Suinicultura
Pó Secante Potencializa Bem-Estar e Vitalidade de Leitões Recém-Nascidos

Reprodução
Os suinocultores buscam cada vez mais obter leitegadas numerosas, homogêneas, com bom peso ao nascer e com potencial elevado para desempenho futuro. O sucesso nesse objetivo depende fundamentalmente de um manejo adequado durante o parto e o pós-parto. Aneilson Soares, gerente técnico da Trouw Nutrition, destaca a importância do manejo correto para o desenvolvimento saudável dos leitões.
A primeira fase da vida dos suínos é crucial para seu desenvolvimento e, consequentemente, para seu desempenho produtivo na fase adulta. “Criar um ambiente saudável para os leitões requer uma gestão cuidadosa da saúde, nutrição e manejo nas fases iniciais – do nascimento ao desmame. Esse cuidado é vital para o sucesso produtivo da leitegada. Seguir práticas básicas de bem-estar animal, como a secagem imediata dos leitões após o nascimento, é essencial, pois, fisiologicamente, eles têm capacidade termorreguladora limitada e reservas energéticas insuficientes para além das primeiras horas pós-nascimento”, alerta Aneilson.
Quando a temperatura ambiente é inferior à corporal dos leitões, eles perdem rapidamente suas reservas energéticas. Para manter a temperatura ideal e evitar que o organismo dos leitões precise trabalhar excessivamente para regular essa diferença, é necessário adotar medidas que aqueçam o ambiente e garantir a ingestão de colostro logo após o nascimento. O uso de pó secante é uma das principais estratégias para reduzir o intervalo entre o nascimento e a primeira mamada, além de minimizar a perda de calor corporal.
A Trouw Nutrition apresenta o TNSec+, um pó secante desenvolvido para promover o bem-estar dos leitões recém-nascidos, aumentando sua vitalidade e o acesso rápido ao colostro. Segundo Ednilson Araujo, coordenador técnico da Trouw Nutrition, o TNSec+ também apoia o manejo da cura e cicatrização do cordão umbilical, melhora a qualidade do ambiente ao reduzir umidade, odores e amônia. “O TNSec+ pode ser aplicado diretamente sobre os leitões e/ou nas instalações. Ele facilita a secagem e estabilização da temperatura dos animais recém-nascidos sem formar grumos, além de ajudar a manter o ambiente seco e com melhor qualidade do ar ao reduzir a umidade das baias”, recomenda.
Com a implementação do TNSec+, é possível otimizar o bem-estar dos leitões, garantindo um início de vida mais saudável e produtivo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Suinicultura
Prorrogação de incentivo fiscal garante competitividade à suinocultura de Mato Grosso

Granja de suínos em Campo Verde MT
Medida estende benefício do ICMS até dezembro de 2026 e atende pedido urgente da Acrismat. Queda no preço do suíno vivo, que saiu de R$ 8,00 para R$ 6,20 no ano, pressionava produtores.
A [Suinocultura em Mato Grosso] ganhou um aliado importante para atravessar a tempestade econômica do primeiro semestre de 2026. O Governo do Estado oficializou a prorrogação do crédito presumido de ICMS via Proder (Programa de Desenvolvimento Rural) até o dia 31 de dezembro de 2026. O incentivo, que venceria agora no final de abril, mantém a redução de carga tributária em 75% para operações interestaduais com animais vivos.
A decisão do Conselho Deliberativo (Condeprodemat) não veio por acaso. O setor enfrenta um início de ano desafiador, com as margens de lucro sendo “esmagadas” pela desvalorização do animal:
- Janeiro/2026: R$ 8,00 por quilo do suíno vivo.
- Abril/2026: R$ 6,20 por quilo do suíno vivo.
- Impacto: Uma desvalorização de 22,5% em apenas 90 dias, o que colocava em risco a permanência de muitos produtores na atividade.
O QUE MUDA COM A PRORROGAÇÃO?

Na prática, o benefício fiscal funciona como um mecanismo de defesa para o produtor mato-grossense conseguir vender para outros estados sem ser “engolido” pelos custos:
- Competitividade: Reduz o custo da exportação interestadual de suínos destinados ao abate, engorda e reprodução.
- Previsibilidade: O produtor pode planejar seus investimentos sabendo que a carga tributária não subirá bruscamente em maio.
- União Setorial: A medida foi fruto de uma articulação pesada entre Acrismat, Famato, Imea e Sedec, reforçando a importância do setor para o PIB estadual.
O IMPACTO EM LUCAS DO RIO VERDE E REGIÃO
Para cidades como Lucas do Rio Verde, que formam o coração da produção de proteína animal no estado, a manutenção do incentivo é vital. A suinocultura local está integrada a uma cadeia que movimenta fábricas de ração, transporte e frigoríficos.
“Esse incentivo é fundamental para a manutenção de produtores na atividade”, afirma Frederico Tannure Filho, presidente da Acrismat.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Suinicultura
Demanda sazonal eleva preços dos principais cortes suínos

Divulgação
A demanda por alguns cortes suínos tipicamente consumidos nas festas de final de ano tem se aquecido no mercado atacadista, elevando as cotações, conforme levantamentos do Cepea.
Segundo o Centro de Pesquisas, a média do pernil negociado no atacado do estado de São Paulo na parcial de dezembro (até o dia 16) está em R$ 14,11/kg, 2,3% acima da registrada em novembro.
Entre os outros cortes tradicionalmente mais demandados neste período, o lombo também vem se destacando, conforme pesquisas do Cepea.
Alessandro Araújo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Poder de compra se enfraquece em outubro

Foto: Pixabay
O poder de compra do suinocultor paulista frente ao milho e ao farelo de soja vem se enfraquecendo em outubro, no comparativo com o mês anterior, indica levantamento do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, enquanto o suíno vivo tem se desvalorizado, refletindo a demanda desaquecida, o preço do milho apresenta pequena elevação.
Para o derivado da soja, o movimento também é de baixa, mas menos intensa que a observada para o animal. Pesquisadores ressaltam que, apesar da queda no poder de compra frente ao milho em outubro, o desempenho segue acima da média, considerando-se a série histórica do Cepea, iniciada em janeiro de 2004.
CEPEA/ESALQ
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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