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Famato esclarece dúvidas sobre CAR digital em reunião online

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Foto por: Assessoria

 

 

Na ultima segunda-feira (22/07), a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) realizou uma reunião online para esclarecer dúvidas sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR) Digital. O encontro contou com a participação de produtores rurais, técnicos, cadastrantes e presidentes dos Sindicatos Rurais dos municípios de Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã e Sorriso.

Esses municípios foram escolhidos devido à proximidade dos prazos limite para aceitação ou recusa do CAR Digital, sendo: 26 de julho em Nova Ubiratã e 17 de setembro em Lucas do Rio Verde e Sorriso. O objetivo foi alertar sobre essas datas, com a preocupação de que muitos registros possam ser suspensos se não forem atendidos a tempo.

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Durante o encontro, os participantes debateram as razões pelas quais alguns produtores ainda não estão utilizando o Sistema do CAR Digital. As principais queixas incluíram inconsistências nas bases de referência da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e dificuldades de contato com engenheiros responsáveis por registros antigos do CAR.

Os apontamentos realizados durante a reunião serão encaminhados pela Famato, via ofício, à Sema. A intenção é buscar soluções para as dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais e evitar que sejam prejudicados pela suspensão de seus registros. A Famato está comprometida em garantir que as questões levantadas sejam resolvidas de maneira eficiente, assegurando que todos os produtores possam cumprir os prazos estabelecidos e manter suas atividades em conformidade com as exigências ambientais.

“Nossa função, como Federação, é assegurar que todos os produtores estejam cientes dos prazos e requisitos necessários para manter seus registros em conformidade, evitando possíveis suspensões e garantindo a continuidade de suas atividades”, destacou o diretor de Relações Institucionais da Famato, Ronaldo Vinha.

Estiveram presentes na reunião Ronaldo Vinha, diretor de Relações Institucionais da Famato; presidentes de Sindicatos Rurais de Nova Ubiratã (Melquiades De Bastiani), Lucas do Rio Verde (Marcelo Lupatini) e Sorriso (Sadi Beledelli); Cleiton Gauer, superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea); Rodrigo Bressane, consultor jurídico da Famato; Tatiana Monteiro, gestora do Núcleo Técnico Ambiental; e as analistas de Assuntos Fundiários e Meio Ambiente, Anny Dornelles e Tânia Arévalo.

Fonte: Assessoria

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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