Transporte
Força Tática prende homem foragido da Justiça por homicídio em Goiás

PMMT
Policiais militares da Força Tática do 13º Comando Regional prenderam um homem, de 56 anos, com mandado de prisão em aberto e uso de documento falso, na noite desta quinta-feira (23.4), em Bom Jesus do Araguaia. O suspeito foi identificado por ser foragido da Justiça pelo crime de homicídio, no Estado de Goiás.
Por volta de 19h, durante patrulhamento urbano, a equipe da Força Tática recebeu denúncia de um transeunte que informou ter visto um homem, supostamente suspeito pelo crime de homicídio, andando pela cidade em uma caminhonete F-1000 branca.
Com base nas informações, os policiais realizaram diligências e montaram uma barreira para abordar o veículo e o suspeito. Durante a abordagem, o homem apresentou um documento com nome diferente do informado na denúncia e afirmou se tratar de seu irmão, ao ser questionado sobre o foragido.
Inicialmente, ele foi liberado. No entanto, em seguida, a equipe de inteligência do 13º Comando Regional confirmou à Força Tática que se tratava do foragido, que estaria utilizando documentos falsos.
Com a confirmação das novas informações, os policiais militares acompanharam a caminhonete e realizaram uma nova abordagem. Durante a ação, o suspeito foi informado sobre os dados levantados e foram apresentados dois mandados de prisão em aberto por homicídio, expedidos pela Justiça do Estado de Goiás.
O criminoso confirmou a informação e relatou que ele quem estava utilizando os documentos do irmão de forma falsificada. O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e demais providências.
Hallef Oliveira | PMMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil prende enfermeira por exercício ilegal da medicina e comercialização de medicamentos irregulares

PJC
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu preventivamente, na manhã desta sexta-feira (24.4), uma enfermeira de 38 anos, proprietária de uma clínica de estética localizada no bairro Jardim Europa, em Cuiabá, suspeita de exercício ilegal da medicina, além da prática de crimes contra a saúde pública mediante a comercialização e utilização de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), teve início após denúncia registrada junto à Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá, que apontava irregularidades graves nos procedimentos realizados na clínica.
Durante fiscalização conjunta, foram constatadas diversas infrações sanitárias, incluindo a realização de procedimentos estéticos invasivos, como aplicação de Plasma Rico em Plaquetas (PRP), ozonioterapia e soroterapia, que são privativos de profissionais médicos. Todos os procedimentos eram executados pela investigada, que é enfermeira de formação.
Além disso, foram encontrados medicamentos vencidos, produtos de origem estrangeira sem registro no Brasil e substâncias proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como toxina botulínica de fabricação sul-coreana e outros fármacos utilizados de forma irregular. Os produtos eram armazenados em condições inadequadas, sem controle sanitário e parte deles teria sido importada ilegalmente.
“As fiscalizações também evidenciaram que a clínica funcionava sem alvará sanitário, sem controle adequado de resíduos e sem condições mínimas de biossegurança, expondo pacientes a riscos de contaminação por doenças graves”, afirmou o delegado titular da Decon, Rogério Ferreira.
Segundo o delegado, a manipulação de sangue em ambiente impróprio, especialmente nos procedimentos de PRP, aumentava significativamente o risco de contaminação cruzada, infecções severas, necroses e até morte.
Mesmo após a interdição do estabelecimento pela Vigilância Sanitária, a investigada teria continuado suas atividades de forma clandestina, retirando equipamentos do local interditado durante a noite e passando a atender pacientes em outros endereços, inclusive em clínicas não regularizadas, além de tentar abrir uma nova unidade com outro nome, também localizada no Jardim Europa, sem autorização dos órgãos competentes.
As investigações também apontaram que a suspeita se apresentava nas redes sociais como “Dra.”, divulgando procedimentos invasivos em regiões como rosto, glúteos e seios, atraindo pacientes mediante pagamento antecipado via Pix, sem qualquer comprovação de habilitação médica para tais práticas.
Além da prisão preventiva decretada pelo Poder Judiciário, a pedido do delegado titular da Decon, foram determinadas diversas medidas cautelares, incluindo o cumprimento de mandado de busca e apreensão, a interdição imediata da clínica de estética, a suspensão do registro da empresa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), a suspensão das redes sociais da investigada e de seu registro profissional junto ao Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso (Coren-MT).
A investigada também já possuía passagem pela polícia por tráfico de drogas e estava usando tornozeleira eletrônica no momento da prisão nesta sexta-feira (24.4).
Segundo o delegado Rogério Ferreira, as investigações continuam e outros profissionais da área de estética que estiverem praticando exercício ilegal da medicina, bem como utilizando ou comercializando medicamentos irregulares, especialmente produtos voltados para emagrecimento, poderão ser alvo de novas operações policiais, inclusive com representação por prisão preventiva.
Denúncias
Denúncias sobre exercício ilegal da medicina ou comercialização de medicamentos irregulares podem ser feitas pela população por meio do telefone 197, pela Delegacia Digital ou pessoalmente em qualquer delegacia de polícia.
Também é possível procurar diretamente a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor – Decon, localizada na Rua General Otávio Neves, nº 69, bairro Duque de Caxias I, em Cuiabá, de segunda a sexta-feira, em horário comercial, ou pelo e-mail [email protected].
Karina Cabral | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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DHL amplia presença no e-commerce com novas operações em Cajamar e Brasília
A DHL Supply Chain anunciou nesta sexta-feira, 24, a inauguração de dois centros de distribuição voltados ao e-commerce em Cajamar (SP) e Brasília (DF). Os novos armazéns ampliam no País a rede DHL Fulfillment Network (DFN), modelo que reúne armazenagem, separação de pedidos e distribuição para varejistas online.
A unidade de Cajamar será inaugurada com 5 mil m², possuindo potencial de expansão para até 15 mil m². Segundo a companhia, a localização estratégica na região metropolitana de São Paulo, próxima a grandes marketplaces, deve otimizar o abastecimento e reduzir os prazos de entrega na região Sudeste. Já em Brasília, a nova abertura reforça a presença no Centro-Oeste e atende a demandas fiscais e operacionais específicas da localidade.
Com as novas operações, a rede DFN passa a contar com cinco centros no Brasil. A rede já possui unidades em Barueri (SP), Extrema (MG) e Serra (ES).
“A ampliação do DHL Fulfillment Network fortalece a cobertura nacional e permite aproximar estoques dos principais mercados consumidores, reduzindo prazos de entrega e ampliando a eficiência para os varejistas”, afirmou José Mattos Alvarado, diretor de operações da DHL Supply Chain no Brasil.
Nessas regiões, a estratégia também inclui impulsionar a atração de clientes dos setores de tecnologia, beleza e nutrição/suplementos, áreas que vêm liderando o avanço do e-commerce e ganhando espaço nas operações logísticas.
A DHL opera serviços logísticos que incluem entregas nacionais e internacionais, soluções de e-commerce e fulfillment, transporte expresso e gestão de cadeias de suprimentos. A empresa integra o DHL Group, que atua em mais de 220 países e territórios e teve receita de cerca de 82,9 bilhões de euros em 2025.
Com informação do Estadão de Conteúdo (Elisa Calmon).
Imagem: Divulgação
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Shopee investe em logística em Goiás com previsão de 3 mil empregos
A Shopee formalizou a expansão de suas operações em Goiás por meio de um memorando de entendimento assinado com o governo estadual. O acordo prevê a geração de 3 mil empregos ao longo dos próximos cinco anos.
O projeto prevê o fortalecimento do modelo de fulfillment, no qual há armazenamento de produtos, além da ampliação da estrutura já existente no Estado.
“Essa estratégia de distribuição está alinhada ao nosso plano nacional de aprimoramento logístico, para que as entregas cheguem rapidamente ao consumidor”, diz Luciana Hachmann, head de Relações Governamentais da Shopee.
Luciana destaca que a varejista conta com centros de distribuição, hubs logísticos e uma rede de pontos parceiros, que ampliam o alcance das operações e reduzem o tempo de entrega.
Ao detalhar o pacote de medidas, o governador Daniel Vilela afirmou que as ações incluem a simplificação de regras para o comércio eletrônico, com foco na redução da burocracia e no estímulo a investimentos.
“O decreto trata da eliminação de burocracias que impediam o aumento de investimentos por parte desse mercado eletrônico, principalmente em razão da multiplicidade de fornecedores que tem uma exigência, a inscrição estadual para cada um desses fornecedores”, explica o governador.
Decreto alterado
No encontro, o governador assinou a alteração do Decreto nº 4.852, de 29 de dezembro de 1997, para simplificar operações de comércio eletrônico em Goiás. A medida torna facultativa a inscrição estadual para vendedores de outros estados que utilizam centros de distribuição no território goiano.
A mudança reduz custos operacionais e obrigações acessórias, especialmente para empresas enquadradas no Simples Nacional.
A medida não impacta a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Não houve alteração no sistema de partilha do tributo nas operações interestaduais, e nem nos mecanismos de fiscalização.
As vendas do e-commerce são classificadas como operações interestaduais. Por isso, Goiás já recebe o Diferencial de Alíquota do ICMS (Difal) e seguirá recebendo após a mudança.
Imagem: Divulgação
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