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Caesp Conecta: Inovações aprimoram atendimentos aos sindicatos rurais e alunos da Faculdade CNA

Fotos; Assessoria
Com a reestruturação da sede do Centro da Agricultura do Estado de São Paulo (Caesp), localizada no 6º andar do prédio do Sistema Faesp/Senar-SP, no centro da capital paulista, o espaço passou por uma ampliação e modernização, com o objetivo de oferecer melhorar ainda mais o atendimento à rede sindical patronal e aos estudantes da Faculdade CNA/Senar.
“É um espaço que vai além da funcionalidade. Moderno, amplo e iluminado, que conecta o tradicional ao contemporâneo, traduzindo nosso compromisso com a excelência e a valorização de cada pessoa que faz parte dessa história”, afirma Tirso de Salles Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar-SP/Caesp e Sindicatos Rurais.
Durante a reformulação do local, cada detalhe foi pensado para oferecer mais conforto, amplitude e eficiência. Os espaços foram redesenhados, com cores mais claras e ambientes mais iluminados, proporcionando um ambiente mais acolhedor e dinâmico para os parceiros comerciais, presidentes de sindicatos e alunos que frequentam o local.
O Caesp passou também por um processo de implantação de novos serviços e parcerias. “Estamos sempre atentos às necessidades dos sindicatos rurais para propor soluções que realmente atendam às demandas dos produtores. Essa modernização do espaço é um reflexo dessa preocupação”, destaca Rogério Maluf, superintendente do Caesp.
Entre as melhorias, destacam-se os 10 novos espaços e computadores dedicados à estudos e provas presenciais do Polo São Paulo da Faculdade CNA, instituição de ensino com nota 4 no ranking do MEC. “Registramos um aumento de 30% no número de alunos atendidos este semestre, em relação ao semestre anterior. Isso demonstra como a reforma contribuiu para a ampliação dos nossos serviços acadêmicos”, afirma Daniela Godoy, assessora de relações institucionais do Sistema Faesp/Senar-SP/Caesp.
“A modernização do Caesp também reflete o nosso compromisso com a sustentabilidade financeira dos sindicatos e a inovação, alinhando-se às novas demandas do setor agropecuário e do ensino. Com essa reestruturação, o Caesp se prepara para continuar sua missão de oferecer suporte a sindicatos rurais, associados e estudantes da Faculdade CNA, com mais qualidade e eficiência, em um espaço que reflete o dinamismo do agro paulista”, finaliza Meirelles.
Mario Luiz Teixeira
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Fotos: Divulgação
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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

Reprodução/Portal do Agronegócio
A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.
Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.
Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor
De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.
O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.
Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.
Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba
Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.
Segundo o levantamento:
- 82% são venezuelanos
- 13% são cubanos
- 2% são bolivianos
- 1% são tunisianos
A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.
Mão de obra interestadual também reforça o setor
Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.
A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:
- Minas Gerais (7%)
- Rio de Janeiro (4%)
- São Paulo (2,5%)
- Pará (2,5%)
Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.
Imigração passa a sustentar operação e economia do interior
Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.
Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.
O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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