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Suinicultura

Abertura do mercado sul-coreano para subprodutos suínos destinados à alimentação animal

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O governo brasileiro recebeu, com satisfação, a decisão da Coreia do Sul de aceitar o Certificado Sanitário Internacional (CSI) para exportação de gordura e de proteínas processadas de suínos destinadas à alimentação animal.

Trata-se da terceira abertura de mercado na Coreia do Sul para produtos agrícolas brasileiros neste ano. Em abril, o país autorizou a exportação de subprodutos de origem animal – farinhas e gorduras de aves – e de dez tipos de produtos à base de camarão.

A nova abertura contempla demanda da Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA) e suas empresas associadas, bem como de importadores coreanos que preveem expansão da indústria coreana de rações, a fim de atender ao crescimento do número de animais domésticos na Ásia.

Em 2023, a Coreia do Sul foi o oitavo maior destino das exportações de produtos agrícolas brasileiros, com valor total de mais de US$ 3,37 bilhões.

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Com a recente abertura, o agronegócio brasileiro alcançou sua 145ª expansão comercial em 51 países desde o início do ano passado. Em 2024, já foram abertos 67 novos mercados em 29 países.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Fonte: MAPA

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Suinicultura

Alimentação de Precisão em Matrizes Suínas: Um Caminho para a Sustentabilidade na Suinocultura

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O conceito de alimentação de precisão está transformando a suinocultura, oferecendo uma abordagem mais sustentável e lucrativa para a gestão nutricional das granjas. Em vez de adotar uma dieta uniforme ao longo da gestação, o novo enfoque sugere ajustes específicos conforme as necessidades nutricionais das fêmeas mudam ao longo do tempo.

Rodrigo Lima, doutor em Nutrição de Precisão de Fêmeas Suínas e Especialista Global em Nutrição da Topigs Norsvin, destaca a importância de adaptar a dieta das matrizes em cada fase da gestação. “Estudos demonstram que a falta de personalização na dieta pode levar a complicações como obesidade ao parto e redução na ingestão de alimentos durante a lactação,” alerta Lima.

Segundo o especialista, muitas granjas ainda utilizam uma dieta única e constante para as matrizes ao longo da gestação, ignorando as mudanças nas necessidades nutricionais. “As necessidades nutricionais são dinâmicas e variam conforme o estágio gestacional. A abordagem de alimentação de precisão, como a estratégia ‘alto-baixo-alto’ (HLH), ajusta a dieta de forma a atender às exigências específicas de cada fase. A primeira fase foca na recuperação da condição corporal, a segunda na manutenção e desenvolvimento da glândula mamária, e a terceira na produção de leite e crescimento fetal,” explica Lima.

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Recentes estudos evidenciam os benefícios dessa abordagem, com aumentos significativos na produção de leite quando as matrizes são alimentadas com uma dieta adaptada às suas necessidades diárias durante a gestação. “Os resultados mostraram uma melhoria na produção de leite de cerca de 1,2 kg por dia ao adotar a nutrição de precisão, comparado ao uso de uma dieta única durante toda a gestação,” detalha Lima.

Rodrigo Lima conclui: “O objetivo não é apenas fornecer alimento, mas sim a nutrição adequada na quantidade certa e no momento oportuno. A alimentação de precisão não só melhora o desempenho das porcas, mas também aumenta a eficiência econômica dos produtores, contribuindo para um futuro mais sustentável na produção suína.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Suinicultura

Cepea revela aumento nos preços da carne suína no atacado da Grande São Paulo

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Reprodução

 

Levantamentos recentes do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam uma forte elevação nos preços médios da carne suína no atacado da Grande São Paulo. Em contraste, a carne bovina registrou uma leve valorização, enquanto a carne de frango está em queda. Esse cenário resultou na diminuição da competitividade da carne suína em comparação com as suas principais concorrentes.

De acordo com os pesquisadores do Cepea, a carne suína tem se valorizado desde a primeira semana de junho, com um aumento significativo no início de julho. Esse movimento ascendente é impulsionado por demandas aquecidas tanto no mercado interno quanto externo. Por outro lado, a desvalorização da carne de frango está principalmente ligada ao enfraquecimento da procura, mantendo a liquidez baixa no setor atacadista.

Os dados do Cepea destacam a dinâmica diferenciada entre as proteínas, refletindo as variações de demanda e oferta que influenciam os preços no mercado.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Suinicultura

Deficiência da nutrição de leitões no pós-desmame compromete produtividade da suinocultura

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Por Fernanda Laskoski, médica-veterinária da Auster Nutrição Animal – Divulgação

 

O desmame é um dos momentos mais críticos do início de vida de leitões em um sistema produtivo. O principal desafio envolve a nutrição. A adaptação de comedouros e bebedouros para estes animais é um importante ponto de atenção porque, após o desmame, é crucial iniciar a inserção de hábitos alimentares entre os animais mais jovens.

O baixo consumo nesse período provoca alterações fisiológicas importantes no trato gastrointestinal, no desenvolvimento e na saúde dos leitões. Do mesmo modo, o baixo consumo voluntário de ração resulta na remoção de animais do sistema por subdesenvolvimento, independentemente do seu peso ao desmame. Por isso, é fundamental auxiliar a adaptação ao meio, às instalações e aos equipamentos para a busca de alimentos principalmente nas primeiras horas após o desmame.

Assim, uma estratégia primordial do sucesso de consumo pós-desmame se inicia na maternidade. O fornecimento de ração aos leitões a partir do 5º dia de idade em pequenas quantidades várias vezes ao dia permitirá a adaptação digestiva desse leitão, melhorando seu desempenho de creche.

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Uma das alternativas é o incentivo ao consumo por meio da inserção de pequenas porções de ração nas proximidades do comedouro para oferta, visibilidade e disponibilidade nos primeiros dias. Essa iniciativa pode reduzir em até 4% o percentual de leitões removidos durante o período de creche. O ajuste no comedouro também estimula o consumo, já que estudos apontam que mais espaço pode acelerar em até 8 horas o início do consumo.

É extremamente importante que o suinocultor controle a uniformidade dos animais. Esse manejo evita brigas e a consequente desnutrição do animal de menor porte, que visita o comedouro com menor frequência. Por fim, também influenciam no desempenho produtivo pós-desmame a manutenção da temperatura das instalações e a qualidade do ar fornecido – que pode afetar em até 11% o ganho de peso diário e em até 3% a conversão alimentar.

O Brasil possui desafios nesse período devido à diferença de clima entre as regiões. Por isso, é preciso analisar de forma específica cada realidade para o suinocultor incluir melhorias de forma constante. Associar boas práticas de manejo com uma nutrição de qualidade, incluindo o cuidado sanitário nas granjas, é chave para indicadores positivos de desempenho e do bem-estar dos leitões.

Com a adoção dessas medidas, contribuímos com o avanço de produtividade da suinocultura no Brasil, que cresce de forma contínua desde 2013. No ano passado, alcançamos 5,1 milhões de toneladas e o consumo per capita atingiu 18 quilos por habitante, segundo dados da Associação Brasileira da Proteína Animal (ABPA). Ajustes de manejo numa época tão crítica para a atividade otimizam a produção e contribuem com o avanço do setor, intensificando a lucratividade

Thiago Silva – Texto Comunicação Corporativa

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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