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“Esse apoio nos bairros é excelente para quem não tem condições de realizar esses serviços”, afirma beneficiária do Mutirão da Cidadania

Mutirão de Cidadania na Comunidade Santíssima Trindade, no bairro Jardim Umuarama – Foto por: Junior Silgueiro
A Comunidade Santíssima Trindade, em Cuiabá, recebeu, neste sábado (3.4), o Mutirão da Cidadania. Cerca de 200 atendimentos foram realizados. A ação, idealizada pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, é promovida pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) com o objetivo de levar dignidade, inclusão e acesso a direitos essenciais às famílias em situação de vulnerabilidade.
Nesta edição, foram ofertados serviços como plastificação de documentos, emissão de segundas vias de certidões, orientações sobre os programas SER Família, Carteira de Identificação do Autista, além de atendimentos por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine), com o apoio das secretarias adjuntas de Cidadania, Inclusão Socioassistencial, Direitos Humanos e Assistência Social.
Nicole, que levou os filhos para participar do evento, aproveitou a oportunidade para plastificar documentos e ainda relatou ter feito o curso de Confeitaria, por meio do Programa SER Família Capacita, ressaltando a importância dos cursos oferecidos pelo Governo do Estado.
“Fiz o curso de confeitaria, sou estudante de pedagogia e também trabalho com bolos e doces por encomenda. Esses cursos foram essenciais para sustentar os meus filhos e pagar as contas. E esse mutirão aqui no bairro está sendo muito útil, porque eu tenho três filhos e trabalho. Esse apoio nos bairros é excelente para quem não tem condições financeiras para realizar esses serviços. Eu gostei muito”, contou a moradora.

Foto: Junior Silgueiro | Setasc-MT
A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, coronel Grasi Paes, destacou o impacto da ação, principalmente para quem enfrenta dificuldades de acesso aos serviços básicos.
“Ver tanta gente sendo beneficiada por essa ação é extremamente gratificante. Os mutirões foram idealizados com muito carinho pela nossa primeira-dama, Virginia Mendes, justamente para atender quem não tem condições de arcar com custos como a plastificação de um documento ou a emissão de uma segunda via de certidão. Nosso compromisso é seguir promovendo cidadania com eficiência e respeito às necessidades da população”, afirmou.
O padre Elilzo Marques de Oliveira, da Paróquia São Sebastião, destacou a importância da união entre Estado e comunidade para levar cuidado e atenção aos que mais precisam.
“Estamos vivendo um momento muito bonito de parceria entre o Estado e a comunidade, dos nossos paroquianos, principalmente das crianças, dos idosos e das pessoas em situação de vulnerabilidade. É um tempo de reencontro, de solidariedade e de serviço. Que Deus abençoe todos os órgãos presentes e os voluntários que estão fazendo tanto bem. Que cada gesto seja recompensado com muitas bênçãos”, afirmou o religioso.

Foto: Junior Silgueiro | Setasc-MT
Quem também aproveitou a ação foi Cristiane Pereira de Souza, enfermeira com seis anos de experiência, que buscava uma nova oportunidade profissional por meio do atendimento do Sine.
“A minha amiga veio fazer um atendimento na clínica médica e eu aproveitei para ver sobre emprego, porque estou precisando na área da enfermagem. Já estou aproveitando todos os atendimentos. Tudo é útil para a nossa saúde e é um benefício muito grande para a população, essa ação social”, relatou.
Cristiane vê no mutirão uma esperança para voltar ao mercado de trabalho.
“Sou enfermeira, mas não está fácil conseguir emprego. Então estou aqui, fiz o cadastro e espero que apareça uma vaga. Creio que vou conseguir voltar a atuar como eu queria”, concluiu.
A Setasc seguirá com a realização dos mutirões ao longo do ano, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com a cidadania, a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das comunidades mais vulneráveis.

Foto: Junior Silgueiro | Setasc-MT
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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

Reprodução/Portal do Agronegócio
A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.
Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.
Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor
De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.
O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.
Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.
Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba
Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.
Segundo o levantamento:
- 82% são venezuelanos
- 13% são cubanos
- 2% são bolivianos
- 1% são tunisianos
A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.
Mão de obra interestadual também reforça o setor
Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.
A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:
- Minas Gerais (7%)
- Rio de Janeiro (4%)
- São Paulo (2,5%)
- Pará (2,5%)
Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.
Imigração passa a sustentar operação e economia do interior
Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.
Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.
O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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