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Lançada em Sorriso operação ‘Abafa Amazônia’ que passa a ser feita no Nortão; multas podem passar de R$ 60 milhões




As secretarias de Segurança Pública (Sesp) e Meio Ambiente (SEMA) lançaram, ontem à tarde, na Base do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) a quinta edição da operação “Abafa Amazônia”, que busca reduzir crimes ambientais e queimadas em Vera, Feliz Natal, Nova Ubiratã e Cláudia e Sinop. Segundo o coronel do Corpo de Bombeiros e secretário executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, Paulo André da Silva Barroso, o trabalho será intensificado até o dia 28 e pelos números de queimadas e experiência, em relação as edições anteriores, nesta operação podem ser emitidas mais de R$ 60 milhões em multas.
“A primeira aconteceu na região de Sinop, em 2016, tivemos duas em 2017 e apenas uma em 2018. As edições anteriores foram gradativamente sendo construídas aos longos dos anos. No primeiro ano, quem participou foi o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar Ambientação e a superintendência de fiscalização da Sema e a medida que foram passando os anos, fomos agregando mais agências. Hoje, podemos dizer que a operação abafa está completa. Nas primeiras quatro edições aplicamos o montante de R$ 64 milhões em multas. Para esta edição temos uma expectativa próximo disso, em razão da preparação que tivemos em relação às áreas desmatadas, apontou Barosso.
“Essa operação é uma proposta da secretaria de Segurança Pública que visa o enfrentamento aos crimes ambientais, que fazem referência as queimadas e incêndios florestais. É uma ação através do Corpo de Bombeiros e o grupo que combate incêndios. É uma operação integrada que envolvem vários agentes, não só da segurança pública mais do Estado. A proposta é que durante este período proibitivo de queimadas, ainda tenha outras ações neste sentido. A proposta realmente da ação é intensificar a fiscalização, o combate as queimadas ilegais. É um trabalho muito produtivo em todos os aspectos”, disse o coronel da Polícia Militar Victor Paulo Fortes Pereira.
O período proibitivo de queimadas em Mato Grosso começou no dia 15 de julho e segue até o dia 15 de setembro.
Só Notícias/David Murba (foto: arquivo/Edson Rodrigues)

QUEIMADAS NA AMAZÔNIA PROVOCAM “CORREDOR DE FUMAÇA” NA AMÉRICA DO SUL




Um corredor de fumaça proveniente das queimadas na Amazônia vem descendo pela América do Sul desde a semana passada, atingindo o Centro Oeste, o Sudeste e o Sul do Brasil, e países vizinhos como Argentina, Uruguai, Peru e Bolívia.
O fenômeno ocorre todos os anos entre agosto e setembro, por causa da temporada seca, mas chamou a atenção depois que uma mistura de fumaça com a frente fria que atingiu o estado de São Paulo escureceu a região da capital paulista no meio da tarde de ontem.
No caso de São Paulo, a fumaça provocada pelas grandes queimadas no sul da Bolívia e no Paraguai no fim de semana contribuiu para que o paulistano pudesse achar que anoiteceu mais cedo, por volta das 15h da segunda. A fumaça dos incêndios atravessou o Paraná, Mato Grosso do Sul, atingiu o estado de São Paulo e chegou a alcançar Minas Gerais, somando-se à fumaça provocada pelas queimadas amazônicas e aumentando a intensidade desse “corredor”.
Em entrevista ao UOL por e-mail, o argentino Santiago Gasso, pesquisador da Nasa, a agência espacial norte-americana, conta que o fenômeno do “corredor de fumaça” não ocorreu nos últimos anos e depende de muitos fatores para se formar.
“Incêndios sempre acontecem nesta época do ano. Mas o corredor da fumaça não se forma todos os anos por razões que incluem o número de incêndios e sua intensidade, o tipo de combustível, a umidade no solo e questões meteorológicas”, afirma o especialista.
A empresa de meteorologia MetSul explica que é possível saber que a fumaça que atingiu é proveniente da Bolívia, por onde passa o corredor, e não só da Amazônia, por causa da cor da fumaça vista nos satélites. “A cor da fumaça que vem da região amazônica é esbranquiçada, e a fumaça que veio da Bolívia e do Paraguai é marrom. E o que estava sobre o estado de São Paulo era marrom”, afirma a MetSul.
“Como a fumaça é ‘emparedada’ nos Andes, acaba se concentrando e fica muito espessa, parecendo uma nuvem de cor diferente, meio azulada. Ao se mover para o sul, parece uma longa nuvem contínua de cores diferentes” diz Gasso, explicando que a imagem gerada pelos satélites assemelha-se a um rio. Por onde passa, a poluição causada pela fumaça é responsável por aquele visual do sol avermelhado se pondo no horizonte, como ocorre na capital paulista no inverno.
Segundo a MetSul, os ventos da Amazônia sopram de leste para oeste, entrando no continente pelo Nordeste do Brasil em direção aos Andes, onde encontram uma grande parede de montanhas de até 5.000 metros na cordilheira. A fumaça, que costuma concentrar-se entre 1.500 e 2.000 metros de altitude, não consegue ultrapassar esta barreira e desce em direção ao sul da América do Sul, passando por Peru, Bolívia, o Centro Oeste do Brasil e o Paraguai, chegando até o sul do Brasil. Com os fortes ventos e as queimadas na Bolívia e no Paraguai, a fumaça acabou atingindo SP e MG.
O especialista da Nasa lembra ainda que os efeitos da fumaça os tradicionais: má qualidade do ar, riscos à saúde de idosos e crianças e pessoas com doenças respiratórias, baixa qualidade de vida (você não pode sair e praticar esportes, por exemplo), além dos impactos no clima e no ecossistema. “Existe um componente internacional importante, porque provoca a má qualidade do ar no Paraguai, na Argentina e no Uruguai, países que não são necessariamente os principais produtores de fumaça”, diz o Gasso.
De acordo com o MetSul, o número de queimadas em agosto está acima da média dos últimos anos. O tempo muito seco e o aumento de incêndios ilegais contribuem para o crescimento dos focos de incêndio na região amazônica.
Fonte: Uol

Chuva de veneno expulsa agricultores, familiares e polui as águas de território indígena em Confresa





“Só não resisti ao veneno. Eu fiquei com a terrinha de 36 alqueires, no meio de uma área de 16 mil hectares de lavoura de cana. Era avião o dia inteiro, jogando inseticida, herbicida. Eles usavam de estratégia, minha área virou ponto de manobra do avião, ele fazia o retorno em cima da minha terra. O vento puxava o veneno e vinha uma chuva em cima de nós”, relata.
O canavial deu lugar às plantações de soja da Agropecuária Três Flechas sem que Valdiva conseguisse reaver o prejuízo – ela chegou a registrar Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia de polícia de Confresa, mas nada aconteceu. O filho Moisés, então adolescente, passou a sofrer de uma alergia que perdura até hoje. Em 2015, foi por fim assentada na Gleba Independente I, também na zona rural de Confresa. Mas não conseguiu fugir do veneno. Quando mudou para lá, as comunidades da região já sofriam com a deriva (a aplicação do produto que se desvia do alvo) do glifosato, o agrotóxico mais utilizado pelo agronegócio brasileiro. A fazenda Luta, a maior produtora de soja transgênica da região, fica a apenas 4 km de sua casa.
Valdiva conta que já sabia que seria cercada pela soja. “E sei também que daqui a dez anos esses assentamentos onde estamos, onde tiver terra plana que dá para virar soja, vai virar. Não sei como vamos viver. Aqui já sentimos os efeitos, não sei se é da Luta, se é da fazenda que fica aqui atrás. Mas a mandioca embola o olho todinho, fica empedradinho. As plantas murcham, quebram, endurecem e não voltam mais”, enumera.


Valdiva, seu filho, Moisés, e seu marido, Joaquim, foram os últimos a deixar o assentamento Gleba Novo Horizonte, em 2015
Cerca de 90% do território do município de Confresa é formado por assentamentos rurais, segundo a prefeitura. As quatro feiras semanais de alimentos, produzidos por quase 6 mil famílias assentadas, movimentam uma renda de R$ 3 milhões por ano. Nas palavras do secretário de Agricultura, Meio Ambiente e Turismo de Confresa, Iranilto de Matos Rodrigues, é essa renda que “faz a cidade girar”.
Ele próprio assentado e ex-executor do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Araguaia, Rodrigues destaca que a deriva dos agrotóxicos da fazenda Luta preocupa ainda mais porque ela fica “quase dentro” da sede do município e “na divisa com os índios”. Ele se refere à fronteira da Luta com a Terra Indígena (TI) Urubu Branco, um grande retângulo de floresta transitória entre o cerrado e a mata amazônica que o povo Apyãwa, conhecido como Tapirapé, luta para preservar. Os indígenas se queixam principalmente da poluição das águas, já que os ribeirões passam pela fazenda antes de se juntarem no córrego da Onça, no território deles. “Eles têm reclamado, os agricultores têm reclamado, nossos técnicos que têm propriedades lá ao redor também têm reclamado. Temos que achar uma forma mais pacífica de conviver, principalmente porque aqui acabam usando bastante a pulverização aérea”, diz o secretário.
O padre Alex Venuncio Gonçalves, coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Alto Araguaia, que há anos acompanha os conflitos fundiários resultantes da expansão da soja na região, faz uma denúncia ainda mais grave. Segundo ele, a pulverização tem sido utilizada como forma de expulsar os agricultores familiares, como aconteceu com Valdiva. “Num primeiro momento, foi a luta armada, pistoleiros. Depois, veio uma intensa judicialização, que frequentemente prejudicava os pequenos agricultores. Hoje temos uma guerra química: as derivas de veneno cumprem essa função, porque vão acabando com as produções dos camponeses, gerando uma situação de empobrecimento e pressionando-os a negociar seus lotes e sair”, diz.
Julia Dolce/Agência Pública
Depósito municipal de vasilhames de agrotóxicos em Confresa fica na fronteira com a propriedade da Fazenda Luta
A engenheira agrônoma Polyana Rafaela Ramos, professora do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), também alerta para a seriedade da situação. “Já ouvi muitos casos, a maioria dos assentamentos menores, que têm terras boas para o agronegócio, tem passado por isso. Eles ameaçam de forma velada ou diretamente com o veneno, vão comprando propriedades ao redor, e quem aguenta? Com gado morrendo, plantação morrendo, perdendo a saúde?”, questiona.

A fazenda Luta

Em janeiro de 2015, quando Valdiva deixava sua terra para ser reassentada na Gleba Novo Horizonte, três de seus futuros vizinhos registravam um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil de Confresa contra a fazenda Luta por abandono de substâncias tóxicas nocivas ao meio ambiente, delito previsto na Lei dos Crimes Ambientais (Lei n° 2.848/40). Argildo Jornooki, conhecido como Russo por sua ascendência eslava, reclamava a perda do mandiocal, da plantação de jaca e abacaxi, que há 32 anos cultiva no lote de 13 hectares a 800 metros da sede da fazenda Luta. O apicultor Silvestre, seu irmão e vizinho, também atribuía à deriva do veneno da soja a morte das abelhas e a drástica redução da produção do mel, sua principal fonte de renda. O produtor José Valdir Duarte trazia o prejuízo no corpo, com problemas de pele causados pela deriva da pulverização aérea.
Julia Dolce/Agência Pública







Abates brasileiros aumentam no 2º trimestre




Os abates de bovinos, frangos e suínos no Brasil aumentaram no segundo trimestre, quando comparados com o mesmo período do ano anterior, segundo dados compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgados pelo portal CarneTec Brasil. De acordo com este último, esse aumento reflete o crescimento da busca pelo consumo de proteína animal.



Segundo os dados, que foram divulgados na semana passada, “a demanda por proteína animal tem aumentado no mercado internacional, impulsionada por casos de peste suína africana na China e em outras regiões da Ásia e Leste Europeu. As principais processadoras de proteína animal brasileiras reportaram aumentos nas exportações no segundo trimestre, ano a ano, principalmente para a Ásia”, indicou a CarneTec Brasil, por meio de seu site oficial. 
Nesse cenário, o abate de bovinos cresceu 4,1%, para 8,08 milhões de cabeças e foram produzidas 2,01 milhões de toneladas de carcaças bovinas no segundo trimestre, aumento de 5,5% em relação ao mesmo período de 2018. “O Brasil abateu 11,39 milhões de cabeças de suínos de abril a junho, alta de 5,1% ante o mesmo período do ano passado. O peso acumulado das carcaças foi de 1,02 milhão de toneladas, 4,3% superior ao de igual período de 2018”, completou a CarneTec. 
“Os abates de frangos aumentaram 3,6%, na comparação anual, para 1,43 bilhão de cabeças de frangos. Já em comparação com o primeiro trimestre, houve queda de 1,5%. O peso das carcaças aumentou 0,4% em relação ao mesmo período do ano passado, para 3,35 milhões de toneladas”, finalizou o portal especializado. 




fonte agrolink


Fogo causa prejuízos em propriedades rurais de Mato Grosso


Em Mato Grosso, desde o começo do ano até agora, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou mais de 1,7 mil focos de queimadas.
Em Sorriso, a 428 quilômetros de Cuiabá, metade dos 600 hectares de lavoura de uma fazenda foi queimada.
Em um assentamento, também no município, 12 das 26 chácaras foram atingidas pelo fogo. Plantações inteiras de hortifrutigranjeiros foram perdidas.
Ainda em Sorriso, 300 dos 600 hectares de área de plantio de uma fazenda foram atingidos pelo fogo.
Entre a área de domínio da BR-163, dos dois lados da pista, fazendas e o assentamento onde moram cerca de 30 famílias foram queimados aproximadamente 500 hectares. O fogo deixou parte dos moradores da região sem saída.
Doze das 26 chácaras que fazem parte do assentamento foram atingidas pelo fogo. Algumas mais, outras menos.
A orientação do Corpo de Bombeiros é a de que empresas, produtores rurais e a população de forma geral, tenham alguns cuidados durante este período de seca a fim de evitar incêndios.










fonte cuiabanonews

Pantanal deve receber base integrada para combate ao tráfico




Mato Grosso tem baixo índice de policiamento nos seus 233 km de fronteira na região do Pantanal. Apesar do combate aos crimes transfronteiriços ser responsabilidade da União, no Estado, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) há 17 anos tem feito a diferença, especialmente na fronteira seca e na BR-070, via oficial que liga Mato Grosso a Bolívia, por San Matías.

A Sesp elabora um projeto junto ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública para ter uma base integrada no Pantanal, com participação de policiais militares, civis, Corpo de Bombeiros e Politec. A ideia é atuar com vigilância fluvial, com aquisição de barcos e equipamentos.

“O pantanal é uma região muito pouco vigiada. A gente não tem muito controle do que passa por lá, vindo da Bolívia. Por meio dos rios, é possível chegar até a Rondonópolis transportando entorpecentes, portanto, é necessário dar essa atenção para a região”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

A equipe do secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel PM Victor Fortes, é que elabora a proposta que será apresentada ao secretário antes de buscar os recursos em Brasília para a implantação.

“Hoje nós temos o Gefron que atua na região de fronteira e foca principalmente nos 750 km de fronteira seca, mas temos a fronteira alagada e vemos que está mais desguarnecida. O secretário lançou proposta de fazer uma base na região do pantanal e vamos criar um núcleo ou grupo fluvial permanente na região do pantanal”, destacou o coronel Fortes.

Policiais militares foram para Foz do Iguaçu (PR) para conhecer o Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom) da Polícia Federal e com isso, desenvolver um modelo semelhante adequado às peculiaridades do pantanal. “O projeto já esta sendo elaborado para ampliar o policiamento na região de fronteira para dar suporte área alagada como a gente dá esse suporte na fronteira seca. Hoje temos uma operação integrada com o Ministério da Justiça e da Segurança Pública na região e deve permanecer até o fim do ano”, disse o secretário adjunto de Integração Operacional.

Operação Vigia

Desde 10 de julho, foi deflagrada a Operação Vigia na região de fronteira. A ação é da Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. O objetivo é o de reforçar o policiamento nos 900 km de fronteira em Mato Grosso, além dos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Rondônia.

O pantanal recebeu atenção especial com a atuação do Batalhão de Polícia Militar Ambiental e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) na região da Transpantaneira. O Gefron e a Delegacia Especial de Fronteira (Defron), vão atuar com policiais nas quatro Regiões Integradas de Segurança Pública (RISPs) que participam da ação, que são Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Pontes e Lacerda.

Participam da ação Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, Politec, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Forças Armadas, prefeituras municipais, fiscais de meio ambiente e vigilância sanitária.

Em um mês da operação foram cumpridos três mandados de prisão, apreensão de 128,5 mil dólares, 13 veículos recuperados, 23 pessoas encaminhadas para as delegacias. A operação segue até dezembro.

Da assessoria

Água Boa - Caminhão gaiola tomba carregado com bois na BR-158




Um caminhão gaiola carregado com 17 bois gordos seguia de uma fazenda no município de Canarana para o abate em um frigorífico em Nova Xavantina tombou a cerca de 3 km da cidade de Água Boa.

O acidente aconteceu por volta das 11h deste domingo 18 de agôsto de 2019, em uma reta no local de ultrapassagem permitida.

 Segundo informações apuradas pela reportagem o caminhão levou uma fechada de outro gaiola que era seu companheiro de viagem em comboio, no momento que fazia uma ultrapassagem, pois vinha outro veículoem sentido contrário ele voltou para evitar a colisão frontal, para não bater nas laterais ele saiu à direita da pista de rodagem e tombou ao lado da rodovia. No local não há acostamento e existe um desnível de até 50 cm.

O motorista residente em Nova Xavantina saiu da cabine apenas sentindo uma dor muscular, mas foi ao Hospital Regional de Água Boa para avaliação médica.

No momento do acidente 3 bois escaparam e tomaram rumo ignorado, já os demais até às 13h ainda estavam dentro da gaiola aguardando a seguradora para as providências da retirada dos mesmos, mas alguns estavam vivos. A PRF está no local atendendo a ocorrência.

Atualizada às 16h32 - O caminhão seguia carregou na Fazenda Ponte Alta municpio de Canarana  para ser descarregado no Friforífico Marfrig em Nova Xavantina. No acidente  os demais bois que estavam vivos foram retirados suspendendo a gaiola com tratores;  um curral foi improvisado com caminhões e 3 vaqueiros tocaram os animais e pastorearam nas imediações; 3 bois morreram e um ficou ferido que será sacrificado e  como manda a legislação serão enterrados. Uma veterinária da empresa acompanhou todo o procedimento.









fonte aguaboanews

Três ficam feridos em colisão entre três carretas na BR-163





O acidente foi registrado na tarde do último domingo (18), na BR-163 entre Nova Mutum a Lucas do Rio Verde. A colisão envolvendo três veículos de carga deixou pelo menos três pessoas feridas levemente.

Segundo informações, duas carretas estavam na pista sul e uma tombada na faixa de domínio norte. Com isso, foi necessário ser realizado um desvio do fluxo de veículos pela faixa de domínio, causando congestionamento e trafego lento.









fonte nortaonoticias

Economistas melhoram expectativa para economia em 2019 e 2020 em pesquisa Focus




SÃO PAULO (Reuters) - A expectativa do mercado para o crescimento da economia brasileira voltou a subir tanto para este ano quanto para o próximo, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira,
O levantamento semanal apontou que os economistas passaram a ver crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,83% em 2019 e de 2,20% em 2020, contra respectivamente 0,81% e 2,10% na semana anterior.
Os participantes do levantamento também ajustaram suas contas para a inflação, calculando agora a alta do IPCA este ano em 3,71%, 0,05 ponto percentual a menos do que na pesquisa anterior. Para 2020, entretanto, permanece a expectativa de avanço de 3,90%.
O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25% e, de 2020, de 4%, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que o cenário para a taxa básica de juros não mudou, com a Selic projetada em 5% ao final de 2019 e em 5,50% em 2020. Atualmente, a Selic está no piso histórico de 6,0%.

O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a taxa básica de juros em 5,0% este ano, mas calcula a Selic a 5,13% em 2020, na mediana das projeções.
(Por Camila Moreira)

Previsão de crescimento econômico aumenta; estimativa de inflação cai

Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,81% para 0,83% neste ano.
Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também subiu, ao passar de 2,1% para 2,2%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas: 2,5%.
Inflação
A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,76% para 3,71%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,90%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,5%, em 2022.
A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa permanece em 5,5% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano.
Dólar
A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 e, para 2020, de R$ 3,80 para R$ 3,81.
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Fonte: Reuters / Agência Brasil


Colheita de algodão força máquinas a trabalharem 24h por dia em Mato Grosso


Aproveitando o clima seco, sem chuvas desde maio, os  produtores de algodão de Mato Grosso aceleram a colheita e as máquinas vão para as lavouras até mesmo durante a noite.
O produtor rural Celso Minozzo acompanha a colheita do algodão na fazenda de 2,4 mil hectares, que tem em Campo Novo do Parecis, 397 km de Cuiabá.
Cerca de metade da área cultivada já foi colhida, mas a produtividade não está agradando ao agricultor. Em média, são 290 arrobas de algodão em caroço por hectare. O excesso de chuvas no começo do cultivo, acabou atrapalhando o andamento da lavoura.
“Nos meses de janeiro, fevereiro e principalmente março foi muito chuvoso e o algodão não tolera dias nublados e excesso de umidade, chuva. Teve muito abortamento da cultura abortar, qualquer estresse ela aborta e nesses meses de fevereiro e março foi excesso de chuvas e isso prejudicou bastante, principalmente as lavouras plantadas mais cedo”, afirmou o produtor rural.


A expectativa dele é que nas próximas áreas a produtividade aumente. E isso será importante para que o agricultor possa cumprir contratos, já que antes mesmo de começar a colheita ele vendeu metade da produção. Conseguiu R$ 95 pela arroba da pluma. Mas agora, para o restante da safra, vai esperar por preços melhores, já que com a grande oferta do produto no mercado as cotações caíram.
“Eu tenho 50% dessa safra comercializada, que eu estimo US$ 23 a US$ 24 por arroba vai fechar, mas 50% ainda não foi vendido e esse preço hoje derreteu”, argumentou ele.
“Hoje não fecha o custo se for vender de R$ 70 a R$ 75 a arroba no mercado. É normal a oscilação na entrada de safra, nós estamos enfrentando um problema extra-produção, que é a guerra dos americanos com os chineses, e isso influi na bolsa de Nova Iorque. A bolsa caiu, despencou e quase todos os produtos caíram junto com a guerra dos americanos com os chineses”, disse Celso Mizzomo.


Em outra fazenda, que fica em Sapezal, a 473 km de Cuiabá, as máquinas trabalham dia e noite, já que o algodão está pronto em boa parte da lavoura. Os turnos são divididos a cada 6 horas de trabalho.
Esse avanço da colheita à noite acontece também para não atrasar os trabalhos que devem terminar em agosto, para que logo depois seja iniciado o cultivo da soja. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a área plantada de algodão chegou a mais de um milhão de hectares neste ano em Mato Grosso, 35% a mais do que na safra passada.
Hoje a tecnologia das máquinas permite que a colheita noturna seja feita com grande sucesso nas lavouras. E com tanto algodão assim para colher, o produtor Bruno Franciosi acredita que o trabalho noturno é necessário para otimizar o trabalho na fazenda. Ao mesmo tempo que é feita a colheita, é realizada a destruição de soqueiras.



“Com o avanço da tecnologia, já tem ocorrido a colheita 24 horas por dia, justamente para otimizar o uso 


das máquinas que têm um custo elevado, e também pra conseguir fazer a colheita do mês de agosto pra dar tempo de preparar o solo pra soja. Também está sendo feita em dois turnos a quebra do restevo do algodão, justamente para a gente entrar com o calcário, fazer a correção de solo, fazer as demais correções com fósforo, potássio e enxofre, deixando o terreno pronto para que após as primeiras chuvas depois do vazio sanitário de soja podermos entrar plantando e concluirmos o plantio o mais rápido possível para área do algodão do ano que vem”, disse.








fonte cuiabanonews

China provoca alta de 10,78% na soja brasileira




Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a sexta-feira (16.08) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas para exportação avançando 0,26%, para a média de R$ 85,62/saca no mercado spot. Desta forma, ganhos da soja exportada em agosto terminam a primeira quinzena com um ganho total de 10,78%.



“A forte alta de 1,08% na cotação da soja em Chicago, somada à alta de 0,31% da cotação do dólar no Brasil foram contrabalanceadas pela leve queda nos prêmios do dia, mas, assim mesmo, ainda permitiram que os preços oferecidos pelas Tradings nos portos brasileiros subissem”, explica o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Pacheco.
No mercado interno, os preços médios oferecidos pelas indústrias esmagadoras puderam voltar ao território positivo em 0,18%, para R$ 78,53/saca, aumentando os ganhos do mês para 8,54%. De acordo com Pacheco, isso ocorreu devido aos efeitos do leilão de óleo para biocombustível realizado na semana.
“A China comprou um total de 20 cargos de soja grão (1,2 milhão de toneladas) nesta semana na América do Sul, voltando-se claramente para esta parte do Globo para se abastecer, na esteira de dois fatos: Primeiro, ao afirmar que ordenara às suas empresas que não comprassem mais produtos agrícolas (agropecuários) dos EUA. Segundo, porque (muito provavelmente) sabia que a América do Sul é capaz de abastecer, sozinha, as necessidades de grão do país, como a T&F informou em primeira mão nesta semana”, conclui o especialista de mercado.
Como consequência, os prêmios da soja-grão na Origem tiveram um grande salto nos últimos cinco dias úteis. O mercado de Paper de Paranaguá, aquele dos negócios entre as Tradings, também avançou significativamente. No mercado CIF portos da China também as posições da soja brasileira foi muito valorizada.




fonte agrolink

Assaltante é morto ao trocar tiros com Coronel – Três assaltantes invadiram propriedade rural



O foragido da justiça Arlindo P. da S. N., foi socorrido no final da tarde desta sexta-feira (09), por um carro particular até a emergência do hospital João Paulo II, porém já chegou sem vida.
O suspeito foi reconhecido pelo coronel como sendo um dos autores do roubo de sua caminhonete. As informações são de que um motorista estava passando pela rodovia sentido Porto Velho e foi abordado por dois bandidos encapuzados e armados com pistola e metralhadora pediram para o mesmo socorrer o suspeito baleado até o hospital João Paulo II e seguiram na caminhonete da vítima sentido a cidade de Humaitá.
O suspeito é conhecido no mundo do crime como "Mancha" e fugiu a poucos dias do presídio "470" em Porto Velho. Várias guarnições da Polícia Militar do 1° do 5° batalhão, estão no encalce com apoio do helicóptero Falcão 02 da PM na região no intuito de poder localizar e prender os demais assaltantes.

Fonte: 010 - Rondônia News 


Caminhoneiro é preso transportando madeira de Pequi


Policiais Militares do Batalhão de Proteção Ambiental prenderam S.C., de 43 anos, com carregamento de madeira ilegal, na zona rural de Rondolândia, na terça-feira (06.08). O homem foi pego transportando madeira da espécie Pequi, que é proibida para o corte.
Durante patrulhamento policial na MT-198, os militares abordaram o motorista de um caminhão modelo Mercedes Benz, com carregamento de 6,5 m³ de madeira.
Durante a fiscalização no carregamento, os policiais constataram se tratar de espécie proibida para o corte. O caminhoneiro ainda fazia o transporte da madeira sem documentação ou autorização. O pequizeiro é uma árvore de copa frondosa que pode chegar a 12 metros de altura.
A carga e o veículo foram apreendidos e o suspeito foi preso por crime ambiental e encaminhado à delegacia de polícia.




fonte cuiabanonews

Policia flagra desmatamento ilegal em fazenda onde homem foi morto e esquartejado


Em operação que visava capturar um envolvido no crime de morte e esquartejamento ocorrido no último dia 20 de maio/2019, na fazenda Abacaxi nas proximidades da MT-338, “Estrada da Baiana” em Porto dos Gaúchos, a Policia Civil de Porto dos Gaúchos acabou flagrando uma retirada ilegal de madeira e prendeu 03 suspeitos.

A operação buscava prender um homem identificado como Ilson Rosa de Oliveira, o “Neguinho”, comparsa de Ronaldo da Luz Felix, vulgo “Parazinho” de 40 anos que está preso. Eles são acusados de ter matado e esquartejado a vítima identificada apenas pelo apelido de “Gordinho”. Os restos mortais ainda aguardam identificação no IML.

Na terça-feira, 06 de agosto, Policiais de Porto dos Gaúchos flagraram na fazenda crime ambiental e levaram detidas 03 pessoas, além de arma de fogo, motosserras e material de uso pessoal. No local estava ocorrendo corte de pé de pequi e várias arvores estavam sendo derrubadas para fazer lasca de cerca.

“A polícia civil está atuando de forma a reprimir os crimes ambientais em nossa região, e se os donos da fazenda sabiam ou eram cúmplices, também vão responder pelo crime, cujas penas podem chegar a 06 anos de detenção”, disse o delegado Albertino Felix de Brito Junior.









fonte nortaonoticias
 
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