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UPL Brasil reduzirá 40% das emissões de gases de efeito estufa até 2026, afirma CEO

Fotos: Assesoria
• Resultado será obtido em apenas 5 anos após o primeiro inventário de carbono
• Companhia já registrou diminuição de 25% nas emissões entre 2021 e 2023
A UPL Ltd. (NSE: UPL, BSE: 512070, LSE: UPLL), fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, reduzirá 40% de suas emissões de gases de efeito estufa (as diretas e as geradas pela aquisição de energia) no Brasil até 2026. O compromisso público foi anunciado pelo CEO da empresa no país, Rogério Castro, durante a abertura da quarta edição do Fórum Planeta Campo, em São Paulo. A redução se dará na comparação com 2021, ano em que a empresa passou a realizar seu inventário de carbono. Em 2023, houve a diminuição de 25%, segundo o Relatório de Sustentabilidade da UPL.
Rogerio Castro afirmou: ”Já usamos energia limpa em nossas fábricas – que são duas no Brasil. A cada dia tornamos nossos processos menos intensivos em carbono. Também vamos apoiar a bioeconomia da Amazônia com a aquisição de créditos de carbono de alta integridade para neutralizar as nossas emissões residuais. Além disso, temos diversas outras iniciativas, sendo uma delas a criação de grande programa de compliance socioambiental, para apoiar produtores rurais de todos os tamanhos, que será anunciada em breve”.
O CEO da UPL Brasil também destacou a participação da empresa no programa Soja Baixo Carbono (SBC), parceria público-privada mantida sob a liderança técnica da Embrapa Soja, e coordenado pela chefe de pesquisa e desenvolvimento da unidade, a doutora Roberta Carnevalli. ”O programa é uma coalizão setorial de grande importância para o Brasil, pois envolve a definição das diretrizes técnicas para mensurar a eficiência das emissões na produção de soja, que é a cultura de maior extensão no país”, destacou.
Para Rogério, projetos como o SBC mostram ”para o mundo que o Brasil produz de uma forma extremamente sustentável”. Esse, aliás, é um dos tópicos que embasam o compromisso global da UPL, cuja meta é reimaginar a sustentabilidade na produção de alimentos. A prestação de contas sobre as ações de sustentabilidade da companhia está no relatório disponível no site uplcomunica.com.br, abrangendo ainda questões sociais e de governança.
Fórum Planeta Campo
A UPL é parceira do Fórum Planeta Campo, realizado em 30 de outubro de 2024. Durante o evento, Rogerio Castro assinou acordo com o Canal Rural e a AgRoss para a produção do programa “Ganhando o Futuro”, que levará informações sobre biossoluções a pequenos agricultores, buscando impulsionar o uso dessas tecnologias. Ezio Costa, diretor global da Natural Plant Protection (NPP), unidade de negócios da UPL focada em biossoluções, reiterou no evento que os agricultores brasileiros lideram a adoção de bioinsumos no mundo.
Sobre a UPL
A UPL Ltd. (NSE: UPL & BSE: 512070, LSE: UPLL) é uma fornecedora global de produtos e soluções agrícolas sustentáveis, com receita anual superior a US$ 6 bilhões. Somos uma empresa com propósito. Por meio do OpenAg®, a UPL está focada em acelerar o progresso do sistema alimentar. Estamos construindo uma rede que está reimaginando a sustentabilidade, redefinindo a maneira como uma indústria inteira pensa e trabalha – aberta a novas ideias, inovação e novas respostas enquanto nos esforçamos para cumprir nossa missão de tornar cada produto alimentício mais sustentável. Como uma das maiores empresas de soluções agrícolas do mundo, nosso robusto portfólio consiste em soluções biológicas e tradicionais de proteção de cultivos com mais de 14.000 registros. Estamos presentes em mais de 130 países, representados por mais de 10.000 colaboradores em todo o mundo. Para obter mais informações sobre nosso portfólio integrado de soluções em toda a cadeia de valor alimentar, incluindo sementes, pós-colheita, bem como serviços físicos e digitais, visite upl-ltd.com e siga-nos no LinkedIn, Instagram e Facebook.
Rafael Iglesias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Fotos: Divulgação
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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

Reprodução/Portal do Agronegócio
A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.
Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.
Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor
De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.
O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.
Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.
Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba
Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.
Segundo o levantamento:
- 82% são venezuelanos
- 13% são cubanos
- 2% são bolivianos
- 1% são tunisianos
A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.
Mão de obra interestadual também reforça o setor
Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.
A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:
- Minas Gerais (7%)
- Rio de Janeiro (4%)
- São Paulo (2,5%)
- Pará (2,5%)
Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.
Imigração passa a sustentar operação e economia do interior
Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.
Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.
O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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