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Polícia Civil investiga organização criminosa envolvida na grilagem de terras e comércio de armas de fogo no nordeste de MT

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em

PJC

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (05.06), em Confresa, a Operação Asteya contra uma organização criminosa envolvida em esquemas de grilagem de terras, lavagem de capitais, comércio ilegal de armas de fogo, entre outros delitos na região nordeste de Mato Grosso.

Foram cumpridas 12 ordens judiciais, sendo quatro de busca e apreensão, quatro de sequestro de bens e outras quatro de bloqueio de valores contra os investigados.

Entre os alvos da operação está um policial militar de Porto Alegre do Norte, investigado como um dos líderes do grupo. O soldado, preso em flagrante no ano passado ao tentar grilar terras em Água Boa, movimentou aproximadamente R$ 2 milhões de reais em menos de dois anos, conforme apontaram as investigações.

Outros membros do grupo já foram presos ou condenados por diversos crimes, como tráfico de drogas, homicídio e comércio ilegal de armas de fogo. Os elementos probatórios reunidos pela Delegacia de Confresa indicam ligações do grupo com uma facção paulista, evidenciadas pela participação de um membro daquela organização criminosa.

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“Essa operação é crucial para desarticular uma rede criminosa que tem causado grandes prejuízos e insegurança na região. Estamos determinados a continuar as investigações e levar todos os envolvidos à justiça”, salientaram os delegados responsáveis.

A Operação Asteya reflete o compromisso da Polícia Civil no combate ao crime organizado e a instituição destaca o papel importante da população em colaborar com informações que possam ajudar nas investigações em andamento.

Asteya vem do sânscrito, que significa agir com honestidade e integridade e visa expor e desmantelar toda a rede criminosa investigada.

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Transporte

PM e PRF prendem dupla com tabletes de cocaína escondidos em fundo falso de lancha em Nova Nazaré

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em

Foto: Assessoria PM

 

Policiais militares apreenderam, nesta terça-feira (11.06), um veículo Corola, uma lancha e cinco tabletes de cocaína, em uma ação integrada com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O flagrante foi feito durante abordagem na MT-326, no município de Nova Nazaré. Dois homens, de 44 e 52 anos, foram presos por tráfico.

As equipes realizavam barreiras a fim de prevenir e combater infrações de trânsito e irregularidades de veículos na região quando receberam a denúncia de que condutor de um Corolla estava transportando entorpecentes.

Após a denúncia, as equipes intensificaram o policiamento e, em certo momento, identificaram o carro com os dois homens. O veículo transportava um reboque com uma lancha.

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Questionados quanto à documentação dos veículos, os suspeitos informaram que não possuíam. Em seguida, os agentes realizaram uma busca veicular e identificaram um fundo falso no interior da lancha.

No local, as equipes apreenderam cinco tabletes de pasta base de cocaína escondidas no assoalho da embarcação. A dupla não revelou a origem e destino dos produtos ilícitos. Os suspeitos, o veículo, a lanche e os entorpecentes foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Wellyngton Souza | PMMT/AguaBoaNews

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Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Transporte

PF apura desvios do fundo partidário e eleitoral destinado ao PROS nas eleições de 2022

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PF/RO

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (12) a Operação Fundo no Poço, com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável por desviar e se apropriar de recursos do fundo partidário e eleitoral nas eleições de 2022, destinados ao extinto PROS, que se fundiu ao Solidariedade.

Segundo o UOL, o alvo principal da operação é Eurípedes de Macedo Júnior, fundador do Pros e atual presidente do Solidariedade. Ele está foragido.

As investigações tiveram início a partir de denúncia do então presidente do partido em desfavor de um ex-dirigente suspeito de desviar aproximadamente R$ 36 milhões.

Estão sendo cumpridos 7 mandados de prisão preventiva, 45 mandados de busca e apreensão em dois estados (GO e SP) e no DF, bloqueio e indisponibilidade de R$ 36 milhões e o sequestro judicial de 33 imóveis, deferidos pela Justiça Eleitoral do DF.

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Já foram presos Cintia Lourenço da Silva, primeira-tesoureira do Solidariedade; Alessandro Souza da Silva, o Sandro do Pros, e Berinaldo da Ponte, ex-deputado distrital.

Por meio de Relatórios de Inteligência Financeira e da análise de prestações de contas de supostos candidatos, foram localizados indícios que apontam para existência de uma organização criminosa estruturalmente ordenada com o objetivo de desviar e se apropriar de recursos do Fundo Partidário e Eleitoral, utilizando-se de candidaturas laranjas ao redor do país, de superfaturamento de serviços de consultoria jurídica e desvio de recursos partidários destinados à Fundação de Ordem Social (FOS) – fundação do partido.

Os atos de lavagem foram identificados por meio da constituição de empresas de fachada, aquisição de imóveis por meio de interpostas pessoas, superfaturamento de serviços prestados aos candidatos laranjas e ao partido.

Os envolvidos estão sendo investigados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, furto qualificado, apropriação indébita, falsidade ideológica eleitoral e apropriação de recursos destinados ao financiamento eleitoral.

FONTE: ASSESSORIA COMUNICATIVA – PF/RO

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Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Transporte

Polícia Civil deflagra Operação Vindicta

Publicado

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PJC

Na manhã de terça-feira (11), a Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia de Machadinho d’ Oeste-RO, deflagrou a “Operação Vindicta”, com a finalidade de cumprir quatro medidas cautelares (prisão e buscas) decorrentes de investigação que apura o crime de homicídio qualificado do qual teria sido vítima o venezuelano José Leonidas Vizcaya Monsalve, 29 anos.

A vítima estava desaparecida desde o dia 12 de maio deste ano. As investigações apontaram que os suspeitos atraíram a vítima para um local, a mataram, queimaram o corpo, esconderam em uma cova, situada no terreno de um dos investigados, e posteriormente, o jogaram nas águas do Rio Belém.

O nome da operação, cuja tradução é vingança, faz referência à motivação do crime, vez que a vítima teria agredido a ex-companheira e um dos investigados na noite anterior ao crime.

Com as diligências de hoje, será possível identificar outros envolvidos.

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FONTE: ASSESSORIA COMUNICATIVA – PC/RO

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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