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Polícia revela esquema criminoso envolvendo empresas agropecuárias

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Foto: Polícia Civil RS

Na manhã desta quinta-feira (26), a Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (4ª DIN/DENARC), deflagrou a Operação Polaco, uma ação que desvendou uma complexa organização criminosa atuando na Região Metropolitana de Porto Alegre, com foco na distribuição de drogas sintéticas e na lavagem de capitais. O esquema, que tinha como epicentro o município de Viamão, envolvia, entre outros elementos, empresas agropecuárias utilizadas como fachada para dissimular as atividades ilícitas.

Durante a operação, foram cumpridos 58 mandados judiciais, incluindo buscas, prisões preventivas, bloqueios de contas bancárias e sequestros de veículos. Nove indivíduos foram presos na ação, além da apreensão de 250 frascos de cetamina — uma substância controlada de uso veterinário que também era utilizada na fabricação de drogas sintéticas — além de armas, veículos, dinheiro, munições e joias.

Esquema sofisticado com empresas agropecuárias

As investigações tiveram início após informações de que uma das empresas agropecuárias, que operava na região, estaria sendo usada como fachada para a distribuição ilícita de cetamina. Essa substância, originalmente destinada ao uso veterinário, era desviada por uma organização criminosa que a utilizava na produção de drogas sintéticas. Através de análises financeiras e de comunicações interceptadas, foi possível identificar que essa empresa agropecuária adquiria grandes quantidades de cetamina junto a distribuidoras autorizadas — por exemplo, uma compra de 413 unidades de um lote específico e 210 de outro, valores muito superiores ao consumo legítimo, indicando o desvio para o tráfico.

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Além disso, a organização utilizava diversas empresas de fachada, incluindo negócios nos setores de imóveis, comércio de ouro, estética e até pet shops, para lavar o dinheiro obtido com as atividades ilícitas. Essas empresas eram usadas para movimentar valores, adquirir bens de alto valor e dissimular a origem dos recursos ilegais. Empresas agropecuárias, em particular, eram empregadas como parte dessa estrutura, facilitando a entrada e saída de dinheiro de forma dissimulada.

Lavagem de capitais e divisão de funções na organização

A investigação também revelou estratégias típicas de lavagem de dinheiro, como o uso de contas bancárias interpostas, chamadas de “contas de passagem”, movimentadas por indivíduos com baixa capacidade econômica, cuja finalidade era mascarar a origem ilícita dos recursos. Foram identificadas transferências fracionadas, realizadas por diversos envolvidos, que somaram valores superiores a R$ 500 mil em poucos dias, sempre redirecionados às empresas de fachada e às empresas agropecuárias utilizadas como fachada.

A delegada Ana Flávia Leite explicou que, além do núcleo financeiro, a organização tinha uma divisão clara de funções: operadores financeiros, fornecedores, transportadores, entregadores e intermediários comerciais. Entre os fornecedores, destacam-se as distribuidoras autorizadas que forneciam grandes volumes de cetamina, muitas vezes acima do consumo legítimo, evidenciando o desvio sistemático para o tráfico.

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Envolvimento de pessoas próximas aos principais líderes

A investigação também apontou o envolvimento de pessoas próximas aos líderes do esquema, incluindo mulheres que atuavam como administradoras de contas, imóveis e veículos, muitas vezes sem uma fonte lícita de renda compatível com os valores movimentados.

Foto: Polícia Civil RS

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

GAP fecha ponto de venda de drogas e prende quatro suspeitos no Setor Palmares, em Barra do Garças

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Foto: CenárioMT

 

Uma operação tática do Grupo de Apoio (GAP) da Polícia Militar resultou na prisão de quatro pessoas por envolvimento com o tráfico de entorpecentes em Barra do Garças. A ação ocorreu na tarde de sábado (18), no Setor Palmares, após as equipes receberem denúncias anônimas sobre a movimentação característica de comercialização de drogas em uma residência da região.

De acordo com o registro oficial da corporação, a abordagem aconteceu por volta das 17h30. Ao chegarem no endereço indicado, os militares realizaram um cerco que impediu a fuga dos suspeitos. Durante a revista no local, foi confirmada a existência de um ponto de distribuição de drogas.

Quantidade significativa de substâncias análogas a entorpecentes (porções prontas para venda);
Dinheiro em espécie, em notas trocadas;

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Aparelhos celulares utilizados para a comunicação com usuários e fornecedores;

Materiais para pesagem e embalagem da droga.

Os quatro suspeitos foram detidos em flagrante e não ofereceram resistência durante a condução. Eles foram levados à Delegacia da Polícia Civil, onde foram autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico, conforme a legislação vigente em Mato Grosso.

Investigação e combate ao crime organizado

A Polícia Judiciária Civil assumiu o inquérito para apurar se os detidos possuem conexão com facções criminosas que atuam na região do Vale do Araguaia. A investigação também buscará identificar a origem dos entorpecentes e outros possíveis envolvidos na rede de distribuição local.

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A reportagem, fundamentada nos boletins de ocorrência da PM-MT, reforça que a atuação do GAP tem sido intensificada para desarticular pontos de venda de drogas em bairros periféricos. A colaboração da população via 190 segue sendo uma ferramenta indispensável para o sucesso das operações de segurança pública em Barra do Garças

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Transporte

PM Ambiental fecha garimpo clandestino de ouro e prende empresário em Novo Mundo

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em

PMMT

 

Uma operação da Polícia Militar de Proteção Ambiental resultou na prisão de um empresário e no fechamento de um garimpo clandestino de ouro neste domingo (19). A ação ocorreu na zona rural de Novo Mundo e desarticulou uma estrutura de extração mineral que operava sem qualquer licenciamento dos órgãos competentes.

Ao chegarem na propriedade, os policiais flagraram a atividade em pleno funcionamento. De acordo com informações da Polícia Militar, um funcionário que estava no local indicou o responsável pela mineração. Ao comparecer ao endereço, o empresário admitiu que não possuía autorização legal para a extração do metal.

Apreensão de armamento e estrutura de mineração

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Durante a fiscalização na área degradada, as equipes identificaram uma estrutura completa para a lavra de ouro, composta por motores estacionários e equipamentos de separação de sedimentos. Além das irregularidades administrativas, os agentes localizaram uma espingarda calibre .28 com munições intactas.

A descoberta da arma resultou na prisão em flagrante do empresário por posse ilegal de arma de fogo, somando-se às sanções penais previstas na Lei de Crimes Ambientais por operar atividade potencialmente poluidora sem licença.

Destruição de maquinário e embargo da área

Para interromper imediatamente o dano ambiental e impedir a retomada das atividades, parte da estrutura de suporte foi destruída no local pelos policiais. O restante do maquinário e os motores foram apreendidos e encaminhados a depósitos públicos credenciados.A área foi formalmente embargada por fiscais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), que devem calcular o valor das multas administrativas baseadas na extensão do dano ao solo e aos recursos hídricos da região de Mato Grosso.

A reportagem, fundamentada nos registros oficiais da Polícia Militar Ambiental, confirma que o empresário foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil para o registro da ocorrência e demais providências legais. O caso segue sob investigação para apurar a profundidade da degradação ambiental e a destinação do ouro extraído ilegalmente.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Briga generalizada em residência termina com três feridos e ataque a faca em Itaúba

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PMMT

 

Uma briga generalizada mobilizou equipes da Polícia Militar na tarde de sábado (18), no bairro Cidade Alta, em Itaúba. O desentendimento, que envolveu agressões físicas e o uso de armas brancas, resultou em três pessoas feridas. O episódio ocorreu em uma residência na Rua Aldino Borges, após o consumo de bebidas alcoólicas entre os envolvidos.

De acordo com o boletim de ocorrência, a confusão teve início por volta das 17h30. Um homem de 41 anos teria desferido um soco em outro, de 48 anos, desencadeando a série de agressões. As versões sobre a motivação são conflitantes: enquanto o autor do soco alega legítima defesa, a vítima afirma que, após a discussão inicial, o suspeito saiu do local e retornou armado com uma faca, atingindo-o na região do nariz.

Vítimas e intervenção de terceiros

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A Polícia Militar localizou a vítima de 48 anos em um estabelecimento comercial próximo ao local da briga. Devido ao ferimento provocado pela facada, ele foi encaminhado imediatamente ao hospital municipal para cuidados médicos.

Durante o atendimento da ocorrência, os militares identificaram uma terceira vítima, um homem de 43 anos, que apresentava um ferimento na cabeça. Em seu relato, ele explicou que não participava da discussão inicial, mas tentou intervir para separar os agressores e acabou sendo atingido por um golpe desferido com um pedaço de madeira.

Fuga de envolvidos e investigação

Testemunhas que presenciaram a confusão relataram à polícia que uma mulher também teria participado ativamente da briga generalizada, mas ela conseguiu fugir do local antes da chegada da viatura policial.

O caso foi registrado como lesão corporal e segue agora sob a responsabilidade da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. Os investigadores devem ouvir todos os envolvidos e testemunhas para esclarecer a dinâmica dos fatos e determinar as responsabilidades criminais de cada participante.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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