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DANONE FAZ BALANÇO DE PRIMEIRO ANO DO “FAZENDA TUDO DE BEM”, PROGRAMA QUE VISA A PROMOÇÃO DO BEM-ESTAR ANIMAL

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em

Assessoria

 

Um ano após assumir o compromisso público de promoção do bem-estar animal na cadeia leiteira, a Danone Brasil conta como foi a primeira fase do “Fazenda Tudo de Bem”. Com um investimento inicial de R$ 3 milhões, o projeto tem como objetivo promover transformações estruturais e setoriais que favoreçam as práticas regenerativas e sustentáveis, tendo o bem-estar animal como o pilar central das ações. Com a primeira fase finalizada e práticas já implantadas, projeta avanços para 2025.

Em 2024, o programa mapeou as necessidades em 98% das fazendas parceiras da Danone, com o apoio da BE.Animal, empresa especializada em desenvolver estratégias para a adoção e aperfeiçoamento de boas práticas de bem-estar animal nas cadeias produtivas da pecuária. Nessa etapa, foram analisados aspectos fundamentais como ambiente, manejo, nutrição, saúde e comportamento dos animais de cada uma das fazendas, para que o programa tenha padronização de processos e seja o mais exclusivo possível em suas ações, atuando de acordo com as necessidades individuais de cada propriedade. O mapeamento indicou áreas de intervenção, como a promoção de ambientes livres de estresse, cuidados sanitários adequados, e práticas mais eficazes de nutrição e colostragem nas primeiras horas de vida dos bezerros.

“Os dados do mapeamento revelam avanços importantes nas práticas de bem-estar animal que podemos aprimorar ao lado de nossos fornecedores de leite parceiros. Atualmente, 95% das deles já contam com algum tipo de suporte técnico, muitos em parceria com outros projetos da Danone, mas sabemos que ainda há espaço para melhorar. Outro ponto importante a ser considerado é que queremos que esses processos sejam padronizados, uma vez que estamos investindo em levar ao campo as técnicas mais modernas e eficazes possível”, explica Leonardo Siman, Gerente de Compra de Leite da Danone Brasil.

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Paralelo a essa etapa, a Danone capacitou seu corpo técnico com a BE.Animal. Entre aulas teóricas e práticas, os especialistas estão prontos para que possam dar suporte aos produtores de leite ao longo de todo o processo.

As práticas do projeto-piloto do Fazenda Tudo de Bem foram introduzidas em 20% de fazendas, iniciando pela capacitação das pessoas que trabalham nas fazendas, em todos os processos da produção do leite. Para que isso seja eficaz, os técnicos da Danone e seus parceiros especializados estão investindo nas pessoas, especialmente nas que estão na linha de frente do trabalho no campo, para que elas entendam a importância do bem-estar animal, bem como as transformações e processos de ajustes que devem ser realizados.

Algumas ações já estão em andamento, como a cura do umbigo, colostragem e aleitamento corretos, para garantir a saúde dos animais desde que nascem.

PRÓXIMA FASE – Com o projeto-piloto em andamento, a Danone deve acompanhar os resultados, fazer ajustes necessários para expandir o programa a outros 30% de fazendas, validando as práticas implementadas e escalando as iniciativas.

“O Fazenda Tudo de Bem é um projeto inovador que visa implementar boas práticas de bem-estar animal na cadeia do leite brasileira, alinhado à meta global da Danone de promover uma produção mais regenerativa e sustentável. Temos parceiros engajados e muito especializados nos ajudando a aplicar todas essas práticas, muito bem-recebidas por nossos parceiros. Além disso, queremos tornar o programa um modelo escalável e replicável, com impacto positivo na saúde dos animais e na qualidade do leite, além de compartilhar com outras indústrias lácteas, pois acreditamos que a melhoria do bem-estar animal é uma agenda coletiva, que deve engajar toda a cadeia do setor”, completa Henrique Borges, Diretor de Compras da Danone Brasil.

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Este avanço reforça a missão da Danone Brasil em apoiar os produtores de leite na transição para práticas mais sustentáveis, destacando o bem-estar animal como um pilar central para a perenidade da atividade leiteira no Brasil.

Sobre a Danone – A Danone é uma empresa global líder em alimentos e bebidas, operando em categorias com foco em saúde, tendências e rápido crescimento. No Brasil, oferecemos produtos Lácteos, produtos à Base Vegetal e Nutrição Especializada, com a missão de levar saúde por meio da alimentação ao maior número de pessoas possível, inspirando práticas de comer e beber mais saudáveis e sustentáveis. A companhia compromete-se a atingir impacto mensurável em nutrição e ações socioambientais, alinhada à visão One Planet. One Health, a qual considera que a saúde das pessoas e do planeta estão interconectadas. Desde 2021, a Danone se tornou a primeira grande empresa alimentícia no Brasil a obter a certificação B Corp™ para todas as suas marcas no país. Globalmente, a Danone redefiniu sua estratégia global de criação de valor, para restaurar seu crescimento, competitividade e criação de valor a longo prazo. Até 2025, a Danone pretende se tornar uma das primeiras empresas a obter a certificação global B Corp™. Com mais de 100.000 funcionários e produtos vendidos em mais de 120 mercados, a Danone gerou $24,2 bilhões de euros em vendas em 2021. O portfólio da Danone inclui marcas internacionais líderes, bem como marcas locais e regionais fortes, incluindo Activia, YoPRO, Aptamil, Aptanutri, Danette, Danone, Danoninho, Actimel, Milnutri, Nutridrink e Souvenaid. Listada na bolsa de valores (Euronext de Paris) e presente no mercado OTCQX, a Danone faz parte dos principais índices de sustentabilidade, incluindo os administrados pela Vigeo Eiris e Sustainalytics, bem como o Índice de Sustentabilidade Ethibel, o MSCI ESG Indexes, FTSE4Good Index Series, Bloomberg Gender Equality Index e Access to Nutrition Index.

Viviane Andrade (FleishmanHillard)

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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