Agronegócio
Torneio Leiteiro chega à marca de 30 edições na Exposul trazendo o que tem de melhor do setor na região

Assessoria
O segmento de produção de leite da região sul marcará presença na 50ª Exposul, dentro de um dos mais tradicionais Torneios Leiteiro de Mato Grosso, que neste ano atinge a marca de 30 edições. Por conta disso, a comissão organizadora prevê uma disputa acirrada e premiação recorde para as vacas vencedoras da competição.
Para receber o tradicional “banho de leite” dos campeões ao final da competição, o coordenador do Torneio Leiteiro da Exposul, Leonardo Freitas, projeta uma disputa acirrada entre as nove propriedades da região já confirmadas vindas de Itiquira, Dom Aquino, São José do Povo e Rondonópolis. “Nós esperamos para este ano um aumento na média da produção da campeã, e também dos outros animais com uma maior média durante o torneio, com a expectativa que as primeiras colocadas ultrapassem a marca recorde do estado”, explicou.
Pensando nas próximas edições, o Torneio Leiteiro abre espaço para as novilhas e vacas jovens que nas propriedades já se destacam, e devem brigar pelo título da competição em um futuro próximo. Estes animais ficarão expostos no pavilhão juntamente com as competidoras deste ano. “É a oportunidade para quem quer adquirir um animal aqui da região, saber de que propriedade é sua origem e visitá-la depois. Pois aqui em Rondonópolis, nós somos um polo produtor de animais leiteiros, composto por Itiquira, São José do Povo, Dom Aquino, Campo Verde, que significa que o produtor não precisa ir para outro estado comprar animais de qualidade”, destacou.
A competição que prestigia a cadeia produtiva leiteira da região, seguirá o modelo dos últimos anos com três dias de ordenha e pesagem da produção de leite no Pavilhão Juscelino da Costa Martins, com os primeiros colocados recebendo premiação em dinheiro e troféus.

SHOWS – A Cinquentona, como a Exposul está carinhosamente sendo chamada terá uma grade de respeito com shows com Luan Santana (07/08), Simone Mendes (08/08), Matheus & Kauan (09/08) e encerrando a feira Zé Neto & Cristiano e DJ Jiraya Uai (10/08). Além destas atrações, nos dois primeiros dias de festa, 05 e 06 de agosto, a comunidade terá portões abertos com shows religiosos e arrecadação de alimentos.
VENDA PASSAPORTES – Os valores dos passaportes e ingressos que estão no 2º lote são passaporte/pista de R$ 270,00 e passaporte/área vip de R$ 480,00, ambos com acesso ao parque e todos os shows, e o passaporte estacionamento R$ 100 reais.
Os pontos de vendas nesta edição são Rancho Country, Padaria Vip, West Country, TXC Shopping, Casa de Carnes Santa Fé, Casa Jardim, Selaria Jaciara, Pika Pau Conveniência e pelo site Guicheweb.
A Exposul 50 conta com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Rondonópolis, Governo do Estado de Mato Grosso, Câmara Municipal de Rondonópolis, Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Sistema Famato) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar MT).
Primeira Hora
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Acordos entre EUA e China impulsionam soja, mas Brasil segue competitivo no mercado internacional

Reprodução
Os preços futuros da soja nos Estados Unidos seguem em recuperação, impulsionados principalmente pelo avanço de acordos comerciais entre os governos norte-americano e chinês. A movimentação do mercado ocorre em meio ao compromisso da China, maior importadora global da oleaginosa, de ampliar as compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos.
Pelo acordo, o país asiático se comprometeu a adquirir cerca de US$ 17 bilhões anuais em produtos agrícolas norte-americanos, incluindo aproximadamente 25 milhões de toneladas de soja.
Outro fator que contribui para o fortalecimento das exportações dos Estados Unidos é o recuo do dólar abaixo da faixa de R$ 5,00, cenário que tende a aumentar a competitividade do produto norte-americano no comércio internacional.
Apesar desse movimento, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, avaliam que a demanda chinesa pela soja brasileira deve continuar forte nos próximos meses.
Segundo o Cepea, o Brasil segue competitivo devido ao menor prêmio de exportação praticado no mercado nacional, fator que mantém a oleaginosa brasileira atrativa para os compradores internacionais, especialmente a China.
No mercado interno, os preços da soja também registraram valorização na última semana. De acordo com os pesquisadores, o avanço esteve ligado principalmente à firme demanda externa pelo grão brasileiro.
Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que a média diária das exportações brasileiras de soja neste mês, considerando os primeiros 10 dias úteis, está 18,5% acima da registrada no mês anterior.
O desempenho reforça o ritmo aquecido das exportações brasileiras, que já haviam alcançado recorde de embarques em abril deste ano.
Mesmo diante da recuperação dos preços nos Estados Unidos e da retomada parcial das relações comerciais entre Washington e Pequim, o mercado segue avaliando que o Brasil continuará ocupando posição estratégica no abastecimento global de soja, especialmente pela competitividade logística e comercial apresentada neste momento.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Clima preocupa produtores, mas segunda safra de milho mantém bom desenvolvimento no país

Divulgação Aprosoja MS
A segunda safra de milho segue apresentando desenvolvimento satisfatório na maior parte das regiões produtoras do Brasil, reforçando a perspectiva de elevada oferta no mercado nacional. Apesar do cenário positivo, produtores acompanham com atenção os impactos das condições climáticas registradas em algumas áreas específicas de produção, especialmente em estados como Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul, onde episódios de geadas e o tempo seco vêm gerando preocupação em relação à produtividade das lavouras.
Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o mercado também reflete a incerteza provocada pelas condições climáticas. Parte dos vendedores tem adotado postura cautelosa nas negociações, avaliando possíveis impactos sobre a produção antes de avançar na comercialização do cereal. Com isso, muitos produtores seguem firmes nos preços pedidos.
Para entender o impacto no seu bolso, confira o que vai movimentar a economia de Mato Grosso nesta semana.
Por outro lado, há agricultores e empresas mais flexíveis nas negociações, principalmente diante da necessidade de liberar espaço nos armazéns para a chegada da nova safra e reforçar o fluxo de caixa neste período do ano.
Do lado da demanda, compradores têm atuado de forma pontual no mercado, aproveitando momentos de recuo nos preços para realizar aquisições estratégicas. Segundo o Cepea, muitas indústrias e consumidores ainda possuem estoques suficientes para atender as próximas semanas, fator que reduz a pressão imediata por novas compras em grande volume.
O cenário acompanha a expectativa de uma safra robusta em importantes estados produtores, especialmente em Mato Grosso, maior produtor nacional de milho segunda safra, onde as condições das lavouras seguem, em grande parte, favoráveis ao desenvolvimento das plantas. Ainda assim, agentes do setor continuam atentos ao comportamento climático nas próximas semanas, período considerado decisivo para a definição da produtividade em várias regiões do país.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Milho se torna potência econômica em Mato Grosso

Divulgação
O milho, uma das principais culturas do agronegócio brasileiro, tem papel fundamental na economia de Mato Grosso e no abastecimento de diferentes cadeias produtivas do país. Mas nem sempre foi assim. A cultura do milho teve início no estado para complementar a renda dos produtores rurais e, com o passar do tempo, deixou de ser conhecida como “safrinha”, consolidando-se como segunda safra.
Neste Dia Nacional do Milho, celebrado em 24 de maio, produtores rurais e representantes do setor destacam arelevância do grão, os desafios enfrentados no campo e a força do município de Sorriso, reconhecido como o maior produtor de milho do Brasil.
Sorriso, a 400 km de Cuiabá, passou de 1,1 milhão de toneladas, na safra 2009/10, para 3,8 milhões, na safra 2024/25, triplicando a produção do grão em apenas 15 anos, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier, destacou que os produtores rurais começaram a cultivar milho como complemento de renda, para baratear o custo da soja, e também pelos resíduos de palhada utilizados na cobertura e preservação do solo.
“Antigamente, era comum soja de 130 dias e, com o uso da tecnologia, o ciclo encurtou, começou a sobrar mais tempo de chuva no estado. Então, na região da BR-163, começou-se a plantar milho como uma fonte extra, para consumo da propriedade, principalmente para adicionar palha e melhorar a qualidade do solo. Esse movimentocomeçou a ser cada vez mais intenso, a ponto de que hoje a gente planta variedades, muitas vezes, de 90 dias de ciclo e produz o milho em uma safra cheia. Então, teve uma intensificação da tecnologia, onde o consumo interno dentro do estado, principalmente através da ração animal e das usinas de etanol, tornou-se mais viável e realmente uma fonte importante para o produtor mato-grossense”, explicou.
Essa história de produção mostra o quanto os produtores rurais da região persistiram e confiaram no mercado, aumentando a área de produção de 200 mil hectares, em 2008, para 440 mil hectares, em 2024. Bier conta que o Dia Nacional do Milho destaca o espaço que o grão alcançou ao longo dos anos, principalmente em momentos de crise, ajudando o produtor a fechar as contas no fim do mês. Além disso, ele também avaliou que o mercado do milho está em expansão devido ao crescimento dos setores de biocombustível e biomassa.
“O mercado de biocombustíveis hoje é uma realidade, não é uma promessa, e a gente vê ele em franca expansão. Hoje, temos muitas usinas de etanol de milho a serem construídas e consolidadas dentro do estado, mas os números já impressionam. Atualmente, 13,9 milhões de toneladas de milho são destinadas para a produção de etanol, o que gera 5,6 bilhões de litros de combustível. Para se ter uma ideia, só em imposto são R$ 833,6 milhões de ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. Além do etanol de milho, a gente tem outros produtos: por ano, 2,2 bilhões de litros de biodiesel são produzidos dentro do estado, além de 2,7 milhões de toneladas de DDG [Dried Distillers Grains]”, afirmou.
Os valores da produção do município são tão expressivos que representam 6,9% de toda a produção das 142 cidades de Mato Grosso. Sorriso colheu, na safra 2024/25, mais de 3,8 milhões de toneladas de milho, enquanto o estado, no total, produziu 55,4 milhões de toneladas do grão, segundo dados do Imea.
Para o delegado coordenador do núcleo de Sorriso, Rafael Krzyzanski, a força da produção do grão está diretamente ligada ao quanto os agricultores investiram nessa cultura. Krzyzanski afirma que o milho se tornou protagonista da economia local e está presente em diversos setores agropecuários. Rafael também comentou que, além da produção do grão, Sorriso ajuda a impulsionar a economia e é um motor na geração de empregos.
“Realmente, Sorriso tem hoje esse status de maior produtor de milho do país. Isso mostra também a dimensão do agronegócio brasileiro, porque Sorriso hoje é referência nacional em produtividade, tecnologia e manejo. Além disso, a gente sabe que Mato Grosso sozinho responde por cerca de 30% da produção nacional, e Sorriso está no centro dessa potência agrícola, dessa pujança toda. Isso significa, com certeza, mais arrecadação para o estado, mais geração de emprego, mais movimento em transportadoras, armazéns e comércio. Então, tem muito dinheiro circulando por conta disso”, destacou.
O sucesso de Sorriso está ligado ao protagonismo dos produtores rurais. Rafael destaca que o município é resultado da dedicação dos agricultores que persistiram e apostaram na região.
Assim como Rafael, a delegada do núcleo de Sorriso, Joana Triches, explicou como a cultura do milho exige dedicação dos produtores rurais e se tornou essencial para a economia do estado. Segundo ela, além da geração de renda, o milho também tem papel importante na criação de empregos e na sustentabilidade financeira das propriedades rurais.
“Trabalhar com a cultura do milho aqui em Mato Grosso, especialmente na cidade de Sorriso, onde eu resido, é de grande responsabilidade e importância para o nosso estado, porque além de gerar renda, gera também emprego. É uma segunda cultura de bastante valia, que exige muita dedicação. Então, acaba sendo tão importante quanto a cultura da soja hoje no nosso estado, diante da representatividade que essa cultura tem”, destacou.
Joana também ressaltou que a evolução tecnológica transformou a produção do milho em Mato Grosso e fez com que a cultura deixasse de ocupar apenas pequenas áreas nas propriedades rurais. Atualmente, segundo ela, o milho já representa uma segunda safra consolidada no estado, exigindo planejamento, gestão e acompanhamento constante no campo.
A produção do milho evoluiu bastante. Hoje, muita tecnologia é aplicada no campo, desde agricultura de precisão, mapeamentos e escolha de híbridos mais tecnológicos. Isso exige mais dos produtores, principalmente em planejamento e gestão. Mas é uma cultura que hoje ocupa praticamente 100% da área em muitas regiões e deixou de ser apenas uma pequena segunda safra”, afirmou.
Neste Dia Nacional do Milho, a data reforça a importância do grão para Mato Grosso, estado que lidera a produção nacional e transformou o milho em uma das principais forças do agronegócio. Entre tecnologia, geração de renda e crescimento econômico, a cultura segue impulsionando o desenvolvimento das propriedades rurais e dos municípios mato-grossenses.
Folha Max
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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