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Reflorestar investe em treinamento emocional para capacitação de colaboradores

Assessoria
A escassez de mão de obra no mercado florestal traz desafios importantes para as empresas do setor. A Reflorestar Soluções Florestais, única empresa prestadora de serviços no país que fornece uma solução totalmente mecanizada em todas as etapas da cadeia de produção florestal, investe continuamente em treinamento e desenvolvimento dos seus colaboradores, tanto nas competências técnicas quanto nas comportamentais e emocionais. No início deste mês, a empresa realizou o treinamento “Desenvolva sua inteligência emocional” para 22 gestores. Eles ficaram dois dias, 7 e 8 de agosto, dedicados ao treinamento em Caetanópolis, Minas Gerais.
“A Reflorestar é uma empresa focada em pessoas. Trabalhamos com soluções mecanizadas, mas o nosso maior diferencial está em quem “comanda” nossos maquinários, seja diretamente, seja na gestão. Valorizamos muito o treinamento comportamental e emocional, pois ele trabalha o ‘eu’ de cada um, potencializando a performance profissional”, explica o diretor florestal da Reflorestar, Igor Dutra de Souza.
De acordo com Souza, os treinamentos oferecidos pela Reflorestar têm como objetivo aprimorar as habilidades interpessoais dos colaboradores e desenvolver equipes altamente eficientes, promovendo o desenvolvimento de suas competências emocionais e comportamentais. Essa abordagem contribui para a melhoria do desempenho tanto no âmbito profissional quanto no pessoal.
O gerente de Segurança e Qualidade, André Henrique de Paula, foi um dos participantes. Ele disse que saiu do treinamento uma nova pessoa. “Tive um encontro comigo mesmo e mais conectividade com os meus colegas. Acredito que estou preparado para tomada de decisões mais assertivas”, comenta. “Em relação à minha equipe, estou mais empático e acessível. O ‘olhar para dentro’ nos torna mais humano”.
Entre as atividades, eles fizeram roda da vida, autoperdão, técnicas de visualização, entre outras. Este treinamento proporcionou uma libertação de “bloqueios emocionais” e dos medos inconscientes, permitindo uma análise melhor da realidade.
Gestão de pessoas
A gerente de Recursos Humanos da Reflorestar, Olívia Mislene, considera muito importante este tipo de atividade para fortalecer o sentimento de pertencimento da equipe. “Quem move a empresa são as pessoas. E a Reflorestar quer contribuir para o desenvolvimento emocional de seus colaboradores. Ações assim nos capacitam para os desafios diários, seja no trabalho, seja na vida pessoal”, informa. “O conhecimento técnico é muito mais fácil de adquirir, pois segue princípios procedimentais, mas o emocional trabalha a nossa essência como ser humano”, completa Olívia.
Em maio, a alta liderança participou de um treinamento emocional com foco no trabalho em equipe, pertencimento e capacidade de gestão. O PN-X permitiu que eles cumprissem tarefas e missões em equipe, testando não só sua capacidade de liderar, mas também de ajudar à organização, comunicação, resolução, trabalho em conjunto e entrega.
O time operacional também participa de treinamentos comportamentais. Desde 2021, a Reflorestar realiza o ICAP – Inteligência Comportamental Aplicada à Performance – que tem transformado a realidade dos participantes. A cada seis meses, a empresa faz mais um módulo do programa. O curso é desenvolvido para colaboradores de todas as unidades da empresa em Minas Gerais, São Paulo, Bahia e no Mato Grosso do Sul.
Sobre a Reflorestar
Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.
Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Em quase 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite: www.reflorestar.ind.br
Mais informações:
Janaina Massote – (31) 99614-3068
Janaina Massote
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Destaque
MT lidera produção no agro com projeção de R$ 206 bi em 2026

Mato Grosso segue como o Estado que mais produz no agronegócio brasileiro. A estimativa para 2026 aponta um Valor Bruto da Produção (VPB) agropecuário de R$ 206 bilhões, cerca de 15% de tudo do que o Brasil gera no campo. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e foram compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec).
O VBP representa o valor total da produção agropecuária, calculado com base no volume produzido e nos preços de mercado, ou seja, é o valor bruto total da produção rural antes de qualquer processamento industrial.
Minas Gerais aparece em segundo lugar, com R$ 167 bilhões (12,09%), seguida por São Paulo com R$ 157 bilhões (11,36%), Paraná com R$ 150 bilhões (10,86%) e Goiás com R$ 117 bilhões (8,45%).
A base dessa liderança está na diversidade e no volume da produção estadual. A soja responde por 43% do que Mato Grosso produz no campo, seguida pelo milho com 21,67% e pela bovinocultura com 17,96%. O estado ocupa o primeiro lugar nacional na produção de soja, milho, algodão e bovinos.
Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o resultado reforça o papel do agronegócio como vetor de geração de renda para a população do Estado. O setor agropecuário de Mato Grosso gerou, no mercado de trabalho, um saldo positivo de 9.066 novos empregos formais nos dois primeiros meses de 2026.
“Tão importante quanto ver o volume de recursos que o agronegócio movimenta é perceber como isso se transforma em oportunidades concretas, chegando à ponta com a geração de emprego e renda para a população de Mato Grosso”, afirma.
No cenário nacional, a estimativa do VBP agropecuário brasileiro para 2026 é de R$ 1,38 trilhão.
(MidiaNews)
Destaque
Peleia Gastronômica destaca qualidade da carne em concurso

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective
Em clima de amizade e visando o crescimento das entidades envolvidas, a Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), em parceria com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), promoveu a Peleia Gastronômica. A atividade integrou a programação da Nacional Hereford e Braford, que ocorre no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).
A Peleia reuniu na área do evento, sete equipes que receberam os cortes de carnes para produzirem suas receitas que obedeceram horário específico para o acendimento do fogo e tempo determinado para apresentação aos jurados. Além da Carne Certificada Hereford, a competição contou também com cortes de ovino. Foi firmada uma parceria com a Associação Brasileira de Criadores de Corriedale para a inclusão da carne ovina na disputa.
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Ao abrir o concurso, o presidente da ABHB, Eduardo Soares, agradeceu a parceria das entidades e destacou que o relacionamento próximo ajuda todos a crescer. “Que este ambiente seja de amizade e de fortalecimento de todas as nossas associações”, reiterou, colocando que a Peleia é uma união de amigos e de promoção das suas raças. “São cinco anos deste concurso itinerante em diversas feiras do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná”, lembrou o dirigente.
O trio de jurados que avaliou os assados foi composto pelo proprietário do restaurante Parrilla Rincon, de Garopaba (SC), Elbio Júnior, pelo presidente da Associação Brasileira de Criadores de Corriedale, Gustavo Velloso, pela consultora do programa Carne Hereford Certificada, Ana Doralina Menezes, pelo influenciador do podcast DDD 53, Pedro de Moraes Firpo, pelo presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, e pelo diretor do Parque Assis Brasil e juiz da Federação Gaúcha de Assadores Ancestrais, Carlos Eduardo Santana. Eles avaliaram os cortes de carne shoulder, carré ovino e entranha, utilizando critérios como apresentação, ponto da carne, sabor, textura/suculência, e acompanhamento.
Participando pela primeira vez da Peleia, a equipe da Ganado Assessoria conquistou o primeiro lugar no concurso. O trio vencedor é composto por Lucas Junqueira, Leonardo Canellas e Giovano Martins. O primeiro prato apresentado foi um shoulder com pimentão e queijo, seguido de um carré de ovelha acompanhado por moranga e depois uma entranha com molho de gorgonzola e cogumelos.
Para Junqueira, o principal fator para essa conquista foi o foco no ponto da carne Hereford com acompanhamentos excelentes. “Estamos com um sentimento muito bom e a expectativa é estar de novo aqui no ano que vem, peleando pelo primeiro lugar”, afirmou.
O pódio foi formado em segundo lugar pela equipe da Parceria Leilões e em terceiro pela Onze Barra Nove, de São Gabriel (RS). A noite também contou com premiação de torcida que foi para a Avante Bravo.
O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), André Luiz Narciso Rosa, destacou que a noite desta sexta-feira é uma construção de muitos anos de parceria com o Hereford. “Essa parceria nasceu em uma prova que tínhamos em conjunto em Bagé e a partir daí criamos essa junção de raças. Tivemos cerca de 3 anos de Peleia nas nossas classificatórias, portanto, é uma ação consolidada”, observou.
O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Corriedale, Gustavo Velloso, salientou a importância da parceria com a ABHB neste concurso de assadores. “A gente entrou no evento com um corte de carré francês de carne certificada da raça Corriedale fornecido pelos frigoríficos parceiros Carneiro Sul, Coqueiro e Producarne”, disse, garantindo que esta participação foi a primeira de muitas que virão. “É uma parceria que está se consolidando porque Corriedale e Hereford são duas raças que representam o Rio Grande do Sul com uma carne de excelente qualidade”, colocou.
Com Assessoria de Comunicação – ABHB
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Proposta quer derrubar exigência que trava atividade rural

Foto: Agência FPA
A Comissão de Agricultura e Pecuária da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou o parecer do deputado Pezenti (MDB-SC) favorável ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 758/2025, que susta a Resolução nº 510/2025 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), responsável por estabelecer critérios para a emissão de autorizações de supressão de vegetação nativa em imóveis rurais.
De autoria do deputado Junio Amaral (PL-MG), a proposta susta a norma sob o argumento de que o órgão extrapolou seu poder regulamentar ao impor condicionantes que, na prática, inviabilizam a atividade produtiva.
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Segundo o autor, a resolução cria um bloqueio estrutural ao atrelar a emissão das autorizações a exigências burocráticas que não dependem do produtor rural. “A norma condiciona a supressão de vegetação à análise do Cadastro Ambiental Rural, mesmo sabendo que a maioria dos cadastros ainda não foi analisada pelos órgãos ambientais. Isso cria um entrave que penaliza quem já cumpre a legislação e depende de previsibilidade para produzir”, afirmou.
Junio Amaral também argumenta que os impactos da regra vão além do campo. “Estamos diante de uma medida que amplia a insegurança jurídica, compromete investimentos, pode prejudicar safras, contratos de exportação e até obras de infraestrutura. Não se trata de flexibilizar a proteção ambiental, mas de evitar que o excesso de burocracia inviabilize a economia”, disse.
No parecer aprovado, Pezenti questionou especialmente a vinculação da emissão e da validade das autorizações ambientais à aprovação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Segundo ele, a medida ignora a realidade operacional dos órgãos públicos e transfere ao produtor uma responsabilidade que não lhe cabe.
“A resolução limita a emissão e a validade das autorizações à aprovação do CAR, apesar de ser de conhecimento público que a análise desse cadastro é extremamente morosa. Essa lentidão não é culpa do produtor rural, mas do próprio Estado”, afirmou o relator.
Para o deputado, a exigência cria um impasse prático ao setor agropecuário. “Criar condicionantes que dependem exclusivamente da agilidade do poder público é, na prática, impor um requisito impossível de ser cumprido. Isso compromete a atividade produtiva e gera insegurança jurídica”, acrescentou.
O relator também sustenta que a norma do Conama acaba por impor restrições adicionais ao que já está previsto no Código Florestal, ampliando, por via infralegal, obrigações que deveriam ser definidas pelo Congresso Nacional.
O projeto ainda será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e de Constituição e Justiça antes de seguir para votação no plenário da Câmara.
Com Agência do FPA
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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