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Etapa Água Boa do Circuito Mato Grosso Basquetebol 3×3 foi sucesso

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Foto: Ascom – AB

Neste final de semana, dias 01 e 02 de junho, Água Boa foi palco de um evento esportivo inesquecível: o Circuito Mato Grosso Basquetebol 3×3.

O basquete 3×3 é jogado na metade de uma quadra de basquete, onde competem duas equipes de três jogadores. Ambas atacam e defendem o mesmo aro, dependendo de quem tiver a posse de bola. O vencedor é o time com maior pontuação após 10 minutos ou quem atingir 21 pontos.

O evento contou com 20 equipes e um total de 80 atletas das cidades de Água Boa, Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Canarana e Barra do Garças, em dois dias de muita competição e emoção.

Água Boa teve a honra de receber a coordenação geral do evento, incluindo o presidente da Federação de Basketball de Mato Grosso, Jeferson Prado, e Gabriela Arduini.

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A equipe do esporte agradeceu a presença e apoio do Secretário Municipal de Esporte, Cultura e Lazer, Erik Rodrigo, do Secretário Municipal Adjunto de Esporte, Jalis Machado, da coordenadora Municipal de Esporte, Mireya Lopes, e dos técnicos de Água Boa, Arlene Escher e Gilberto Liell.

“Nossa gratidão se estende à competente equipe de arbitragem, à dedicada equipe de apoio e limpeza, e a todos os atletas que deram um show nas quadras! – disse a coordenadora Mireya.

Mireya Lopes | Ascom – AB

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

 

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Amazonas entrega 4 milhões de alevinos a 1,6 mil piscicultores

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Foto: Isaac Maia/Sepror

O governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), forneceu aproximadamente 4 milhões de alevinos e pós-larvas de tambaqui e matrinxã, durante os primeiros cinco meses de 2024, para 1.682 piscicultores em 26 municípios do estado.

Os alevinos são originários do Centro de Tecnologia, Produção e Conservação de Recursos Pesqueiros (CTPC), vinculado à Sepror, e está situado no distrito de Balbina, em Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros de Manaus).

“É uma forma de incentivar a piscicultura amazonense”, destacou o secretário de Produção Rural, Daniel Borges.

O CTPC, que tem um acordo de cooperação com a Eletrobras, é referência nacional na produção de peixes nativos, como o tambaqui e a matrinxã, disse Borges.

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A produção de pós-larvas e alevinos é distribuída gratuitamente aos piscicultores em municípios com potenciais produtivos na atividade. Desde 2019, o centro de tecnologia produziu mais de 45 milhões de alevinos, por meio de suas 900 matrizes de peixes.

“Essa visita do secretário é um reconhecimento ao nosso trabalho na Estação de Piscicultura em Balbina. Aqui temos alevinos e pós-larvas com genética e qualidade sanitária, sendo entregue na porta do produtor, nas comunidades rurais e também desenvolvendo a pesquisa”, destacou Mário Baracho, gerente do Centro de Piscicultura.

A entrega dos alevinos resultou em uma produção de pescado avaliada em aproximadamente 7,5 mil toneladas nos últimos meses. O período de engorda do peixe é em torno de 12 a 14 meses, obtendo cerca de 2,8 quilogramas por exemplar.

A secretaria destaca que neste período promoveu cinco Dias de Campo com participação de 201 piscicultores; elaboração de 11 projetos aquícolas; 216 ações de apoio ao licenciamento ambiental; além de 12 cursos de capacitação em Boas Práticas de Manejo e Gestão na Piscicultura que beneficiaram 211 alunos.

Municípios

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O alcance do repasse de pós-larvas e alevinos contemplou os municípios de Autazes, Coari, Manaus, Parintins, São Gabriel da Cachoeira, Eirunepé, Envira, Itamarati, Benjamin Constant, Codajás, Careiro,Amaturá, Anori, Coari, Barreirinha, Manaus, Manacapuru, Maués, Careiro Castanho, Codajás, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Iranduba, Novo Aripuanã, Borba e Itacoatiara.

Um dos beneficiados, o piscicultor da zona rural de Manaus José Venâncio, diz que mantém dois tanques em sua propriedade. Neste ano, ele já recebeu mais de 2 mil alevinos, comentando que o fomento incentivou sua produção, além de diminuir os custos na piscicultura.

“É muito importante receber os alevinos, porque o custo de um milheiro é R$ 250. Então, é um gasto. E como recebi esse benefício, já ajuda muito, é um incentivo no início da minha produção. Com essa aquisição do Governo, favorece muito nós que somos piscicultores”, finaliza José.

Atualmente, o Amazonas ocupa a 5ª posição no ranking nacional, com uma produção de 21,3 toneladas de peixes, sendo o tambaqui e a matrinxã, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

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Vitória Rosendo

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Veja como usar o óleo de coco na pele e no cabelo

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Reprodução
Não é de hoje que o óleo de coco, ingrediente muito utilizado na culinária, também é visto como aliado nos cuidados com a pele e o cabelo. Isso porque a fórmula do óleo de coco reúne componentes ideais para a área da estética e beleza.
De acordo com Jackeline Alecrim, especialista em cosmetologia avançada e produtos naturais, esse tipo de óleo é rico em ácidos graxos e antioxidantes. “Na pele, o óleo de coco atua como hidratante eficaz, penetrando profundamente nas camadas para nutrição e suavização”, explica.

Além disso, segundo a especialista, ele contém componentes chamados de triglicerídeos de cadeia média. Esses lipídios possuem uma “bioafinidade” muito alta com a pele e com o cabelo. “Uma das características mais marcantes do óleo de coco é a multifuncionalidade tanto para nutrir profundamente a pele e o cabelo como para prolongar a hidratação”, afirma.

Produto deve ser de qualidade

Apesar dos vários benefícios do óleo de coco, Jackeline Alecrim ressalta que o resultado satisfatório só será alcançado se o produto utilizado for de boa qualidade. “Lembrando que, para o óleo de coco manter todas essas características positivas, ele deve ser 100% natural, livre da adição de qualquer outro componente”, explica.

A COPRA Alimentos se tornou a primeira do setor a conseguir uma certificação da Anvisa que permite a divulgação e comércio do seu óleo de coco extravirgem do setor de beleza e cosméticos.

“É uma conquista muito importante, pois essa certificação comprova que o nosso óleo de coco extravirgem foi dermatologicamente testado para ser utilizado na pele e nos cabelos, comprovando os seus benefícios”, afirma Hélcio Oliveira, presidente da COPRA.

Dicas de uso para o óleo de coco

Quer saber como utilizar o óleo de coco na sua rotina de cuidados com a pele e o cabelo? Confira abaixo três dicas da especialista Jackeline Alecrim!

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1. Hidratante corporal

Aplique o óleo de coco na pele após o banho, já que, com os poros dilatados, a absorção é maximizada.

2. Nutrição e hidratação capilar

Para os cabelos, o óleo de coco é uma fonte natural de nutrição e, consequentemente, prolonga a hidratação dos fios, prevenindo o ressecamento e melhorando a aparência e a resistência do cabelo. Além disso, ajuda a reparar danos, reduzir o frizz e promover o brilho. Pode ser usado para umectação capilar e como um excelente pré-shampoo para proteger os fios da ação de tensoativos que fragilizam e comprometem a aparência dos fios.

3. Máscara capilar e umectação

Quando o uso for em máscaras capilares, o ideal é utilizar apenas algumas gotas na porção de produto. No processo de umectação, o óleo de coco pode ser aplicado antes de lavar o cabelo. Ele deve permanecer nos fios por pelo menos 4 horas, sendo o tempo necessário para absorção.

Depois, precisa ser removido adequadamente com o processo de, antes de molhar os fios, aplicar uma máscara em cima desse fio umectado. Deixe a máscara agir por 10 minutos e só então entre no banho. Esse processo vai fazer com que o óleo que esteja na porção externa dos fios entre em contato com a máscara e seja retirado facilmente durante a lavagem. Após fazer esse processo, inicia-se a lavagem.

FONTE: TERRA.COM.BR

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Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Emergências climáticas e as respostas que o agro pode dar

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Assessoria

 

*Cristiano Pinchetti – CEO Latam da Indigo AG

Cada vez mais frequentes e mais devastadoras, as catástrofes naturais são um lembrete cruel da responsabilidade humana sobre as mudanças climáticas e o aquecimento global. O que antes era uma projeção futura tornou-se uma realidade gritante. Das enchentes avassaladoras às secas prolongadas, o mundo está testemunhando os efeitos nocivos do desequilíbrio ambiental.

A agropecuária, setor vital que alimenta o planeta, não está imune a essas consequências. De secas à enchentes, a crise climática também já está cobrando seu preço nos campos e pastagens, provocando desafios significativos para a produção de alimentos. Ao mesmo tempo, o setor (que é também um dos maiores consumidores de recursos naturais) traz consigo a responsabilidade – e cada vez mais condições – de se posicionar como grande protagonista em uma urgente revolução sustentável.

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A população mundial cresce exponencialmente, e será fundamental conciliar o aumento da produção de alimentos com a preservação dos recursos naturais, garantindo a segurança alimentar das próximas gerações e a saúde do planeta. Isso só será possível com a priorização de novas práticas e tecnologias inovadoras que promovam a conservação dos recursos naturais, como água, solo e a biodiversidade.

Um caminho que passará, dentre outros avanços, pela substituição de insumos tradicionais por biológicos de alta eficiência, como biofertilizantes, biodefensivos e organismos benéficos do solo. Tecnologias que não apenas reduzem a dependência de produtos químicos tradicionais, mas também promovem a saúde do solo e a biodiversidade, contribuindo para a resiliência dos sistemas agrícolas.

A agricultura regenerativa será outra peça-chave para maior produtividade com redução de impactos negativos, investindo na regeneração de ecossistemas degradados, na promoção a saúde do solo e na redução da pegada de carbono sobre a produção de alimentos. Práticas como os sistemas agroflorestas, rotação de culturas e recuperação de pastagens não apenas mitigam as emissões de carbono, mas também aumentam a capacidade de armazenamento de carbono no solo, ajudando a combater as mudanças climáticas.

Somam-se a este processo os avanços brasileiros em pesquisa e desenvolvimento de inovação, além da adoção de tecnologias digitais e de inteligência artificial capazes de promover cada vez mais eficiência e sustentabilidade no campo. Ferramentas como sensores remotos, drones agrícolas e análise de big data já nos permitem uma gestão mais eficiente dos recursos, otimizando o uso de água, energia e insumos agrícolas.

Além disso, a inteligência artificial pode revolucionar a agricultura ao prever padrões climáticos, otimizar o planejamento de culturas e até mesmo ajudar na seleção genética de plantas mais resistentes às mudanças climáticas. Ou ainda, como temos já em campo com grande sucesso, o mapeamento e seleção genética de microrganismos benéficos parceiros, cada vez mais assertivos à saúde e vigor dos cultivos.

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A transição para uma agropecuária sustentável é um processo desafiador, mas necessário para garantir a segurança alimentar e a preservação do meio ambiente. E o Brasil tem plenas condições de se tornar exemplo mundial nesta corrida. Através da adoção de tecnologias biológicas, práticas agrícolas inovadoras e políticas públicas adequadas, podemos construir um futuro onde a produção de alimentos esteja em harmonia com a natureza, com as cidades e com as vidas humanas. Das decisões que tomarmos hoje, dependerá o futuro da nossa alimentação e do nosso planeta. O tempo para agir é agora!

*Cristiano Pinchetti é administrador formado na FAAP, com pós-graduação na FEA-USP. Sua carreira inclui passagens por Citibank e Monsanto. Com vivência profissional no Brasil, Europa e EUA, Pinchetti desenvolveu robustez em gestão financeira em cenários de crise, como na Nextel. Na companhia alemã Helm, adquiriu perspectiva única sobre empresas familiares de capital fechado. Chegou à Indigo como CFO Latam e hoje atua como CEO Brasil e Latam.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias Midia Rural

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