Agronegócio
Premix leva soluções inovadoras para a Feicorte 2024

Assessoria
A Premix, referência nacional em nutrição animal bovina, confirma sua participação na Feicorte 2024 (Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne), que acontece entre os dias 19 e 23 de novembro em Presidente Prudente (SP). O evento reúne produtores, técnicos, pesquisadores e empresas para discutir os desafios e as oportunidades do setor.
Considerada a maior feira indoor de gado de corte da América Latina, a Feicorte, realizada anualmente em São Paulo até 2013, retorna com toda a força agora no Oeste Paulista, que detém o maior rebanho de bovinos do Estado, com cerca de 1,6 milhão de animais.
O evento reunirá os principais players do setor para apresentar as últimas novidades e tecnologias para a produção de carne bovina. Patrocinadora máster da feira, a Premix estará presente com estande exclusivo, onde irá compartilhar conhecimento e soluções inovadoras para a nutrição animal.
Um dos destaques da empresa será a palestra do diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, Lauriston Bertelli Fernandes, no dia 22 de novembro. Ele abordará os benefícios do aditivo 100% natural Fator P para ganho de peso, aumento de desempenho e mitigação de gás metano entérico.
A programação da Feicorte inclui palestras, leilões, demonstrações e diversas outras atividades. Serão mais de 40 empresas expositoras, 500 animais de diferentes raças e 45 palestrantes, reunidos em um espaço de 5.800 m².
Sobre a Premix
Com mais de 46 anos de atuação no mercado, a Premix oferece soluções em nutrição integradas para a pecuária nacional e na América Latina. Com foco em inovação, relacionamento e conhecimento compartilhado, a empresa desenvolve produtos de alta qualidade para bovinos de corte e leite, equinos, ovinos e caprinos, além de aditivos naturais. Seus produtos são personalizados de acordo com o clima, época do ano, região do país, categoria animal e fase de desenvolvimento.
Com moderna estrutura de produção e distribuição, a Premix possui cinco fábricas estrategicamente localizadas em Patrocínio Paulista (SP), Presidente Prudente (SP), Araguaína (TO), Cuiabá (MT), Anápolis (GO) e Paraguai. Também conta com uma ampla rede de centros de distribuição, abrangendo os estados de Paraná, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Pará, Mato Grosso, Tocantins e Rondônia, além de seu escritório central em Ribeirão Preto (SP).
Daniel – DS Vox
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Preço dos ovos reage em maio com alta de até 10% e melhora na demanda

Reprodução
O mercado de ovos iniciou maio em recuperação, com aumento gradual nas vendas e valorização do produto nas principais regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Nos últimos dias, a alta chegou a 10%, refletindo um cenário mais favorável para os produtores.
De acordo com o Cepea, a reação do mercado está diretamente ligada ao escoamento dos estoques acumulados no fim de abril, período em que descontos foram praticados para estimular as vendas. Com a redução da oferta disponível, o setor encontrou espaço para reajustes nos preços.
Início do mês e Dia das Mães aquecem consumo
Outro fator determinante para o movimento de alta foi a retomada da demanda, impulsionada pelo aumento do poder de compra da população no início do mês. Além disso, a proximidade do Dia das Mães levou redes atacadistas e varejistas a reforçarem os estoques, contribuindo para o aquecimento do mercado.
Esse cenário mais dinâmico tem permitido aos produtores negociar valores mais elevados, após um período de maior pressão sobre os preços.
Mercado segue atento ao consumo
A tendência para as próximas semanas dependerá principalmente da continuidade da demanda. Caso o ritmo de consumo se mantenha, o mercado pode sustentar os atuais patamares ou até registrar novos avanços, consolidando a recuperação observada neste início de maio.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Safra de laranja deve cair com bienalidade e avanço do greening, aponta mercado

Fundecitrus
O setor citrícola brasileiro acompanha com atenção a divulgação da primeira estimativa da safra 2025/26, que deve indicar recuo na produção em relação ao ciclo anterior. A avaliação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, que aponta a bienalidade negativa e o avanço do greening como os principais fatores de pressão sobre os pomares.
A expectativa do mercado é de que os números influenciem diretamente os preços e os volumes de contratos firmados com a indústria para a nova temporada, especialmente no segmento de suco de laranja.
Doença e ciclo produtivo limitam produtividade
A chamada bienalidade negativa — característica natural da cultura, que alterna anos de maior e menor produção — deve impactar o rendimento das lavouras. Ao mesmo tempo, o avanço do greening (HLB), uma das principais doenças da citricultura, segue comprometendo a produtividade e elevando os custos de manejo.
Segundo o Cepea, a combinação desses fatores deve continuar pressionando o setor também no ciclo seguinte, com expectativa de novo recuo na produção em 2026/27.
Clima melhora, mas ainda gera preocupação
As condições climáticas apresentaram melhora nos primeiros meses de 2026, com boa umidade no cinturão citrícola, o que trouxe algum alívio aos produtores. No entanto, a previsão de temperaturas ligeiramente acima da média mantém o sinal de alerta quanto ao potencial produtivo ao longo da temporada.
Diante desse cenário, a definição da safra 2025/26 será determinante para o comportamento do mercado, especialmente no que diz respeito à formação de preços e ao planejamento da indústria nos próximos meses.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Mercado avícola reage em abril, mas preços seguem abaixo do ano passado

SEAPA/Divulgação
Após um início de ano marcado por quedas consecutivas, o mercado avícola brasileiro encerrou abril em recuperação, com alta nas cotações ao longo de toda a cadeia. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o movimento foi impulsionado principalmente pelo aumento da demanda doméstica por carne de frango e pelos reajustes nos custos de frete.
Na Grande São Paulo, o frango inteiro congelado fechou o mês com média de R$ 7,16 por quilo, avanço de 7,4% em relação a março. Apesar da reação, o valor ainda é considerado baixo frente ao mesmo período do ano passado e permanece abaixo do pico registrado em janeiro, quando atingiu R$ 7,47/kg, em termos reais.
Demanda e frete puxam recuperação
De acordo com pesquisadores do Cepea, a alta dos preços se intensificou na segunda metade da primeira quinzena de abril, período tradicionalmente marcado pelo aumento do consumo, impulsionado pelo pagamento de salários. A elevação nos preços dos combustíveis também contribuiu para o cenário, encarecendo o frete e pressionando os valores ao longo da cadeia.
Mesmo com a recuperação, o produto acumula desvalorização real de 8,9% desde dezembro, refletindo um cenário ainda desafiador para o setor.
Feriados freiam avanço no fim do mês
Na segunda quinzena de abril, o ritmo de alta perdeu força. Segundo o Cepea, os feriados nacionais de Dia de Tiradentes e do Dia do Trabalho impactaram negativamente a demanda, reduzindo o consumo e provocando ajustes pontuais nos preços.
O comportamento do mercado nas próximas semanas deve seguir atrelado ao ritmo da demanda interna e aos custos logísticos, fatores que continuam determinantes para a formação das cotações no setor avícola.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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