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Pontal do Araguaia bate recorde da maior fogueira do Brasil com 69 metros de altura e leva mais de 20 mil pessoas a festa do Arraiá do Pequi

Foto: Araguaia Notícia
Uma festa jamais vista na região com mais de 20 mil pessoas na Arena Pequizão que foi montada um loteamento na saída de Pontal para Torixoréu. Houve congestionamento de veículos na rodovia MT-100 com várias pessoas que não conseguiram chegar a tempo do momento que foi acesa a fogueira.
O prefeito Adelcino pediu desculpas ao povo da região e cumpriu horário com a fogueira sendo acesa as 24 horas com a presença de autoridades da região. Diversos prefeitos, vereadores e admiradores pela tradição de festa junina.
O deputado estadual e secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, se fez presente acompanhado da esposa, a prefeita de Jaciara, Andréia Wagner (PSB), ambos saíram encantados com a festa organizada na cidade de Pontal do Araguaia. “Temos que parabenizar a coragem do prefeito Adelcino de construir a maior fogueira do Brasil e claro agradecer o apoio do Governo de MT do governador Mauro Mendes através da Secel de incentivar esse evento cultural”, destacou Max.
A prefeita Andréia Wagner elogiou o povo de Pontal e disse que a cidade agora passar a ser conhecida no Brasil como a cidade da maior fogueira. “A vida é festa de desafios e o Pontal entrou para história”, frisou. O assessor Bernier Marcos acompanhou toda a festa acompanhado de sua esposa, Verônica Luz.
O deputado estadual Beto Dois a Um também esteve na festa e ressaltou a importância de valorizar a cultura brasileira. “As festas juninas estão sendo resgatadas no país inteiro e Pontal saiu na frente com essa fogueira e esse Arraiá do Pequi. Parabéns ao prefeito Adelcino”, completou.
O prefeito de Barra do Garças, Adilson Gonçalves, foi outro que rasgou elogios ao prefeito pontalense. O prefeito de Bom Jardim, Willian Gregório, ressaltou que a coragem de Adelcino coloca a cidade de Pontal em destaque no país. “Nós lá de Bom Jardim saímos na semana do Maior São João de Goiás e agora ficamos felizes em vê o Pontal fazendo essa imensa fogueira”, completou.
Araguaia Notícia
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

Reprodução/Portal do Agronegócio
A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.
Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.
Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor
De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.
O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.
Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.
Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba
Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.
Segundo o levantamento:
- 82% são venezuelanos
- 13% são cubanos
- 2% são bolivianos
- 1% são tunisianos
A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.
Mão de obra interestadual também reforça o setor
Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.
A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:
- Minas Gerais (7%)
- Rio de Janeiro (4%)
- São Paulo (2,5%)
- Pará (2,5%)
Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.
Imigração passa a sustentar operação e economia do interior
Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.
Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.
O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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