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Faesp Informa: CNA anuncia os dez melhores rótulos de mel do júri técnico do Prêmio Brasil Artesanal

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Produtos selecionados serão avaliados na etapa do júri popular – Divulgação

 

 

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) revelou os dez produtores de mel, selecionados entre 297 inscritos, que foram escolhidos pelo júri técnico do Prêmio CNA Brasil Artesanal 2024. Esses produtores avançaram para a próxima fase do concurso, que contará com a avaliação do júri popular.

A lista completa dos finalistas pode ser conferida no site do Sistema CNA/Senar.

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O júri técnico, composto por dez especialistas, avaliou os produtos nos dias 25 e 26 de julho, divididos em duas categorias: mel claro e mel escuro. Os rótulos selecionados vieram dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará e Paraná.

Pelo estado de São Paulo, 37 produtores de mel se inscreveram no concurso. Não houve paulistas selecionados pelo júri técnico para a próxima fase.

Júri Popular

A próxima fase do concurso será realizada por um júri popular no dia 28 de agosto, quando o público terá a oportunidade de degustar os produtos no Centro de Convenções de Goiânia (GO). Na etapa final, as histórias dos produtores rurais também serão avaliadas.

Os dez produtos selecionados, cinco em cada categoria, receberão certificados e prêmios. Os três melhores ganharão ainda o Selo de Participação Ouro, Prata e Bronze.

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Mario Teixeira

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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