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Agronegócio

Milho disponível em Mato Grosso sobe 7,4% aponta IMEA

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foto: arquivo/assessoria

 

O preço da saca disponível do milho no Estado aumentou 7,49% dois negócios feitos, semana passada, e fechou na última sexta-feira a R$ 58,12/saca, no indicador do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), no boletim semanal, divulgado esta tarde.

O preço do milho na B3 finalizou a semana na média de R$ 77,35/saca, pautado pelas chuvas que afetaram os trabalhos a campo.

Diante do recuo dos Estados Unidos sobre taxação ao México, a cotação do milho em Chicago atingiu a média de US$ 4,92/bu na última semana.

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Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes [email protected]

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Agronegócio

Peixe SP alerta para os perigos econômicos e sanitários da importação de tilápia do Vietnã

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Foto: Pixabay

A importação de tilápia do Vietnã segue ameaçando a piscicultura brasileira. “Um dos sinais de alerta está na economia. A tilápia importada chega ao Brasil com preços significativamente mais baixos por não ter de lidar com a carga tributária que enfrentamos, exigências ambientais rigorosas e custos extremamente elevados com ração, energia e licenciamento”, explica Marilsa Patricio, executiva da Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União (Peixe SP).

Em três meses, foram importadas mais de 3.500 toneladas de tilápia do Vietnã. Outro sinal de alerta é a queda do preço pago ao produtor brasileiro, que passa a sofrer com margens ainda mais apertadas e aumento da oferta de maneira exponencial, o que pressiona ainda mais o mercado e inviabiliza pequenos e médios piscicultores.

Também é preocupação o alto risco sanitário devido à possível disseminação do Tilápia Lake Vírus (TiLV). “Historicamente, o Vietnã sofre com o TiLV, que pode causar até 90% de mortalidade dos peixes. Nós não temos esse vírus em nosso país e a importação de tilápia com origem desconhecida pode colocar em risco décadas de controle sanitário em um dos setores que mais crescem entre as proteínas animais no Brasil”, destaca Marilsa Patrício.

Além dos impactos econômicos e sanitários, a importação de tilápia não tem fundamento em termos produtivos. O Brasil é o quarto maior produtor da espécie no mundo, com mais de 700 mil toneladas por ano. Em dez anos, a oferta interna cresceu mais de 58%, resultado dos investimentos cada vez maiores em tecnologia, genética, gestão e processamento. “A continuidade da importação coloca em risco o contínuo desenvolvimento da piscicultura nacional e pode resultar em redução crítica de investimentos”.

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Os impactos sociais são tão devastadores quanto os demais. A maioria dos produtores de tilápia no Brasil são de pequeno ou médio porte. A piscicultura é responsável pela geração de renda, empregos e desenvolvimento de áreas rurais. “Permitir a importação representa dificultar a sobrevivência das propriedades e enfraquecer o cooperativismo, colocando em xeque milhares de famílias”.

Por fim, a Peixe SP indica ao consumidor que verifique a procedência do filé que está comprando. “Essa é uma forma de zelarmos pela indústria brasileira, bem como pelos empregos, economia e toda a cadeia produtiva da piscicultura”, finaliza Marilsa.

AGROLINK & ASSESSORIA

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Pecuária de Goiás: fator China e cenário global podem impulsionar exportações recordes

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Foto: Divulgação

Com demanda internacional aquecida e possível flexibilização de cota chinesa, setor goiano vive expectativa de novo boom

A pecuária de corte em Goiás vive um momento estratégico no cenário internacional. Com o Brasil consolidado como maior produtor e exportador mundial de carne bovina, o estado, responsável por cerca de 12,5% das exportações nacionais, acompanha de perto os desdobramentos do mercado global, especialmente o chamado “fator China”, que pode redefinir os rumos do setor nos próximos meses.

No primeiro trimestre de 2026, o Brasil já ultrapassou a marca de 4 bilhões de dólares em exportações de carne bovina. Goiás segue esse ritmo. Segundo dados do ComexStat, o estado faturou US$ 496,7 milhões no período, sem miúdos, com valorização da carne em US$ 5,55 por quilo, alta de 15% em dólar. Já o AgroStat aponta que o volume exportado no primeiro bimestre cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 62,2 mil toneladas e receita de US$ 345,4 milhões em equivalente carcaça.

Apesar do desempenho positivo, o mercado internacional ainda impõe incertezas. A China estabeleceu para 2026 uma cota de salvaguarda de 1,1 milhão de toneladas para a carne brasileira, volume 500 mil toneladas inferior ao praticado em 2025. No entanto, o país asiático enfrenta desafios sanitários, como casos de febre aftosa, o que pode levar à revisão dessa restrição para garantir o abastecimento interno.

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De acordo com Marcelo Penha, analista de mercado do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás, o IFAG, há uma possibilidade concreta de suspensão da cota. “Se essa salvaguarda for retirada, podemos ver um dos maiores ciclos de exportação da história recente. Existe uma demanda reprimida significativa, e o Brasil, especialmente Goiás, está bem posicionado para atender esse mercado”, afirma.

A movimentação global também reflete mudanças estruturais. Enquanto Estados Unidos e países europeus reduzem sua produção, ampliando a dependência de importações, o Brasil ganha espaço. No primeiro bimestre, os principais destinos da carne goiana foram os Estados Unidos, com 29,78%, China, com 21,9%, mesmo sob restrições, e Rússia, com 8,85%.

No campo, os efeitos já são sentidos. As escalas de abate em Goiás estão em apenas 6,8 dias, indicando oferta restrita diante de uma demanda aquecida. Esse cenário pressiona os preços e valoriza os animais. Entre janeiro e março de 2026, o preço do bezerro subiu 11,91%, chegando a R$ 3.212,00 por cabeça. Já o boi gordo registrou alta de 10,34%, com o chamado boi China alcançando R$ 350,00 por arroba nas principais praças do estado.

“Essa combinação de oferta ajustada e demanda internacional firme sustenta os preços em patamares elevados. O produtor precisa estar atento, porque o mercado pode reagir rapidamente a qualquer mudança no cenário externo, especialmente envolvendo a China”, destaca Marcelo Penha.

Diante desse contexto, a possível flexibilização das importações chinesas, somada à escassez global de proteína bovina, pode consolidar 2026 como um ano histórico para as exportações brasileiras.

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Imagem: divulgaçãoComunicação Sistema Faeg/Senar/Ifag

FAEG – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE GOIÁS

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Trigo registra recuperação no mercado global

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importacao-de-trigo-em-2025-deve-registrar-o-maior-volume-da-historia

Foto: Canva

 

Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário referente à semana de 10 a 16 de abril, publicada nesta quinta-feira (16), a cotação do trigo apresentou recuperação em Chicago Board of Trade. O bushel do cereal, que havia encerrado o dia 9 de abril a US$ 5,74, fechou o pregão desta quinta-feira a US$ 5,98.

De acordo com a Ceema, as condições das lavouras de trigo de inverno nos Estados Unidos, até 12 de abril, eram classificadas em 32% entre ruins e muito ruins, 34% regulares e 34% entre boas e excelentes. Já o plantio do trigo de primavera alcançava 6% da área prevista, abaixo da média histórica de 7% para o período.

A análise da Ceema também aponta que os embarques de trigo dos Estados Unidos, na semana encerrada em 9 de abril, somaram 320.797 toneladas, elevando o total acumulado no atual ano comercial para 21 milhões de toneladas, volume 15% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano anterior.

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No cenário internacional, a Ceema destaca a revisão na estimativa da safra de trigo da Ucrânia, projetada em 23,5 milhões de toneladas. A redução está associada à revisão da área colhida, estimada em 5,1 milhões de hectares.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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