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Dr. Eugênio recomenda deputado goiano a criar corredor ecológico apenas no Estado de Goiás

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Foto: JL Siqueira / Assessoria AL

 

Deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB) recomendou ao deputado federal Ismael Alexandrino (PSD-GO) para criar o corredor ecológico de 40 km da onça pintada apenas no Estado de Goiás. Ele fez a proposta na sessão desta quarta-feira (26/6), na Assembleia Legislativa.

O parlamentar goiano é autor do Projeto de Lei 909/2024 da Câmara dos Deputados, que cria um corredor ecológico de 20 Km em cada margem do rio Araguaia nos Estados de Goiás e Mato Grosso, no total de 40 Km. O corredor tem objetivo de proteger a onça pintada, do topo da cadeia alimentar, e que regula o equilíbrio das espécies da fauna.

“Vou fazer uma proposta para o deputado Ismael Alexandrino: se o senhor está convencido desse projeto, que esse projeto é maravilhoso, que leve os 40 Km para o Estado de Goiás, faça lá em Goiás”, recomendou.

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Segurança alimentar

O deputado diz que a proposta impacta o desenvolvimento do Araguaia e a produção de Mato Grosso.

“Nós não precisamos desses 40 Km para defender onça pintada. Queremos defender a segurança alimentar do povo de Mato Grosso. Não pode um Estado onde produzimos tanto e tem indígenas passando fome, tem cidadão mato-grossense passando fome. Isso é vergonhoso para nós”, justifica Dr. Eugênio.

Dr. Eugênio afirma que a Assembleia Legislativa “precisa debater sim esse projeto de segurança alimentar”.

O deputado esteve em dois dias de debate do tema no começo do mês, em Brasília, na sede da Procuradoria Geral da República, onde estavam representantes de Organizações Não-Governamentais (ONGs), pesquisadores, autoridades de Goiás, a secretária de Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti e procuradores.

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Redação/AguaBoaNews

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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