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Defensivos agrícolas – Kynetec lança pesquisa sobre manejo fitossanitário em sorgo

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Depois de publicar recentemente o levantamento FarmTrak Sorgo Sementes, a Kynetec Brasil passa a realizar o estudo FarmTrak Sorgo Proteção de Cultivos. A pesquisa mapeará o comportamento do produtor do cereal em relação à utilização de defensivos agrícolas: fungicidas, herbicidas, inseticidas e outros, e decorre da rápida evolução da cultura no país, segundo informa o analista de inteligência de mercado Felipe Lopes Abelha.

Conforme o especialista, a captação de informações junto a produtores de sorgo teve início no mês de maio e se encerra em agosto próximo. A publicação do FarmTrak Sorgo Proteção de Cultivos está prevista para setembro.

Semeado como alternativa à sucessão da soja ou em substituição ao milho segunda safra, o sorgo ganha tração no país, avalia Abelha. Segundo o especialista, a planta, originária do continente africano, apresenta boa adaptação ao clima quente, boa rusticidade e boa tolerância à seca, por exemplo. Ele ressalta que o sorgo é empregado na alimentação humana, na formulação de ração animal e biocombustíveis sustentáveis, semeado nas variedades granífero, sacarino, forrageiro, biomassa e vassoura.

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De acordo com Felipe Abelha, a movimentação de sementes da cultura, já coberta pela Kynetec, se mostra altamente relevante: subiu de R$ 289 milhões em 2022 para R$ 357 milhões, em 2023 (+23%). Nos últimos três anos, ele assinala, o crescimento nas transações de sementes foi de 100%.

“A área cultivada está em franca expansão. Cresceu aproximadamente 30% entre 2021 e 2023. A tendência para o ciclo 2024 é atingir 1,56 milhão de hectares”, complementa. Ainda segundo ele, o preço médio da saca de sementes de sorgo, da maioria das variedades disponíveis, da ordem de R$ 300, demonstra que a cultura recebe alto investimento dos produtores.

Para o especialista da Kynetec, o crescimento do sorgo vem associado, sobretudo, à queda do preço de commodities, como milho. “Trata-se de uma cultura menos vulnerável a imprevistos climáticos, de maior estabilidade, que tende a ganhar importância gradativa no cenário agrícola nacional.”

No ciclo 2023, complementa Felipe Abelha, o estado de Minas Gerais figurou na posição de principal produtor de sorgo, com 31% da área cultivada, seguido por Goiás (30%), São Paulo (18%), Mato Grosso e Bahia, 10% cada.

Sobre a Kynetec

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A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. Recentemente, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. https://www.linkedin.com/showcase/kynetec-brasil/

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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