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Família realiza sonho de morar no campo e aprimora gestão financeira

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Foto: Assessoria de Comunicação Famasul

 

 

Foi em Aquidauana que Siomara Andrade e seu esposo, Fernando Cezar Andrade, realizaram um grande sonho: morar no campo e viver rodeado pela natureza, cuidando de galinhas, vacas e outros animais. Nessa trajetória, eles conheceram a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) e, mais tarde, o programa Fortalecer, que trouxe lições sobre gestão financeira para a família.

Essa é a história que vamos conhecer no #TransformandoVidas:

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Siomara e Fernando vieram do interior de São Paulo, mas escolheram o Mato Grosso do Sul como lar, encantados pelas belezas naturais e pelo estilo de vida rural que o estado oferece. “Sempre sonhamos em ter uma chácara aqui, criar gado e galinhas. Amamos esse ambiente”, compartilha Siomara.

O amor pelos animais se uniu à dedicação pela propriedade que conquistaram. E, com o passar do tempo, o desejo de aprender mais sobre a rotina de produtores rurais os motivou a buscar conhecimento, com a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG). “Nós estávamos na casa do nosso vizinho e a nossa técnica de campo estava lá fazendo o atendimento e perguntou se gostaríamos de ser atendidos pelo Senar”, relembra Siomara.

A ATeG foi o começo de um contato que criou um laço entre os produtores e o Senar/MS, que depois se consolidou com o Fortalecer. O programa, que trabalha o desenvolvimento pessoal e profissional, auxiliou a família na gestão financeira.

Siomara recorda um momento difícil que marcou a importância dessa ajuda: o único meio de transporte da família, que era o carro, estava com o motor fundido. “Nós conseguimos passar por essa fase, consertando o carro, sabendo melhor onde gastar e finalizando com nosso carro praticamente com todas as peças trocadas, sem precisar fazer empréstimo ou algo que piorasse nossa receita”.

Hoje, o casal compartilha o sentimento de realização. “Sabe quando nós estamos na fase de dever cumprido? Porque nós tínhamos o sonho de ter a chácara e nós temos”, enfatiza a produtora.

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 (Com Pâmela Machado – Famasul)

Redação Sou Agro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Fotos: Divulgação

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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