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Metas para 2025 – Planejamento é essencial para conquistar independência financeira e construir patrimônio

Assessoria
Ano Novo, Vida Nova! A clássica frase da virada de ano incentiva milhões de pessoas nesta época a prometerem mudar hábitos. A famosa dieta, a prática regular de exercícios físicos e a organização financeira estão no topo da lista de compromissos feitos, mas que muitas vezes caem no esquecimento com o passar dos meses. Pelo menos no que tange às finanças, a consultora de Negócios do Sicredi Marianne Moraes afirma é que possível traçar planos e segui-los, porém alerta que não é uma tarefa fácil: exige uma dose extra de disciplina, paciência e resiliência.
De acordo com ela, o planejamento financeiro é essencial, seja para a vida pessoal, familiar ou empresarial. É a partir dele que são definidos objetivos e estratégias para alcançá-los, sejam eles de curto, médio ou longo prazos, incluindo aqui a aposentadoria. Para o mundo empresarial, a regra é a mesma: a gestão financeira é primordial para a saúde da empresa, sua manutenção e expansão.
Organizar, planejar e conquistar seria fácil não fosse o cenário de endividamento e inadimplência da população. A última pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que em novembro mais de 68,6 milhões de pessoas estavam com dívidas atrasadas no País, uma proporção de 4 em cada 10 brasileiros adultos com o nome negativado.
O desafio é ainda maior diante da constatação de que os brasileiros não sabem lidar com as finanças pessoais. Outra pesquisa, também da CNDL, revela que as pessoas gastam mais do que ganham, não guardam dinheiro e não se planejam para o futuro. Segundo o levantamento, 81% dos entrevistados não sabem controlar as despesas e somente 18% têm conhecimento total sobre as receitas e gastos pessoais, sendo que a maioria (71%) tem somente conhecimento parcial das finanças e outros 10% têm baixo ou nenhum conhecimento. O descontrole é motivado, conforme afirmado por 39% dos consumidores, pela indisciplina ao registrar os gastos.
A situação pode ser revetida, não imediatamente claro, com atitudes e comportamentos regidos pela educação e organização financeira. E mais, é importante que todos os integrantes da família estejam em sintonia, para que juntos, trabalhem para alcançar os objetivos.
Benefícios do Planejamento
Para a consultora de Negócios do Sicredi, Marianne Moraes, ter um planejamento ajuda a manter o controle financeiro, permitindo uma visão clara de para onde o dinheiro está indo e evita gastos desnecessários. “Você também passa a ter segurança para lidar com imprevistos sem comprometer o padrão de vida atual. E, o planejamento financeiro possibilitará realizar metas de curto e longo prazos, como uma viagem em família ou se programar para a aposentadoria”, exemplifica. Ela acrescenta que quem tem um bom planejamento financeiro e o monitora tem menos estresses relacionados às finanças. Também tem a capacidade de avaliar riscos decorrentes de mudanças econômicas e ajustar o que for necessário.
Mas, e se a pessoa nunca fez um planejamento? Como começar? Marianne aconselha que seja pelo início, com uma boa estruturação das receitas e despesas, e o monitoramento constante. “Estabeleça objetivos financeiros claros, como por exemplo a compra de um carro ou a aposentadoria. E, faça uma reserva de emergência, com um montante que seja de três a seis meses o valor das despesas, para que tenha tranquilidade ao lidar com imprevistos e surpresas”, sugere.
Ainda conforme a especialista, a busca por informação é primordial. Fazer cursos de educação financeira pode ser uma alternativa para que todos os integrantes da família estejam alinhados e saibam tomar as melhores decisões. “Com informação, orientação, compromisso, disciplina e acompanhamento do plano financeiro, as pessoas terão maior controle sobre os gastos, não cairão nas armadilhas do consumismo e terão uma vida mais traquila no futuro”, sustenta Marianne, ao acrescentar que tudo começa pela mudança de hábitos, o que exige esforço. “Não que a pessoa deixará de ter vida, lazer, comer fora de casa. Mas, ela precisa planejar como e quanto irá gastar, para não comprometer o orçamento e o planejamento anual”, defende.
Resultados esperados
Ter um planejamento financeiro para a vida e segui-los só traz resultados positivos. O primeiro deles é a previsibilidade. Saber quanto se ganha e quanto se gasta, e o quanto economizar significa controle sobre as finanças. Poder prever gera confiança, que gera segurança e tranquilidade. O segundo resultado é a facilidade para destinar os recursos a serem investidos. Ao economizar é possível aplicar dinheiro e oportunizar uma renda no futuro, decorrente dos rendimentos das aplicações. E por fim, a estabilidade gerada pelo planejamento, que permite investimentos, traz consigo a construção de patrimônio. Ao não se preocupar com retornos imediados, a pessoa consegue fazer investimentos que tragam resultados a médio e longo prazos, dando solidez o patrimônio.
Apoio em todos os momentos
E para conquistar os objetivos, os associados do Sicredi podem contar com a instituição financeira cooperativa em diferentes etapas do processo ou momentos de vida. As cooperativas possuem especialistas para ajudar no desenvolvimento e na manutenção dos planos. “Disponibilizamos produtos de investimento adequados a diferentes perfis de investidores e objetivos. Também temos programas de educação financeira para associados e toda a comunidade, que fazem a diferença na vida das pessoas”, resume Marianne.
Para saber mais sobre as iniciativas de educação financeira desenvolvidas pelo Sicredi, para associados e a comunidade acesse https://www.sicredi.com.br/nacomunidade/cursos Informações sobre os programas desenvolvidos estão disponíveis em https://fundacaosicredi.org.br/cooperacao-na-ponta-do-lapis/. Associados também podem fazer contato via whatsapp no 51 3358 4770 e para quem deseja se associar basta acessar https://vemprosicredi.com.br/.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos 8,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.800 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.
Nos estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia, Acre, Amazonas, Amapá, Roraima, e algumas cidades de Goiás, o Sicredi está presente em 254 municípios e possui 350 agências, para o atendimento a mais de 1,360 milhão de associados.
Site do Sicredi: www.sicredi.com.br
Redes Sociais: Facebook |Instagram | LinkedIn | YouTube
Imprensa Sicredi
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

Reprodução/Portal do Agronegócio
A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.
Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.
Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor
De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.
O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.
Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.
Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba
Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.
Segundo o levantamento:
- 82% são venezuelanos
- 13% são cubanos
- 2% são bolivianos
- 1% são tunisianos
A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.
Mão de obra interestadual também reforça o setor
Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.
A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:
- Minas Gerais (7%)
- Rio de Janeiro (4%)
- São Paulo (2,5%)
- Pará (2,5%)
Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.
Imigração passa a sustentar operação e economia do interior
Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.
Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.
O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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