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Agronegócio

Boi gordo tem dia de estabilidade nas praças paulistas

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Foto: Canva

 

O mercado do boi gordo iniciou a quinta-feira (18) com estabilidade nas praças paulistas, segundo a análise do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria. O cenário refletiu o preenchimento das escalas de abate de dezembro pela maior parte das indústrias, além do início da programação para janeiro, com média de 13 dias. Parte dos compradores também estava em férias coletivas para manutenção das plantas.

De acordo com a Scot Consultoria, a combinação entre escalas mais confortáveis e menor presença de compradores ativos não pressionou as cotações, sustentadas pela oferta reduzida, principalmente de animais oriundos de confinamento. “Um ponto que ajudou a manter as cotações sustentadas foi a oferta mais diminuta”, destacou o informativo.

Nesse contexto, a cotação de todas as categorias permaneceu estável nas praças paulistas na comparação diária, sem registro de variações nos preços pagos pelos frigoríficos.

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Em Santa Catarina, a oferta de bovinos foi considerada suficiente para atender à demanda, em um cenário influenciado pelo ritmo mais lento típico dos feriados de fim de ano. As escalas de abate no estado atendiam, em média, a 11 dias, segundo a consultoria.

No mercado de Alagoas, o levantamento indicou estabilidade nas cotações para todas as categorias, sem alterações relevantes em relação ao dia anterior.

Situação semelhante foi observada no Espírito Santo, onde o mercado abriu com preços estáveis em todas as categorias acompanhadas pela Scot Consultoria.

No Rio de Janeiro, as cotações também não apresentaram mudanças na comparação diária, mantendo o padrão de estabilidade observado em outras regiões monitoradas pelo informativo.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Cotações Agropecuárias: Demanda sustenta reação do feijão carioca; preto segue sob pressão

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Imagem: Embrapa/Arquivo

O mercado de feijão carioca reagiu parcialmente na semana passada, impulsionado pela retomada das negociações por parte dos compradores, especialmente para lotes de melhor qualidade (nota 9 ou superior).

Produtores tentam elevar os preços, mas esbarram na disponibilidade restrita desses grãos e na dificuldade de repasse ao varejo.

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Já as cotações do feijão preto, de acordo com pesquisadores do Cepea, seguem em queda, pressionadas pela proximidade da segunda safra.

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No consumo, as expressivas altas registradas no campo no início do ano continuam sendo repassadas ao varejo.

Segundo o IPCA, março registrou variações positivas em ambas as variedades. O feijão carioca avançou 15,40% no mês, acumulando alta de 27,73% em 12 meses.

Já o feijão preto registrou valorização de 7,12% em março, movimento que sinaliza recuperação em relação à queda acumulada de 13,95% em 12 meses.

MILHO/CEPEA: Oferta aumenta, e Indicador recua quase 5% em abril

No mercado brasileiro, os valores do milho tiveram quedas intensas na semana passada, influenciados pelo aumento da oferta e pela pressão exercida por compradores.

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Segundo o Cepea, a desvalorização do dólar frente ao Real também reforçou o movimento de baixa de preço do cereal no mercado spot.

Assim, no acumulado da parcial de abril (até o dia 16), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) recuou fortes 4,8% e voltou a operar nos patamares de janeiro deste ano.

Neste contexto, consumidores seguem atentos ao avanço da colheita da safra verão, à melhora do clima para o desenvolvimento da segunda safra e à forte queda do dólar – que reduz a paridade de exportação –, e, assim, negociam apenas de forma pontual, quando existe a necessidade de recomposição dos estoques ou quando vendedores aceitam patamares menores.

Do lado da venda, parte dos agentes se mostra mais flexível nas negociações, mas ainda encontra dificuldades em comercializar grandes lotes.

Com Cepea

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Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Frango fica mais barato que carnes de boi e porco

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Imagem: Freepik

O preço do frango resfriado subiu 6,6% na primeira quinzena de abril, passando de cerca de R$ 6,73/kg em março para R$ 7,18/kg, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq). A alta foi puxada principalmente pelo aumento do frete, pressionado pelo diesel, e pela melhora no consumo no início do mês.

Na comparação com a carne bovina, o frango voltou a ganhar vantagem. Hoje, enquanto o frango gira em torno de R$ 7/kg, o boi no atacado (carcaça) opera na faixa de R$ 20 a R$ 22/kg, o que coloca a relação em cerca de 3 vezes mais caro para a carne bovina. É o maior diferencial dos últimos anos, o que favorece a troca no consumo: quando o boi sobe, o consumidor migra para o frango.

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Já frente à carne suína, o cenário é inverso. A carcaça suína caiu e hoje gira próxima de R$ 12 a R$ 13/kg, reduzindo a diferença para o frango e tornando o suíno mais competitivo. Na prática, o frango ganha mercado do boi, mas perde espaço para o porco.

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No campo, o impacto vai além do preço da carne. O aumento do frete pesa diretamente no custo da cadeia — do transporte de ração ao escoamento da produção — e limita ganhos maiores ao produtor.

O Brasil é um dos maiores players globais da proteína de frango. Em 2025, a produção ficou próxima de 15 milhões de toneladas, com exportações ao redor de 5 milhões de toneladas, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal. Isso significa que cerca de 65% a 70% da produção fica no mercado interno, que segue como principal destino da carne de frango.

O consumo doméstico continua elevado. O brasileiro consome, em média, 45 a 47 quilos de carne de frango por ano, o maior entre as proteínas. Esse volume explica por que pequenas variações de preço têm impacto direto no mercado.

Para o produtor, o momento é de atenção. O preço reage, mas os custos — principalmente transporte e insumos — seguem pressionados. Para o consumidor, o frango continua sendo a proteína mais acessível frente ao boi, mas começa a disputar espaço com o suíno, que ficou mais barato nas últimas semanas.

Com Pensar Agro

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Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Alta dos hortifrúti eleva cesta básica ao maior preço já registrado

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Divulgação

 

Com crescimento semanal de 33,5% para o tomate e de 11,8% para a batata, a cesta básica em Cuiabá apresentou aumento expressivo de 4,34% em seu valor nesta terceira semana de abril, atingindo, em média, R$ 862,76, o maior valor da série histórica apurado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT).

Após um período de estabilidade registrado nas últimas semanas, a cesta básica voltou a apresentar alta, com o valor atual ficando 2,22% acima dos R$ 844,04 observados no mesmo período de 2025.

O presidente da Fecomércio-MTWenceslau Júnior, destaca o avanço no custo da cesta, que compromete o consumo das famílias, especialmente de itens considerados essenciais.

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“O aumento expressivo do valor médio da cesta básica, ultrapassando a marca de R$ 860, interrompe o período recente de estabilidade e reflete pressões intensas concentradas em itens específicos, levando o indicador ao maior patamar da série histórica”, afirmou o presidente.

O levantamento do instituto aponta ainda que a forte elevação dos hortifrutigranjeiros demonstra a alta sensibilidade desses produtos a choques de oferta, contribuindo significativamente para a volatilidade da cesta básica.

É o caso do tomate, que, mesmo após registrar recuo na semana passada, apresentou aumento expressivo e passou a custar, em média, R$ 11,87/kg. A variação pode estar associada ao período de entressafra, visto que a safra de verão está no fim da colheita e a de inverno recém iniciou a produção, reduzindo a quantidade de frutos disponíveis.

Da mesma forma, os preços da batata subiram 11,80%, atingindo média de R$ 5,20/kg. O aumento pode estar associado à baixa oferta do produto, já que a demanda da Semana Santa, somada ao período de chuvas que atrasam as colheitas, reduziu a disponibilidade no mercado.

A alta também foi registrada na farinha de trigo, de 2,08%, que atingiu o preço médio de R$ 5,06/kg. A variação pode estar associada à elevação do preço do trigo, que se encontra em fim de safra, com custos de importação elevados, somados ao aumento dos custos de produção, como fertilizantes e logística.

Sistema S do Comércio, composto pela FecomércioSescSenac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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Blog do Valdemir

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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