Mato Grosso
Delegação chinesa mira carne sustentável e novos negócios em MT

A China é destino de metade da produção de grãos e proteína animal de Mato Grosso. – Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT
Uma missão internacional liderada pela Câmara de Comércio da China para Importação e Exportação de Alimentos, Produtos Nativos e Subprodutos Animais (CFNA) está em Mato Grosso até 6 de maio com foco direto na carne bovina, sustentabilidade e ampliação da relação comercial com o país asiático. A China é destino de metade da produção de grãos e proteína animal de Mato Grosso.
O primeiro compromisso foi realizado nesta segunda-feira (4), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, em reunião com o governador Otaviano Pivetta, secretários de Estado e representantes do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), que intermediou e é anfitriã da comitiva. A delegação reúne técnicos da CFNA e cerca de 20 empresários asiáticos que atuam na importação, logística e distribuição de proteína animal no mercado chinês.
A visita tem caráter técnico e estratégico. Mato Grosso foi escolhido como vitrine de um dos temas que hoje mais pesam na abertura e manutenção de mercado: a capacidade de produzir com sustentabilidade comprovada e rastreabilidade completa, da origem do animal até o destino.
A delegação veio ao Estado para avaliar, in loco, como funciona o modelo de carne sustentável e como esse sistema pode atender às novas exigências do mercado chinês, cada vez mais atento a critérios ambientais, sanitários e de transparência na cadeia produtiva.
“A visita ao Brasil está diretamente ligada ao avanço da carne com sustentabilidade. Mato Grosso já é reconhecido como uma das regiões mais avançadas do país nesse tema, e viemos entender como esse modelo funciona na prática, desde a fazenda até a chegada do produto ao mercado chinês”, afirmou a vice-presidente da CFNA, Yu Lu.
Além da carne bovina, a missão também observa a capacidade produtiva do Estado em outras commodities e avalia oportunidades de diversificação da pauta exportadora. O movimento acompanha uma estratégia mais ampla da China de garantir segurança alimentar com múltiplos fornecedores e cadeias mais previsíveis.
“A gente não está olhando apenas para a carne bovina. Mato Grosso tem força também em soja, milho e outros produtos, e isso amplia o interesse da China na região”, completou Yu Lu.
Cota para exportação
Outro ponto tratado na reunião foi a cota de exportação de carne para a China, que já apresenta alto nível de utilização nos primeiros meses do ano e gera preocupação entre produtores brasileiros. A cota do Brasil é de embarque de 1,106 milhão de toneladas de carne bovina por ano. De janeiro a março, o país já usou 46% da cota. Apenas Mato Grosso exportou para a China no ano passado 978,4 mil toneladas.
Apesar disso, a avaliação da delegação chinesa é de continuidade nas compras, com possibilidade de ajustes futuros no modelo. Yu Lu explicou que existe um mecanismo de controle de volume, mas também há espaço para estudos e ajustes que permitam ampliar esse mercado ao longo dos próximos anos.
Do lado do Governo de Mato Grosso, o discurso foi de reposicionamento estratégico. O Estado quer consolidar uma imagem de fornecedor confiável em um mercado cada vez mais exigente.
“Mato Grosso não quer ser apenas um grande produtor. Queremos ser reconhecidos pela qualidade, pela sustentabilidade e pela rastreabilidade da nossa produção. É isso que garante acesso a mercado e competitividade no longo prazo”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.
A leitura do Governo é de que essa agenda representa uma mudança de patamar na relação comercial com a China, especialmente pela presença direta da CFNA, que atua como elo entre o governo chinês e o setor produtivo e tem influência sobre regras de acesso ao mercado.
“Essa agenda mostra que Mato Grosso está sendo observado não só pelo volume que produz, mas pela forma como produz. A rastreabilidade e as boas práticas comerciais são diferenciais que colocam o estado em outro nível nas negociações internacionais”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman.
A estratégia também passa por agregar valor à produção local e ampliar a participação do estado em etapas mais qualificadas da cadeia, incluindo industrialização e atração de investimentos estrangeiros.
“Mato Grosso já é essencial para a segurança alimentar chinesa porque entrega escala, regularidade e segurança. O próximo passo é avançar em valor agregado, industrialização e integração dessa cadeia com o mercado chinês”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho.
Ganho para cadeia produtiva
Entre os avanços discutidos, está a possibilidade de ampliar a pauta exportadora com a inclusão de miúdos bovinos (fígado, rins, língua, coração, dentre outros), que ainda não fazem parte da cota padrão chinesa, hoje concentrada na carcaça bovina. A medida pode representar ganho imediato de valor para a cadeia produtiva.
A agenda da missão segue nos próximos dias com visitas técnicas a frigoríficos e associações do setor, nesta terça-feira (5), além de um workshop técnico no dia 6 de maio, organizado com o Imac, para aprofundar discussões sobre sustentabilidade, rastreabilidade e oportunidades comerciais.
Débora Siqueira | Assessoria/Sedec
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Ferrovia de Mato Grosso inicia operação e promete transformar logística do agronegócio

Foto: Wellington Nascimento/TVCA
Primeiro trecho da ferrovia estadual entra em funcionamento com terminal capaz de movimentar até 10 milhões de toneladas por ano
Mato Grosso deu neste fim de semana um passo histórico para a infraestrutura logística do estado com a entrega do primeiro trecho operacional da primeira ferrovia estadual em construção. A nova estrutura inclui 162 quilômetros de trilhos e um moderno terminal ferroviário em Dom Aquino, na região sudeste mato-grossense.
A inauguração marca o início de uma nova fase para o transporte de cargas no estado, especialmente para o agronegócio, principal motor da economia regional. O empreendimento integra um projeto ferroviário de aproximadamente 740 quilômetros, que ligará Rondonópolis a Lucas do Rio Verde e passará por 16 municípios.
Nova rota reduz distância e custos do transporte
A principal expectativa do setor produtivo é a redução dos custos logísticos. Atualmente, grande parte da produção agrícola depende exclusivamente do transporte rodoviário para chegar aos terminais de exportação.
Com o início das operações em Dom Aquino, produtores da região poderão reduzir significativamente o percurso percorrido pelos caminhões até os pontos de embarque ferroviário.
A mudança representa menor consumo de combustível, redução do desgaste da frota e mais eficiência no escoamento da safra, fatores considerados fundamentais para aumentar a competitividade dos produtos mato-grossenses no mercado nacional e internacional.
Terminal foi projetado para grande volume de grãos
O novo terminal ferroviário ocupa uma área de aproximadamente 200 hectares e foi desenvolvido para atender o crescimento da produção agrícola do estado.
Entre os destaques da estrutura estão:
*Capacidade de movimentação de até 10 milhões de toneladas por ano;
*Armazenagem estática para até 42 mil toneladas;
*Cinco tombadores para descarga de caminhões;
*Recebimento de até 35 caminhões por hora;
*Carregamento de até 16 vagões ferroviários por hora;
Estacionamento para até 250 veículos de carga.
A estrutura foi instalada em uma posição estratégica entre importantes regiões produtoras de grãos do estado.
Mato Grosso fortalece posição no agronegócio
A entrada em operação da ferrovia ocorre em um momento de expansão da produção agrícola estadual.
Mato Grosso segue como líder nacional na produção de soja, milho e algodão, respondendo por uma parcela significativa da produção brasileira de grãos.
A expectativa é que a nova malha ferroviária contribua para acompanhar o crescimento do setor nos próximos anos, oferecendo uma alternativa logística mais eficiente para transportar grandes volumes de produção até os portos exportadores.
Integração com a malha nacional
Quando concluída, a ferrovia permitirá conexão direta com a rede ferroviária nacional, ampliando o acesso aos principais corredores de exportação do país.
Além de facilitar o envio de commodities agrícolas para os mercados internacionais, a estrutura também deverá beneficiar a chegada de fertilizantes, combustíveis, máquinas e outros insumos utilizados pelo setor produtivo.
Especialistas avaliam que a diversificação dos modais de transporte é essencial para reduzir gargalos logísticos e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro.
Investimento impulsiona economia regional
A construção do empreendimento movimentou a economia local durante os últimos anos e gerou centenas de empregos diretos e indiretos.
Com o início da operação, a expectativa é de manutenção de postos de trabalho permanentes ligados à logística, armazenagem, transporte e serviços de apoio.
Além disso, municípios localizados ao longo do traçado ferroviário devem atrair novos investimentos privados, fortalecendo cadeias produtivas e estimulando o desenvolvimento regional.
A entrega do primeiro trecho representa apenas o início de um projeto que promete redefinir a logística de Mato Grosso e consolidar ainda mais o estado como uma das maiores potências agrícolas do mundo.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Mauro Mendes lança comitê central em Cuiabá e consolida chapas casadas para o Senado

Imagem Ilustrativa
No dinâmico cenário que antecede a abertura oficial das urnas, o ex-governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), oficializará o início de sua caminhada rumo ao Congresso Nacional na próxima terça-feira, mediante a inauguração de seu quartel-general de campanha. O evento político, agendado detalhadamente para as 18h30, ocorrerá nas dependências do Vivans Complexo de Eventos, tradicional espaço de convenções localizado na movimentada Estrada do Moinho, na capital cuiabana. A solenidade congregará uma seleta lista de autoridades públicas, correligionários, lideranças municipais e convidados estratégicos, inaugurando de forma prática a fase mais intensa de mobilização partidária com vistas ao pleito majoritário federal que se avizinha.
A coordenação estratégica desta mobilização de fôlego caberá ao próprio pré-candidato ao Senado Federal, que atuará em perfeita sintonia institucional com a sua respectiva agremiação partidária, o União Brasil, e as forças aliadas regionais. Mendes, cuja trajetória recente confere-lhe expressivo capital político e inserção nas principais cadeias produtivas do estado, assume o protagonismo do processo de unificação das bases governistas no território mato-grossense. Ao capitanear esse movimento, o ex-chefe do Executivo Estadual busca consolidar uma frente ampla e competitiva, capaz de responder às complexas demandas estruturais e logísticas que caracterizam o debate público em Mato Grosso.
O ato de inauguração do espaço físico de articulação processar-se-á por meio de uma grande plenária política, estruturada sob rigorosos critérios de representação regional e alinhamento programático entre os participantes. O comitê central funcionará como o núcleo nervoso das decisões táticas, centralizando o desenvolvimento do plano de metas, a distribuição de materiais informativos e o treinamento das equipes de apoio que percorrerão o interior. Esta metodologia operacional visa assegurar máxima eficiência ao discurso governista, garantindo que as propostas de infraestrutura, saúde e desenvolvimento econômico guardem uniformidade em todas as franjas do eleitorado estadual.
A abrangência geográfica desta campanha concentrar-se-á, prioritariamente, no colégio eleitoral de Cuiabá e Várzea Grande, estendendo-se progressivamente em direção aos polos agrícolas e logísticos estratégicos do interior mato-grossense.
O Vivans Complexo de Eventos foi escolhido estrategicamente por sua localização acessível, permitindo o fluxo seguro e ordenado de caravanas provenientes de diferentes regiões do estado no dia do lançamento. A partir desse marco referencial urbano, as lideranças pretendem irradiar as ações de pré-campanha para os principais municípios produtores do norte, médio-norte e sul do estado, onde o peso do agronegócio dita o ritmo das alianças.
O cronograma de atividades políticas definiu a próxima terça-feira como o momento exato para o desencadeamento público destas ações, aproveitando a janela de oportunidade que antecede o encerramento do prazo para as convenções partidárias. A escolha meticulosa desta data atende a critérios de conveniência política e articulação nacional, visto que o fechamento das chapas majoritárias estaduais precisa guardar estrita consonância com as diretrizes das executivas nacionais.
Com a fixação do evento para o início da semana, o grupo de sustentação pretende ditar a agenda dos debates locais nos dias subsequentes, antecipando-se aos movimentos das frentes de oposição.
A motivação primordial para o desencadeamento acelerado destas movimentações de bastidores repousa na acirrada batalha institucional por uma das duas valiosas cadeiras em disputa para a senatória na atual legislatura. Historicamente, o arranjo das vagas destinadas à Câmara Alta do Parlamento exige costuras de alta complexidade, dada a natureza majoritária do voto e a necessidade de acomodação de diferentes forças partidárias de apoio. A abertura do comitê central surge, portanto, como uma resposta necessária à urgência de aglutinar os partidos aliados em torno de um projeto comum, minimizando dissidências internas e garantindo unidade nas urnas.
O objetivo fundamental da estruturação deste comitê consiste em consolidar e viabilizar o projeto de uma inovadora “campanha casada”, modelo tático no qual o ex-governador dividirá palanques e esforços estruturais com sua esposa, Virgínia Mendes. A influente primeira-dama mato-grossense postulará uma cadeira na Câmara dos Deputados, buscando uma vaga de deputada federal sob a mesma legenda partidária do cônjuge.
A estratégia visa potencializar o alcance comunicacional do casal, unificando a militância em torno de uma dobradinha familiar que pretende unificar o eleitorado conservador e os setores ligados à assistência social.
O avanço na engenharia política da chapa governista consolidou-se em âmbito partidário por meio do União Brasil, agremiação que atualmente
Para ocupar a primeira-suplência da chapa ao Senado, o ex-governador escolheu o experiente empresário Cidinho Santos (PP), figura de ampla circulação nos bastidores econômicos e políticos de Mato Grosso. O indicado traz em seu currículo a experiência de ter sido Prefeito de Nova Marilândia, presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e chefe do conselho da concessionária Nova Rota do Oeste, além de ter exercido o cargo de senador na vaga de Blairo Maggi.
Apesar das pressões de diferentes alas partidárias que pleiteavam espaços na chapa majoritária, a indicação para a segunda-suplência foi resolvida por critérios eminentemente técnicos, recaindo sobre o nome do procurador do Estado, Rogério Gallo.
Membro de carreira da Procuradoria-Geral do Estado desde o ano de 2002, Gallo exerceu a chefia da Secretaria de Estado de Fazenda tanto na administração de Pedro Taques quanto na gestão do próprio Mauro Mendes. A escolha de um perfil fiscalista de alta confiança serve como um forte aceno de austeridade ao mercado financeiro e ao empresariado, demonstrando o compromisso da candidatura com a continuidade administrativa.
O desdobramento futuro desta arrumação de forças aponta para uma polarização intensa no tabuleiro político de Mato Grosso, à medida que os comitês das forças concorrentes passarem a operar em plena capacidade de mobilização. O lançamento conjunto das candidaturas de Mendes e de sua esposa testará o grau de coesão da federação composta por União Brasil e Progressistas diante das cobranças de partidos aliados menores por espaço institucional.
A consolidação destas duas importantes suplências encerra a fase de especulações de bastidores, inaugurando um período de embates programáticos e de intensa exposição midiática nos principais municípios do estado.
Por Blogdovaldemir
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Governo de MT e Rumo inauguram 1º trecho da Ferrovia Estadual: “Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer”, afirma governador

O Governo de Mato Grosso e a Rumo inauguraram, neste sábado (20.6), o primeiro trecho da 1ª Ferrovia Estadual de Mato Grosso. São 162 quilômetros de extensão, ligando Rondonópolis ao novo terminal ferroviário instalado na BR-070, em Dom Aquino, com investimento de R$ 5 bilhões nesta primeira etapa.
Considerada a maior ferrovia em execução no Brasil, o projeto terá 740 quilômetros de extensão quando concluído, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses e com ramal previsto para Cuiabá.
Durante a entrega, o governador Otaviano Pivetta destacou o papel do Governo de Mato Grosso na criação das condições para o desenvolvimento econômico do Estado.
“Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer. Enquanto a Rumo construiu 162 quilômetros de ferrovia, nós vamos concluir mais de 7 mil quilômetros de asfalto novo nas rodovias estaduais até o final do ano. Investimos R$ 28 bilhões em infraestrutura para melhorar a vida do nosso povo”, afirmou.
Ele também ressaltou os avanços fiscais e institucionais do Estado nos últimos anos.
“Recebemos um Estado considerado insolvente e hoje Mato Grosso tem nota triplo A há três anos. Saímos das últimas posições na educação e hoje estamos entre os melhores do país. Quando o governo faz o dever de casa, o desenvolvimento acontece”, completou.
O presidente da Rumo, Pedro Palma, destacou a construção conjunta do projeto.
“A visão de futuro é importante, mas ela não basta. É preciso conhecimento, parceria e coragem para transformar projetos em realidade. O modelo criado por Mato Grosso foi fundamental para que esse investimento saísse do papel e chegasse até aqui”, destacou.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância da ferrovia para a competitividade da produção brasileira.
“Essa ferrovia liga Mato Grosso ao Porto de Santos, reduzindo custos logísticos e aumentando a competitividade da produção brasileira. A ferrovia melhora o transporte, ajuda o meio ambiente, reduz custos e impulsiona o desenvolvimento econômico do país”, disse.
O presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, ressaltou o impacto da integração logística.
“É uma parceria que mostra o que o Brasil é capaz de fazer quando iniciativa privada e poder público trabalham juntos. Esse projeto conecta a produção de Mato Grosso ao Porto de Santos e ao mundo. É a verdadeira ferrovia do grão, que também traz fertilizantes, exporta algodão e movimenta a indústria do etanol. Essa entrega representa muito mais do que novos trilhos, gera empregos e cria condições para que as pessoas construam aqui as suas vidas”, pontuou.
O ministro dos Transportes, George Santoro, parabenizou os envolvidos. “Essa obra representa um avanço importante para a logística do país e para o setor produtivo”, disse.
Terminal Ferroviário
As obras tiveram início em novembro de 2022 e mobilizaram mais de 65 empresas contratadas e cerca de 5 mil trabalhadores. Somente na construção do terminal, foram gerados mais de 800 empregos diretos e indiretos.
Para o prefeito de Dom Aquino, Carlim Amarelo, a chegada da ferrovia representa uma transformação regional.
“Estamos diante de uma obra que fortalece Mato Grosso e muda a história da nossa região. Dom Aquino passa a integrar uma importante rota logística nacional, ampliando oportunidades para produtores, empresas e para toda a população”, afirmou.
A cerimônia contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais, entre elas senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos da região, empresários, representantes do setor produtivo e outras lideranças.
Amanda Monteiro | Secom-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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