Conecte-se Conosco

Pecuária

Movimento de alta se amplia nos preços da arroba do boi

Publicado

em

Foto: Gabriel Faria /Embrapa

 

O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta terça-feira (2). O ambiente de negócios caracterizado por encurtamento das escalas de abate ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, em especial nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Tocantins.

“Até mesmo determinadas regiões de Mato Grosso passaram a conviver com negócios acima da referência média”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preço da arroba do boi

Publicidade

*São Paulo: R$ 224,70

*Goiás: R$ 215

*Minas Gerais: R$ 214,71

*Mato Grosso do Sul: R$ 213,95

*Mato Grosso: R$ 207,95

Publicidade

Carne bovina

Foto: Freepik

O mercado atacadista teve preços mais altos para a carne bovina no dia. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia motivando a reposição ao longo da cadeia produtiva.

“A carne bovina vem ganhando competitividade em relação às proteínas concorrentes, em especial se comparado com a carne de frango”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 17,50 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 12,75 por quilo, alta de R$ 0,25. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 13,00 por quilo, alta de R$ 0,50.

Agência Safras/Victor Faverin

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

Publicidade

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pecuária

Desafios das Bicheiras em Bovinos: Impactos na Saúde e na Economia das Fazendas

Publicado

em

Divulgação

As bicheiras, conhecidas também como miíases cutâneas, representam uma séria ameaça à saúde dos bovinos e à rentabilidade das fazendas pecuárias no Brasil. Estima-se que os prejuízos causados pela doença cheguem a R$ 500 milhões por ano, conforme dados da Embrapa. “Essas infestações comprometem significativamente o bem-estar dos animais e resultam em custos elevados com tratamentos e perdas na produtividade”, alerta Thales Vechiato, gerente de produtos para grandes animais da Pearson Saúde Animal.

A Cochliomyia hominivorax, mosca responsável pelas bicheiras, afeta os bovinos, causando lesões na pele, secreções purulentas, febre e perda de apetite. Em casos graves, pode levar a complicações sérias como septicemia, colocando em risco a vida dos animais. Segundo o Ministério da Agricultura, cerca de 30% das perdas econômicas diretas na pecuária brasileira são atribuídas a problemas sanitários, incluindo as miíases.

Para combater eficazmente as bicheiras, produtos como o Bertac, da Pearson Saúde Animal, desempenham um papel crucial. “Bertac atua como larvicida e antisséptico, sendo eficaz no tratamento tanto de miíases superficiais quanto profundas em bovinos e equinos. Ele elimina as larvas causadoras das infestações e previne novos casos, proporcionando proteção contínua aos animais contra futuros problemas de saúde”, explica Vechiato.

“A utilização de soluções eficazes não apenas acelera o tratamento e reduz os custos associados ao manejo das bicheiras, mas também assegura a saúde e o bem-estar dos animais. Proteger os bovinos contra as bicheiras não só preserva sua qualidade, mas também contribui para a valorização dos animais”, conclui o médico-veterinário.

Publicidade

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

Continue Lendo

Pecuária

Participação de fêmeas no abate fica abaixo de 50% pela primeira vez no ano

Publicado

em

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

 

Mato Grosso enviou para o abate em junho 600,74 mil bovinos. Deste volume, 49,72% dos animais eram fêmeas. A menor participação registrada em 2024.

O volume total de bovinos enviados ao gancho em junho, segundo dados do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), compilados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), é 4,26% inferior ao registrado em maio.

O levantamento mostra que em relação aos abates de fêmeas, a quantidade enviada ao gancho no sexto mês do ano é, inclusive, 1,78 ponto percentual inferior do registrado em junho de 2023.

Publicidade

“Assim, a variação anual dos abates de fêmeas no estado no último mês também reduziu, ficando em +11,57% (ante junho de 2023). Ao passo que no mesmo período de 2023 o indicador girava em torno dos 36%. Isso significa dizer que, apesar de a participação de fêmea em 2024 estar acima da média histórica, a intensidade nos abates tem reduzido. Essa retração na participação de fêmeas e na variação anual reforça a transição do ciclo pecuário neste ano”, pontua o Imea.

O Imea salienta ainda que a expectativa no curto prazo é que a intensidade da oferta de animais nas indústrias de Mato Grosso reduza.

Viviane Petroli

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

Publicidade
Continue Lendo

Pecuária

ABHB e Embrapa Pecuária Sul inovam na Prova de Eficiência Alimentar

Publicado

em

Objetivo do projeto é identificar animais mais eficientes na utilização do alimento – Foto: Ricardo Móglia Pedra/Divulgação

 

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) e a Embrapa Pecuária Sul anunciaram o novo formato da Prova de Eficiência Alimentar (PEA), que representa um avanço significativo na estrutura já existente. Esta evolução marca uma nova e promissora fase da parceria entre as entidades.

O objetivo do projeto continua o mesmo, identificar animais mais eficientes na utilização do alimento. As melhorias visam contribuir para o aumento da produtividade na propriedade. “Os custos de alimentação representam até 70% dos custos totais de um sistema de produção. Nesse sentido, é fundamental identificar os animais que vão transmitir para a sua progênie uma maior eficiência no uso desses alimentos para convertê-los em carne de alta qualidade. Identificando e multiplicando esses animais nós vamos tornar os sistemas viáveis economicamente, mas também mais sustentáveis, porque eles vão aproveitar melhor os recursos e vão emitir menos gases de efeito estufa por quilo de carne produzido”, destacou o chefe geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Flores Cardoso.

Dentre as modificações, ficou definido que a próxima edição será no início do ano de 2025. É importante destacar que as vagas serão limitadas, para no máximo 30 animais de cada raça, Hereford e Braford, e já estão disponíveis para reserva. Ao longo do processo será feita a divulgação das propriedades confirmadas, indicando quantas vagas ainda estão disponíveis.

Publicidade

A partir de agora, a prova também contará com um banco de dados que inclui informações genéticas coletadas ao longo dos anos pela ABHB. Com esses dados de desempenho dos animais disponíveis, será possível alimentar o banco de dados para permitir que, no futuro, os pesquisadores da Embrapa possam desenvolver uma DEP para característica de eficiência alimentar a partir de uma população de referência.

“Convido a todos os produtores a participarem desta excelente oportunidade que a Embrapa nos proporciona, uma maneira de testar a nossa genética para buscar linhagens de animais mais eficientes na parte alimentar”, comentou o presidente da ABHB, Eduardo Soares.

Texto: Lauren Brasil/ABHB

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

Publicidade
Continue Lendo

Tendência