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Criminoso confessa que levou assassino do PM à região de chácaras a mando de líder de facção

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Reprodução/Lapada Lapada

Em depoimento à polícia, Pedro Henrique Pereira dos Santos Silva, de 32 anos, confessou ter dado apoio à fuga de Rafael Amorim de Brito, de 28 anos, acusado de matar o sargento da Polícia Militar, Odenil Alves Pedroso, praticado no dia 28 de maio nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro, em Cuiabá.

Ele alegou ter ajudado o criminoso a pedido de uma das lideranças da facção criminosa Comando Vermelho, identificado apenas como “DG”, que também está sendo procurado pelas forças de segurança por participação no homicídio do militar que levou Raffael até uma região de chácaras na Capital.

No depoimento, Pedro Henrique afirmou que DG deu ordens para que ele buscasse Rafael no Centro Comunitário do bairro Nova Conquista, onde ele estava escondido. Em seguida, deixou o suspeito em uma região de chácaras na zona rural de Cuiabá conhecida como “Monte Sinai”.

Pedro Henrique foi preso no domingo (9), no bairro Novo Paraíso, em Cuiabá. Ele foi encontrado depois que equipes da Força Tática receberam informações de que um veículo Chevrolet Ônix, utilizado para dar apoio à fuga de Rafael Amorim estava estacionado na frente de uma casa do bairro.

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Em patrulhamento, os policiais avistaram o veículo estacionado na residência quando Pedro saia do imóvel. Ao ver os militares, o suspeito tentou correr, mas foi alcançado.

Questionado sobre o motivo da fuga, o suspeito confessou que é integrante do Comando Vermelho e que teria recebido ordens para dar apoio na fuga de Raffael após o homicídio do sargento Odenil Alves Pedroso, e que tinha o deixado numa região rural conhecida como Monte Sinai. Então, Pedro repassou a localização de ‘DG’, que mora com a mãe, também no bairro Novo Paraíso.

Após a denúncia, as equipes se deslocaram até o endereço informado e efetuaram abordagem de um jovem, de 19 anos, e de uma mulher, de 50 anos. Na ação, a suspeita desacatou os policiais militares. Eles foram apreendidos com uma porção de substância análoga à maconha. Mas, os agentes não encontraram “DG”. Os policiais foram informados de que o suspeito mudou de cidade, depois do aumento do policiamento devido às buscas por Raffael.

BUSCAS

As forças de segurança de Mato Grosso mantêm as buscas pelo autor do homicídio do sargento Odenil, que está foragido desde o dia 28 de maio. O militar foi morto em frente a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro em Cuiabá. O Governo de Mato Grosso ofereceu uma recompensa de R$ 10 mil para quem fornecer informações sobre o paradeiro do suspeito.

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HNT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Corpo de homem é encontrado em área de mata no Pedra 90, Cuiabá

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Foto: CenárioMT

O corpo de um homem ainda não identificado foi encontrado em uma região de mata no bairro Pedra 90, em Mato Grosso, no final da tarde de quarta-feira (3). Populares que passavam pela rua São Jerônimo perceberam a presença da vítima e acionaram as autoridades.

Segundo informações iniciais, o corpo estava no local há pelo menos 10 dias. O estado avançado de decomposição impediu que fossem identificados sinais aparentes de violência ou lesões.

Equipes da perícia técnica foram acionadas para o local, realizando os procedimentos necessários antes da remoção do corpo. O material coletado será analisado para auxiliar na identificação e elucidação do caso.

Após a perícia, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá, onde passará por exame de necropsia para determinar a causa da morte e possibilitar avanços nas investigações.

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O caso segue sob investigação, com autoridades avaliando a possibilidade de localizar familiares e verificar histórico de desaparecimento. A população local foi orientada a informar quaisquer informações relevantes que possam auxiliar na identificação da vítima.

Fontes oficiais confirmaram que a investigação contará com apoio de perícia detalhada e levantamento de registros de desaparecidos na região, garantindo que o caso seja conduzido conforme os protocolos de segurança pública.

Fonte: da Redação

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Réus são condenados por execução de estudante em Sinop

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congresso-volta-a-proibir-“saidinha”-de-presos-por-crime-nao-violento

Divulgação

As longas penas impostas pelo Tribunal do Júri mudaram de vez o rumo do caso envolvendo a morte da estudante Cleuza Juliene Oliveira de Souza, em Sinop. Três homens foram condenados nesta terça-feira (02) por homicídio qualificado e participação em organização criminosa armada.

O julgamento ocorreu na 1ª Vara Criminal e confirmou a responsabilização de Derick Leonardo Marques Silva, Francinaldo Alves Pereira e Wesley Ribeiro dos Santos, que passarão décadas em regime fechado após o Conselho de Sentença acolher todas as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público de Mato Grosso.

A decisão reconheceu motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e o uso de arma de fogo por membros de uma organização criminosa. Segundo o MPMT, representado pelos promotores Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, o crime demonstrou uma disputa interna de poder entre facções. Durante os debates, os promotores reforçaram que a execução tratou a vida da jovem como instrumento de controle territorial.

Conforme a denúncia, o crime foi cometido em 02 de setembro de 2022, na Estrada Leonora, área rural entre Sinop e Cláudia. A estudante, de 17 anos, foi atraída sob o pretexto de um encontro com integrantes de uma facção, mas acabou morta por rivais. O ataque envolveu disparos de arma de fogo e golpes de facão, resultando em ferimentos descritos no laudo necroscópico como três perfurações por tiro e esgorjamento cervical.

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Após a execução, os envolvidos tentaram ocultar o corpo usando lonas e ferramentas como pá e enxada. O trio acabou preso em flagrante enquanto preparava uma cova para enterrar a vítima. As investigações também identificaram que o crime foi filmado por um dos autores, e as imagens foram encontradas em celulares apreendidos.

Atuação de cada réu e detalhes revelados pelo júri

A denúncia detalha o papel de cada integrante no assassinato. Francinaldo Alves Pereira, conhecido como Naldo, foi apontado como o responsável pelos disparos e por coordenar a sequência da execução, incluindo a ordem para ocultar o corpo. Já Derick Leonardo Marques Silva, chamado DK, utilizou um facão para golpear a vítima após os tiros e ainda participou da gravação do vídeo que registrou o crime. Wesley Ribeiro dos Santos, o Israelense, conduziu o veículo que levou a adolescente até o local onde foi morta.

As penas aplicadas foram definidas individualmente: Derick recebeu 17 anos e 3 meses de prisão; Francinaldo, 33 anos, 9 meses e 12 dias; e Wesley, 22 anos e 9 meses. Todos terão de iniciar o cumprimento no regime fechado, conforme determinação da juíza Giselda Regina Sobreira de Oliveira Andrade, que ordenou a execução provisória das sentenças com base na soberania dos veredictos do Tribunal do Júri.

Próximos passos e atuação do GAEJúri

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O julgamento contou com apoio do GAEJúri, grupo recém-criado pelo MPMT para auxiliar casos de grande complexidade e repercussão. A estrutura especializada reforça julgamentos em série, mutirões e processos em que há conflito de agendas entre promotores.

Com a condenação estabelecida, os réus seguem para execução das penas enquanto o Ministério Público mantém acompanhamento do caso. A decisão também encerra um processo marcado por violência extrema e pela atuação de facções na região, conforme relatado pelo órgão ministerial.

As informações são do Ministério Público de Mato Grosso.

Fonte: da Redação

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Dois menores são apreendidos após invasão de residência no Centro de Nova Mutum

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PMMT

Dois adolescentes foram apreendidos na noite de quarta-feira (3) após invadirem uma residência no Centro de Nova Mutum. A ação ocorreu por volta das 20h20, quando moradores detiveram os jovens até a chegada da Polícia Militar.

Segundo a corporação, quatro pessoas teriam entrado no quintal do imóvel, localizado na Rua das Cerejeiras, mas apenas dois menores — um garoto e uma garota — permaneceram no local e foram imobilizados.

De acordo com o boletim de ocorrência, a casa estava vazia havia alguns dias e já vinha sendo alvo de pequenos furtos. O proprietário relatou que, horas antes, havia reforçado portas e janelas, momento em que encontrou sacolas cortadas, comumente associadas ao armazenamento de entorpecentes. Ele temia que o imóvel estivesse sendo usado para consumo ou preparo de drogas.

A PM informou que, ao serem abordados, os dois adolescentes admitiram ter pulado o muro da residência para usar drogas. Eles também indicaram que o entorpecente estaria com outros dois jovens que fugiram ao perceber a movimentação no local. As equipes fizeram buscas nas ruas próximas, mas nenhum dos fugitivos foi localizado.

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Durante o registro da ocorrência, um responsável apresentou espontaneamente um dos adolescentes que havia conseguido escapar. O jovem confirmou que estava com o grupo dentro da casa, mas negou qualquer ligação com drogas. Conforme a Polícia Militar, os três menores detidos já tinham sido conduzidos anteriormente por envolvimento com tráfico.

O Conselho Tutelar acompanhou toda a ação. Todos os adolescentes foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Nova Mutum, onde os procedimentos legais foram adotados, conforme informações da corporação que atendeu à ocorrência.

Fonte: da Redação

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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