Últimas Notícias do Mídia Rural

Preço do milho em Mato Grosso sobe 1,69% e saca vai a R$ 29,78


O preço do cereal em Mato Grosso seguiu em alta de 1,69% na semana passada. A constatação é do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) no balanço divulgado esta tarde. “Sustentado pela baixa oferta do milho no mercado, assim o indicador Mato Grosso encerrou a semana com cotação média de R$ 29,78/saca”.

O instituto informa também que os preços do milho na “Bolsa brasileira (B3) exibiram aumento de 4,77%, fechando com cotação média de R$ 49,10/saca. A valorização é atribuída ao mercado mais aquecido no momento e aos compradores retraídos quanto a novas negociações”.

Os analistas apontam que apesar da queda no mercado externo, a diferençade base Mato Grosso – CME foi puxada pela alta no indicador IMEA e assim fechou com incremento de 1,15% na semana passada.

Na última semana, a relação frete/milho alcançou 62,07%, o que evidencia um aumento de 0,91 pontos percentuais decorrente da alta no indicador disponível em Sorriso.





fonte so noticias

Preso em Rondônia, ‘maior desmatador do Brasil’ tem 120 madeireiras no Norte, diz MP



Extorsões, ameaças e lavagem de dinheiro são apenas alguns dos crimes listados na denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP) a partir da Operação Deforest, da Polícia Federal (PF), contra o empresário Chaules Volban Pozzebon, preso preventivamente no mês passado.
Chaules é acusado de liderar uma organização criminosa na região de Cujubim, em Rondônia.

Segundo a investigação, ele é proprietário de 120 madeireiras espalhadas pela região Norte — que estão em seu nome ou de laranjas — e, por isso, tem sido chamado por seus denunciantes de “o maior desmatador do Brasil”.
Elizeu Berçacola Alves conhece bem a ficha criminal de Chaules, que possui delitos que datam de quinze anos atrás.

No início de novembro, o bafo úmido de 34 °C do aeroporto de Porto Velho serviu de ponto de encontro para que Elizeu, ex-chefe da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) no município de Machadinho d’Oeste (RO), contasse à Agência Pública o que sabe sobre o que chama de “organização criminosa de Chaules”.
Elizeu deixou Rondônia em 2016, após múltiplas tentativas de emboscadas e um atentado que por pouco não tirou sua vida.
As ameaças vividas por ele reúnem um ponto em comum: o trabalho realizado para combater o desmatamento, o comércio ilegal de madeira e a grilagem em unidades de conservação, encabeçados em sua maioria, segundo o ambientalista, pela organização criminosa de Chaules.


O ex-funcionário público, que também foi agente da Comissão Pastoral da Terra, está há dez anos no Programa Federal de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos.
Embora a Operação Deforest tenha detido Chaules e mais 15 membros da organização criminosa, Elizeu ainda teme pela sua segurança — sua passagem por Rondônia e a conversa com a reportagem foram cercadas de cautela.
“O crime tem a mesma dinâmica do câncer. Ele trabalha com formação de células defeituosas na sociedade, de forma que o Chaules é só uma peça do conjunto. Não é só ele o responsável por toda a ação criminosa na Amazônia. Ele é uma peça-chave naquela região, mas muito além de Chaules está toda uma economia que se estabeleceu nas autarquias do Estado brasileiro”, afirma.





fonte uol noticias


Mercado de milho: veja o que pode influenciar os preços nesta semana




O mercado de milho na próxima semana deve ser influenciado pelo atraso na colheita do cereal nos Estados Unidos. O fluxo de retirada do milho das lavouras brasileiras também começa a entrar no foco das atenções dos players.


Confira abaixo as dicas do analista Paulo Molinari, da consultoria Safras & Mercado, sobre o que terá influência sobre as cotações de milho na semana que começa.
A safra norte-americana tem atraso histórico de colheita, devendo se estender
até o final do mês;
Ajustes de produtividade para baixo ainda são possíveis, de acordo com o analista, devido ao outono com geadas e neve;
O relatório Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a ser divulgado em dezembro e o de janeiro devem corrigir a safra;
Ainda merece observação a falta de acerto na guerra comercial entre EUA e China;
A redução dos embarques na exportação pelo Brasil a partir de janeiro pode abrir espaço para retomada das exportações dos EUA e ajudar os preços na Bolsa de Chicago (CBOT);
O clima na América do Sul ainda não modifica o ambiente de preços na CBOT;
No Brasil, o mercado para o cereal segue com preços bastante firmes. Mas há preocupação com a logística de fim de ano e a procura por lotes para atender à demanda de dezembro aumenta;
O clima ainda é uma preocupação de produtores de milho desde o Paraná até o Matopiba; atraso e irregularidade das chuvas mantém a atenção sobre a safra de verão;
Os embarques para exportação se aproximam de 5 milhões de toneladas em
novembro, e já há 1 milhão de toneladas confirmadas para dezembro, o que leva à estimativa de um recorde de envio anual que oscila de 38 milhões a 40 milhões de toneladas;
A safra de milho deverá começar a ser colhida em janeiro no Rio Grande do Sul, porém a demanda deve ser acelerada pelo grão novo;
Nos demais estados, espera-se algum fluxo maior de colheita apenas a partir de
fevereiro/março;
O plantio tardio de milho “safrinha” será o ponto especulativo do primeiro semestre,
além do abastecimento ajustado, prevê o analista.





fonte canal rural

Exportações de soja para a China ultrapassam as 11.4 milhões de toneladas




Mais de 11.4 milhões de toneladas de soja produzidas em lavouras de Mato Grosso chegaram a China este ano. 

Os dados são do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) e equivale ao período de janeiro a outubro.

O número exato de toneladas exportadas é de 11.478.622 (onze milhões quatrocentos e setenta e oito mil seiscentos e vinte e duas). A China é a maior compradora do grão produzido em Mato Grosso, muito a frente dos demais parceiros comerciais. A diferença em toneladas exportadas para a China para o segundo principal destino pode ser de até 10 vezes.

A Espanha é a segunda maior compradora de soja do estado e até agora foram exportados 1.076.737 (um milhão setenta e seis mil setecentos e trinta e sete) toneladas.








FONTE REPORTER AGRO

Armazéns privados recebem técnicos para cadastramento


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Nesta semana, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) conclui o trabalho de cadastramento de armazéns localizados nos municípios de Dourados, Eldorado, Ivinhema, Maracaju, Nova Andradina e Terenos. As solicitações de cadastramento foram recebidas por meio do Sistema de Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (Sicarm), operacionalizado pela Companhia.

O processo, que segue até sexta-feira (22), consiste na coleta de informações administrativas da unidade armazenadora, identificação dos proprietários do imóvel, características técnico-operacionais, presença de sistema de aeração e termometria, estado de conservação das estruturas físicas, listagem de equipamentos, além da capacidade de recepção, expedição e mensuração dos locais para determinação da capacidade estática de armazenamento.
Atualmente, o estado de Mato Grosso do Sul possui 850 unidades armazenadoras cadastradas pela Companhia, com total de capacidade estática para estocagem de 9,36 milhões de toneladas de grãos. Para acessar informações relativas ao cadastro de armazéns, assim como solicitar a inclusão ou alteração de cadastros, basta acessar o Sicarm, no Portal da Conab.




fonte agrolink

Criminosos furtam defensivos agrícolas de fazenda





Defensivos agrícolas avaliados em cerca de R$ 70 mil foram roubados na madrugada da última quarta-feira (20), de uma fazenda localizada na região da Serrinha, no município de Água Boa

No boletim de ocorrência consta que os bandidos ainda teriam mexido com as câmeras de segurança para evitar serem filmados. Esses são os produtos que foram levados no furto:

Select One Pack – Lote 063-1812218025/19 = 530 litros

Certero – Lote 028-19-2110 = 30 litros

Sphere MAXSC535 – Lote 084/19 = 100 litros






fonte nortao noticias


Polícia Civil prende mais um integrante de quadrilha especializada em furto de gado




O sexto integrante de uma quadrilha de furto de gado cometido no município de Barra do Garças (509 km a Leste de Cuiabá), foi preso na tarde de quarta-feira (20.11), no estado de Goiás, em continuidade da operação “Boi Bandido 2”, deflagrada no início desta semana.

Conforme mandado de prisão preventiva que estava em aberto, P.A.S. de 19 anos, é acusado de abigeato e associação criminosa. O foragido foi localizado na cidade de Abadia de Goiás (GO), após trabalho da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso com apoio da Polícia Civil goiana.

O suspeito foi identificado nas investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças como um dos envolvidos no crime praticado em uma propriedade agrícola na zona rural do município, no dia 21 de outubro.

A ação para prisão do jovem foi deflagrada pelos policiais civis do Denarc de Goiás, após informações repassadas pela Derf.

Conforme o delegado que conduz as investigações, Nelder Pereira Martins, com a prisão de P.A.S. são seis os presos responsáveis pelo furto apurado.“O inquérito deverá ser concluído em dez dias, porém as diligências continuam para identificar e prender outros possíveis participantes do grupo criminoso”, destacou o delegado.

Investigações

As provas colhidas durante a investigação trouxeram evidências de que os suspeitos compunham uma quadrilha de furto de gado, com crimes reiterados e modus operandi similar na prática criminal. Dentre os suspeitos identificados, está um funcionário da propriedade. O delegado Nelder Martins representou pelos pedidos de prisões dos envolvidos, inclusive dos que foram detidos em flagrante na ocasião do furto.

Os mandados de buscas e apreensões foram cumpridos na segunda-feira (18.11) em uma fazenda onde foram localizadas as reses e em comércios suspeitos da venda de gado abatido clandestinamente. Foram apreendidos também veículos dos suspeitos do crime, sendo duas caminhonetes e dois veículos de passeio.

Nas residências dos suspeitos, os policiais apreenderam outros materiais como duas armas de fogo (um revólver e uma espingarda calibres 38); R$ 14 mil em espécie, não declarados e sem comprovação da origem; mais de R$ 20 mil em cheques e documentos diversos.

Em 21 de outubro, 41 cabeças de gado bovino foram furtadas da Agropecuária de Barra do Garças S.A. e recuperadas pela Polícia Civil com apoio da Polícia Militar, poucas horas após o crime. Na ocasião, os autores usaram um veículo tipo caminhão para o transporte dos animais.

O rebanho confinado foi localizado na Fazenda Jatobá.










fonte agencia da noticia

Três são presos em Colíder suspeitos de roubo de carretas





Policiais militares de Nova Santa Helena e Colíder agiram rapidamente e conseguiram  prender 3 homens acusados de envolvimento  em furtos de carretas na região Norte.

Os acusados estavam hospedados em um hotel de Colíder mas empreenderam fuga e foram presos na MT-320, em um cerco policial, próximo a Nova Santa Helena.

Estavam em um VW Voyage, com placas de Rondônia. Com o trio, os policiais localizaram uma pistola, 14 munições, dinheiro e uma porção de cocaína.

Duas carretas foram furtadas nesta madrugada em Nova Santa Helena e o sistema de rastreamento havia apontado a localização  em Colíder. Na noite anterior, uma outra carga de carreta havia sido furtada na região com o mesmo "modus operandi".

Após essa brilhante atuação dos policiais de Nova Santa Helena e Colíder, os acusados serão encaminhados  para a delegacia de Polícia Civil de Itaúba.

Fonte: Nortão online


Após várias altas, soja brasileira cai sem compras chinesas




Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a quarta-feira (20.11) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas para exportação caindo 0,13%, para a média de R$90,62/saca. No acumulado do mês, os preços médios da soja já subiram 3,71% nos portos.



“A alta de 0,11% do dólar no Brasil não suplantou a queda de 0,78% da cotação da soja em Chicago. A isso somou-se a ausência da China no mercado da América do Sul nesta quarta-feira. Assim, os preços oferecidos pelos compradores sobre rodas nos portos do sul do Brasil ou seus equivalentes em outros estados tiveram queda”, explica a T&F Consultoria Agroeconômica. 
Já no interior o preço caiu menos: 0,19%, para R$85,51/saca, contra R$85,67do dia anterior. No acumulado do mês, os preços médios da soja apurados pelo Cepea já subiram 4,09% nas praças do interior do País.
CHINA
Ainda de acordo com a T&F, a China este ativa nesta quarta-feira: “Mas para soja norte-americana no Golfo do México, onde teria comprado pelo menos dois cargos. Nada no Brasil de origem”. Os prêmios da soja nos portos brasileiros para dezembro permaneceram inalterados, assim como também para fevereiro e março, subiram 9 cents para abril, 5 para maio, 5 para junho e 2 para julho.
Os prêmios da soja brasileira CIF portos da China caíram 2 cents para fevereiro e para março, 1 cent para abril, ficaram estáveis para maio, caíram 1 cent para junho e permaneceram estáveis para julho.





fonte agrolink

Sugestão de pauta: Governo atende setor produtivo e revoga decreto que eleva preços de terras





REGULARIZAÇÃO

Governo atende setor produtivo e revoga decreto que eleva preços de terras


Atendendo a uma reivindicação da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), o Governo do Estado publicou no Diário Oficial do dia 8 de novembro, o Decreto 294/2019 que prevê nova regulamentação para cálculo do valor da pauta de terras aos processos novos e em andamento no Instituto de Terra de Mato Grosso (Intermat). O documento revoga o Decreto 31/2019 de fevereiro deste ano que alterou a metodologia de cálculo e elevou o preço da regularização das terras rurais junto ao Intermat, praticamente dobrando o valor.

O pedido da Famato foi encaminhado ao líder do Governo deputado estadual Dilmar Dal Bosco, que prontamente acatou a reivindicação e a apresentou ao Grupo de Trabalho de Terras (GT) da Assembleia Legislativa, composto por seis deputados estaduais (Nininho, Dilmar Dal Bosco, Xuxu Dal Molin, Dr. João, Faissal e Valdir Barranco), membros titulares da Comissão de Agropecuária, Desenvolvimento Florestal e Agrário e Regularização Fundiária. Também participaram do GT de Terras representantes da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fórum Agro e Intermat.

O novo decreto autoriza o Intermat a corrigir o valor da pauta anualmente, em janeiro, de acordo com o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) e não retroage aos valores já quitados entre fevereiro e novembro. Para este período, o preço mínimo da pauta foi definido em R$ 414,28 para o Grupo 1, em R$ 295,85 para o Grupo 2 e em R$ 125,31 para o Grupo 3.

“Com a nova publicação as normas do Decreto nº 31/2019 foram abolidas e os produtores voltam a praticar os cálculos semelhantes aos que eram praticados antes de fevereiro de 2019, quando houve a alteração por determinação do governo, onerando a classe produtora”, explicou o analista de assuntos fundiários da Famato, Lino Amorim.

Revogado - Pelo decreto de fevereiro, a regularização de um hectare de terra no bioma amazônico, por exemplo, passou de R$ 514 para R$ 1.029. O novo decreto publicado semana passada retomou a metodologia de cálculo antiga, mas aumentou o valor de pauta em 12,69%, baseando-se no Índice IGP-M. Com isso, o preço do mesmo hectare caiu de R$ 1.029 para R$ 570. Para que o valor fosse reduzido, a metodologia de cálculo voltou a considerar a reserva legal da propriedade na conta, aplicando apenas o preço mínimo por município.




Ascom Famato

Em um ano, MT tem aumento de 13% no desmatamento



Mato Grosso segue tendência nacional e registra aumento no desmatamento na Amazônia Legal, entre agosto de 2018 e julho de 2019. No período, foram destruídos 1.685 quilômetros quadrados (km2), um crescimento de 13% em comparação ao ano anterior, quando foram derrubados 1.490 km2. Em nível nacional, o país bateu recorde do desmatamento desta década, conforme dados atuais da devastação na Amazônia divulgados, ontem (18), pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) por meio do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), considerado o mais preciso para medir as taxas anuais.

Em toda região, foram desflorestados 9.762 km2 entre agosto de 2018 a julho deste ano, o que representa um aumento de 29,5% em comparação com o período anterior (7.536 km2). O incremento do percentual desse ano é o terceiro maior da história, sendo que aumentos acentuados foram verificados em 1995 com 29.100km2 de áreas devastada e, e, 1998, quando o desmate cresceu 31%. Da região, Roraima (RR) registrou o maior percentual (216%), seguido do Acre (55%), Pará (41%) e o Amazonas (36%). Já o Amapá, Maranhão, Roraima e Tocantins tiveram redução.

A divulgação dos dados contou com as presenças dos ministros do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles, e da Ciência, Marcos Pontes. Segundo o site, para Salles o aumento ocorreu devido à “economia legal” na Amazônia. Ele também anunciou para esta quarta-feira (20) uma reunião, em Brasília, para tratar de ações e medidas contra a destruição ilegal da floresta, como a volta do TerraClass (que qualifica o desmatamento na região) e o repasse de recursos do Fundo Petrobras para sua reativação.

Em Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) também conta com estratégias de para controle e combate ao desmatamento ilegal. Inclusive, esses instrumentos foram apresentados na semana passada a representantes da Iniciativa para o Comércio Sustentável (IDH). Segundo o órgão estadual, desde 2010, o Estado estruturou diversos instrumentos de planejamento estratégico jurisdicional para a redução do desmatamento e o desenvolvimento sustentável.

Entre os pontos destacados, está o emprego da tecnologia por meio da Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal. Adquirida pelo Programa REM, por meio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com recursos da Alemanha e Reino Unido, a ferramenta monitora o Estado diariamente com resolução espacial de três metros, por meio da constelação de nano satélites Planet. Conforme a assessoria de imprensa da Sema, a plataforma conta ainda com alertas semanais de desmatamento, tanto na região Amazônica, como no Cerrado e Pantanal. A ferramenta permite detectar desmates a partir de um hectare e acompanhar a alteração da cobertura vegetal de forma rápida, possibilitando a notificação remota imediata em casos de infrações.

Com o uso da tecnologia, o objetivo da Sema é autuar e embargar 100% das áreas em que forem detectados desmatamentos ilegais e enviar as equipes de fiscalização a campo para deter derrubadas da floresta que estejam em andamento. "Empreendemos um conjunto de esforços que une inteligência, tecnologia e motivação da equipe para conter o desmatamento e atingir nosso principal objetivo: manter a floresta em pé", disse o secretário-adjunto executivo da Secretaria, Alex Marega.

Há ainda o Sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar), cujos dados auxiliam na realização de um diagnóstico do Estado, sendo ferramenta fundamental para definição de políticas públicas e regularização dos imóveis rurais. Mato Grosso é o primeiro Estado brasileiro a lançar o sistema com a possibilidade de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) para recuperação das áreas degradadas em pleno cumprimento ao Código Florestal Brasileiro.

Vale lembrar que os dados de 2017 a 2018, já tinham batido recorde da década em toda a região. No período, foram derrubados 7.536 km2 de vegetação, o maior valor desde 2008 até aquele momento. O Projeto Prodes é diferente do Sistema de Detectação de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que mostra os alertas mensais e já sinalizava tendência de aumento.

Conforme o Inpe, o Prodes realiza o monitoramento por satélite do desmatamento por corte raso na Amazônia Legal e produz, desde 1988, as taxas anuais de desmatamento na região, que são usadas pelo governo brasileiro para o estabelecimento de políticas públicas. As taxas anuais são estimadas a partir dos incrementos de desmatamento identificados em cada imagem de satélite que cobre a Amazônia Legal.

A primeira apresentação dos números é realizada para dezembro de cada ano, na forma de estimativa. Os dados consolidados são apresentados no primeiro semestre do ano seguinte. A taxa anual de desmatamento Prodes tem sido usada como indicador para a proposição de políticas públicas e para a avaliação da efetividade de suas implementações.





fonte diario de cuiaba

Soja em baixa com realização de lucros


O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (18.11) baixa de 8,00 pontos no contrato de Janeiro/20, fechando em US$ 9,1025 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 6,75 e 8,00 pontos.


Os principais contratos futuros tiveram um dia de perdas no mercado norte-americano da soja na abertura da semana, com realização de lucros derrubando as cotações. “A colheita da soja americana está em linha com as expectativas do mercado, em 91% concluída no relatório semanal de progresso de safra do USDA divulgado nesta segunda-feira. A colheita progrediu 6% em relação à semana anterior, uma desaceleração já que na semana passada houve 10% na comparação semana/semana”, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.
De acordo com a ARC Mercosul, a semana em Chicago inicia com olhos atentos às resoluções políticas entre EUA e China: “Nesta última madrugada, agências de notícias relataram um pessimismo de Pequim frente à ‘Fase 1’ do Acordo Comercial, uma vez que Trump está extremamente relutante em retirar qualquer tarifa já implementada sobre produtos de origem chinesa”.
A ARC ressalta que um acordo total entre as nações é improvável com a atual presidência estadunidense. “O Governo chinês alegou que a retirada de tarifas havia sido prometida em encontros passados. O descumprimento deste ‘pré-acordo’ é tido como uma traição de confiança para os asiáticos. Além do mais, importadores chineses nos informaram fortes atrasos no descarregamento portuário de grãos, desacelerando o volume de compras no curto-prazo. A ARC teme que estes atrasos deverão perdurar até o fim do ano”, concluem os analistas.




fonte agrolink

Preço da carne bovina subiu no varejo


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No mercado varejista de São Paulo, na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações da carne bovina subiram 1,1% na última semana. E a tendência é de que este cenário se mantenha até o final do ano. 

No Paraná a alta foi de 0,7% e no Rio de Janeiro de 1,7%. Em Minas Gerais os preços ficaram estáveis no mesmo período. 

Apesar das altas consistentes no atacado, no varejo os preços têm aumentando gradativamente. 

Análise originalmente publicada no informativo Boi & Companhia, edição 1364.


Mercado Futuro do boi tem nova paralisação de negócios por limite de alta atingido




Na Bolsa Brasileira (B3), as negociações futuras estão paradas em função dos contratos terem atingido um novo limite de alta. No caso do mercado físico, os pecuaristas estão cautelosos para fechar novos contratos devido as valorizações significativas dos últimos dias.
Segundo o Consultor em Gerenciamento de Riscos da INTL FCStone, Caio Toledo Godoy, na semana passada esse fato ocorreu e logo em seguida os preços recuaram na sessão da última quinta-feira. “Todos querem comprar, mas ninguém quer vender. Quando essas movimentações são muito fortes e rápidas a bolsa de valores para e esperar o animo acalmar”, comenta.
Um dos fatores que tem motivado as indústrias a buscaram por animais com mais afinco é a demanda interna que começou a melhorar. “Esse movimento é um primeiro ponto a ser destacado, já que temos uma melhora da economia e a época do ano que estamos com as festas do final de ano”, destaca.
O segundo ponto é o fator externo com as exportações chinesas aquecidas e a questão cambial.“A questão do dólar elevado deixa a carne brasileira competitiva internacionalmente e o apetite chinês que parece não ter fim, na qual está contribuindo para as exportações”, ressalta.
Do lado da oferta, o consultor destaca que é preciso levar em consideração que alguns pecuaristas estão retraindo as vendas diante das altas expressivas no mercado. “Tem uma redução da oferta de animais, mas está sendo agravada com pecuaristas cautelosos para negociar. Por isso, o boi de R$ 200,00/@ já uma realidade no Brasil e está vindo para ficar por um bom tempo”, informa Godoy.

Valor da produção pecuária do Brasil crescerá 7% com impulso da China, diz CNA

Por Roberto Samora
SÃO PAULO (Reuters) - O Valor Bruto da Produção (VBP) pecuária do Brasil deve alcançar 234,5 bilhões de reais em 2019, um crescimento de 7,2% se comparado ao ano passado, com impulso da demanda da China pelas carnes brasileiras, apontou nesta segunda-feira pesquisa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Com o surto de peste suína africana (PSA) atingindo plantéis da China desde agosto de 2018, o país asiático tem elevado importações de todas as carnes, como forma de preencher a lacuna deixada pela queda na produção de carne suína.
Isso eleva preços a níveis recordes no Brasil e colabora com o aumento do faturamento pecuário no país.
"O avanço da doença no país asiático, que é o maior consumidor de carne suína do mundo, impactou o cenário global de oferta de alimentos e os preços, principalmente de carne suína e de frango", disse o assessor técnico do Núcleo Econômico da CNA, Paulo André Camuri, em nota.
O estudo da CNA apontou alta de 4% no valor bruto da carne bovina em 2019, para 106,7 bilhões de reais; de 14,1% na de frangos, para 45,9 bilhões; e aumento de 24,7% em suínos, para 17,3 bilhões de reais. O VBP da pecuária ainda é formado pela produção de ovos e leite, sendo que este último registrará aumento de 8,1% no ano, para 54,1 bilhões de reais.
O aumento no valor da produção ocorre em meio a preços recordes das carnes, em meio a fortes exportações brasileiras.
Na última quinta-feira, o preço da arroba do boi gordo manteve a trajetória das últimas semanas e subiu 4,35%, marcando um novo recorde histórico a 199,25 reais, segundo o indicador Esalq/B3, com impulso principalmente da forte demanda de exportação, notadamente da China.
No atacado da Grande São Paulo, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o preço da carcaça bovina renovou máximas históricas na semana passada.
Da mesma forma, os preços do leitão atingiram os maiores patamares nominais de toda a série histórica do centro de estudos da Esalq. O preço da asa de frango teve também, na semana passada, o maior valor da série histórica do Cepea, iniciada em abril de 2004.
VALOR AGRÍCOLA RECUA
Se o valor da pecuária do Brasil está em alta, o mesmo indicador para a produção agrícola está em queda, após uma redução nas safras de soja e café, culturas que também sofreram queda de preços em 2019.
Dessa forma, o VBP do ramo agrícola deve encerrar o ano com queda de 3,8%, alcançando 380 bilhões de reais.
O cenário de redução de 11,1% nos preços do café arábica, somado à queda da produção, devem resultar em queda de 35,5% do VBP do produto em relação ao ano anterior.
O faturamento da soja, principal produto da agropecuária nacional, deve ter recuo de 20 bilhões de reais (-12%), por causa das reduções de 8,8% nos preços e de 3,6% na produção.
Apesar dessas quedas, algumas culturas devem apresentar alta no faturamento, como o milho (+16,8%) e o algodão (+11,9%), cujas safras aumentaram para recordes.
No total, os dados da CNA até outubro mostram que o VBP da agropecuária deve chegar a 614,55 bilhões de reais, um leve aumento de 0,1% frente a 2018.
(Por Roberto Samora)

PIB-Agro: Pecuária mantém em alta PIB do agronegócio em agosto

Por CEPEA
O PIB do Agronegócio brasileiro cresceu 0,73% em agosto, de acordo com cálculos realizados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e com a Fealq (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz). Diante disso, o aumento no acumulado do ano (de janeiro a agosto) passou a ser de 1,38%.
Pesquisadores do Cepea indicam que, assim como verificado nos meses anteriores, o desempenho positivo no acumulado de 2019 (de janeiro a agosto) está atrelada ao forte crescimento observado para o ramo pecuário, de quase 10%, tendo em vista o resultado negativo, em 1,82%, para o agrícola.
O recuo verificado no ramo agrícola esteve atrelado sobretudo à queda observada dentro da porteira, que, por sua vez, tem tido a renda pressionada por maiores custos de produção e menores preços de importantes culturas, como algodão, café, mandioca, milho e soja. Já a alta no pecuário se deve aos crescimentos registrados para todos os segmentos. Pesquisadores ressaltam, contudo, que o elevado custo de produção também tem marcado a pecuária. Mas, as cadeias do ramo têm se beneficiado da combinação de aumento na quantidade produzida com alta significativa dos preços. 
A elevação nos preços no ramo pecuário, por sua vez, tem sido motivada principalmente pela demanda aquecida por proteína animal no mercado externo, com destaque para o efeito da Peste Suína Africana (PSA).

Por: Aleksander Horta e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

Falta de chuva deixou algumas lavouras ralas", destaca presidente da Aprosoja MT





 (Crédito: Repórter Agro)

 O presidente da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja) Antônio Galvan conversou neste final de semana com a reportagem do Repórter Agro e falou sobre o atraso no plantio de soja no estado.

Na região Norte Araguaia, por exemplo, a semeadura está quase 14% mais lenta se comparada com a safra anterior.

O atraso é devido a escassez de chuvas no estado. 

"Tem lavouras, que por conta da pouca chuva, comprometeu as plantas, poderia ter nascido mais por metro quadrado, aí ficou ralo", destacou Antônio Galvan.

Isso, segundo o presidente da Aprosoja, pode comprometer a produtividade de algumas lavouras do estado. 

"Vai depender muito do que acontecer daqui para frente com o clima, é fator prepoderante para a produtividade das lavouras", destacou Galvan, reforcando  que esse atraso pode refletir  tambem no cultivo de milho, que começa assim que a safra de soja for concluída.








fonte reporter agro


 
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