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Mato Grosso

JBS tem mais de 420 vagas de emprego abertas em Mato Grosso

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Há oportunidades para ajudante de produção, analista de manutenção, eletrotécnico, estágio, operador de produção, entre outras – Divulgação

 

 

Cuiabá, 1º de agosto de 2024 – A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, está com 423 vagas de emprego abertas em Mato Grosso. As vagas são para as unidades da Friboi, JBS Couros e Biopower em diversos municípios.

Na Friboi, há oportunidades para cargos como desossador, faqueiro, operador de produção, operador de sala de máquinas, refilador. As oportunidades estão situadas nas unidades de:

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*Água Boa – oito vagas. Os currículos podem ser entregues na própria unidade, localizada na Rodovia MT-240, zona rural do município.

*Alta Floresta – 20 oportunidades. A unidade está situada na Rodovia MT-208, Km 150 ou enviados pelo WhatsApp (66) 3512-7557.

*Araputanga – 15 vagas abertas. Os currículos podem ser entregues na Avenida Hamilton Simioni, Km 1,5 ou enviados pelo WhatsApp (65) 99936-0284.

*Barra do Garças – 60 oportunidades. Os interessados podem entregar seus currículos na unidade localizada na Avenida Atílio Fontana, bairro Jardim Mariano ou enviados pelo WhatsApp (66) 3402-2986.

* Colíder – 20 vagas. Os interessados podem se candidatar através do telefone (66) 3541-5819 ou comparecer até a empresa, Av. Ulisses Guimarães, 889, Polo Industrial III ou enviados pelo WhatsApp (66) 3541-5819.

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*Confresa – 80 vagas. Os currículos podem ser entregues na unidade na Rodovia MT-430, km 7, s/n Zona Rural ou enviados pelo WhatsApp (66) 99966-1848.

*Diamantino – 100 vagas. O processo seletivo ocorre todos os dias na unidade a partir das 7h da manhã. Além do currículo, os interessados devem levar seus documentos pessoais, cartão de vacina e caneta. A unidade está localizada na rodovia MT-240, km 3,5, zona rural do município ou enviados pelo WhatsApp (65) 99691-6627.

*Juara – 15 vagas abertas de trabalho. Os interessados podem entregar seus currículos na unidade na Rodovia MT-338, Km 8 ou enviados pelo WhatsApp (66) 99245-6527.

*Pedra Preta – 20 oportunidades. Os currículos podem ser entregues na Rodovia BR-364, nº 1 – Loteamento Jardim Tatuapé ou enviados pelo WhatsApp (17) 99609-0458.

*Pontes e Lacerda – 61 vagas. No município os currículos podem ser entregues na unidade localizada na Rodovia BR-174, s/n – Km 231 – Zona Rural ou enviados pelo WhatsApp (65) 99334-4669.

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Biopower e JBS Couros

Na Biopower, maior produtora brasileira de biodiesel a partir de resíduos orgânicos, unidade situada no município de Campo Verde, são três vagas ofertadas para os cargos de analista de manutenção, eletrotécnico e estágio (não necessita de experiência). Os currículos podem ser enviados para [email protected] ou via WhatsApp no (66) 9.9912-1914. Caso o candidato preferir, pode entregar pessoalmente na unidade localizada na Rodovia MT-140, Km 06 Distrito Industrial III.

Para a JBS Couros em Colíder, são 21 vagas abertas tanto para o primeiro turno quanto para o segundo turno. As oportunidades são para ajudante de produção, lubrificador, operador de produção I, operador de produção III e operador de empilhadeira. por e-mail para [email protected] ou via WhatsApp no contato (66) 9.9617-1871.

Para a maioria das vagas não é necessária experiência prévia. Entre os benefícios oferecidos pela JBS, estão: restaurante na unidade, transporte municipal e intermunicipal, seguro de vida, cartão alimentação, telemedicina, entre outros.

Maior empregadora do Brasil

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A JBS se consolidou como a maior empregadora do Brasil no último ano, com 155 mil colaboradores diretos trabalhando em suas diversas operações no país. Em Mato Grosso são 9 mil empregos gerados em 16 cidades, abrangendo 14 fábricas, três confinamentos, uma operação da JBS Transportadora e um centro de distribuição.

A JBS e as cadeias produtivas ligadas a ela no Mato Grosso movimentaram, em 2020, o equivalente a 2,93% do PIB (Produto Interno Bruto) mato-grossense, conforme levantamento inédito produzido pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), via Nereus (Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo) sobre a mensuração da importância socioeconômica das atividades relacionadas à Companhia em todo o Brasil.

Sobre a JBS

A JBS é uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Com uma plataforma diversificada por tipos de produtos (aves, suínos, bovinos e ovinos, além de plant-based), a Companhia conta com mais de 270 mil colaboradores, em unidades de produção e escritórios em todos os continentes, em países como Brasil, EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália, China, entre outros. No Brasil, a JBS é uma das maiores empregadoras do país, com 155 mil colaboradores. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 190 países. A empresa investe em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transportes, com foco na economia circular. A JBS conduz suas operações priorizando a alta qualidade e a segurança dos alimentos e adota as melhores práticas de sustentabilidade e bem-estar animal em toda sua cadeia de valor, com o propósito de alimentar pessoas ao redor do mundo de maneira cada vez mais sustentável.

Visite a sala de imprensa da JBS e fique por dentro das principais novidades: https://mediaroom.jbs.com.br/

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JBS – Atendimento à Imprensa

E-mail: [email protected]
Telefone: (67) 3331-1467

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Viviane Petroli

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Gastos com preservação ambiental poderão ser abatidos em imposto de renda

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Foto: Agência FPA

Produtores que preservam o meio ambiente poderão acessar benefícios fiscais, como o abatimento dos gastos no imposto de renda. A proposta que iguala a preservação ambiental como atividade rural foi aprovada na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. Agora, o texto segue para a Comissão de Meio Ambiente (CMA) e para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde deve ter decisão terminativa.

O Projeto de Lei 3.784/2024 altera a lei do imposto de renda sobre as atividades rurais — Lei nº 8.023 de 1990. A matéria prevê acrescentar “provisões de serviços ambientais” como atividade rural. Na prática, coloca as atividades de preservação, recuperação e reflorestamento no mesmo patamar da agricultura e pecuária, por exemplo, para as deduções previstas no pagamento do tributo.

Etanol de milho avança no agro

Relator da proposta na CRA e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) da região Norte, senador Alan Rick (União-AC), destacou que a medida ajuda produtores que ainda não contam com mecanismos bem estabelecidos de pagamento por serviços ambientais.

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“Esse é um tema que, há muito tempo, responde a um anseio do produtor rural: poder caracterizar a prestação de serviços ambientais como atividade rural para fins de abatimento no Imposto de Renda. Nada mais justo e coerente, diante de tantas obrigações que o produtor rural brasileiro tem e pelas quais sempre é penalizado”, disse, antes de ler o relatório.

Os imóveis rurais preservam aproximadamente 29% de toda a vegetação nativa do Brasil. Os dados constam da edição mais recente do levantamento Atribuição, Ocupação e Uso das Terras no Brasil, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), apresentada no ano passado. Ao todo, isso representa 246,6 milhões de hectares.

No relatório, o senador não propôs alterações ao texto original. Ao defender a aprovação da matéria, explicou como o benefício deverá funcionar e destacou que a medida cria um estímulo à preservação ambiental dentro das propriedades rurais.

“Com esta medida, os produtores rurais que optem pelo regime simplificado de tributação rural poderão deduzir, de imediato, as despesas operacionais da receita bruta com serviços ambientais para apuração do Imposto de Renda. Portanto, isso resultará em menor carga tributária para aqueles que desenvolvam ações que gerem ganhos ambientais”, analisou.

Com Agência FPA

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Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Mato Grosso

Governo recupera asfalto de rodovias em Poconé: “Feito inédito”, afirma prefeito

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em

Sinfra-MT

 

O Governo de Mato Grosso entregou, neste sábado (18.4), a recuperação do asfalto das MTs 370 e 451, em Poconé. Com um investimento total de R$ 48,4 milhões, as obras vão ajudar no desenvolvimento econômico da cidade, fortalecendo também o turismo.

Uma das rodovias recuperadas é a MT-370, a Estrada Parque do Porto Cercado, um dos acessos ao pantanal mato-grossense. O investimento foi de R$ 16, 2 milhões na restauração de 39,9 km da rodovia, levando mais segurança no trajeto até o destino turístico.

O governador Otaviano Pivetta afirmou que o Estado tem o compromisso de fortalecer o desenvolvimento do turismo no Pantanal e em Poconé.

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“Esta é uma região pioneira de Mato Grosso e o governo tem o compromisso com o seu desenvolvimento. Assim como em todas as outras regiões do Estado, o governo está trabalhando para melhorar a vida de quem vive aqui”, afirmou.

Para o prefeito de Poconé, Dr. Jonas Moraes, os investimentos do Governo do Estado estão ajudando no desenvolvimento do município.

“O que o governo está fazendo é inédito, são muitos investimentos em todas as áreas. Esse é o Governo que mais investiu na nossa cidade, realizando sonhos antigos da população. Essas duas estradas são importantes para o nosso desenvolvimento. Inclusive para o nosso turismo”, afirmou.

A outra rodovia recuperada foi a MT-451, conhecida como Rodovia Adauto Leite. Foram 49,9 km de asfalto restaurado em um investimento de R$ 32,2 milhões. A rodovia sai do distrito de Cangas em direção a BR-070, passando pelo Distrito de Nossa Senhora do Chumbo.

“É uma rodovia importante para a agricultura familiar, onde transita gado, transitam os produtos, mas também transitam as pessoas, pois liga várias comunidades. E ela encurta a distância entre Poconé e Cáceres, isso estimula o turismo no Pantanal como um todo”, explicou o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

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Também estiveram presentes nas inaugurações o deputado federal Fábio Garcia, os deputados estaduais Paulo Araújo e Eduardo Botelho e o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, além de vereadores de Poconé.

Guilherme Blatt | Sinfra-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Nova regra do crédito rural acende alerta em produtores de Mato Grosso

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Com a mudança em vigor desde 1º de abril, a Famato intensifica a orientação para prevenir prejuízos no acesso ao crédito. Foto: Freepik

 

Produtores rurais de Mato Grosso devem redobrar a atenção ao solicitar crédito rural a partir deste ano. A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) emitiu um alerta sobre as mudanças trazidas pela Resolução nº 5.268 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que passou a valer em 1º de abril de 2026 e altera critérios de análise utilizados pelas instituições financeiras.

Com a nova regra, os dados do Programa de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes) passam a ser considerados na concessão de crédito. O sistema, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), identifica alterações na vegetação nativa por meio de imagens de satélite, mas não diferencia desmatamentos legais de ilegais — o que tem gerado preocupação no setor produtivo.

Segundo a analista de meio ambiente da Famato, Tânia Arévalo, essa limitação pode impactar diretamente produtores que estão em conformidade com a legislação. Isso porque qualquer área com registro de supressão de vegetação a partir de setembro de 2019 passa a integrar os chamados “polígonos do Prodes”, influenciando a análise de crédito independentemente da regularidade.

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Risco de bloqueio no crédito

De acordo com o núcleo técnico da entidade, a mudança exige atenção redobrada antes da busca por financiamento. A recomendação é que o produtor consulte previamente sua propriedade para verificar a existência de registros no sistema, evitando surpresas no momento da contratação.

Outro ponto crítico é a ocorrência dos chamados “falsos positivos”, quando o sistema identifica alterações que não correspondem, necessariamente, a desmatamento — como áreas afetadas por estiagem ou mudanças naturais na vegetação.

Nesses casos, é possível contestar os dados junto ao Inpe, mediante apresentação de laudo técnico que comprove a inconsistência. Já quando há registro confirmado, a orientação é reunir toda a documentação que comprove a regularidade da área, como autorizações ambientais e o Cadastro Ambiental Rural (CAR), podendo ser necessária a validação junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

Orientação e diálogo com o setor

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A Famato reforça que está à disposição para orientar produtores diante das novas exigências, especialmente em situações que envolvam restrições de crédito. A entidade também tem promovido diálogo com o Inpe para esclarecer o funcionamento do sistema e discutir possíveis inconsistências.

Em encontros realizados recentemente, especialistas apresentaram casos práticos e orientaram sobre os caminhos para contestação de dados, contribuindo para ampliar o entendimento do setor produtivo sobre o uso dessas informações.

Diante da proximidade do Plano Safra 2026/2027, a recomendação é que os produtores façam uma análise prévia de suas propriedades e busquem suporte técnico especializado. O objetivo é garantir segurança no acesso ao crédito e evitar entraves que possam comprometer o planejamento da próxima safra.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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