Conecte-se Conosco

Meio Ambiente

Controle da Vespa-da-Madeira em plantios de pínus

Publicado

em

Foto: Pixabay

 

A Embrapa Florestas lançou o “Manual para o Controle da Vespa-da-Madeira em Plantios de Pínus: 2024”, um guia indispensável para produtores florestais e gestores. Segundo o informado pela Embrapa, o documento, elaborado pelos pesquisadores Susete do Rocio Chiarello Penteado, Edson Tadeu Iede (pesquisador aposentado) e Wilson Reis Filho (Epagri), oferece uma ampla gama de estratégias para o combate à vespa-da-madeira (Sirex noctilio). O manual pode ser acessado aqui: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1164868/manual-para-o-controle-da-vespa-da-madeira-em-plantios-de-pinus-2024.

O manual apresenta informações detalhadas sobre a biologia e o ciclo de vida da vespa-da-madeira, além dos danos que causa, métodos de identificação e estratégias de manejo integrado. Entre as orientações práticas incluídas, destacam-se a instalação de armadilhas em árvores e a aplicação de controle biológico.

A vespa-da-madeira se tornou uma praga de relevância global, causando danos significativos a florestas de pínus em vários países e resultando em prejuízos milionários. No Brasil, a presença desta praga desencadeou alertas e levou a mudanças na silvicultura do pínus, pois a vespa ataca preferencialmente árvores estressadas ou danificadas.

Publicidade

A rápida resposta do Brasil à introdução desta espécie exótica, por meio da criação de programas de manejo e pesquisa de métodos de controle, foi crucial para minimizar os impactos nas florestas brasileiras. O manual enfatiza a importância da vigilância constante e do monitoramento precoce para detectar e combater a praga de maneira eficaz.

O “Manual para o Controle da Vespa-da-Madeira em Plantios de Pínus: 2024” é uma ferramenta valiosa que fortalece a capacidade de resposta dos produtores e gestores florestais diante dessa ameaça, promovendo práticas sustentáveis e eficientes no manejo de pínus no Brasil.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Meio Ambiente

Com o aumento dos esforços dos centros de dados para reduzir as emissões de carbono, a Park Place Technologies apoia seus clientes em iniciativas sustentáveis

Publicado

em

Divulgação

 

Num mundo cada vez mais consciente ambientalmente, a necessidade de práticas sustentáveis na indústria de tecnologia se torna cada vez mais urgente. Os centros de dados, em particular, têm sido objeto de crescente preocupação devido ao seu impacto significativo nas emissões de carbono. Em resposta a esse desafio, empresas líderes como a Park Place Technologies estão adotando medidas proativas para apoiar seus clientes na redução de custos e na realização de metas para diminuir seus impactos ambientais.

Para comparação, ao considerar a pegada digital de uma empresa – incluindo e-mails, transações financeiras online, diversos passwords para uso em plataformas, entre outros – milhares de pontos de dados baseados localmente e na nuvem são gerados. No entanto, milhões desses pontos de dados podem ser inutilizados devido a mudanças de equipe, plataformas legadas e senhas expiradas, por exemplo, gerando dados sem qualquer propósito adicional, ociosos em centros de dados, que são principalmente alimentados por combustíveis fósseis e operam 24 horas por dia. Para se ter uma ideia, centros de dados são responsáveis por 2% de todas as emissões globais de carbono, quase o mesmo que todo o setor de aviação, de acordo com uma pesquisa global da Veritas Technologies[1].

“A sustentabilidade nos centros de dados tornou-se uma preocupação primordial nos últimos anos, impulsionada pelo aumento do uso de tecnologia digital e pelo consequente aumento no consumo de energia e emissões de carbono”, diz Christian Mendes Gouveia, Diretor Geral da América Latina na Park Place Technologies. “Para enfrentar esses desafios, esforços concertados têm sido feitos para melhorar a eficiência dos centros de dados, reduzir o consumo de energia e transitar para fontes de energia renováveis.”

Publicidade

Neste cenário, a Park Place Technologies destaca cinco iniciativas-chave que os centros de dados podem adotar para promover a sustentabilidade:

Manutenção de hardware: Ampliação dos serviços de suporte além do período de garantia, permitindo o uso prolongado de tecnologias existentes, reduzindo assim a necessidade de atualizações frequentes.

Serviços profissionais: Descarte seguro de hardware, com foco na reutilização e reciclagem de equipamentos de TI, contribuindo para a economia circular.

Escolha de softwares: Adoção de soluções empresariais para monitoramento, gerenciamento e desempenho de rede, otimizando a infraestrutura e reduzindo o consumo de energia.
Serviços gerenciados: Aquisição de serviços entregues por automação, visando reduzir o lixo eletrônico e minimizar o tempo de inatividade.

Hardware: Consideração da compra de hardware recondicionado como uma alternativa, contribuindo para a economia circular e reduzindo os impactos ambientais associados à produção de novos equipamentos.

Publicidade

Soluções de refrigeração líquida: Esta solução permite reduzir o consumo de energia. A refrigeração líquida aproveita as melhores propriedades de transferência de calor da água ou outros fluidos para manter a refrigeração eficiente e econômica de racks de alta densidade, podendo ser até 3.000 vezes mais eficiente do que o ar.

A Park Place Technologies está na vanguarda dessas iniciativas, valorizando a redução do desperdício de TI e reconhecendo o impacto positivo que pode ter no meio ambiente. A empresa oferece uma variedade de serviços de TI alinhados com o modelo dos “Três Rs” – Reutilizar, Reduzir e Reciclar – contribuindo assim para uma economia mais circular e sustentável.

“Na Park Place Technologies, acreditamos que podemos ser uma empresa de sucesso e tomar medidas para ajudar nossos clientes a proteger o meio ambiente”, diz [Nome]. “Estamos comprometidos em promover mudanças adotando sustentabilidade dentro de nossa própria organização e trabalhando com nossos clientes, parceiros e cadeia de suprimentos para apoiar sua jornada de sustentabilidade por meio da tecnologia e dos serviços tecnológicos que fornecemos. Agindo agora, podemos fazer uma contribuição imediata para ajudar as gerações futuras.”

Com essas iniciativas, os centros de dados podem demonstrar um compromisso tangível com a sustentabilidade, liderando o caminho para um futuro mais verde e próspero.

Sobre a Park Place Technologies

Publicidade

A Park Place Technologies é uma empresa global de otimização de data center e rede. Ajudamos mais de 21.000 clientes a otimizar orçamentos, produtividade, desempenho e sustentabilidade de data centers para que possam pensar em grande escala e agir com mais rapidez. Desde a aquisição até a desativação, nosso amplo portfólio de serviços e produtos ajuda as equipes de TI a otimizar o gerenciamento do ciclo de vida de TI. Isso libera tempo e recursos para que possam se concentrar em transformar seus negócios para o futuro.

O portfólio de serviços líder da indústria e premiado da Park Place inclui Manutenção de Hardware da Park Place™, Serviços Profissionais da Park Place™, Serviços Gerenciados ParkView™, Software Entuity™ e vendas de Hardware da Curvature™. Para mais informações, visite www.parkplacetechnologies.com. A Park Place é uma empresa do portfólio da Charlesbank Capital Partners e da GTCR.

Fleishman

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Meio Ambiente

Pastagens de inverno apresentaram crescimento lento

Publicado

em

Foto: Canva

 

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (18/07) pela Emater/RS-Ascar, a alta umidade, a baixa luminosidade e o frio prejudicaram o desenvolvimento das forrageiras no Rio Grande do Sul. As pastagens de inverno apresentaram crescimento lento, com algumas plantas queimadas pelas geadas. As áreas de campo nativo continuam a sofrer declínio acentuado após dias seguidos de baixas temperaturas, que impediram o crescimento das plantas. O pisoteio contínuo dos rebanhos reduziu a capacidade de suporte das pastagens, predominando espécies de valor forrageiro inferior.

Na região administrativa de Bagé, em Hulha Negra, o crescimento das plantas praticamente paralisou após um bom acúmulo de forragem em junho, quando as temperaturas eram mais altas. A falta de umidade também é um fator limitante em vários municípios, embora as precipitações registradas em 14/07 devam promover melhor desenvolvimento, especialmente se houver retorno de temperaturas mais amenas e dias ensolarados nos próximos dias. Em Manoel Viana, onde não choveu e não há previsão imediata de chuvas, as pastagens continuam estagnadas, e a aplicação de Nitrogênio para estimular o crescimento não pode ser realizada devido ao solo muito seco.

Na região de Caxias do Sul, o manejo das pastagens foi prejudicado pela umidade, causando arrancamento e compactação e comprometendo a qualidade nutricional. O campo nativo produziu bom volume, mas de baixa qualidade forrageira. Em Erechim, as chuvas, baixas temperaturas, geadas e limitada luminosidade prejudicaram o desenvolvimento das pastagens anuais de inverno, resultando em áreas encharcadas e perdas significativas por pisoteio.

Publicidade

Na região de Ijuí, as forrageiras anuais de inverno estão com desenvolvimento comprometido e dificuldades de rebrote após o pastejo. Devido ao excesso de umidade no solo, não foi possível semear novas áreas nem replantar as áreas danificadas pelas chuvas. Em Passo Fundo, o excesso de umidade e frio limita a oferta de forragem e o número de horas de pastoreio, com adubações em cobertura suspensas devido à umidade excessiva dos solos.

Em Pelotas, as temperaturas médias abaixo de 10 °C e a baixa insolação têm prejudicado significativamente a qualidade e o crescimento das pastagens nativas. Em Santa Maria, os campos nativos continuam com crescimento estagnado, com danos causados pelas últimas geadas. Em Santa Rosa, as geadas afetaram significativamente as pastagens de braquiária cultivadas, que têm baixa tolerância ao fenômeno, e as áreas de campo nativo, especialmente piquetes diferidos, foram afetadas, causando intensa senescência das plantas e redução do consumo pelos rebanhos.

Na região de Soledade, o atraso na implantação das pastagens, especialmente de azevém, reduziu o número de animais prontos para comercialização.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Meio Ambiente

Crise energética barra expansão da área irrigada em MT, afirma professor de Nebraska

Publicado

em

A irrigação depende de dois insumos básicos: água e energia”. E, segundo o pesquisador da Universidade de Nebraska-Lincoln (EUA), Christopher Neale, água Mato Grosso possui. O que “precisa resolver a crise energética para ampliar a área de irrigação” – Reprodução

 

Mato Grosso conta com 205 mil hectares de área irrigada hoje e estudos apontam para um potencial para mais de quatro milhões de hectares. Entretanto, a expansão esbarra na falta de energia elétrica disponível para a implantação de novos equipamentos.

O especialista norte-americano esteve em junho no estado e participou de diversas reuniões e discussões sobre a agricultura irrigada na região.

“Temos muita água à disposição, no entanto, a energia elétrica produzida aqui não tem sido suficiente para atender essa demanda que cresce a cada dia. Para se atingir o potencial da agricultura irrigada é preciso que essa questão seja resolvida”, avalia o professor da Universidade de Nebraska-Lincoln.

Publicidade

Déficit energético é alvo de reclamação
A deficiência energética no campo é constante alvo de reclamação dos produtores rurais mato-grossenses, pois atrapalha a implantação de novos equipamentos, especialmente os pivôs centrais, método mais utilizado em Mato Grosso para a irrigação, além do desempenho dos que já estão em funcionamento.

Conforme a Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes (Aprofir-MT), mensalmente a entidade se reúne com a Energisa para tentar encontrar soluções para o problema no setor, porém nenhuma solução foi apresentada ainda.

“Atualmente não é possível instalar novos pivôs porque não existe energia elétrica disponível. Precisamos da irrigação não só para as adversidades climáticas, mas também para garantir a continuidade da segunda safra em Mato Grosso. Porém, como vamos fazer isso se não há disponibilidade energética?”, questiona o presidente da Aprofir-MT, Hugo Garcia.

Além disso, as tarifas pagas pelo serviço sofreram um aumento considerável nos últimos anos, o que impacta diretamente no custo da irrigação. “Pagamos um valor alto e ainda não temos energia elétrica suficiente à disposição. Esse é um problema não só para a agricultura, mas para todos os setores, já que sem energia não é possível abrir novos hospitais e escolas, por exemplo”.

canalrural

Publicidade

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Tendência