Últimas Notícias do Mídia Rural

Homem morre soterrado por soja em zona rural


Paulo Cesar Batista Ferreira morreu na tarde desta sexta-feira, 18, ao ser soterrado por soja em um silo da Fazenda Santa Ana, localizada no distrito de Vitória da União, em Corumbiara.
As primeiras informações dão conta de que Paulo estava dentro do silo realizando um procedimento de rodagem para carregamento, quando a soja “desbarrancou” e o mesmo acabou sendo soterrado.



fonte extra de rondonia

Corredor estratégico da Região Leste, BR-158 não recebe investimentos necessários




A BR-158/155 é uma das principais rotas de escoamento da produção de grãos da Região Leste de Mato Grosso. Só neste ano, passaram pela rodovia cerca de três milhões de toneladas de soja e milho, de acordo com o Movimento Pró-Logística. A falta de investimentos do Governo Federal, no entanto, transforma a via em gargalo, ao invés de solução. 

“A BR-158/155 é um corredor estratégico para o escoamento da produção do Vale do Araguaia e ela precisa urgentemente de investimentos do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit), que embora já tenha contratado empresa para atuar no local, não deu a ordem de serviço por falta de recurso”, explica Edeon Vaz Ferreira, diretor executivo do Movimento Pró-Logística. O diagnóstico da rodovia foi possível durante Estradeiro realizado pelo Movimento e pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), entre os dias 28 de novembro e 05 de dezembro.

De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), a Região Leste respondeu por uma produção de soja na safra 2017/2018 de 5,3 milhões de toneladas. O valor representa 16% da produção total do Estado, de 32,4 milhões, o que, conforme o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, seria suficiente para que a iniciativa pública olhasse para a região com mais atenção.

“Há a necessidade de alocação de recursos para que essas obras sejam desenvolvidas de maneira mais urgente possível. A construção de pontes, por exemplo, poderia ser um dos focos do Dnit, já que independe do período de chuvas. Não apenas o setor perde com uma estrada em péssimo estado, mas também a população como um todo”, alerta Galvan.

Outro ponto levantado pelo diretor executivo do Movimento Pró-Logística é que a pavimentação e manutenção da BR-158/155 traria economia aos produtores rurais. “Acreditamos que no ano que vem a via pode chegar a escoar até 4 milhões de toneladas de grãos, levando a produção até Redenção, no Pará, e de lá passando por rodovias estaduais e chegando até Palmerante, no Tocantins. Com as obras da BR-158/155 finalizadas, a redução de custos para a região seria na ordem de 20%”.

BR-163 – Além da BR-158/155, o grupo que realizou o Estradeiro também esteve na BR-163, onde a situação encontrada foi melhor. “Na nossa expectativa, nós não teremos problemas de escoamento no próximo ano. Os gargalos maiores que existiam já foram equacionados, que foram na Serra do Moraes e na Serra da Anita. Por lá os caminhões já estão passando sem problemas, por mais que a estrada esteja molhada. Existe uma pequena elevação que deveria ter sido feito um revestimento, perto de Riozinho, mas não deve dar tantos problemas. De forma geral, a rodovia tem recebido manutenção e, até Miritituba (PA) faltam 51 quilômetros de pavimentação, que devem ser finalizados até o fim de 2019”, disse Edeon Vaz Ferreira.

A BR-163 é o corredor mais importante do escoamento de grãos de Mato Grosso. Neste ano, cerca de 8,7 milhões de toneladas de soja e milho passaram pela via. A expectativa é que em 2019 passem 12 milhões de toneladas de grãos. Os dados são do Movimento Pró-Logística.

Relatório – Após a realização do Estradeiro, um relatório completo, com fotos, coordenadas geográficas e comparativos de anos anteriores são repassados aos órgãos competentes de infraestrutura e logística do Brasil. Desta vez, além de encaminhar ao Dnit, a Aprosoja e o Movimento Pró-Logística levarão o documento à nova gestão do Ministério da Infraestrutura, que segundo o presidente eleito Jair Bolsonaro, será comandada por Tarcísio Gomes de Freitas, que é ex-diretor do Dnit.






fonte assessoria

Após falas de deputado, MPF promete 'resposta enérgica' em caso de invasão de terra indígena Marãiwatsédé


O Ministério Público Federal ( MPF ) em Barra do Garças, no Mato Grosso, divulgou nota nesta quinta-feira alertando que qualquer tentativa de invasão ou ataque à Terra Indígena Marãiwatsédé e aos indígenas que vivem no local receberá "resposta enérgica" dos órgãos e agentes públicos. O MPF prometeu responsabilizações criminal e civil dos envolvidos. O aviso ocorre após a Fundação Nacional do Índio ( Funai ) afirmar que o deputado eleito Nelson Barbudo (PSL-MT) teria prometido invadir a demarcação e devolver o espaço a agropecuaristas locais que foram retirados da reserva por decisão do Supremo Tribunal Federal ( STF ) em 2012. Mais votado no estado, o parlamentar nega.

Homologado em 1998 e considerado uma posse do povo xavante, o território em questão tem 165,2 mil hectares e  esteve envolvido durante 14 anos em disputas judiciais. Donos de gado e agricultores de soja e arroz ocupavam irregularmente a área e nela queriam permanecer. No fim da disputa, há sete anos, o governo federal realizou a retirada dos não-índios.

Em um vídeo gravado por Nelson Barbudo, ele afirma que a remoção foi "um crime que cometeram sobre os que produziam" no local. As imagens foram feitas ao lado da prefeita de São Félix do Araguaia (MT), Janailza Taveira Leite (SD-MT).

De acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai), o parlamentar também teria prometido que colocaria de volta na área demarcada os ocupantes que foram retirados em 2012 e encaminhados para novas áreas de plantio cedidas pelo Incra. A afirmação teria sido feita em uma praça da cidade Alto da Boa Vista (MT).

Na última terça-feira, o escritório regional da Funai pediu apoio às autoridades devido às constantes ameaças de reinvasão da área.

O texto da nota divulgada pelo MPF afirma que qualquer iniciativa ilegal "receberá resposta enérgica e eficaz dos órgãos e agentes estatais incumbidos legalmente de preservar a incolumidade pessoal, ordem pública e respeito às instituições e suas deliberações". Também foram asseguradas que não será permitida "a prática de atos de que atentem diretamente contra o núcleo formado pelos valores supremos da dignidade humana e a higidez das instituições".

'Nunca incentivei invasão', diz deputado

Procurado pelo GLOBO, o deputado Nelson Barbudo afirmou que vai pedir ao presidente Jair Bolsonaro que reveja o processo de retirada dos produtores rurais da área, mas ressaltou que nunca incentivou invasão e prometeu abandonar a causa se a reserva for invadida.

— Se invadirem a área estou fora, abandono a causa. Nunca incentivei invasão e se tem alguém incentivando não sou eu. Não apoio invasão nem do MST (Movimento Sem-Terra), nem de produtor. Sou democrata e legalista — garantiu.

O parlamentar afirmou que o processo de demarcação da terra indígena teve falhas e que foi devolvida aos índios uma área que não era originalmente deles.

— O processo, ao meus olhos, é cheio de vícios. Eu vou ser interlocutor das pessoas que foram retiradas injustamente da área, mas sou contra qualquer invasão e quero deixar isso bem claro — disse.

O ofício enviado pela Funai às autoridades cita constantes rumores de que a invasão está marcada para o fim deste mês e que os não-índios já estariam se dirigindo a pontos estratégicos para a reocupação. Os boatos, segundo a Funai, geram clima de tensão na região e os índios xavantes prometem resistir a qualquer reocupação da área.

A fundação pediu à Polícia Federal que sejam investigadas as ameaças que tem sido feitas a indígenas. Informa ainda que estava prestes a ser assinado um Termo de Ajustamento de Conduta para retirada de bois que ainda hoje são criados dentro da reserva. Durante o processo de desocupação, o bispo Dom Pedro Casaldáliga chegou a ser ameaçado. Ele ainda vive em São Félix do Araguaia.

Grandes posseiros

O procurador Everton Pereira Aguiar Araújo lembra, na nota do MPF, que os índios haviam sido retirados de suas terras em 1966 para a ocupação da área pela pecuária extensiva na fazenda Suiá-Missu, que pertenceu à italiana Agip. Em 1992, durante a Conferência Mundial do Meio Ambiente (ECO 92), o grupo empresarial se comprometeu a devolver a área ao povo xavante, o que resultou na demarcação homologada pelo governo em 1998.

Em 2012, um relatório do Ministério Público Federal (MPF) mostrou que um terço das terras estava ocupado por 22 grandes posseiros, entre políticos da região, grandes fazendeiros e até um desembargador do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, Manoel Ornellas de Almeida. A fazenda do desembargador tinha 886,8 hectares.

Outra fazenda, chama de Jordão, era a maior propriedade individual e tinha área equivalente a 6 mil campos de futebol. A terra pertencia a um ex-vice-prefeito de Alto Boa Vista, Antonio Mamede Jordão. O ex-prefeito de São Félix do Araguaia, Filemon Gomes Costa Limoeiro, era, segundo o MPF, posseiro da Fazenda Aripuanã e Saraiva, ambas com 565,5 hectares. Aldecides Milhomem de Cirqueira, ex-prefeito do município de Alto Boa Vista, e seu irmão, Antonio Milhomem de Cirqueira, tinham seis fazendas dentro das terras indígenas, num total de 2.200 hectares. Admilson Luiz de Rezende, ex-vereador de Alto Taquari, tinha três fazendas, com 6.641,3 hectares. Somadas, as áreas dos 22 posseiros tinham 43 mil hectares.

Até 2011, 71,5% da área da Terra Indígena Marãiwatsédé haviam sido desmatados. Os grandes posseiros foram multados em R$ 158 milhões por crimes ambientais, mas os valores ainda não tinham sido pagos.

O MPF quer evitar que a área seja de fato reinvadida. Nesta terça-feira, a jornalista Miriam Leitão informou que a Terra Indígena dos Awá Guajá, na qual houve a desintrusão em 2014, está sendo novamente invadida . Segundo os indígenas, fazendeiros teriam derrubado árvores e colocado rebanhos no local.



fonte agencia da noticia 

Bom volume exportado de milho e soja nas duas primeiras semanas de janeiro




De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou, em média, 125,87 mil toneladas de soja grão por dia em janeiro, até a segunda semana.

O volume foi 77,1% maior na comparação com o mesmo período do ano passado.

A expectativa é de crescimento gradual dos embarques nas próximas semanas, conforme avança a colheita no país.

Entretanto, apesar do bom ritmo neste começo de ano, a expectativa é de que o volume total em 2019 seja menor comparativamente com o ano passado.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima 75 milhões de toneladas de soja embarcada nesta temporada, frente ao recorde de 83,86 milhões no ano passado. 

O câmbio em um patamar mais baixo e uma possível retomada das compras da soja norte-americana pela China, que poderia reduzir a demanda pela soja brasileira, são os fatores que deverão pesar neste desempenho.

No caso do milho, a média diária foi de 268,78 mil toneladas embarcadas nas duas primeiras semanas do ano. Este volume foi 95,7% maior que a média de janeiro de 2018.

A expectativa é de que os embarques de milho diminuam nos próximos meses, conforme as exportações de soja avançam, e retomem na segunda metade do ano.

Para 2019 a Conab estima as exportações brasileiras em 31 milhões de toneladas, frente as 23,50 milhões no ano passado.

Neste caso, a maior oferta prevista na temporada 2018/2019 e preços mais competitivos do milho brasileiro no mercado internacional deverão favorecer os embarques, especialmente no segundo semestre, após a colheita da segunda safra.






fonte scotonsultoria

Treze fazendeiros de MT são citados pela União por trabalho escravo



O Ministério do Trabalho (MPT) divulgou uma nova lista com os nomes de 13 fazendeiros de Mato Grosso acusados de estarem empregando o contrato com condições análogas à escravidão. As propriedades rurais estão localizadas nas cidades de Chapada dos Guimarães, Itanhangá, Itiquira, Matupá, Nova Santa Helena, Paranaíta, Paranatinga, Poxoréo, Santo Antônio do Leverger, São Félix do Araguaia e Sorriso.

Consta na nova Lista Suja do Trabalho Escravo 204 empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão em todo país.


As fazendas em Mato Grosso envolvidas no caso são:


Fazendas Flexas e Piuva, localizada na BR 163, km 70, Santo Antônio do Laverger/MT, de propriedade de Antônio Carlos Zanin.


Obra na propriedade de Carlos Alberto Lopes, próximo à rodovia MT 251, estrada para Chapada dos Guimarães, margens do Córrego Mutuca.


Fazenda Nossa Senhora Aparecida, rodovia BR-080, km 131, zona rural, São Félix do Araguaia, de propriedade Elimar Barros Ribeiro.


Fazenda cachoeira, rodovia BR 299, km 66, zona rural, de propriedade da empresa Itiquira Frares Comércio de Madeiras Ltda.


Fazenda Rio Dourado - Rod. MT 383, Paraíso do Leste sentido Jarudore, 6 km, Poxoréo, de propriedade de Hélio Cavalcanti Garcia.


Fazenda Colorado - Rod. MT 404, km 80, Sorriso, de propriedade de JM Armazéns Gerais Ltda.


Fazenda Boa Esperança - Linha da Pedreira, Flor da Serra, zona rural de Matupá, de propriedade de João Fidelis Neto.


Fazenda Cachoeira - Rod. BR 299, km 66, direita, 6 km, Itiquira, de propriedade de Lucas Willian Frares.


Fazenda Bragatti III - Gleba Mandacaru, zona rural, Paranaíta, de propriedade de Natal Bragatti.


Fazenda União III - Rod. MT 130, sentido Santiago do Norte, 50 km, à esquerda 20 km, à direita 80 km, Paranatinga, de propriedade de Pedro Gomes Filho.


Fazenda Ariranha e Fazenda Flor da Mata, zona rural, Nova Santa Helena, de propriedade de Rio Pocinho Mineradora EIRELI – ME.


Fazenda Eucaflora - Rod. MT 130, km 45, Estrada de Santarém, 45 km, Paranatinga, de propriedade Tauá Biodiesel Ltda.


Fazenda Alan - Rod. MT 338, km 182, Vila Simioni, Itanhangá, de propriedade da Terra Viva Carvão e Reflorestamento Ltda.






fonte nortao noticias

Trabalhador é assassinado a tiros em fazenda




Rubens Roseno Lopes de 53 anos, foi morto na noite da última quarta-feira (16), em uma fazenda na cidade de Juara. Segundo peritos que estiveram no local, foram constatadas marcas de disparos de arma de fogo no corpo da vítima.

A Polícia Judiciária Civil de Juara esteve no local e recebeu a informação do principal suspeito de praticar identificado como M.M.N de 34 anos. Segundo informações, o suspeito teria se aproximado de Rubens e efetuado os tiros, fugindo em uma motocicleta.


Um colega de trabalho encontrou a vítima caída, e juntamente com o proprietário da fazenda encaminharam ao Pronto-socorro, porém Rubens veio a óbito durante o trajeto.


Polícia Civil investiga o crime.





fonte nortao noticias

Soja: Momento não é de novas vendas para produtor brasileiro, orientam consultores




A hora é do produtor brasileiro de soja segurar suas vendas. A orientação que parte de analistas e consultores de mercado é reflexo de um cenário onde tudo está acontecendo ao mesmo tempo em que nada está confirmado. Dessa forma, talvez a cautela seja, de fato, a melhor postura a se adotar neste momento. Há, afinal, um combinado de fatores negativos pairando sobre os preços da oleaginosa no mercado brasileiro e as mudanças não deverão vir tão cedo. 

Segundo Carlos Cogo, diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, os sojicultores devem limitar suas vendas, pelo menos, até meados de abril e maio, quando a situação estiver um pouco mais clara e quando o mercado já irá conhecer melhor o que esperar da nova safra dos Estados Unidos. 

"Estamos começando a passar pelo fundo do poço", diz Cogo, alertando sobre uma tendência de baixa para os prêmios, que poderão ficar ainda mais baixos em março, combinados com um mercado patinando na Bolsa de Chicago e um dólar que também carrega um viés de baixa. "Há muitas variáveis em aberto", completa.

No intervalo de 10 a 15 de janeiro, somente, os preços da soja nos portos brasileiros acumulam uma baixa de mais de 4%. Em Rio Grande, por exemplo, as referências perderam 5,13% no spot, para R$ 74,00, e para fevereiro, e 5,53% para R$ 73,50 por saca. NO mesmo período, os prêmios também cederam consideravelmente nas principais posições de entrega. No terminal de Paranaguá, o fevereiro caiu 20% de US$ 0,50 para US$ 0,40 sobre os valores praticados na Bolsa de Chicago, e o março foi de US$ 0,40 para US$ 0,35, com baixa de 12,50%. 

E ainda segundo o executivo, somente no acumulado de 2019, a baixa do dólar se aproxima de 6%, o que pesa ainda mais sobre os preços. Nesse âmbito, o destino da moeda americana, ao mesmo em partes, virá das próximas decisões do governo federal e de suas conquistas no Congresso Nacional. 

Ao mesmo tempo, os custos subiram para o produtor brasileiro, nesta temporada 2018/19, entre 6% e 8% nas principais regiões produtoras do país, o que exige, portanto, uma comercialização ainda mais planejada e eficiente. O chefe do setor de grãos da Datagro, Flávio França, compartilha da opinião de Carlos Cogo, e afirma que novas vendas, portanto, deverão ser feitas somente na necessidade imediata do cumprimento de compromissos financeiros. 

Soja: Momento não é de novas vendas para produtor brasileiro, orientam consultores
Publicado em 16/01/2019 16:36 e atualizado em 16/01/2019 18:26
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A hora é do produtor brasileiro de soja segurar suas vendas. A orientação que parte de analistas e consultores de mercado é reflexo de um cenário onde tudo está acontecendo ao mesmo tempo em que nada está confirmado. Dessa forma, talvez a cautela seja, de fato, a melhor postura a se adotar neste momento. Há, afinal, um combinado de fatores negativos pairando sobre os preços da oleaginosa no mercado brasileiro e as mudanças não deverão vir tão cedo. 

Segundo Carlos Cogo, diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, os sojicultores devem limitar suas vendas, pelo menos, até meados de abril e maio, quando a situação estiver um pouco mais clara e quando o mercado já irá conhecer melhor o que esperar da nova safra dos Estados Unidos. 

"Estamos começando a passar pelo fundo do poço", diz Cogo, alertando sobre uma tendência de baixa para os prêmios, que poderão ficar ainda mais baixos em março, combinados com um mercado patinando na Bolsa de Chicago e um dólar que também carrega um viés de baixa. "Há muitas variáveis em aberto", completa.

No intervalo de 10 a 15 de janeiro, somente, os preços da soja nos portos brasileiros acumulam uma baixa de mais de 4%. Em Rio Grande, por exemplo, as referências perderam 5,13% no spot, para R$ 74,00, e para fevereiro, e 5,53% para R$ 73,50 por saca. NO mesmo período, os prêmios também cederam consideravelmente nas principais posições de entrega. No terminal de Paranaguá, o fevereiro caiu 20% de US$ 0,50 para US$ 0,40 sobre os valores praticados na Bolsa de Chicago, e o março foi de US$ 0,40 para US$ 0,35, com baixa de 12,50%. 

E ainda segundo o executivo, somente no acumulado de 2019, a baixa do dólar se aproxima de 6%, o que pesa ainda mais sobre os preços. Nesse âmbito, o destino da moeda americana, ao mesmo em partes, virá das próximas decisões do governo federal e de suas conquistas no Congresso Nacional. 

Ao mesmo tempo, os custos subiram para o produtor brasileiro, nesta temporada 2018/19, entre 6% e 8% nas principais regiões produtoras do país, o que exige, portanto, uma comercialização ainda mais planejada e eficiente. O chefe do setor de grãos da Datagro, Flávio França, compartilha da opinião de Carlos Cogo, e afirma que novas vendas, portanto, deverão ser feitas somente na necessidade imediata do cumprimento de compromissos financeiros. 


 
"As mudanças não devem ser grandes agora, entre janeiro e fevereiro, a tendência, na verdade, no curto prazo, é piorar", explica França. Além de todos os fatores que pressionam Chicago, os prêmios, e o dólar, há ainda a colheita ganhando cada vez mais ritmo no Brasil, apesar das perdas pelo clima, e essa maior oferta de produto disponível. E até este momento há menos de 35% da soja 2018/19 comercializada no Brasil. 

Safra do Brasil

E entre as tantas variáveis em aberto que ainda vão manter o mercado volátil, inclusive na Bolsa de Chicago, é o real tamanho da safra brasileira. As estimativas atuais das consultorias privadas são semelhantes e se aproximam de 116 milhões de toneladas, variando um pouco para mais, um pouco para menos, como mostra a tabela abaixo.

A Conab, em seu último boletim, trouxe seu número em 118,8 milhões de toneladas e a Aprosoja Brasil, em seu posicionamento mais recente falou entre 110 e 115 milhões de toneladas. 

Que as perdas foram severas na produção brasileira, o mercado já sabe e em parte já as precificou. No entanto, ainda como explica o executivo da Datagro, é necessário saber suas reais proporções e entender que as mesmas, ao menos até este momento, são insuficientes para promover uma mudança muito drástica no cenário global de oferta. Dessa forma, uma mudança também muito drástica nos preços na Bolsa de Chicago. 

"As perdas são muito ruins para o produtor, mas não mudam muito o quadro geral. E com as recentes chuvas, as perdas estão estabilizadas", explica. Ainda assim, porém, afirma que caso as adversidades climáticas tirem ainda mais do potencial produtivo da safra e a quebra aumente, o mercado internacional pode sim reagir. 

EUA X China

As relações entre China e Estados Unidos também seguem como ponto central para a formação dos preços na Bolsa de Chicago. Neste ano, as conversas entre os dois países têm evoluído de forma bastante importante, um encontro já aconteceu no início do mês e outro está previsto para o final e os sinais são de que ambos estão buscando um consenso. 

No entanto, até que mais detalhes sejam conhecidos sobre a real evolução destas negociações, o mercado especula com menos força, já cansado de boatos que não foram confirmados nos últimos meses. 

Além do mais, nesta quarta-feira (16), o governo de Donald Trump entra em seu 26º dia de paralisação, que já é a mais longa da história, e mantém o fluxo de informações bastante limitado. "O mercado, com isso, continua neste sobe e desce, bastante errático, sem direção", diz Flávio França. 

>> Paralisação recorde do governo americano tira direção do mercado de grãos e pressiona preços

No paralelo, o último número conhecido dos estoques finais norte-americanos de soja é de 26 milhões de toneladas, associado à nova safra da América do Sul que começa a chegar ao mercado, o que ajuda a manter as cotações pressionadas. Afinal, embora a China ainda esteja na busca por fortalecer sua demanda por soja novamente, seu consumo deverá ser menor neste ano comercial. 

O CNGOIC (Centro Nacional de Informações sobre Grãos e Oleaginosas da China) elevou sua estimativa para as importações de soja do país para 87 milhões de toneladas no ano comercial que se encerra em setembro próximo. Apesar de mais baixo do que no ano passado, o número cresceu 3 milhões de toneladas em relação à sua estimativa anterior. 

Além disso, o centro informou ainda que a China deve, de fato, importar mais 2 milhões de toneladas nos EUA além das 3 milhões que foram adquiridas em dezembro. 

Leia mais:

>> Demanda da China por soja busca retomar sua força em 2019

No mais, caso um acordo seja firmado entre China e Estados Unidos e a soja estiver envolvida, principalmente com a queda da taxação de 25% no produto americano pela nação asiática, os preços em Chicago teriam espaço para subir, ainda segundo analistas e consultores. A demanda voltaria aos EUA e ajudaria a reduzir os estoques do país. 

Caso contrário, a demanda chinesa voltaria a se concentrar no Brasil, ajudando a recuperar, pelo menos, parte dos prêmios pagos à soja nacional, os quais estão bem defasados no atual cenário, como explica o diretor da ARC Mercosul, Matheus Pereira. 

"O importador chinês de soja não tem interesse em adicionar compras agora. E a estratégia deles está certíssima", diz. "O cenário é extremamente delicado", completa. 

No mais, Pereira ainda lembra que quando o mercado conta com influências políticas fica ainda mais volúvel e sensível a novos cenários que podem ir se desenhando dia a dia. 

"Quando há influências políticas no mercado, infelizmente, não há uma tendência de longo-prazo específica. Da noite para o dia, o Trump pode revogar as tarifas sobre a China, os chineses quebrarem a retaliação e o cenário mudar completamente", explica o diretor da ARC. 

Dessa forma, é mais um profissional que acredita que o melhor momento já passou, de fato, e que a cautela deve ser redobrada neste momento. "Com os atuais patamares de preços que as tradings estão disponibilizando pra entrega futura, a aposta deveria ser no mercado disponível mesmo (no decorrer da colheita, efetiva a venda). Aquele com capacidade de armazenar o grão, deve apostar na volta das compras chinesas, que agora estão fracas, o que é comum pela sazonalidade" orienta o executivo. 

Eventuais rallies das cotações em Chicago ou do dólar, que são, neste momento, os fatores mais voláteis, é claro, devem sim ser aproveitados pelos produtores brasileiros, como explica o diretor da Labhoro Corretora, Ginaldo Sousa. 






fonte noticias agricolas

Funcionário de frigorífico é preso em flagrante tentando furtar Pedra de Vesícula Bovina


Nesta quarta-feira (16), Elson Novaes da Silva foi preso em flagrante ao tentar furtar “Pedra da vesícula Biliar Bovina”, em um estabelecimento comercial no ramo de frigorífico onde trabalha, localizado em Rondonópolis-MT.

A direção do frigorífico já estava observando o suspeito a algum tempo e em imagens de circuito interno foi comprovado que o funcionário que tinha função de manusear bovinos abatidos estava furtando as pedras de vesículas que tem um alto valor no mercado.

A Polícia Militar (PM) foi informada sobre a situação e se deslocou ao local, terminando o expediente o suspeito foi chamado ao Departamento Pessoal onde haviam mais três testemunhas e interrogado se havia em sua posse alguma coisa ilegal ou furtada ele respondeu que não e poderiam o revistar.

Porém no momento da abordagem ele ficou muito nervoso, o Sargento da PM ordenou que abaixasse as roupas íntimas, pois era notório por todos o volume constatando que havia algo escondido na cueca. O suspeito resistiu a solicitação por alguns instantes e em seguida abaixou a roupa tentando esconder nas mãos o produto de furto

Diante dos fatos foi conduzido para a 1ª Delegacia de Polícia (1ª DP) para se tomar as providências cabíveis. Essas informações estão registradas em Boletim de Ocorrência (BO) de número 2019.16490.
Fonte: agoramt

Funcionários de concessionaria de energia vão cortar energia de consumidor e são mortos a tiros





Dois prestadores de serviço da Companhia Energética do Maranhão (Cemar) identificados como João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva foram executados na manhã desta terça-feira (15), no bairro Sítio Natureza, em Paço do Lumiar, situado na Região Metropolitana de São Luís.

De acordo com informações, as vítimas teriam ido até o local realizar a interrupção de energia elétrica em uma das residências e após a realização do serviço, eles foram surpreendidos por disparos de arma de fogo quando já estavam no veículo da empresa.

João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva não resistiram a gravidade dos ferimentos e morreram no local.

Por meio de nota, a Cemar e o Consórcio Norte, empresa prestadora de serviços, informaram que acompanharão os trabalhos de investigação pelas autoridades policiais que deverão identificar as causas que levaram ao homicídio. As empresas lamentaram o ocorrido e se solidarizaram com os familiares.

Leia a íntegra da nota

"A Cemar e o Consórcio Norte, empresa prestadora de serviços, informam que irão acompanhar os trabalhos de investigação pelas autoridades policiais do homicídio ocorrido na manhã desta terça-feira (15), no Sítio Natureza, em Paço do Lumiar, vitimando os colaboradores João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva. Cabe esclarecer que a Companhia e o Consórcio Norte irão acompanhar e colaborar com o trabalho de investigação da polícia, que deverá identificar as causas que levaram ao homicídio. Neste momento as empresas lamentam e se solidarizam com os familiares e estão empenhadas em prestar toda assistência necessária".


Fonte: meio norte

ATENÇÃO PRODUTORES RURAIS, GERENTES DE FAZENDAS E OPERADORES DE MÁQUINAS


Vem aí, dia 01 de fevereiro, no Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães - SPRLEM, o SEMINÁRIO DE COLHEITA, com o palestrante Charles Greff - operador recordista mundial de colheita de soja com a palestra "Máximo rendimento com menor perda". Vagas limitadas. Garanta já a sua inscrição!!




fonte ascom/sprlem

Mercado do boi gordo com pouca movimentação


Com a primeira quinzena de 2019 próximo do fim, as indústrias começam a traçar as estratégias para a segunda metade de janeiro.

Com isso, parte dos frigoríficos iniciou a última segunda-feira (14/1) fora das compras, aguardando como o mercado irá se comportar para então se posicionar.

No fechamento de ontem, houve alteração apenas em cinco das trinta e duas praças pesquisadas, com alta em três e desvalorização em duas, considerando o preço do boi gordo.

Em Três Lagoas-MS, as empresas estão com escalas de abate confortáveis (em torno de seis dias), o que permite aos frigoríficos testarem o mercado, ofertando preços abaixo da referência.

Na região, a arroba ficou cotada em R$140,00, a prazo, livre de Funrural, uma desvalorização de 0,7% na comparação diária.





fonte scot consultoria

Conab vê safra de soja menor no Brasil e "danos irreversíveis" após tempo adverso




O Brasil deverá produzir 118,8 milhões de toneladas de soja na safra 2018/19, já em colheita, estimou nesta quinta-feira a Conab, em um corte ante a previsão do mês passado, de 120,06 milhões, após a irregularidade nas chuvas e altas temperaturas afetarem as lavouras de alguns Estados.

Com a revisão, a Companhia Nacional de Abastecimento deixou de apostar em uma produção recorde neste ano, apesar de um plantio histórico de quase 36 milhões de hectares, já que o novo volume fica abaixo dos 119,3 milhões de toneladas de 2017/18.

O corte reportado pela Conab é mais conservador frente ao realizado pelas consultorias INTL FCStone e AgRural recentemente.

Segundo a companhia, em Mato Grosso do Sul há casos de lavouras em algumas áreas com mais de 25 dias sem precipitações. “Atrelada à falta de chuvas, no segundo decêndio de dezembro, as temperaturas máxima e mínima foram elevadas no Estado, situando-se bem acima da normal climatológica do período”, afirmou a Conab, acrescentando que “o agravamento climático poderá provocar quebra da produtividade” na região.

No Paraná, segundo maior produtor de soja do Brasil, também está prevista a ocorrência de perdas na produtividade da oleaginosa por causa do tempo quente e seco, “principalmente para aquelas lavouras semeadas mais cedo, atingidas pelas adversidades climáticas no estado de enchimento de grãos, a fase mais suscetível”.

“Acredita-se que para algumas lavouras os danos serão irreversíveis, mesmo se as chuvas normalizarem, uma vez que a ocorrência das condições climáticas adversas, particularmente na parte oeste do Estado, coincidem com o fato da maior parte das lavouras estarem nos estádios de floração e frutificação”.

A Conab reportou problemas também em Goiás e viu impacto mais limitado em Mato Grosso, líder na produção nacional.

A redução na estimativa para a safra de soja mexeu com as expectativas para a produção total de grãos e oleaginosas em 2018/19. A Conab aposta agora em uma colheita de 237,3 milhões de toneladas, ante 238,4 milhões de toneladas em dezembro e 227,75 milhões em 2017/18.

Caso se confirme, ficará ligeiramente abaixo da maior marca já alcançada pelo Brasil, de 237,67 milhões de toneladas, em 2016/17.

MILHO
Em relação ao milho, a Conab fez poucas alterações, elevando a previsão de safra total para 91,2 milhões de toneladas, de 91,1 milhões anteriormente. Trata-se de uma alta de quase 13 por cento ante 2017/18, quando condições climáticas adversas impactaram as lavouras.

Do total estimado, 27,45 milhões de toneladas são esperados na primeira safra e o restante na segunda, a chamada safrinha, a ser colhida em meados do ano e cuja expectativa de plantio é de 11,54 milhões de hectares.

A Conab manteve suas projeções para exportação tanto de soja quanto de milho em 2018/19 em 75 milhões e 31 milhões de toneladas, respectivamente.







fonte reuters

Mauro quer taxar algodão em 200%; quem não aceitar o Fethab deverá pagar ICMS





O governador Mauro Mendes (DEM) entregou à Assembleia a Mensagem nº 5 de 2019, nesta quinta (10) visando alterar o Fundo de Transporte e Habitação (Fethab). A proposta é juntar o Fethab 1 e 2 e majorar a alíquota aplicada sobre a comercialização de commodities seja no mercado interno, quanto a que abastece o mercado internacional. A perspectiva é arrecadar R$ 1,4 bilhão este ano e destinar 35% exclusivamente para a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra).
O aumento mais expressivo será sobre o algodão, que deixará de recolher R$ 28,4 para R$ 48,6 por tonelada se for vendida  no mercado interno e R$ 277 se for para exportação, totalizando um percentual de 200% para cada 1 milhão de quilos da pluma.
Desde 2000 que existe o Fethab em Mato Grosso, criado ainda no governo Dante de Oliveira. Em 2015, o ex-governador Pedro Taques (PSDB) conseguiu aprovar o Fethab 2, que passou a vigorar em 2016 e encerrou em 31 de dezembro de 2018, e que na pratica dobrou as alíquotas do Fethab 1, gerando cerca de R$ 400 milhões para o erário público só em 2018. No ano passado, o Fethab 1 arrecadou R$ 900 milhões para o caixa do governo.
Na proposta de Mauro, o Fethab 1 e 2 passarão a ser um só e ainda terão uma majoração da tarifa. Se for aprovada pela Assembleia, cuja meta é apreciar o projeto até ao final deste mês, o Fethab passará a incidir sobre novos produtos, milho, cana-de-açúcar e carne bovina.
Nova alíquota
Até 31 de dezembro de 2018, quando ainda estava em vigor a dobra da alíquota em razão do Fethab 2, o Estado recolhia 20,4% da UPF, que está calculada em R$ 138,99, por tonelada de pluma transportada.
Com a nova proposta, a alíquota subirá para 35%, o que significa que a cada 1 milhão de quilo de pluma – ou 1 tonelada de algodão – transportado no mercado interno, serão recolhidos R$ 48 que serão direcionados para o Fethab. Se for para o mercado externo serão R$ 277, ou 200% da UPF.

Realça-se que nas hipóteses em que houve majoração, o recolhimento do Fethab não é obrigatório, oferecendo-se ao contribuinte a opção pela tributação pelo ICMS com a aplicação das regras de não cumulatividade

Sobre a soja, vigorou até ano passado a alíquota de 19,21% da UPF por tonelada de grãos transportada. Na proposta de Mauro esse valor vai para 20%, totalizando cerca de R$ 27 (t), isso se o destino da carga for o mercado interno, caso seja o mercado internacional, o percentual a ser aplicado será de R$ 28%, chegando a R$ 38 (t).
A venda de bovinos vivos, chamados de gado em pé, também terá alteração, passando de 23,52% até 2018 para 30% da UPF por cabeça transportada para abate. Se aprovada a nova regra, o Estado recolherá R$ 41 por animal.
Também sobre a madeira haverá mudanças, sendo que hoje são 9,3% da UPF, e Mauro quer 12%, o que somará R$ 16 por metro cúbico vendido.
Milho, carne bovina e cana-de-açúcar
De 2000 até 2018 o governo não cobrava o Fethab sobre o milho, carne bovina e cana-de-açúcar. Dessa vez, a proposta é uma tarifa de 3% de UPF sobre a tonelada de milho, 0,5% sobre a tonelada da cana-de-açúcar, com destino ao mercado de exportação.
No caso da carne bovina, as alíquotas vão variar entre 0,06% e 0,12% por quilo dependendo do tipo da carne (desossada, com osso, miudezas e desossada).
“Realça-se que nas hipóteses em que houve majoração, o recolhimento do Fethab não é obrigatório, oferecendo-se ao contribuinte a opção pela tributação pelo ICMS com a aplicação das regras de não cumulatividade”, dispõe o governador na justificativa da mensagem, demonstrando que não haverá alternativas para os setores do agronegócio senão pagar impostos, caso não queira continuar com a contribuição financeira.
Setores produtivos
O Fórum Agro MT, que reúne entidades representativas de classe do agronegócio, informou que se manifestará nesta sexta (11) e apresentará uma contraproposta ao Governo.





fonte rdnews

 
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