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Agosto Lilás: Faesp/Senar-SP recebe palestra sobre Lei Maria da Penha




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O evento, realizado na sede da entidade em São Paulo, foi transmitido on-line para todos os sindicatos rurais paulistas – Assessoria

 

Como parte do “Agosto Lilás – Mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher”, o sistema Faesp/Senar-SP ofereceu a palestra “Lei Maria da Penha e Violência Contra as Mulheres”. A secretária de Políticas Públicas de Jaú Cândida Ferreira palestrou na sede da entidade e apresentou números, relatos e ações de conscientização e apoio que as mulheres precisam no enfrentamento da violência.

Cândida é também advogada no combate à violência contra mulheres e meninas e destaca alguns desafios em relação a violência da mulher no campo: subnotificação de denúncias, distância de serviços de atendimento à mulher, isolamento e vergonha, desconhecimento da violência e a ausência de classificação dos boletins de ocorrência.

A Lei Maria da Penha é uma ferramenta de transformação e todas as mulheres devem saber do que se trata e como utilizá-la para coibir os abusos de seus parceiros. Para Juliana Farah, vice-presidente da Comissão Semeadoras do Agro da Faesp, “essa palestra reforça o compromisso com as mulheres do campo e é uma ótima oportunidade para esclarecer os direitos que todas nós temos, mas que poucas sabem como fazer valer”

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A palestra “Lei Maria da Penha e Violência Contra as Mulheres” foi transmitida ao vivo pela internet para os mais de 230 sindicatos rurais paulistas. “A Faesp, o Senar-SP e os sindicatos rurais apoiam iniciativas em prol das mulheres, a Comissão Semeadoras do Agro e seus programas é um bom exemplo, promovendo a visibilidade da mulher do campo. As produtoras e as trabalhadoras rurais podem ter a certeza de que sempre poderão contar com o nosso Sistema”, explica o presidente, Tirso Meirelles.

Mario Teixeira

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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