Café
Divinolândia premia melhores cafés especiais

Assessoria
Foi uma grande festa a entrega dos prêmios do 19º Concurso de Qualidade do Café de Divinolândia, na Região Vulcânica, que tem se destacado como um evento internacional. Na categoria Nacional foram premiados Rodrigo José de Ávila, do Sítio Palmeira; Francisco Sérgio Lange, do Sítio Nossa Senhora Aparecida; e Jovani Daniel de Sordi, do Sítio São Gabriel. Já na categoria Fermentado, o primeiro lugar ficou com Manassés Sampaio Dias, do Sítio Três Barras.
Na avaliação geral, os produtos tiveram pontuação acima de 85 pontos, sendo que os primeiros colocados em suas categorias ultrapassaram os 86 pontos. Rodrigo José de Ávila recebeu 86,14, com tomate na fragrância, acidez cítrica de maçã verde, corpo cremoso com notas de açúcar mascavo e mel e finalização longa e prazerosa; enquanto Manassés Sampaio Dias teve pontuação de 86,25, com uma descrição sensorial de uva verde, vinho branco, um leve amargor no final, doçura e um residual prolongado.
“Esses são produtos de alta qualidade e representam o que há de melhor no setor na região”, frisou o consultor e coordenador do concurso, Reinaldo Borges.
Foram chamados ao palco ainda os provadores Roberto Pereira, da Bourbon Specialty Coffees; Camila Arcanjo e Rebecca Nogueira, do Senar; Camila Assis, da Olan; Felipe Possebon e Felipe Croce, da Faf Coffees; e Ivan Santana, da Cabo Verde.
Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, a pluralidade de eventos do setor mostra bem a força da cultura, uma tradição paulista. Apenas esse ano já aconteceram no estado eventos em Santos e Cuesta Paulista, com o fortalecimento de toda a cadeia do setor cafeeiro.
“Esses eventos reforçam a qualidade do café paulista e mostram como os produtores estão investindo em artigos diferenciados. Além de parabenizar os vencedores, quero falar do orgulho pelo trabalho que cada um tem feito para mostrar a força da cafeicultura de São Paulo”, concluiu Meirelles.
Mario Teixeira
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
Por que tantas marcas de café foram proibidas em 2025? Entenda

Foto: Anffa
O aumento no número de marcas de café proibidas em 2025 reflete um reforço das ações de fiscalização, ao mesmo tempo que avançam práticas fraudulentas no setor, afirmam auditores fiscais federais agropecuários. Irregularidades identificadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e envolvem problemas de qualidade, riscos sanitários e rotulagem enganosa.
Segundo Janus Pablo de Macedo, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), muitos produtos não atenderam padrões legais exigidos. “Foram encontrados níveis de micotoxinas acima do permitido, excesso de impurezas e até produtos que não correspondiam ao que era informado no rótulo”, afirma.
As micotoxinas, como a ocratoxina A, estão associadas a falhas na secagem e no armazenamento dos grãos e representam risco à saúde. Também foram identificados casos de fraude, com a comercialização de produtos apresentados como café, mas elaborados com resíduos e subprodutos de baixo custo.
Fiscalização e denúncias
De acordo com Macedo, o aumento das proibições resulta da combinação entre práticas irregulares e fiscalização mais rigorosa. “O trabalho dos auditores foi intensificado, com ações baseadas em análise de risco, além do apoio das denúncias feitas por consumidores e entidades do setor”, diz. As fiscalizações incluem coleta de amostras, inspeções em fábricas, análises laboratoriais e verificação da rotulagem.
O que dizem dados oficiais
Levantamento do Mapa ao longo de 2025 aponta que, no café em grão cru, foram identificadas fraudes relacionadas à baixa qualidade e à presença de impurezas acima do limite legal. Nesse segmento, 68 toneladas foram apreendidas.
Já no café torrado e moído, as irregularidades envolveram o uso de ingredientes impróprios para consumo humano, como palha de café, milho e resíduos de açaí. Ao todo, 36 toneladas de produtos foram retiradas do mercado.
Irregularidades mais comuns
Entre os principais problemas encontrados estão falhas nas boas práticas de fabricação, uso de matéria-prima inadequada, ausência de controle de contaminação e rotulagem que induz o consumidor ao erro. “Em alguns casos, o consumidor acredita estar comprando café puro, quando o produto não atende a essa definição”, destaca Macedo.
Orientação ao consumidor
A orientação dos órgãos de fiscalização é que o consumidor não utilize produtos classificados como impróprios para consumo humano e acompanhe os alertas de risco oficiais divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Caso um produto irregular ainda esteja sendo comercializado, a recomendação é formalizar denúncia aos órgãos competentes. Se o item já tiver sido adquirido, o consumo deve ser imediatamente interrompido”, afirma o presidente do Anffa.
Também é possível verificar se a empresa torrefadora possui registro ativo no sistema público do Mapa, procedimento que contribui para a rastreabilidade e para a segurança sanitária na escolha do produto.
(Fonte: FSB Comunicação)
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
Exportações de café caem em volume, mas receita cresce com valorização do produto brasileiro

foto: assessoria/arquivo
O volume de café exportado pelo Brasil recuou em setembro, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Foram 3,75 milhões de sacas de 60 kg, queda de 18,4% em relação ao mesmo mês de 2024.
A redução é explicada pela menor disponibilidade interna de grão, reflexo de uma safra reduzida, ajustes nos estoques domésticos e problemas no beneficiamento. Além disso, as tarifas impostas pelo governo norte-americano às importações do café brasileiro também contribuíram para a retração nos embarques.
Apesar da queda no volume, o maior preço pago pelo café nacional garantiu alta na receita, que somou US$ 1,369 bilhão, avanço de 11,1% frente a setembro do ano passado.
Em relação ao desenvolvimento das lavouras, o Cepea destaca que o fim de semana foi marcado pela retomada das chuvas nas principais regiões produtoras, condição bastante esperada pelos cafeicultores. No fim de setembro, muitas áreas já haviam registrado boa florada, e o retorno das precipitações reforça o potencial produtivo da próxima safra.
Fonte: CenarioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
Café – Sipcam Nichino vê avanço da bioestimulação na cafeicultura

foto: assessoria/arquivo
São Paulo (SP) – Uma empresa global do setor de defensivos agrícolas, a Sipcam Nichino entrou nos últimos anos no mercado de bioestimulantes para diferentes culturas. A plataforma lançada pela empresa é formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde. Na cafeicultura, especificamente, a companhia revela avanço significativo nos negócios envolvendo essas tecnologias e destaca resultados a campo robustos, recentes, atrelados ao bioestimulante Blackjak®.
Conforme o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, gerente de portfólio de produtos e cultivos da Sipcam Nichino, o manejo do cafeeiro com Blackjak® trouxe desempenho vegetativo superior às plantas em testes e pesquisas, “além de ter ampliado a capacidade fotossintética de cafezais”.
De acordo com a Sipcam Nichino, o bioestimulante Blackjak® resulta de uma tecnologia de última geração. Trata-se, salienta a companhia, de um insumo 100% natural, composto por ácidos húmicos e fúlvicos, aplicado a baixas doses “mas ao mesmo tempo provendo resultados relevantes”, diz Palazim.
“Interfere favoravelmente nos processos bioquímicos em todos os ‘estádios’ fenológicos do cafezal”, continua o agrônomo. “Reduz o estresse hídrico, melhora a absorção de nutrientes, o florescimento e promove o desenvolvimento de ramos reprodutivos, ele esclarece.
Segundo o agrônomo, comparativamente a lavouras de café nas quais não ocorreu a adoção do manejo de bioestimulação com Blackjak®, a companhia constatou ganhos representativos no tocante ao desenvolvimento dos ramos e uma colheita de grãos mais robustos, com maior produtividade.
“Acreditamos que os tratamentos com bioestimulantes tendem a crescer bastante na cultura do café. Os benefícios são visíveis e a relação custo-benefício favorável ao produtor na adoção da prática irá ajudar a consolidá-la no Brasil”, complementa Marcelo.
Ainda de acordo com o agrônomo, o uso combinado de Blackjak® a outras tecnologias bioestimulantes da empresa, como Abyss®, também tem sido empregado com sucesso por produtores de café de diferentes regiões do país.
Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.
Fernanda Campos
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
-

Agronegócio3 dias atrásDemanda por frango abatido deve crescer no início de 2026, apesar de preços pressionados no Nordeste
-

Agronegócio3 dias atrásPreço da arroba do boi reage no início de 2026, enquanto exportações batem recorde histórico em 2025
-
Notícias4 dias atrás
FedEx encerra transporte doméstico no Brasil e concentra operações no transporte internacional
-

Agronegócio3 dias atrásCarne suína perde força no início de 2026: consumo menor e preços em leve queda marcam o setor
-

Agronegócio1 dia atrásSoja respondeu por 31% das exportações em 2025
-

Agronegócio4 dias atrásMilho: início da colheita pressiona preços
-

Agronegócio1 dia atrásEstado tem 40% das cultivares de feijão do país
-

Mato Grosso3 dias atrásEstudo da UFMT Sinop avalia benefícios do ‘silo bolsa’ como redução de perdas e aumento da qualidade







































