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Governo federal realiza privatizações, BR-364 em Rondônia está no pacote




Na tentativa de estimular a economia e obter receitas para ajudar a fechar as contas públicas, o governo anuncia nesta quarta-feira uma carteira de 58 projetos que serão incorporados ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) para serem colocados à venda ou concedidos ao setor privado. São esperados investimentos de pelo menos R$ 44 bilhões, sendo que metade deste valor deverá entrar nos primeiros cinco anos.

Além da privatização da Eletrobras, estão na lista a licitação de 11 blocos de linhas de transmissão de energia, terminais portuários, rodovias, aeroportos, venda ou extinção de outras empresas públicas, como Casa da Moeda, Companhias Docas do Espírito Santo e do Maranhão, Casemg e CeasaMinas e o início de estudos para a concessão do Parque Olímpico do Rio.

Os detalhes serão divulgados depois da reunião do conselho do PPI, marcada para quarta-feira. Dois dos principais projetos — a privatização da Eletrobras e do aeroporto de Congonhas — foram incluídos na lista recentemente, diante da necessidade do governo em levantar receitas para cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 159 bilhões em 2018.

Relicitação de Viracopos

A equipe econômica quer que o vencedor da disputa de Congonhas, cujo lance deve ultrapassar os R$ 6 bilhões, pague o valor da outorga à vista. Com a privatização da Eletrobras, a expectativa é obter R$ 20 bilhões.

Outra novidade da carteira de projetos é a licitação de 11 lotes de linhas de transmissão em nove estados — um investimento estimado em R$ 10 bilhões em cinco anos. O leilão está previsto para dezembro de 2018.

O governo também decidiu relicitar a rodovia BR-153 (Goiás-Tocantis), que estava nas mãos do grupo Galvão e teve a concessão cassada, e conceder a BR-364 (Mato Grosso-Rondônia). Os investimentos nas duas estradas está projetado em R$ 12 bilhões ao longo dos contratos, beneficiando, sobretudo, o setor do agronegócio.

Além disso, serão licitados 15 terminais nos portos de Belém, Vila do Conde (PA), Paranaguá e Vitória. O governo também definiu novos parâmetros para a Lotex (loteria Raspadinha) da Caixa Econômica Federal. O banco ficará de fora do negócio, e será feita uma concessão por um prazo de 30 anos. A estimativa é obter R$ 1 bilhão com a venda.

A ideia é incluir na lista de projetos a relicitação do aeroporto de Viracopos (Campinas), que será devolvido à União, e a venda da participação da Infraero (de 49%) em Brasília, Guarulhos, Galeão e Confins. Neste caso, o dinheiro deverá ficar com a estatal, como uma forma de compensação pela entrega de Congonhas — o mais rentável da rede. A empresa se tornou deficitária com o processo de concessão do setor aeroportuário.

A estatal vai perder mais dois blocos de aeroportos, um puxado por Recife com mais cinco terminais do Nordeste (Maceió, Aracaju, João Pessoa, Campina Grande e Juazeiro do Norte); mais Cuiabá, junto com outros terminais do Mato Grosso (Sinop, Barra do Garças, Alta Floresta e Rondonópolis). A expectativa é obter uma outorga de R$ 1,9 bilhão e investimento total de R$ 3 bilhões.

Também serão confirmadas as três rodadas de licitação de petróleo e gás, incluindo pré-sal e campos terrestres — um investimento total de R$ 12 bilhões. Segundo um técnico do governo, a intenção é aproveitar “a janela de oportunidade”, com a melhora no cenário internacional, com aumento de liquidez e busca dos investidores por ativos de risco como os brasileiros. Isso combinado à sinalização positiva dos indicadores da economia doméstica.

Fonte:Época Negócios

IRÃ E EGITO AUMENTAM COMPRAS DE CARNE BOVINA MATO-GROSSENSE




As exportações de proteína bovina in natura mato-grossense atingiram no mês de julho a maior receita mensal desde novembro. Tal número, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) foi atingido graças a dois países do Oriente Médio: o Irã e o Egito.
Segundo o relatório, o primeiro gastou 64,02% a mais com a proteína bovina mato-grossense no comparativo mensal, posicionando-se como o principal comprador externo do Estado, enquanto isso, o Egito despendeu um montante 68,35% maior em julho em relação a junho. Conforme o Imea, ao se juntarem com Hong Kong, estes três países são responsáveis por 64,06% dos envios mato-grossenses de carne bovina in natura do mês de julho.

“Cabe ressaltar que esta é a primeira vez na história que três países diferentes gastam mais de US$ 20 milhões com carne mato-grossense. Dito isso, vê-se que, após viver um momento delicado nos últimos meses, a proteína bovina de Mato Grosso volta às prateleiras do mundo”, destacam os analistas do Imea.
Conforme Só Notícias/Agronotícias já informou, Mato Grosso bateu recorde de receita em exportações de carne bovina no último mês. De acordo com o Imea, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior, o Estado obteve receita de US$ 107,16 milhões com a venda de 24,46 mil toneladas de proteína bovina in natura, o maior montante de receita obtido desde novembro de 2015 e o maior volume vendido desde fevereiro de 2014.
Segundo o Imea, com estes resultados, Mato Grosso se aproximou muito de São Paulo (atual maior exportador) na geração de receita com a venda de proteína bovina total (in natura + industrializada). O montante arrecadado nas terras paulistas foi de US$ 107,59 milhões, ou seja, valor apenas 0,40% maior que o arrecadado por Mato Grosso.
“Desta forma, o Estado, que já é o maior produtor de proteína bovina do país, dá sinais de que já pode se tornar o maior exportador, bastando apenas um ambiente mais competitivo do ponto de vista logístico”.

Operador de maquina é arremessado para fora da cabine




Um acidente de trabalho na estrada sentido Tapurah a Nova Maringá – MT feriu gravemente Sávio Tomasini, funcionário operador de uma motoniveladora “patrola” da prefeitura de Tapurah.

O acidente aconteceu nesta terça feira (22/08) quando o operador fazia a manutenção da rodovia entre os municípios de Tapurah – Nova Maringá e foi atingido por um tronco de árvore que atravessou a cabine da máquina, atingindo o operador.
Segundo informações, o acidente aconteceu devido ao avanço das arvores na margem da rodovia, o que faz com que a máquina trabalhe muito próximo a mata. O tronco passou pela lâmina da patrola, atravessou a cabine e empurrou o operador para fora.
Sávio foi socorrido ao hospital Municipal de Tapurah onde recebeu os primeiros socorros, logo em seguida encaminhado para Hospital Regional de Sorriso. A reportagem apurou que o mesmo passou por cirurgia e se encontra na UTI em quadro estável.




fonte tapurah online

Duas carretas carregadas de soja se envolvem em acidente na BR 364,em Cacoal





Um acidente entre duas carretas e um carro foi registrado no inicio desta tarde 23, proximo ao distrito de Riozinho na BR-364 em Cacoal. A possivel causa da colisão seria uma ultrapassagem forçada por um dos motoritas das carretas. O motorista da carreta scania branca ficou ferido e foi socorrido pelo corpo de bombeiros para um hospital de Cacoal.
Em breve mais informações. 


fonte portal na estrada ro

Queda nos preços do farelo de soja





Os preços do farelo de soja caíram na primeira quinzena de agosto, acompanhando os recuos da soja grão. A pressão de baixa vem do mercado internacional, com a melhora do clima nas principais regiões produtoras nos Estados Unidos e os recentes recuos do dólar.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, a tonelada do farelo está cotada, em média, em R$1.079,78, sem o frete. O recuo foi de 3,9% em agosto, em relação a julho deste ano. Na comparação com agosto de 2016, o insumo está custando 21,9% menos este ano.
Em curto e médio prazos, o clima nos Estados Unidos e o câmbio continuarão ditando o ritmo do mercado da soja e do farelo de soja.
O cenário mais favorável de chuvas e desenvolvimento das lavouras norte-americanas deverá seguir como fator baixista nos próximos dias.
De qualquer maneira, o clima é sempre uma incógnita e qualquer questão adversa poderá retomar a firmeza dos preços.
Fonte: Scot Consultoria


Com foco em modais ferroviários e hidroviários, comitiva dá início ao 9º dia de visita à Rússia


Junto ao senador Wellington Fagundes (PR/MT), membros do Movimento Pró-Logística e empresários da Aprosoja chegam ao nono dia de viagem pela Rússia. O grupo, que busca conhecer o funcionamento logístico do maior país do mundo, principalmente os modais ferroviário e hidroviário, fará uma visita técnica ao Ministério da Agricultura do país europeu, e conhecerá empresas importadoras de grãos e cooperativas.

Em visita à RZD – a maior operadora de ferrovias da Rússia, que trabalha sobre uma malha de 85 mil quilômetros de trilhos e transporta seis vezes mais que todas as empresas do Brasil somadas – o grupo pôde conhecer o centro de controle e operação de infraestrutura, o qual funciona 24h para atender qualquer problema que possa acontecer na malha ferroviária.

"Uma das principais diferenças que observamos em relação à logística da Rússia e do Brasil está no investimento que é feito em ferrovias. Para se ter uma ideia 81% da produção Russa é feita por trens, são dois bilhões de toneladas de produtos e 12 bilhões de pessoas transportadas ao ano. Eles investem pesado tanto em transporte de passageiro, como de cargas. Acredito que esse investimento, em, ferrovias é o ponto forte para ser realizado em nosso país para desafogar as rodovias", explicou Wellington Fagundes.

Na cidade de Kostroma (a 280 km de Moscou), a comitiva conheceu o estaleiro que produz empurradores, barcaças e outros tipos de equipamento de navegação. "Nesta visita tivemos a oportunidade de observar que os valores que eles cobram para a fabricação de equipamentos são bem menores que no Brasil, por conta dos impostos. Isso gera tecnologia de ponta. E olha que por conta do clima, os russos não investem tanto em hidrovias, pois na maior parte do ano as águas estão congeladas", destacou Edeon Vaz - diretor executivo do Movimento Pró-Logístico de Mato Grosso.

Ainda nesta semana, o grupo fará uma visita técnica ao Ministério da Agricultura do país europeu, e conhecerá empresas importadoras de grãos e cooperativas, visando aprender sobre o sistema produtivo de soja e milho da Rússia, sua capacidade de produção, crescimento estimado para os próximos 15 anos, os volumes exportáveis e a capacidade de esmagamento.

Além do senador de Mato Grosso, participam da missão o presidente da Aprosoja Brasil, Marcos da Rosa; o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Endrigo Dalcin; o diretor executivo do Movimento Pró-Logístico de Mato Grosso, Edeon Vaz; coordenadores da Comissão de Logística de Aprosoja e do MPL-MT, Antônio Galvan e Fernando Caldore; e o analista político, Alfredo da Motta Menezes.



FONTE OLHAR DIRETO

SORRISO É RECONHECIDA COMO CAPITAL ESTADUAL DO AGRONEGÓCIO E DA SOJA



O governador Pedro Taques sancionou a lei aprovada pela Assembleia Legislativa, que confere ao município de Sorriso o título de capital estadual do agronegócio e da soja. A sanção ao projeto de autoria do deputado Zé Domingos Fraga foi publicada pelo gestor no Diário Oficial do Estado, na edição que circulou hoje.
Sorriso também acumula o título de capital nacional do agronegócio, uma vez que, em 2012, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou a lei aprovada no Congresso. A matéria também levava a assinatura do então ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho.
Em âmbito local, no entanto, o título de capital do agronegócio é usado desde 2010, quando o ex-prefeito Clomir Bedin sancionou uma lei de autoria dos vereadores Luis Fábio Marchioro (PDT), Ilton Polesello (PTB) e Leocir José Faccio (PDT).
No ano passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou a Pesquisa de Produçao Agrícola (PAM). Apesar de ostentar o título de capital do agronegócio, Sorriso ficou em 2º lugar na produção nacional de grãos, com R$ 2,5 bilhões em valor produtivo e 1.084 milhão de hectares de área plantada. O primeiro lugar ficou com o município de São Desidério, na Bahia.

Resto de asfalto da BR-163 auxilia na recuperação de estradas vicinais de cidades em MT




O material retirado da BR-163 e BR-364, durante os trabalhos de manutenção, tem sido utilizado na recuperação de vias vicinais, estacionamentos e entradas de escolas, unidades de saúde e prédios públicos de cidades lindeiras à rodovia. A doação do produto é feita pela Rota do Oeste mediante solicitação oficial e apresentação de autorização da Secretaria de Meio Ambiente do município.
Nos últimos dois meses, período em que a concessionária intensificou as atividades de recuperação das rodovias, foram acumuladas mais de 5 mil toneladas de material fresado, que é resultado do processo de recuperação da rodovia, por meio da retirada da camada superficial do pavimento para aplicação de nova capa de massa asfáltica (CBUQ).
Entre os locais que utilizaram o fresado está Jangada, onde a principal via de acesso à zona rural do município foi recomposta com o material beneficiando mais de 3 mil pessoas. O secretário municipal de Meio Ambiente, Júlio César Duarte da Silva, relata que solicitou cerca de 10 caminhões do produto para fazer o encascalhamento da Estrada 01, gerando uma economia à cidade, que não precisou investir na compra de cascalho ou brita.
Destaca ainda que esta era uma região alagadiça e o emprego do fresado possibilitou uma impermeabilização da região. “O resultado final ficou bem melhor e mais barato, que o costumeiro. Não precisamos pagar nada, porque foi doado pela concessionária, e a resistência e durabilidade têm se mostrado melhor nessa região de atoleiro, que o uso do cascalho”.
Em Nova Mutum, o fresado também é utilizado em estradas vicinais ainda não pavimentadas, estacionamentos e pátios de escolas públicas e postos de saúde. O secretário municipal de Obras, Onésio Barros Botelho, concorda que o resultado é melhor e mais resistente. “Além de o cascalho estar ficando escasso na região, o fresado, depois de esparramado, fica mais compacto e com uma melhor durabilidade e diminui a incidência de poeira. A substituição do cascalho pelo fresado está sendo bem satisfatória”.
Outro município que aderiu ao uso do material foi Sorriso, que emprega no calçamento de pátios público, como ocorre na Secretaria Municipal de Obras e Serviços. O titular da pasta, Pedrinho Gilmar, destaca que há ainda o interesse em ‘calçar’ a Secretaria de Transporte com o material. O local é usado como garagem de ônibus escolares, ambulâncias, entre outros veículos oficiais da prefeitura.
A coordenadora de Meio Ambiente e Qualidade da empresa, Mariana Cillo, explica que a concessionária segue todo o trâmite exigido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 1.305) de armazenamento e doação. Como trata-se de resíduo inerte, que pode impermeabilizar o solo quando submetido a altas temperaturas, o fresado não pode ser aplicado em qualquer lugar. Daí a importância da exigência da guia ambiental emitida pelas Prefeituras dos locais onde será usado.
O armazenamento temporário, após a retirada do material da rodovia, também é feito em pontos próprios e recebe o acompanhamento da concessionária. “Temos toda preocupação com o meio ambiente e acompanhamos isso de perto para evitar qualquer tipo de problema”.
As informações são da assessoria.

Brasil exportará gado vivo para Myanmar




O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu comunicado do governo de Myanmar sobre a abertura do seu mercado para bois vivos comprados do Brasil. A expectativa do setor produtivo é exportar até 20.000 cabeças por ano ao país asiático.
O acordo bilateral envolve a exportação de gado de elite, principalmente de raças zebuínas, que serão destinados à reprodução e ao melhoramento do rebanho de Myanmar, a fim de ampliar a produção de carne e leite.
A abertura daquele mercado ao gado vivo brasileiro é resultado da conclusão de negociação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Irrigação de Myanmar. Em maio passado, o país do sul da Ásia começou a comprar material genético brasileiro (sêmen e embriões).
Atualmente, o Brasil exporta bovinos e búfalos vivos para 21 países, além daqueles que compõem o Mercosul, segundo o coordenador substituto de Trânsito e Quarentena Animal do Mapa, Rodrigo Padovani.
A ampliação do acesso a novos mercados importadores de bovinos e material genético é uma das conquistas sanitárias obtidas pelo Brasil na última década.
Fonte: Mapa

JBS anuncia investimento de R$ 30 mi na criação de empresa de fertilizantes




SÃO PAULO (Reuters) - A JBS vai investir mais de 30 milhões de reais na criação de uma nova empresa de fertilizantes, que deve entrar em operação dentro de um ano, disse a gigante do setor de proteínas nesta terça-feira.
"Seremos a primeira empresa de alimentos no Brasil a utilizar resíduos orgânicos gerados em nossas fábricas para produzir fertilizantes e, com isso, passaremos a atuar no mercado agrícola", disse em nota o presidente da JBS Novos Negócios, Nelson Dalcanale.
A nova fábrica fará parte da unidade JBS Novos Negócios, que reúne as operações relacionadas de forma direta e indireta à atividade principal da JBS. A unidade transforma os coprodutos e resíduos orgânicos do processamento da carne bovina, suína e de frango, assim como dos confinamentos, em produtos de alto valor agregado, disse a companhia
"Teremos um processo industrial tecnológico, que vai agregar alto valor aos fertilizantes. O produto poderá ser usado nas grandes culturas, como soja, milho, café e algodão, assim como em hortícolas e frutíferas", disse em nota a executiva Susana Martins Carvalho, contratada para comandar a nova atividade.
A localização da fábrica ainda não foi definida.
(Por Raquel Stenzel)
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Fonte: Reuters

Morador da zona rural de Poconé é morto a golpes de enxada após suposta discussão




Um homem identificado como Jorge da Silva de 33 anos foi morto com golpes de enxada em uma residência, no assentamento Alvorada no município de Poconé.

Segundo informações, a vitima Jorge e o agressor Leonardo Luiz de Oliveira de 29 anos e mais um outro suspeito passaram a noite consumindo bebida alcoólica no local do crime.

Jorge foi encontrado pela polícia já sem vida deitado em frente da residência totalmente ensanguentado, na manhã desta segunda-feira (21). Ele apresentava vários ferimentos na cabeça.

Conforme a Policia Civil, os supostos autores do crime, foram presos pela polícia em flagrante em uma residência nas proximidades do crime, no local os investigadores encontraram os dois suspeitos amarrados. Moradores da localidade, amarraram os suspeitos até a chegada da Polícia.

Depois da prisão ambos foram levados para a Delegacia de Polícia da cidade de Poconé, aonde permanecem a disposição da justiça.
Fonte: poconéMT

Desmatamento na Amazônia Legal cai 21% e interrompe crescimento após 5 anos, aponta Imazon




O desmatamento na Amazônia Legal caiu 21% em um ano, interrompendo uma curva de crescimento após cinco anos. É o que mostram os dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgados nesta terça-feira (22).

Entre agosto de 2016 e julho de 2017, período chamado de calendário de desmatamento e utilizado como parâmetro de medição por conta das condições climáticas locais, o desmatamento acumulado na área foi de 2.834 km² - isso equivale, no entanto, a quatro cidades de Salvador em área destruída. Trata-se de um índice menor apenas que o do ano passado (3.580 km²) e retrasado (3.323 km²) na série histórica.

Todos os estados da Amazônia Legal apresentaram queda no total das áreas desmatadas. A maior baixa foi encontrada no Tocantins, onde o desmatamento diminuiu 54%.

Mato Grosso e Pará, os “campeões” históricos de desmatamento, também apresentaram quedas, mas seguem com taxas elevadas de áreas destruídas.

No caso de Mato Grosso, a diferença entre os dois anos foi de 15% – passou de 949,3 km² desmatados para 809,6 km². Proporcionalmente, porém, o desmatamento do estado, levando em conta seus vizinhos da região, cresceu. Entre agosto de 2015 e julho de 2016, Mato Grosso foi responsável por 26,5% do desmatamento total da Amazônia Legal. Nos 12 meses seguintes, o percentual subiu para 28,6%.

Já o Pará teve queda tanto no número absoluto de quilômetros quadrados desmatados (31% de queda) quanto na proporção total (passou de 28,8% para 25,2%). Como o estado apresenta números elevados de desmatamento (1.030,3 km² em 2015/2016 e 713,8 km² em 2016/2017), a sua queda é a mais representativa, segundo o Imazon.

"Pará e Mato Grosso sempre foram dois estados que “competiam“ para ver quem desmatava mais. São os estados que têm mais atividades que exercem pressão na floresta. Mato Grosso tem histórico de cultivo de grãos e pastagem, e, no Pará, há as obras de infraestrutura, de hidrelétrica, de rodovias", afirma Antônio Victor, pesquisador do Imazon e um dos coordenadores do Boletim do Desmatamento.

"Como o Pará é um dos estados que historicamente mais desmatam, a sua queda puxou a redução nacional."

Segundo o pesquisador, como os dados do calendário do desmatamento 2016/2017 foram fechados nesta semana, o instituto ainda não conseguiu fazer um trabalho de análise e em campo para identificar o que motivou as quedas nos estados e na Amazônia Legal como um todo. Por isso, trabalha apenas com as bases estatísticas para indicar as tendências de desmatamento na região.

O monitoramento do Imazon é feito paralelamente ao oficial, que é o do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal), do Inpe. Os dados oficiais de 2016/2017 ainda não foram divulgados.

As metodologias são distintas (os satélites utilizados para a medição diferem) e os números dos sistemas, por serem gerados com métodos diferentes, não podem ser comparados entre si.

O Imazon utiliza imagens do sensor Modis, que identifica desmatamentos com mais de 10 hectares de tamanho (já considerados grandes desmatamentos). A vantagem, segundo o pesquisador do instituto, é que o sensor consegue contornar bem a cobertura de nuvens, já que disponibiliza imagens diariamente. Já o Prodes utiliza imagens de vários satélites e identifica desmatamentos menores, mas disponibiliza imagens com menos regularidade, o que dificulta a execução de boletins mensais.

Áreas protegidas

Apesar das quedas, o instituto faz um alerta por conta dos altos níveis de desmatamento em áreas protegidas da floresta, algo que já aconteceu no ano anterior, mas se consolidou em 2017. Mais de 20% de todo o desmatamento na Amazônia Legal dos últimos 12 meses foram registrados em áreas de conservação ou terras indígenas. Elas apenas "perdem" para o desmatamento registrado em terras privadas. Em seguida, estão áreas desmatadas em assentamentos.

"Existe no país todo um debate para reduzir áreas protegidas. Está acontecendo uma pressão para que isso ocorra, e essa pressão acontece por meio do desmatamento", diz Antônio Victor.

Em junho deste ano, o presidente Michel Temer vetou duas medidas provisórias que reduziam áreas protegidas na Amazônia. A Floresta Nacional do Jamanxim, no sudoeste do Pará, seria a mais atingida. Os projetos que saíram do Congresso reduziriam em mais de um terço o tamanho da reserva, de 1,3 milhão de hectares. Em julho, porém, o governo federal mandou para a Câmara dos Deputados um projeto de lei sobre o mesmo tema em regime de urgência. Segundo os ambientalistas, o novo projeto é pior ainda.
Segundo o pesquisador do Imazon, é possível ver a pressão pela diminuição de áreas protegidas de forma gráfica. "Em julho, os pontos de desmatamento se concentraram em uma área mais ao sul da floresta, entre Amazonas e Rondônia, em um cinturão de conservação. Dá para ver que existe uma pressão para esse desmatamento se deslocar e subir para áreas de floresta mais para cima."

O pesquisador também chama a atenção para os dados isolados de julho, quando 544 km² de desmatamento foram detectados. Isso representa uma alta de 1% em relação a julho de 2016, quando o desmatamento somou 539 km².

No mês, a maior parte do desmatamento ocorreu em áreas privadas (61%). O restante foi registrado em unidades de conservação (22%), assentamentos de reforma agrária (15%) e terras indígenas (2%).

"A maior parte do desmatamento ocorre entre julho e setembro por conta da redução das chuvas, então é a partir de agora que começa a ter mais destruição. A área desmatada de julho deste ano foi basicamente a mesma da de julho do ano passado, então fica aí um alerta para os próximos meses", diz Antônio Victor.


Fonte: G1MT

​Ladrões levam 04 tratores de fazenda em MT


O roubo aconteceu na noite deste domingo (20), em uma fazenda próximo à Itamaraty Norte.

Segundo informações, por volta de 19h, cinco homens chegaram na propriedade pedindo água para o radiador do carro que supostamente estava fervendo. No entanto, renderam e amarraram o casal de empregados da fazenda e, usando violência psicológica, uma pessoa de motocicleta ficou monitorando o casal até aproximadamente 1h30min desta segunda-feira (21).

Após roubarem os tratores, evadiram da propriedade. O casal conseguiu se livrar das cordas por volta de 3h30min e ligaram para a polícia.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, o casal informou que pelos sons ouvidos, os bandidos levaram 02 tratores carregados e 02 rodando. Os funcionários informaram ainda, que possivelmente entre os bandidos haviam algum que entendia de mecânica de tratores, haja vista que conseguiram funcionar inclusive o trator que estava com entrada de ar e outros problemas.

Foram levados 04 tratores Massey, sendo: 03 Massey Ferguson 292 e 01 Massey Ferguson 7180 cabinado.

Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro dos tratores, pode entrar em contato com a Polícia Judiciária Civil no 197 ou com a Polícia Militar no 190.

A polícia segue com as investigações.


Fonte: Radio Pioneira

Cerca de 40 cabeças de gado são furtadas em propriedade na zona rural de Colorado




Cerca de 40 cabeças de gado foram furtadas em uma propriedade localizada na Linha 3 KM 8,5 rumo escondido, sentido Cerejeiras, na zona rural de Colorado.

Segunda Jardel Ziles, proprietário dos animais, o furto ocorreu durante a noite de sábado,19, pois neste domingo, 20, ele estava a caminho da linha 5 e resolveu passar em sua propriedade, quando avistou marcas de pneus de um caminhão de grande porte e ao verificar o rebanho, percebeu a falta de aproximadamente 40 cabeças.

Ainda segundo Jardel, os ladrões utilizaram os próprios cavalos do sítio para apartar o gado e os mesmos ainda sabiam que naquele dia, o caseiro não estaria na propriedade.

Entre os animais furtados, havia desde bezerros a bois prontos para o abate, todos com a marca JZ.

Se alguém tiver alguma informação que possa levar ao paradeiro dos animais pode entrara em contato com Jardel pelo telefone (69) 9 8406-3621, ou com a Polícia Militar através do 190.


FONTE EXTRA E RONDONIA

Aprovada 1ª soja resistente a lagartas e tolerante a 3 herbicidas




A CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) aprovou este mês a primeira soja geneticamente modificado (GM) no Brasil que, além da resistência a insetos, é tolerante a três herbicidas: glifosato, glufosinato de amônio e ácido diclorofenoxiacético. Pertencente à Dow AgroSciences, a variedade Conkesta Enlist E3 foi liberada para plantio, consumo humano e animal.
Para poder comercializar o produto no país, ainda é necessária a autorização e registro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O produto também já obteve a liberação na Argentina em 2016, mas também não está sendo comercializada no país vizinho. A Dow AgroSciences afirma que ainda não há data marcada para um lançamento mundial.
De acordo com o CIB (Conselho de Informações sobre Biotecnologia), o evento aprovado foi obtido através do cruzamento dos eventos DAS-44406-6 x DAS-81419-2 e contém dois genes (cry1Ac e cry1F) referentes à resistência de insetos e três (aad-12, 2mepsps e pat) relativos à tolerância a herbicidas.
Os genes cry são provenientes da bactéria de solo Bacillus thuringiensis (Bt) e têm ação inseticida. Já o aad-12 vem da bactéria de solo Delftia acidovorans e confere tolerância ao 2,4-D. O 2mepsps, por sua vez, é um gene retirado do milho e confere tolerância ao glifosato. E o pat provém da bactéria de solo Streptomyces viridochromogenes, responsável pela tolerância ao glufosinato de amônio.



FONTE AGROLINK

Soja segue em baixa nos EUA




O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (21.08) baixa de 1,50 centavo de Dólar no contrato de Novembro/17, fechando em US$ 9,3625 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 0,75 e 5,00 pontos.
A semana abriu com perdas nas principais cotações dos futuros no mercado norte-americano da soja, pressionado pela melhora no clima nas principais regiões produtoras dos Estados Unidos. As próximas duas semanas estão previstas para manter essa regularidade nas precipitações sobre o Meio Oeste, o que não deixa muita margem para recuperação de preços no curto prazo.


FONTE AGROLINK
 
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