principalmente, pelas deflações das passagens aéreas (-26%), dos transportes por aplicativo (-14%) e das despesas com recreação (-0,43%) 

Os dados acumulados em doze meses mostram que, apesar da aceleração inflacionária generalizada para todas as faixas de renda, a taxa de inflação das famílias de renda muito baixa (9,2%) segue em patamar acima da observada na faixa de renda alta (6,5%), ainda pressionada pelas altas de 15,3% dos alimentos no domicílio, de 16,2% da energia elétrica e de 24,2% do gás de botijão no período. Já para as famílias de renda mais alta, boa parte dessa inflação acumulada vem do reajuste de 43,9% dos combustíveis no período. 



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Exportações totais de carne bovina caem 18% em maio



As exportações totais de carne bovina (in natura mais processada) voltaram a apresentar viés negativo no acumulado do ano até aqui, como consequência de uma queda de 18% na movimentação e de 7% nas receitas durante o mês de maio que passou. Neste último mês, o Brasil exportou 150.711 toneladas e obteve uma receita de US$ 725,9 milhões com o produto. No ano passado, as exportações de maio atingiram 182.856 toneladas e a receita US$ 778,6 milhões.


Com isso, o acumulado do ano voltou para o negativo em quantidade, com um total de 714.363 toneladas exportadas (-2%) contra 732.647 até maio de 2020. Nas receitas, há ainda um crescimento de 2%: nos primeiros cinco meses de 2020 foram de US$ 3,16 bilhões e, no mesmo período de 2021, de US$ 3,24 bilhões. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), que compilou os dados fornecidos pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX/DECEX), do Ministério da Economia.

A China, com suas importações através de continente e pela cidade estado de Hong Kong continua sendo o principal cliente da carne bovina brasileira com 87.231 toneladas em maio contra 118 mil toneladas em maio do ano passado. No acumulado do ano, as compras chinesas já alcançam 418.160 toneladas e nos primeiros cinco meses de 2020 somavam 413.648 toneladas.

Os Estados Unidos vêm aumentando paulatinamente suas compras e já se transformaram no segundo maior cliente do produto brasileiro, com 33.700 toneladas importadas de janeiro a maio: foram 2.748 toneladas em janeiro; 4.868 toneladas em fevereiro; 7.476 toneladas em março; 8.917 toneladas em abril e 10.691 toneladas em maio. As compras dos EUA são 165,8% maiores que em 2020 e a receita obtida cresceu 149,4%.

Na terceira posição vem o Chile com 32.600 toneladas importadas até maio (+7,8%). Na
quarta, as Filipinas, com 26.114 toneladas (+78,6%), em quinto lugar os Emirados Árabes, com 19.027 toneladas (+ 11,8%). O Egito ficou em sexto lugar com 17.596 toneladas (- 55,2%). No total deste ano, segundo a ABRAFRIGO, 66 países ampliaram suas aquisições e outros 75 reduziram em relação ao mesmo período de 2020.

* informações da assessoria de imprensa

 

Caminhão carregado com sal, tomba na BR-158 e motorista fica ferido



 

Outro acidente envolvendo veículos de cargas, foi registrado na região do Norte Araguaia. Desta vez na BR-158, nas proximidades do entroncamento do “Luizinho” localizado a 70 km do município de Confresa.

O motorista de 53 anos, informou que seguia para uma fazenda no interior de Confresa onde descarregaria o caminhão. Mas acabou sofrendo um acidente, após tentar uma ultrapassagem. 

Ele informou que a forte poeira na estrada, tirou completamente a visibilidade da pista o que fez com o caminhão saísse da rodovia e tombasse.

O trabalhador relatou que não usava cinto de segurança e por isso acabou sofrendo alguns ferimentos. Na manhã de quarta-feira (09) outro caminhão será enviado ao local para fazer a baldeação da carga.






fonte agencia da noticia

Milho oscila e recua nos primeiros vencimentos da B3 nesta 4ªfeira



 A quarta-feira (09) começa com os preços futuros do milho recuando em seus primeiros contratos na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,90% negativo e 0,21% positivo por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento julho/21 era cotado à R$ 93,90 com queda de 0,59%, o setembro/21 valia R$ 96,02 com desvalorização de 0,90%, o novembro/21 era negociado por R$ 97,87 com baixo de 0,49% e o janeiro/22 tinha valor de R$ 100,20 com alta de 0,21%.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) abriu a quarta-feira recuando para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 4,75 e 12,00 pontos por volta das 09h07 (horário de Brasília).

O vencimento julho/21 era cotado à US$ 6,54 com perda de 4,75 pontos, o setembro/21 valia US$ 6,18 com queda de 9,50 pontos, o dezembro/21 era negociado por US$ 5,97 com desvalorização de 12,00 pontos e o março/22 tinha valor de US$ 6,03 com baixa de 11,75 pontos.     


Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos caíram durante a noite, uma vez que os comerciantes fizeram uma pausa após os ganhos de ontem.

Agora, o mercado aguarda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgue seu relatório mensal de Estimativas de Oferta e Demanda Mundial Agrícola (WASDE) conforme está programado para a próxima quinta-feira.

“Os investidores esta manhã podem estar vendendo contratos e liquidando posições antes do relatório, caso haja alguma surpresa”, destaca o analista Tony Dreibus.

Relembre como fechou o mercado na última terça-feira:

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Por:
 Guilherme Dorigatti
Fonte:
 Notícias Agrícolas
 
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