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Cafés do Brasil Alcançam R$ 71,93 Bilhões em Faturamento Bruto em 2024

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O faturamento bruto estimado para a produção de cafés no Brasil em 2024 atingiu a expressiva marca de R$ 71,93 bilhões, representando um crescimento de 41,32% em comparação com 2023. O levantamento inclui as duas principais espécies cultivadas no país: o Coffea arabica (café arábica) e o Coffea canephora (café robusta ou conilon).

Especificamente, o Coffea arabica gerou um faturamento de R$ 52,80 bilhões, equivalente a 73,40% do total nacional, o que representa um aumento de 36,11% em relação ao ano anterior, quando o valor foi de R$ 38,79 bilhões. Já o Coffea canephora teve um desempenho ainda mais expressivo, com uma receita de R$ 19,12 bilhões, o que corresponde a 26,60% do total, marcando um salto de 57,88% em relação aos R$ 12,11 bilhões registrados em 2023.

Desempenho Regional

A produção de café no Brasil ocorre em todas as regiões geográficas do país, mas a Região Sudeste mantém sua liderança no setor, responsável por 86,8% do faturamento bruto nacional, com uma receita estimada em R$ 62,42 bilhões. Em seguida, a Região Nordeste aparece com R$ 4,93 bilhões (6,86%), e a Região Norte ocupa a terceira posição, com R$ 3,10 bilhões (4,30%). Já a Região Sul obteve R$ 843,99 milhões (1,17%), enquanto a Região Centro-Oeste registrou R$ 584,83 milhões, representando menos de 1% do total nacional.

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Metodologia e Análise

O cálculo do Valor Bruto da Produção (VBP) dos Cafés do Brasil foi realizado com base nos dados da safra anual estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e nos preços médios recebidos pelos produtores entre janeiro e setembro de 2024. Para a análise, considerou-se o café arábica tipo 6, bebida dura para melhor, e o café robusta tipo 6, peneira 13 acima, com 86 defeitos.

Este estudo integra o VBP de setembro de 2024, divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). As análises completas podem ser acessadas no Observatório do Café, uma plataforma de pesquisa coordenada pela Embrapa Café.

Com o robusto desempenho observado em 2024, o setor cafeeiro reafirma sua importância para a economia brasileira, destacando-se não apenas pelo volume de produção, mas também pela capacidade de enfrentar desafios climáticos e econômicos, mantendo-se competitivo no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Café

Por que tantas marcas de café foram proibidas em 2025? Entenda

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Foto: Anffa

 

O aumento no número de marcas de café proibidas em 2025 reflete um reforço das ações de fiscalização, ao mesmo tempo que avançam práticas fraudulentas no setor, afirmam auditores fiscais federais agropecuários. Irregularidades identificadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e envolvem problemas de qualidade, riscos sanitários e rotulagem enganosa.

Segundo Janus Pablo de Macedo, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), muitos produtos não atenderam padrões legais exigidos. “Foram encontrados níveis de micotoxinas acima do permitido, excesso de impurezas e até produtos que não correspondiam ao que era informado no rótulo”, afirma.

As micotoxinas, como a ocratoxina A, estão associadas a falhas na secagem e no armazenamento dos grãos e representam risco à saúde. Também foram identificados casos de fraude, com a comercialização de produtos apresentados como café, mas elaborados com resíduos e subprodutos de baixo custo.

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Fiscalização e denúncias

De acordo com Macedo, o aumento das proibições resulta da combinação entre práticas irregulares e fiscalização mais rigorosa. “O trabalho dos auditores foi intensificado, com ações baseadas em análise de risco, além do apoio das denúncias feitas por consumidores e entidades do setor”, diz. As fiscalizações incluem coleta de amostras, inspeções em fábricas, análises laboratoriais e verificação da rotulagem.

O que dizem dados oficiais

Levantamento do Mapa ao longo de 2025 aponta que, no café em grão cru, foram identificadas fraudes relacionadas à baixa qualidade e à presença de impurezas acima do limite legal. Nesse segmento, 68 toneladas foram apreendidas.

Já no café torrado e moído, as irregularidades envolveram o uso de ingredientes impróprios para consumo humano, como palha de café, milho e resíduos de açaí. Ao todo, 36 toneladas de produtos foram retiradas do mercado.

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Irregularidades mais comuns

Entre os principais problemas encontrados estão falhas nas boas práticas de fabricação, uso de matéria-prima inadequada, ausência de controle de contaminação e rotulagem que induz o consumidor ao erro. “Em alguns casos, o consumidor acredita estar comprando café puro, quando o produto não atende a essa definição”, destaca Macedo.

Orientação ao consumidor

A orientação dos órgãos de fiscalização é que o consumidor não utilize produtos classificados como impróprios para consumo humano e acompanhe os alertas de risco oficiais divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Caso um produto irregular ainda esteja sendo comercializado, a recomendação é formalizar denúncia aos órgãos competentes. Se o item já tiver sido adquirido, o consumo deve ser imediatamente interrompido”, afirma o presidente do Anffa.

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Também é possível verificar se a empresa torrefadora possui registro ativo no sistema público do Mapa, procedimento que contribui para a rastreabilidade e para a segurança sanitária na escolha do produto.

(Fonte: FSB Comunicação)

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Café

Exportações de café caem em volume, mas receita cresce com valorização do produto brasileiro

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foto: assessoria/arquivo

O volume de café exportado pelo Brasil recuou em setembro, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Foram 3,75 milhões de sacas de 60 kg, queda de 18,4% em relação ao mesmo mês de 2024.

A redução é explicada pela menor disponibilidade interna de grão, reflexo de uma safra reduzida, ajustes nos estoques domésticos e problemas no beneficiamento. Além disso, as tarifas impostas pelo governo norte-americano às importações do café brasileiro também contribuíram para a retração nos embarques.

Apesar da queda no volume, o maior preço pago pelo café nacional garantiu alta na receita, que somou US$ 1,369 bilhão, avanço de 11,1% frente a setembro do ano passado.

Em relação ao desenvolvimento das lavouras, o Cepea destaca que o fim de semana foi marcado pela retomada das chuvas nas principais regiões produtoras, condição bastante esperada pelos cafeicultores. No fim de setembro, muitas áreas já haviam registrado boa florada, e o retorno das precipitações reforça o potencial produtivo da próxima safra.

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Fonte: CenarioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Café

Café – Sipcam Nichino vê avanço da bioestimulação na cafeicultura

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foto: assessoria/arquivo

 

São Paulo (SP) – Uma empresa global do setor de defensivos agrícolas, a Sipcam Nichino entrou nos últimos anos no mercado de bioestimulantes para diferentes culturas. A plataforma lançada pela empresa é formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde. Na cafeicultura, especificamente, a companhia revela avanço significativo nos negócios envolvendo essas tecnologias e destaca resultados a campo robustos, recentes, atrelados ao bioestimulante Blackjak®.

Conforme o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, gerente de portfólio de produtos e cultivos da Sipcam Nichino, o manejo do cafeeiro com Blackjak® trouxe desempenho vegetativo superior às plantas em testes e pesquisas, “além de ter ampliado a capacidade fotossintética de cafezais”.

De acordo com a Sipcam Nichino, o bioestimulante Blackjak® resulta de uma tecnologia de última geração. Trata-se, salienta a companhia, de um insumo 100% natural, composto por ácidos húmicos e fúlvicos, aplicado a baixas doses “mas ao mesmo tempo provendo resultados relevantes”, diz Palazim.

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“Interfere favoravelmente nos processos bioquímicos em todos os ‘estádios’ fenológicos do cafezal”, continua o agrônomo. “Reduz o estresse hídrico, melhora a absorção de nutrientes, o florescimento e promove o desenvolvimento de ramos reprodutivos, ele esclarece.

Segundo o agrônomo, comparativamente a lavouras de café nas quais não ocorreu a adoção do manejo de bioestimulação com Blackjak®, a companhia constatou ganhos representativos no tocante ao desenvolvimento dos ramos e uma colheita de grãos mais robustos, com maior produtividade.

“Acreditamos que os tratamentos com bioestimulantes tendem a crescer bastante na cultura do café. Os benefícios são visíveis e a relação custo-benefício favorável ao produtor na adoção da prática irá ajudar a consolidá-la no Brasil”, complementa Marcelo.

Ainda de acordo com o agrônomo, o uso combinado de Blackjak® a outras tecnologias bioestimulantes da empresa, como Abyss®, também tem sido empregado com sucesso por produtores de café de diferentes regiões do país.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

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Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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