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Bolsonaro diz que fará mudanças de cargos para baixar preço de combustíveis

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que ainda deve promover mudanças em cargos de indicação do governo na intenção de combater a alta nos preços dos combustíveis, após já ter trocado os comandos do Ministério de Minas e Energia e da Petrobras. Ao defender que a Petrobras cumpra seu papel social, mas ao mesmo tempo deixando claro que não pode interferir na empresa, Bolsonaro disse não desejar que a estatal tenha prejuízo. O presidente também afirmou que o então ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, deixou a pasta a pedido diante da tensão envolvendo os preços dos combustíveis. "Nós estamos fazendo o possível, sem interferência, obviamente, para fazer a Petrobras entender qual é o seu papel. Entender como? Fazendo aqui mudanças, como nós fizemos aqui no Ministério de Minas e Energia", disse o presidente na tradicional live semanal por redes sociais. "Tínhamos um pequeno problema na Petrobras, ele (Albuquerque) resolveu assinar sua saída do Ministério de Minas e Energia... A gente espera fazer mudanças de pessoas que a gente pode fazer para a gente buscar minorar, diminuir o preço do combustível no Brasil", afirmou, acrescentando ter a expectativa que haja redução do preço. Criticado pela alta dos preços de combustíveis, o presidente exonerou Albuquerque do cargo de ministro de Minas e Energia na quarta-feira e nomeou Adolfo Sachsida para substituí-lo. O novo ministro é declaradamente defensor de ideias liberais e crítico a políticas intervencionistas, de subsídio ou controle de preços no setor de energia. Bolsonaro também mudou no mês passado o comando da própria estatal. Bolsonaro afirmou ainda na live desta quinta que deve recorrer à Justiça nesse esforço para baixar o preço dos combustíveis. Mais cedo, em outra transmissão nas redes sociais, o presidente disse que adotará iniciativas por "vias legais" para conter a alta dos preços dos combustíveis, ressalvado que não será uma "interferência". fonte : noticias agricolas

Índia aumenta importação de óleo de palma em abril; compra de óleo de soja e de girassol cai

As importações de óleo de palma da Índia subiram 6% em abril em relação ao mês anterior, com traders aumentando as compras depois que os preços do óleo de soja e de girassol, produtos concorrentes, aumentaram devido à oferta limitada, disse um importante órgão comercial nesta sexta-feira. A elevação das compras de óleo de palma pela Índia, o maior importador mundial de óleos comestíveis, pode sustentar os futuros de óleo de palma da Malásia.. Em abril, 572.508 toneladas de óleo de palma desembarcaram na Índia, ante 539.793 toneladas em março, informou a Associação de Extratores de Solventes da Índia (SEA) em um comunicado. As importações de óleo de girassol pela Índia caíram para 54.426 toneladas no mês passado, abaixo das 212.484 toneladas em março, já que os fornecimentos da Ucrânia pararam após a guerra, disse. As importações de óleo de soja pelo país caíram em abril para 273.151 toneladas, ante 299.421 toneladas um mês atrás, disse a SEA. “Em maio, até as importações de óleo de palma cairão por causa da decisão da Indonésia de proibir as exportações. A situação da oferta continuará apertada”, disse um negociante de Mumbai com uma empresa de comércio global. fonte : noticias agricolas

Dólar recua no dia, mas caminha para 4° avanço semanal seguido contra real

O dólar caía frente ao real nos primeiros negócios desta sexta-feira, mas ainda estava a caminho de marcar sua quarta valorização semanal seguida, depois de ser apoiado nos últimos dias por receios sobre aumentos mais acentuados dos juros nos Estados Unidos e riscos de desaceleração da economia global. Às 9:07 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,42%, a 5,1210 reais na venda, quase 1% acima do patamar de fechamento da última sexta-feira, de 5,0733 reais. Na B3, às 9:07 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,22%, a 5,1500 O dólar negociado no mercado interbancário fechou a última sessão com variação negativa de 0,06%, a 5,1424 reais. Neste pregão, o Banco Central fará leilão de até 15 mil contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1° de julho de 2022. noticias agricolas

Exportações de carne suína totalizam 89,7 mil toneladas em abril

São Paulo, 13 de maio de 2022 - Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 89,7 mil toneladas em abril, número 8,8% inferior ao registrado no quarto mês de 2021, com 98,7 mil toneladas. Em receita, o resultado das vendas do mês alcançou US$ 193,4 milhões, número 16,7% menor que o registrado no mesmo mês de 2021, com US$ 232,3 milhões. No acumulado do ano (janeiro a abril), as exportações de carne suína alcançaram 327,3 mil toneladas, número 7% menor que o registrado no primeiro quadrimestre de 2021, com 351,8 mil toneladas. Em receita, houve retração de 16,3%, com US$ 692 milhões neste ano, e US$ 826,4 milhões no ano passado. De acordo com os dados levantados pela ABPA, a China é o principal destino das exportações realizadas entre janeiro e abril, com 118,6 mil toneladas (-35% em relação ao mesmo período do ano passado), seguida por Hong Kong, com 33,8 mil toneladas (-34,8%), Filipinas, com 23,2 mil toneladas (+281,3%), Singapura, com 20,1 mil toneladas (+43,9%) e Argentina, com 18 mil toneladas (+83,1%). “As vendas de abril retornaram para patamares próximos de 90 mil toneladas, que é a tendência de desempenho mensal esperada para este ano. As exportações de carne suína do Brasil, estão em processo de acomodação de níveis de embarques, se estabelecendo em patamares significativamente superiores aos que eram registrados antes da grande disrupção global da proteína, iniciada em 2018 e com efeitos mais sensíveis entre 2019 e 2021. A China tem perdido parte de sua influência sobre o desempenho total das exportações, sendo substituída por outras nações da Ásia e América do Sul. ”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin. noticias agricolas

Argentina se torna primeiro país a autorizar plantio de trigo transgênico

A Argentina, um dos maiores exportadores de trigo, tornou-se nesta quinta-feira o primeiro país do mundo a autorizar o plantio de trigo transgênico ao aprovar a comercialização nacional da variedade do cereal HB4 desenvolvida pela Bioceres BIOX.BA. A empresa disse, no entanto, que a semente HB4 –que é mais tolerante à seca e resistente ao herbicida glufosinato de amônio– ainda não estará disponível no mercado. “Vamos continuar produzindo sob o esquema de identidade preservada que temos atualmente. Não vamos comercializar as sementes por enquanto”, disse uma fonte da empresa à Reuters, sem fornecer mais detalhes. A Argentina, onde os agricultores estão prestes a começar a semear trigo para a temporada 2022/23, foi o primeiro país a aprovar o trigo transgênico em 2020 em caráter experimental, seguido pelo Brasil em 2021, que é o maior comprador de trigo argentino e deu sinal verde para farinha de trigo transgênica. A liberação do trigo transgênico na Argentina está gerando preocupação entre os exportadores de grãos, que temem que muitos clientes deixem de importar o cereal argentino, já que a grande maioria dos países do mundo ainda não autorizou o produto geneticamente modificado ou seus derivados. FONTE: noticias agricolas

Guerra Rússia x Ucrânia impacta diretamente exportações de café solúvel do Brasil

De acordo com relatório estatístico da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), as exportações nacionais do produto recuaram 4,7% no primeiro quadrimestre de 2022, somando o equivalente a 1.221.603 sacas de 60 kg. No mesmo intervalo do ano passado, o país remeteu 1.282.454 sacas. Conforme os números levantados, o desempenho negativo reflete os impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia, cujas importações do café solúvel brasileiro, juntas, caíram 66.572 sacas de janeiro ao fim de abril. "Considerando que nossas exportações totais recuaram 60.851 sacas no quadrimestre, essa baixa na performance até o momento se justifica pela quantidade que deixamos de exportar a essas nações do Leste Europeu desde o início do conflito", explica o diretor de Relações Institucionais da Abics, Aguinaldo Lima. À medida que a guerra se alastra, ele entende que os impactos deverão ser significativos, uma vez que Rússia e Ucrânia são, tradicionalmente, grandes clientes do café solúvel brasileiro. Em 2021, esses países ocuparam, respectivamente, a segunda e a sétima posições no ranking dos principais destinos do produto. "As duas nações são responsáveis por praticamente 13% do volume remetido pelo Brasil ao exterior, tendo importado, no ano passado, o equivalente a 534 mil sacas de solúvel, o que gerou uma receita cambial de US$ 94,4 milhões", informa Lima anota que o colapso em que se encontra a Ucrânia e as consequências das restrições e sanções impostas à Rússia praticamente já paralisaram as importações desses países, afetando diretamente o produto nacional. "Os russos não adquiriram nada do solúvel do Brasil em abril deste ano e os ucranianos apenas 519 sacas. No mesmo mês de 2021, por exemplo, eles haviam importado 30.759 sacas e 7.667 sacas, respectivamente", compara. Diante de todos os impactos e consequências da guerra, o diretor da Abics revela que o setor de café solúvel do Brasil está "apreensivo e preocupado", já que ainda continuam os gargalos logísticos, como escassez de contêineres e navios, e os altos custos da matéria-prima para exportar a todo o mundo. "A continuidade da guerra poderá gerar grandes prejuízos na cadeia produtiva, afetando produtores e indústrias no Brasil. Considerando o cômputo dos números de Rússia e Ucrânia em nossas exportações de solúvel, conforme o tempo que perdurar o conflito, poderemos pensar em perdas de aproximadamente 500 mil sacas e de menos cerca de US$ 100 milhões em ingresso de divisas neste ano", projeta Lima. DESTINOS No primeiro quadrimestre de 2022, o Brasil exportou seus cafés solúveis a 99 países, com os Estados Unidos sendo o principal cliente. Os norte-americanos importaram 234.717 sacas até abril, o que representa 19,2% do total. A Rússia, mesmo com recuo de 29,5% nas compras, ainda se mantém no segundo lugar, adquirindo 83.806 sacas, ou 6,9% do geral. Na sequência, vêm Argentina, com 82.229 sacas (6,7%); Indonésia, com 72.135 sacas (5,9%); e Japão, com 71.857 sacas (5,9%). Merece destaque, ainda, o desempenho de Myanmar, que, com a importação de 70.312 sacas, elevou em 70,6% suas aquisições do solúvel nacional, saltou para o sexto lugar no ranking e responde por 5,8% do total.

Açúcar avança nas bolsas de NY e Londres nesta 6ª com suporte do petróleo

Os futuros do açúcar operavam com alta moderada nas bolsas de Nova York e Londres nesta manhã de sexta-feira (13). O mercado tem suporte do petróleo, apesar de seguir atenção para o avanço da safra no Centro-Sul do Brasil e outras origens. Por volta das 08h55 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha valorização de 0,59% na Bolsa de Nova York, cotado a 18,75 cents/lb. Já no terminal de Londres, o tipo branco tinha avanço de 0,44%, a US$ 523,20 a tonelada. O mercado do petróleo sobe mais de 1% nesta manhã de sexta-feira, estendendo os ganhos da véspera. As oscilações do óleo no internacional são essenciais para a definição do mix pelas usinas. Além disso, há atenção para o câmbio. Do lado negativo, os preços acompanham o avanço mais firme da safra brasileira e de outras origens produtoras. "A safra nova, que começa a ganhar um volume mais significativo de produção e oferta da disponibilidade de açúcar, começa a ganhar pressão sobre o ativo em Nova York de forma mais evidente", disse Maurício Muruci, analista da Safras & Mercado. noticias agricolas*

Café abre monitorando condições do Brasil e com queda técnica em Nova York e Londres

O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta sexta-feira (13) com ajustes técnicos para os preços na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado segue monitorando as condições do tempo no Brasil, já que a previsão continua indicando a entrada de uma massa de ar frio no país e que pode avançar para áreas de café na próxima semana. "Continua a previsão de subida de uma frente fria mais forte na próxima semana, mas aparentemente os operadores se acalmaram um pouco depois do susto inicial", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes. A publicação destaca, no entanto, que é preciso aguardar pelos próximos dias para saber os reais riscos nas áreas cafeeiras do Brasil. Por volta das 08h46 (horário de Brasília), julho/22 tinha queda de 145 pontos, negociado por 213,55 cents/lbp, setembro/22 tinha desvalorização de 175 pontos, valendo 213,60 cents/lbp, dezembro/22 tinha baixa de 160 pontos, valendo 213,45 cents/lbp e março/23 tinha queda de 30 pontos, negociado por 212,70 cents/lbp. Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também operava com desvalorização. Julho/22 registrava baixa de US$ 14 por tonelada, negociado por US$ 2044, setembro/22 tinha queda de US$ 14 por tonelada, cotado por US$ 2047, novembro/22 tinha baixa de US$ 12 por tonelada, cotado por US$ 2045 e janeiro/23 tinha alta de US$ 2056. MERCADO INTERNO - ÚLTIMA SESSÃO O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,52% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.300,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 0,76%, valendo R$ 1.300,00, Araguarí/MG teve queda de 1,54%, negociado por R$ 1.280,00, Varginha/MG teve queda de 2,27%, negociado por R$ 1.290,00 e Franca/SP teve baixa de 1,52%, valendo R$ 1.300,00. O tipo cereja descascado teve queda de 1,46% em Guaxupé/MG, valendo R$ 1.350,00, Poços de Caldas/MG registrou queda de 0,70%, negociado por R$ 1.410,00, Varginha/MG teve baixa de 2,88%, valendo R$ 1.350,00 e Campos Gerais/MG teve alta de 1,44%, negociado por R$ 1.370,00. fonte: noticias agricolas

Soja segue movimento de alta em Chicago nesta 6ª feira e clima no Corn Belt está em foco

As altas continuam no mercado da soja na manhã desta sexta-feira (13) na Bolsa de Chicago. As cotações sobem pouco mais de 7 pontos nos principais vencimentos, levando o julho a US$ 16,23 e o agosto a US$ 15,76 por bushel. Ainda na CBOT, sobem os futuros do milho e do farelo, este último subindo quase 1% no primeiro contrato. O trigo, depois de altas de mais de 6% na sessão anterior, realiza lucros e recua. O mercado ainda reflete os números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgados ontem, mas também acompanha e monitora o clima no Corn Belt e as condições esperadas para a recuperação do plantio, que é um dos maiores dos últimos anos. Assim, "para a próxima semana olhos grudados no avanço do plantio nos EUA, o estrago do clima seco na Europa, os ajustes do USDA, inundações na China e geadas no Brasil", orienta o analista de mercado da Agrinvest Commodities, Eduardo Vanin Ao lado dos fundamentos, atenção ainda ao financeiro e sua influência sobre as commodities agrícolas. A semana vai terminando com atenção ainda sobre os lockdowns na China, a guerra entre Rússia e Ucrânia, a economia e a política monetária nos EUA, na inflação e em como isso tudo tem pesado sobre a decisão dos fundos investidores. FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

PM prende quadrilha e recupera 15 cabeças de gado furtadas em Vila Rica

A Polícia Militar desarticulou uma quadrilha e recuperou 12 vacas e três bezerros furtados de uma fazenda, na zona rural de Vila Rica, nesta quarta-feira (11.05). Na ação, três homens, de 20, 25 e 34 anos, foram presos e três armas de fogo foram apreendidas. boletim de ocorrência, durante a madrugada, a PM recebeu uma denúncia via 190 informando sobre um possível furto de gado, em uma propriedade rural. Diante da situação, equipes da Força Tática se deslocaram até a fazenda e encontraram marcas de pneus perto do curral e a porteira trancada com cadeado. A PM encontrou a testemunha que informou ter visto um caminhão no local e que teria estranhado a situação. A equipe do Grupo de Apoio (GAP) foi acionada para iniciar diligências para localizar os suspeitos e o gado. Durante a manhã, o proprietário da fazenda entrou em contato e disse ter achado estranho os criminosos terem entrado e saído do local sem que os cadeados e correntes fossem rompidos, levantando suspeitas sobre os funcionários da propriedade. Os policiais foram até os dois funcionários que começaram a apresentar bastante contradição em seus depoimentos e um deles assumiu o furto das cabeças de gado. Questionados sobre onde estaria o gado, os suspeitos revelaram que haviam negociado os animais para o dono de um sítio a 75 quilômetros de Vila Rica. Neste momento, os policiais foram informados que o caminhão que teria prestado apoio no crime estava indo em direção ao Estado do Pará. Foi realizado contato com o motorista, que confirmou a localização de onde havia deixado o gado. No local indicado, os policiais encontraram um suspeito que, indagado sobre o gado no curral, disse que era as cabeças negociadas com os funcionários da fazenda e revelou que teria matado uma vaca para negociar a venda da carne. Em buscas pela casa, os policiais encontraram a espingarda arremessada pelo suspeito e duas armas, sendo outra espingarda e um revólver, ambas sem documentação Diante do flagrante, os dois funcionários da fazenda e o terceiro suspeito receberam voz de prisão e foram encaminhados à delegacia da cidade, junto com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. O gado foi recuperado e devolvido ao seu dono. fonte: nortao noticias

Dólar pausa rali e tem leve queda ante real; mercado digere ata do Copom

O dólar abriu esta terça-feira com leve queda frente ao real, à medida que a moeda norte-americana pausava um rali recente no exterior, embora temores sobre intensificação do aperto monetário nos Estados Unidos e uma desaceleração econômica global continuassem no radar. No Brasil, investidores digeriam a ata da última reunião de política monetária do Banco Central, em que a autarquia repetiu sinalização anterior de que vai promover alta inferior a 1 ponto percentual nos juros em seu próximo encontro e alertou para riscos econômicos e uma deterioração inflacionária. Às 9:06 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,15%, a 5,1475 reais na venda Na B3, às 9:06 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,36%, a 5,1795 reais. Na véspera, a moeda norte-americana spot saltou 1,62%, a 5,1554 reais, máxima desde 15 de março (5,1584 reais). O Banco Central fará neste pregão leilão de até 15 mil contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1° de julho de 2022. noticias agricolas

Arroz/Cepea: Indicador volta a fechar abaixo de R$ 70/sc

A liquidez envolvendo arroz no mercado do Rio Grande do Sul esteve um pouco maior ao longo da semana passada. Apesar de parte dos demandantes seguir retraída, as efetivações de negócios para exportação movimentaram o mercado. Entretanto, no geral, os valores seguiram em queda, pressionados pela disparidade entre os valores de compra e de venda. Nessa segunda-feira, 9, o Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) fechou a R$ 70,31/saca de 50 kg, recuo de 0,66% na parcial de maio. No dia 5 deste mês, o Indicador chegou a fechar abaixo de R$ 70/sc, o menor patamar nominal desde meados de fevereiro deste ano. noticias agricolas