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Agricultura

Plantio de soja 2024/25 já ultrapassa metade da área prevista, afirma Conab

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em

Foto: Pixabay

 

A semeadura da safra de soja 2024/25 no Brasil alcançou 53,3% da área prevista até o domingo (3), informou em boletim de progresso de safra, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O avanço foi de 15 pontos percentuais em relação à semana anterior.

Em comparação com igual período da safra 2023/24, os trabalhos estão adiantados em 4,9 pontos percentuais.

O estado que está com os trabalhos mais acelerados no plantio da oleaginosa é São Paulo, com 93% da área já semeada. Em seguida vêm Mato Grosso (o maior produtor), com 79,5%, e Mato Grosso do Sul, com 79%. Paraná tem 74% dos trabalhos concluídos.

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Milho verão

Quanto ao milho verão 2024/25, a área semeada até agora alcança 42,1%, avanço de 5,3 pontos percentuais em relação à semana passada e de 2,1 pontos percentuais ante igual período da safra 2023/24.

O Paraná conta com 97% da área semeada, seguido de Santa Catarina, com 90%, e do Rio Grande do Sul, com 83%, segundo a Conab.

Trigo

A colheita de trigo 2023/24, por sua vez, alcança 69,3% da área semeada, 13,3 pontos percentuais acima do verificado na semana passada, mas atraso de 2,5 pontos percentuais ante igual período da safra 2022/23. A colheita ainda precisa ser concluída no Paraná, que tem 91% dos trabalhos encerrados; no Rio Grande do Sul, com 44%, e em Santa Catarina, com 31%.

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Arroz

A semeadura do arroz 2024/25 alcançava, até domingo, segundo a Conab, 54,9% da área, avanço de 11,2 pontos porcentuais em relação à semana anterior e atraso de 2,5 pontos porcentuais em comparação com igual período da safra passada. O Rio Grande do Sul, principal produtor, já concluiu 67% dos trabalhos.

Feijão

Por fim, a semeadura de feijão de primeira safra 2024/25 atingia, até domingo, 36,3% da área prevista, avanço de 3,3 pontos porcentuais na comparação com a semana passada. Em relação a igual período da safra 2023/24, quando 30,5% da área havia sido trabalhada, há avanço de 5,8 pontos porcentuais

Estadão Conteúdo/Luis Roberto Toledo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtoras recebem apoio para cultivo em Várzea Grande

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Reprodução/Secom VG

Produtoras da agricultura familiar da comunidade Sadia III, em Várzea Grande, estão recebendo insumos e assistência técnica para o cultivo de maracujá e banana-da-terra.

A ação inclui a entrega de cerca de 17 toneladas de esterco bovino, usado no preparo do solo, além de acompanhamento semanal nas propriedades com orientações sobre manejo e plantio. O trabalho é feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente em parceria com a Empaer.

Segundo as produtoras, o apoio tem ajudado a melhorar a produção. Sem estrutura própria, elas afirmam que o preparo da terra e o manejo das culturas seriam mais difíceis sem assistência técnica.

O acompanhamento também permite corrigir falhas durante o cultivo e evitar perdas na lavoura.

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De acordo com a Prefeitura, cerca de 3 mil famílias da zona rural de Várzea Grande recebem esse tipo de suporte, voltado à produção e geração de renda no campo.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Preços do arroz recuam com indústria cautelosa

Publicado

em

Gerada por IA

O mercado de arroz em casca vem perdendo sustentação, pressionado pela menor liquidez, pelo avanço da colheita e pelo enfraquecimento da demanda ao longo da cadeia produtiva. A análise foi divulgada nesta quarta-feira (29.04) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com pesquisadores do Cepea, a redução nas negociações do arroz beneficiado, somada à postura mais cautelosa de indústrias e produtores, tem limitado os negócios e pressionado as cotações. Na última semana, os preços oscilaram entre regiões: em áreas com menor disponibilidade, compradores chegaram a elevar pontualmente a disposição de pagamento.

Por outro lado, a comercialização do arroz beneficiado segue enfraquecida, com menor interesse do atacado e do varejo por grandes volumes. Esse cenário restringe os repasses e aperta as margens industriais, levando parte das beneficiadoras a recuar nas compras, enquanto outras reduziram as ofertas no mercado de matéria-prima.

Outro fator de pressão é a perda de competitividade do arroz brasileiro no mercado externo, diante da retração das exportações e de preços internacionais mais pressionados.

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Mesmo com o viés de baixa, agentes do setor acompanham os desdobramentos dos mecanismos oficiais de apoio à comercialização, como leilões voltados ao escoamento da produção.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Novo padrão do Mercosul muda venda de morangos no Brasil

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Internet

Você já reparou que os morangos estão diferentes nas prateleiras? Bandejas mais organizadas e frutas com aparência uniforme já refletem a adoção de um novo padrão de comercialização no país. A mudança foi estabelecida pela Portaria nº 886/2026 do Ministério da Agricultura e Pecuária e já está em vigor em todo o Brasil. A medida alinha o país às normas do Mercosul com referências internacionais, incluindo padrões da União Europeia.

De acordo com o Ministério, os morangos são apenas um dos produtos incluídos nesse processo de padronização, que abrange diferentes itens hortícolas. O destaque recente se deu, porque houve atualização normativa específica, mas ele não é o único produto sujeito a padronização, é apenas um entre vários dentro das regras do Mercosul e referências internacionais.

O que muda na prática

A nova regulamentação atualiza critérios de identidade, qualidade, classificação e rotulagem do morango, tornando a comercialização mais rigorosa. Entre as principais exigências estão:

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Classificação por tamanho (calibre): pequeno, médio e graúdo;

Avaliação de qualidade: cor, formato, firmeza e ausência de defeitos;

Embalagens mais padronizadas, com menor variação de peso;

Rotulagem detalhada, com origem, categoria e identificação do produtor.

Mais padronização nas prateleiras

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A exigência de uniformidade dentro das embalagens explica o aspecto mais homogêneo das bandejas. As frutas precisam seguir um padrão visual mais consistente, o que facilita a comercialização e amplia o potencial de exportação.

Impacto no preço

A adoção das novas regras pode gerar custos adicionais aos produtores, como seleção mais criteriosa e adequação dos processos. Por outro lado, especialistas apontam que a padronização tende a reduzir perdas e desperdícios ao longo da cadeia produtiva, o que pode contribuir para maior estabilidade de preços ao consumidor no médio prazo.

Processo contínuo

A medida faz parte de um movimento mais amplo de harmonização de normas agrícolas no âmbito do Mercosul. Isso significa que outros produtos já seguem ou ainda passarão a seguir padrões semelhantes.

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VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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