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Agronegócio

Congresso das Mulheres do Agro destaca sustentabilidade e inovação com presenças de produtoras rurais de Mato Grosso

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Assessoria

O 9º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), realizado nos dias 23 e 24 de outubro em São Paulo, reuniu centenas de lideranças femininas de todo o país, reforçando o papel do agronegócio brasileiro frente aos desafios globais de segurança alimentar e sustentabilidade. Com o tema “Mulher Agro Brasileira: Voz para o Mundo”, o evento debate tendências e soluções inovadoras para o setor, trazendo um espaço enriquecedor para troca de experiências entre lideranças de todo o Brasil.

Presente no evento representando o Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde, a presidente, Denise Hasse, enfatizou a importância de integrar tecnologia e práticas sustentáveis ​​no agronegócio, ressaltando o compromisso da região com a inovação responsável. “Precisamos garantir que as inovações tecnológicas e as boas práticas ambientais e em juntas. Em Lucas do Rio Verde, estamos empenhados em desenvolver projetos que promovam esse equilíbrio, buscando sempre a sustentabilidade e a produtividade”, comentou o presidente, comprometido com um agronegócio que equilibra desenvolvimento e preservação ambiental.

O evento contou com palestras de especialistas renomados, entre eles o Prêmio Nobel da Paz Rattan Lal, que abordou os riscos crescentes de insegurança alimentar e energética no mundo e o papel do Brasil na mitigação desses problemas. Para Lal, a agricultura brasileira possui grande potencial para liderar em práticas de produção sustentável que ajudam a combater os efeitos das mudanças climáticas. Sua palestra trouxe um forte apelo à adoção de práticas que conciliem a produtividade com a conservação ambiental, reforçando o valor da produção agrícola brasileira no contexto global.

Denise Hasse destacou que o conhecimento adquirido com a divulgação do congresso será essencial para iniciativas inovadoras no Mato Grosso. Ela e os demais representantes do estado participaram de rodadas de conversas e palestras sobre os avanços do agronegócio sustentável, trazendo reflexões que serão aplicadas em suas respectivas regiões. “O CNMA proporcionou uma visão global dos desafios que enfrentamos, e esse tipo de troca é fundamental para que possamos aplicar soluções sustentáveis ​​em nossa realidade local”, afirmou Hasse, reforçando o compromisso de Lucas do Rio Verde com práticas responsáveis.

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Para Ana Paula Cordeiro, presidente do sindicato de Castanheira, a abordagem de Rattan Lal sobre segurança energética e fontes de energia renováveis ​​também foi inspirada. “Vamos estudar formas de incorporar soluções sustentáveis ​​em nossa produção, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a economia local”, afirmou Cordeiro. Já Juliana Mesquita, de Guiratinga, destacou a importância de preparar as futuras gerações para continuarem esse trabalho sustentável.

O CNMA 2024 marcou um ponto de inflexão para as mulheres do agronegócio de Mato Grosso, que retornaram ao estado com um rico repertório de ideias e práticas. Fortalecidos pelo evento, esses líderes estão determinados a aplicar os conhecimentos adquiridos para promover um desenvolvimento agrícola que respeite o meio ambiente, impulsione a economia local e contribua para a segurança alimentar mundial.

A participação dos presidentes dos sindicatos rurais de Mato Grosso no evento simboliza o crescente protagonismo feminino no setor agrícola e reforça o compromisso das lideranças do estado em promover um agronegócio cada vez mais consciente e sustentável, posicionando o Brasil como referência em produção responsável.

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Agronegócio

Preço dos ovos reage em maio com alta de até 10% e melhora na demanda

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Reprodução

O mercado de ovos iniciou maio em recuperação, com aumento gradual nas vendas e valorização do produto nas principais regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Nos últimos dias, a alta chegou a 10%, refletindo um cenário mais favorável para os produtores.

De acordo com o Cepea, a reação do mercado está diretamente ligada ao escoamento dos estoques acumulados no fim de abril, período em que descontos foram praticados para estimular as vendas. Com a redução da oferta disponível, o setor encontrou espaço para reajustes nos preços.

Início do mês e Dia das Mães aquecem consumo

Outro fator determinante para o movimento de alta foi a retomada da demanda, impulsionada pelo aumento do poder de compra da população no início do mês. Além disso, a proximidade do Dia das Mães levou redes atacadistas e varejistas a reforçarem os estoques, contribuindo para o aquecimento do mercado.

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Esse cenário mais dinâmico tem permitido aos produtores negociar valores mais elevados, após um período de maior pressão sobre os preços.

Mercado segue atento ao consumo

A tendência para as próximas semanas dependerá principalmente da continuidade da demanda. Caso o ritmo de consumo se mantenha, o mercado pode sustentar os atuais patamares ou até registrar novos avanços, consolidando a recuperação observada neste início de maio.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Safra de laranja deve cair com bienalidade e avanço do greening, aponta mercado

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Fundecitrus

O setor citrícola brasileiro acompanha com atenção a divulgação da primeira estimativa da safra 2025/26, que deve indicar recuo na produção em relação ao ciclo anterior. A avaliação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, que aponta a bienalidade negativa e o avanço do greening como os principais fatores de pressão sobre os pomares.

A expectativa do mercado é de que os números influenciem diretamente os preços e os volumes de contratos firmados com a indústria para a nova temporada, especialmente no segmento de suco de laranja.

Doença e ciclo produtivo limitam produtividade

A chamada bienalidade negativa — característica natural da cultura, que alterna anos de maior e menor produção — deve impactar o rendimento das lavouras. Ao mesmo tempo, o avanço do greening (HLB), uma das principais doenças da citricultura, segue comprometendo a produtividade e elevando os custos de manejo.

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Segundo o Cepea, a combinação desses fatores deve continuar pressionando o setor também no ciclo seguinte, com expectativa de novo recuo na produção em 2026/27.

Clima melhora, mas ainda gera preocupação

As condições climáticas apresentaram melhora nos primeiros meses de 2026, com boa umidade no cinturão citrícola, o que trouxe algum alívio aos produtores. No entanto, a previsão de temperaturas ligeiramente acima da média mantém o sinal de alerta quanto ao potencial produtivo ao longo da temporada.

Diante desse cenário, a definição da safra 2025/26 será determinante para o comportamento do mercado, especialmente no que diz respeito à formação de preços e ao planejamento da indústria nos próximos meses.

Fonte: CenárioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mercado avícola reage em abril, mas preços seguem abaixo do ano passado

Publicado

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SEAPA/Divulgação

Após um início de ano marcado por quedas consecutivas, o mercado avícola brasileiro encerrou abril em recuperação, com alta nas cotações ao longo de toda a cadeia. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o movimento foi impulsionado principalmente pelo aumento da demanda doméstica por carne de frango e pelos reajustes nos custos de frete.

Na Grande São Paulo, o frango inteiro congelado fechou o mês com média de R$ 7,16 por quilo, avanço de 7,4% em relação a março. Apesar da reação, o valor ainda é considerado baixo frente ao mesmo período do ano passado e permanece abaixo do pico registrado em janeiro, quando atingiu R$ 7,47/kg, em termos reais.

Demanda e frete puxam recuperação

De acordo com pesquisadores do Cepea, a alta dos preços se intensificou na segunda metade da primeira quinzena de abril, período tradicionalmente marcado pelo aumento do consumo, impulsionado pelo pagamento de salários. A elevação nos preços dos combustíveis também contribuiu para o cenário, encarecendo o frete e pressionando os valores ao longo da cadeia.

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Mesmo com a recuperação, o produto acumula desvalorização real de 8,9% desde dezembro, refletindo um cenário ainda desafiador para o setor.

Feriados freiam avanço no fim do mês

Na segunda quinzena de abril, o ritmo de alta perdeu força. Segundo o Cepea, os feriados nacionais de Dia de Tiradentes e do Dia do Trabalho impactaram negativamente a demanda, reduzindo o consumo e provocando ajustes pontuais nos preços.

O comportamento do mercado nas próximas semanas deve seguir atrelado ao ritmo da demanda interna e aos custos logísticos, fatores que continuam determinantes para a formação das cotações no setor avícola.

Fonte: CenárioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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