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Projeto que minimiza falhas no setor sucroenergético é aposta da Açotubo na Fenasucro 2024

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Imagem ilustrativa do estande de 60 m², que terá uma parede instagramável feita com tubo inox de verdade – Divulgação

 

Minimizar falhas e impulsionar resultados através de qualificação profissional. Esses são os objetivos do “Qualificar”, projeto do Grupo Açotubo, maior distribuidora de aço siderúrgico do país, que será um dos principais destaques, juntamente com suas linhas de produtos e serviços, da participação da empresa na Fenasucro & Agrocana, que será realizada de 13 a 16 agosto, em Sertãozinho/SP.

Para o Grupo, o evento é o ambiente perfeito para mostrar como o “Qualificar” pode impactar significativa e positivamente operações de grandes empresas, além de gerar o networking necessário para expandir o projeto. “Apesar de que capacitação é um requisito básico considerado pelas empresas, o setor sucroenergético tem no campo, na prática, muitas particularidades. O que fizemos foi criar uma linha de atuação especializada em preparar profissionais nesse tipo de negócio “, diz Jorge Vargas, gerente de Aço Inox da filial do Grupo Açotubo de Sertãozinho/SP.

Além de todas as informações sobre processos, resultados e impactos do “Qualificar” com especialistas à disposição, o estande da Açotubo também terá um catálogo digital interativo, onde o visitante poderá acessar todas as linhas do portfólio. “São muitos produtos e serviços e, felizmente, a tecnologia ajuda a deixar a passagem pelo nosso espaço muito mais dinâmica e ágil”, destaca Vargas.

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Filial em Sertãozinho atende 80% das usinas da região

Embora a participação da Açotubo no evento seja estratégica, a atuação da empresa no segmento sucroenergético não se limita aos dias da feira. O atendimento do Grupo ao setor sucroalcooleiro ocorre durante todo o ano na filial localizada na cidade de Sertãozinho/SP. Esse mercado representa de 35% a 40% no volume de negócios da unidade, que atende cerca de 80% das usinas presentes na região. A cidade é um dos principais polos sucroalcooleiros do país, que, junto com Ribeirão Preto, Piracicaba e Araçatuba, concentra 171 usinas, representando quase metade das 360 em funcionamento no país.

Além da unidade em Sertãozinho, com estoque que atende às demandas imediatas da região, a empresa conta com a matriz em Guarulhos/SP, na Grande São Paulo, com mais de 50 mil toneladas de produtos. Para o setor sucroenergético, um dos principais produtos ofertados pela empresa para as usinas são os materiais em aço carbono, utilizado, por exemplo, em galpões de estocagem. Outro produto utilizado é o inox, presente na estrutura e equipamentos das usinas por meio do Inox 410, que oferece mais resistência à abrasão.

Sobre o Grupo Açotubo

Com 50 anos de atividades, o Grupo Açotubo é reconhecido pelo portfólio, serviços e soluções em distribuição siderúrgica. A empresa tem cinco divisões de negócio, sendo Tubos e Aços, Conexões, Aços Inoxidáveis, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), com 10 unidades estratégicas posicionadas em diferentes regiões para atendimento em todo o Brasil, Peru e Colômbia. Com investimentos constantes em tecnologia e infraestrutura, a empresa tem como meta oferecer soluções aos clientes com agilidade e qualidade em todas as suas necessidades, independentemente de volume. Valoriza seus colaboradores como força motriz de desenvolvimento e tem a responsabilidade social como um de seus principais pilares, mantendo controlados os impactos ambientais das operações visando a sustentabilidade do negócio.

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Diego Ramos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Fotos: Divulgação

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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