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Mayla Amorim é a nova gerente de Marketing da ANCP

Assesoria
Como parte das ações estratégicas de sua nova gestão, balizada nos conceitos de comunicação, transparência e mudanças, a Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP) anuncia a contratação de Mayla Amorim para a posição de gerente de Marketing. Com vivência internacional e experiência em grandes empresas, a profissional chega para liderar o marketing e fortalecer a marca da entidade.
Formada em Publicidade e Propaganda e com MBA em Gestão de Negócios, Mayla é coautora do livro “Marca que Marca – O poder de um branding bem construído”, lançado no final do ano passado. A nova gestora possui um histórico de sucesso em estratégias de grande impacto e gestão de marcas renomadas, com passagens por empresas como ABCZ, Alta Genetics, Unimed Saúde e redes de shopping centers, que demonstram sua expertise em diversos segmentos do mercado.
Sua missão será fortalecer o posicionamento da ANCP de forma estratégica, potencializando a comunicação interna e externa, além de desenvolver táticas para alcançar os objetivos da entidade, utilizando dados e insights do mercado pecuário. Para isso, liderará campanhas de alto impacto, promovendo uma cultura organizacional engajadora, incentivando a troca e a interação entre os setores da associação.
Experiente em análise de mercado, Mayla afirma que o marketing é uma ferramenta poderosa para impulsionar negócios e fortalecer a posição da ANCP como referência no melhoramento genético bovino. “Meu foco será construir uma unidade de comunicação forte e coesa, que reflita a essência inovadora da nossa marca, impulsionada por ações de marca empregadora que inspirem a criatividade e o engajamento de cada membro da equipe ANCP.” destaca.
Para o CEO da ANCP, Cristiano Botelho, a vivência de Mayla no agronegócio, combinada com sua experiência em análise de mercado e branding, será fundamental para impulsionar as estratégias de comunicação e posicionamento da associação. “O foco em criar campanhas de alto desempenho e a capacidade de construir uma cultura organizacional sólida, somados à sua liderança dinâmica e sua expertise em planejamento estratégico, serão fatores-chave para o sucesso e o crescimento da ANCP.” conclui.
Mayla Amorim chega à ANCP para fortalecer a comunicação, a transparência e as mudanças, contribuindo para a expansão da marca para o mercado nacional e internacional e o desenvolvimento da pecuária brasileira.
Daniel – DS Vox
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

Reprodução/Portal do Agronegócio
A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.
Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.
Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor
De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.
O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.
Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.
Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba
Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.
Segundo o levantamento:
- 82% são venezuelanos
- 13% são cubanos
- 2% são bolivianos
- 1% são tunisianos
A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.
Mão de obra interestadual também reforça o setor
Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.
A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:
- Minas Gerais (7%)
- Rio de Janeiro (4%)
- São Paulo (2,5%)
- Pará (2,5%)
Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.
Imigração passa a sustentar operação e economia do interior
Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.
Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.
O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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