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Porca dá à luz 45 leitões de uma vez em Minas Gerais e pode entrar para o Guiness Book

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                                                                                    Foto: Pif Paf Alimentos/divulgação

 

O dia 22 de janeiro de 2025 marcou um feito inédito no agronegócio brasileiro. Na Granja Santa Inês, de propriedade da produtora integrada Gilda de Oliveira Santos Silva, localizada em Luz (MG), uma porca do plantel da Pif Paf Alimentos deu à luz 45 leitões.

A empresa estuda registrar o acontecimento no Guinness Book, já que o recorde mundial atual, de 1993, é de 37 leitões nascidos de uma só vez.

“Resultados como esse só podem ser alcançados com a combinação de uma excelente qualidade genética, nutrição adequada e manejo cuidadoso, com destaque para a atenção da equipe de campo no trato dos animais. Embora isso não garanta o sucesso, oferece as melhores condições para que os animais expressem todo o seu potencial reprodutivo”, afirma Airton Martins, gerente-executivo de Agropecuária da Pif Paf.

A empresa já havia registrado números expressivos em sua Granja Dourados, em Patrocínio (MG), onde porcas deram à luz 38 leitões em 2023 e 2024, reforçando a consistência no aprimoramento genético e manejo.

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Bem-estar animal e cuidados na maternidade

Gisele Dela Ricci, especialista em Bem-estar Animal da Pif Paf, enfatizou o compromisso da empresa com práticas éticas e eficientes. “Trabalhamos para assegurar a saúde, o conforto e a segurança dos animais. Isso inclui capacitações, monitoramentos diários e um compromisso com a melhoria contínua. Cada etapa do processo é guiada por princípios que visam práticas mais éticas e eficientes”, disse.

Nas primeiras 24 horas após o nascimento, os leitões recebem colostro, leite rico em anticorpos essenciais para fortalecer o sistema imunológico. Para garantir que todos tenham ingerido colostro, os animais são marcados com tinta atóxica. Quando o número de leitões excede a capacidade da porca, é comum transferi-los para outras fêmeas para assegurar que todos sejam alimentados adequadamente.

Durante a fase de maternidade, as fêmeas são mantidas em gaiolas de parição, conforme permitido pela legislação, com cuidados para oferecer conforto, controle de temperatura e alimentação de qualidade.

Luis Roberto Toledo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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