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Agricultura

Prefeitura de Água Boa realiza ampliação e revitalização da Feira do Pequeno Produtor

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Foto: Ascom – AB

Iniciaram em junho as obras de revitalização e ampliação do espaço da Feira Livre do Pequeno Produtor, o pavilhão localizado na quadra da Rua 11, no setor Operário.

Neste local funciona a tradicional feira dos domingos, repleta de produtos coloniais, panificação caseira, hortifrutis, praça de alimentação e pequenos comércios.

Além disso, o espaço também recebe eventos sazonais como a Feira Comercial da ACEAB e outras exposições.

A equipe da engenharia municipal observou que a quadra possui 10 mil metros quadrados e o pavilhão ocupa atualmente cerca de 1400 metros quadrados de área coberta.

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A ampliação pretende acrescentar mais de 620 metros quadrados, deixando o espaço total coberto com mais de 2022 metros quadrados, para melhorar a disposição dos feirantes e a circulação das pessoas.

A estrutura ainda vai dispor de 06 box fechados com encanamento para pias e bancadas, além de adequação à acessibilidade, sistema de prevenção de incêndios e circuito de para-raios.

A obra pretende também modernizar a fachada do espaço, renovando a estética da estrutura e gerando mais um ponto arquitetônico de referência para a cidade.

Tener Baumgardt – Ascom/AB

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Agricultura

Alfaces da Embrapa se desenvolveram em temperaturas de 30°C durante 45 dias

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Reprodução

 

As cultivares de alface crespa da Embrapa, BRS Leila e BRS Mediterrânea, obtiveram o melhor desempenho em experimentos com temperaturas mais altas. Os pesquisadores simularam um cenário de aumento de 5ºC de temperatura, passando da média de 25ºC para 30ºC, durante 45 dias. Diferentemente de outras nove cultivares testadas no mesmo experimento, as duas se desenvolveram bem nas novas condições.

O estudo avaliou o efeito da temperatura sobre o desenvolvimento de plantas de alface, com o intuito de antecipar efeitos das mudanças no clima do planeta. “Para isso, trabalhamos dois valores de temperatura do ar, conforme a média histórica observada e projetada em um cenário extremo de mudanças climáticas globais (MCGs) para o Brasil: 25ºC/20ºC e 30ºC/25ºC (dia e noite, respectivamente)”, detalha o pesquisador da Embrapa Hortaliças (DF), Carlos Pacheco.

Os experimentos foram conduzidos na Câmara de Crescimento Vegetal do centro de pesquisa, capaz de simular parâmetros atmosféricos como temperatura, umidade relativa do ar e concentração de gás carbônico, por exemplo. O pesquisador lembra que as hortaliças folhosas são mais suscetíveis ao calor e, entre elas, a alface é a mais consumida do País de acordo com a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (Abcsem), o que torna o trabalho importante para o esforço de adaptação às mudanças no clima.

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Características que fizeram a diferença

As duas cultivares da Embrapa apresentam características capazes de contornar o aumento de temperatura, segundo explica o pesquisador Fábio Suinaga, desenvolvedor de ambos materiais. “A BRS Leila apresenta um atraso no florescimento da planta, o que a faz resistir, em média, dez dias a mais de calor em comparação às demais alfaces testadas”, relata o cientista.

Já a BRS Mediterrânea atinge o ponto de colheita mais rápido, sete dias antes das cultivares similares no mercado. “Com um ciclo produtivo mais curto, ela fica menos exposta ao calor e evita o florescimento precoce”, detalha Suinaga. Ele explica que esse florescimento antes do tempo causa efeitos deletérios como alongamento do caule, redução do número de folhas e produção de látex, substância que confere sabor amargo à folhosa. Tudo isso reduz o valor comercial da alface.

Já as cultivares comerciais, sob as mesmas alterações de temperatura, apresentaram uma série de desordens, como pendoamento, queima de borda, clorose, necrose, morte de plantas, em resumo não podiam ser comercializadas. “Quando se observa que as nossas cultivares ficaram firmes apesar dos 30º C é uma demonstração de que temos um material genético adaptado às certas condições adversas”, comemora o pesquisador.

A Câmara de Crescimento Vegetal

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A principal ferramenta de avaliação das cultivares pelos pesquisadores, para avaliação da tolerância ao calor, tem sido um equipamento que funciona como um simulador.

A Câmara de Crescimento Vegetal é um ambiente fechado capaz de simular cenários climáticos futuros. Em um espaço reduzido, é possível testar o comportamento das plantas, cultivadas em vasos, a partir da projeção de diferentes fatores como temperatura, umidade, CO2, radiação e outros. “Nesse ambiente simulado, as plantas são expostas às condições extremas para que se identifique as mais resilientes às altas temperaturas e a outros fatores como o déficit hídrico, por exemplo”, acrescenta.

Próximo passo: testes de estresse hídrico

Pacheco informa que o trabalho faz parte de uma série de estratégias de enfrentamento às condições climáticas. A equipe pretende continuar os estudos com outras frentes, a fim de selecionar materiais cada vez mais tolerantes ao calor. “Neste momento estamos trabalhando a tolerância ao calor, e na segunda etapa devemos focar no estresse hídrico (por excesso ou falta de água), envolvendo a tolerância à salinização, seguida pelo comportamento com relação ao uso de bioinsumos”, anuncia Pacheco.

Participantes e mais informações

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Também participaram desse trabalho, os pesquisadores Leonardo Boiteux, Maria Esther Fonseca, Lucimeire Pilon e Mariana Fontenelle.

Veja mais sobre as alfaces da Embrapa: BRS Leila e BRS Mediterrânea.

Colaborou:  Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Agricultura

Escolha da cultivar de soja é fundamental para a obtenção de altas produtividades na lavoura

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Itens como clima, solo, histórico de pragas e doenças e objetivos do produtor são chave para a escolha da semente. – Assesoria

 

A colheita da safra brasileira de soja 2023/24 foi concluída no Brasil, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A produção estimada pelo órgão é de 147,35 milhões de toneladas. Mesmo antes do final da colheita, os sojicultores já iniciam o planejamento da próxima safra, sendo que diversas ações são essenciais para que o produtor consiga obter bons resultados no principal cultivo nacional. Uma das principais etapas é a escolha da variedade que será plantada, e que requer diversos cuidados para não haver prejuízo produtivo.

“A etapa da escolha da cultivar é uma das mais importantes para a jornada do produtor de soja. Para fazer a melhor seleção, o sojicultor deve levar em conta o histórico da região, o clima, a fertilidade, o investimento que será realizado em manejo, o posicionamento técnico da cultivar e seu objetivo, a fim de se conquistar a maior rentabilidade possível para aquela safra”, destaca Gabriela Mello, Gerente de Marketing de Campo da Pioneer®, marca de sementes da Corteva Agriscience.

Entre as orientações estão:

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Clima: a escolha da cultivar deve-se levar em conta o contexto climático, pois o desenvolvimento da semente depende da umidade relativa do ar, precipitação pluviométrica e temperatura média.
Posicionamento técnico: dentro de uma mesma fazenda, pode-se plantar diferentes variedades de soja de acordo com o seu posicionamento técnico e características genéticas. Parâmetros como ciclo, potencial produtivo, estabilidade, rusticidade e tolerância a pragas e doenças são fatores a serem considerados para o escalonamento de plantio das cultivares dentro da propriedade.

Levantamento do histórico: é fundamental mapear quais foram as principais pragas e doenças identificadas naquela região, para se antecipar os desafios que podem surgir durante o ciclo da planta, planejando medidas preventivas e um manejo assertivo para cada situação.

Consultoria agronômica: o apoio técnico do time de campo é essencial para que o produtor possa obter altas produtividades na oleaginosa. Por isso, a Pioneer®, marca mais técnica do mercado e com mais de 50 anos de presença no mercado brasileiro, possui um amplo time para oferecer as melhores recomendações aos produtores.
A soja é uma das principais culturas de relevância para o agronegócio brasileiro. Sendo assim, a escolha da cultivar adequada para cada objetivo do sojicultor é a etapa essencial dentro do processo produtivo.

“Tão importante quanto a escolha da cultivar, é o seu correto posicionamento técnico. A relação entre ambiente de produção e genética é determinante para que a variedade alcance seu potencial produtivo. Por isso, devemos analisar as características de cada talhão e manejo a ser empregado, além do momento programado de colheita para que seja escolhida a cultivar mais adequada para cada parte da fazenda”, explica Gabriela.

Pioneer® possui portfólio robusto de cultivares para todas as regiões

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A Pioneer, uma das marcas de sementes mais tradicionais do mercado, possui um vasto portfólio de variedades de soja para ajudar o agricultor em sua jornada na lavoura. Na última safra, a marca lançou duas cultivares: 97Y70CE, desenvolvida para o Cerrado, e a 95R70CE, elaborada para a região Sul, ambas de alto potencial produtivo e ciclo precoce e contam com a biotecnologia Conkesta E3®, que confere proteção contra às principais lagartas que atacam a cultura da soja, além de proporcionar maior flexibilidade no manejo das principais plantas daninhas em função da sua tolerância aos herbicidas glifosato, glufosinato e Enlist® Colex-D® (novo 2,4-D sal colina).

Ambas fazem parte do Sistema Enlist®, que contempla soluções em Sementes e Biotecnologia, Herbicidas e Genética de Alta Performance, além de atividades em Boas Práticas Agrícolas. Com o Sistema Enlist®, o produtor tem muito mais flexibilidade e pode escolher como e quando aplicar os herbicidas, desde a dessecação até a pós-emergência da soja Enlist®, proporcionando um alto controle de plantas daninhas e altas produtividades.

Sobre a Corteva

A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços. Com algumas das marcas mais reconhecidas na agricultura e um pipeline de tecnologia bem posicionado para impulsionar o crescimento, a empresa está comprometida em maximizar a produtividade dos agricultores, enquanto trabalha com stakeholders em todo o sistema alimentar, cumprindo sua promessa de enriquecer a vida daqueles que produzem e consomem, garantindo o progresso das próximas gerações. Mais informações disponíveis no site da Corteva.

Julia Sirvente

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Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Agricultura

Feijão-caupi, milhão e sorgo de MT têm desconto no crédito rural

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Direito ao bônus nas parcelas do Pronaf é concedido quando valor de mercado de alguns artigos fica abaixo do preço de referência – COPERAGUAS

 

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar divulgou nesta terça-feira (09.07) relação dos produtos agrícolas com direito a bônus de desconto aos agentes financeiros operadores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Os produtos com bônus de desconto nas operações e parcelas de crédito rural em Mato Grosso: feijão-caupi, milhão e sorgo. De acordo com a publicação, o benefício entra em vigência a partir desta quarta (10).

O Ministério informou que, para os agricultores familiares que têm operações de investimento sem um produto principal, que é a fonte de renda para pagamento do financiamento, há o bônus da cesta de produtos. Nesses casos, os descontos são calculados por meio de uma composição dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho.

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VGNJur

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

 

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