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Ministra destaca compromisso dos produtores rurais e tranquiliza sobre abastecimento


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O empresário do agronegócio, José Baggio, recebeu na tarde desta quarta-feira (18) o mérito “O Semeador” pela Fundação Rio Verde. A homenagem tradicional marca sempre o encerramento do Show Safra, que foi antecipado devido as recomendações do Ministério da Saúde por causa da Pandemia do Corona Vírus.  

O mérito tem o objetivo de prestar agradecimentos as pessoas que contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento de Lucas do Rio Verde. 

José Baggio, natural de Itaberaba SC, mudou-se para  Mato Grosso em 1986 por ver na região um grande potencial de crescimento. Em 1997 fundou a Agro Baggio máquinas agrícolas Ltda em Sorriso MT e continuou expandindo os negócios. Hoje também atua em outros oitos municípios do norte do Estado. Atualmente emprega cerca de 500 funcionários.

A cerimônia contou com a presença da diretoria da Fundação Rio Verde, produtores rurais, empresários, expositores, amigos e familiares do homenageado. 

O HOMENAGEADO 

José Baggio, filho de Victório Aurélio Baggio e Tereza Marina Rosa Baggio. Nascido na cidade de Itaberaba – SC no dia 19 de maio de 1961. Casado com Mari Teresinha Decker Baggio desde 1985. 
Mudou-se para Sorriso Mato Grosso em 1986 por observar na região grande potencial de crescimento, e também, para dar continuidade nos negócios de seus irmãos que futuramente passaram a ser seus. 
José e Mari Baggio são pais de 3 filhos, Diandra Roberta Baggio Sucolotti, Anderson Luis Baggio e Jonathan José Baggio. 

Na infância; filho mais novo dentre 13 irmãos, levava uma vida muito humilde, sua mãe era dona de casa e seu pai sapateiro. 
Mudou–se para Pato Branco - PR no ano de 1970. 
Aos 16 anos, José iniciou sua vida profissional como office boy no ano de 1977.
De 1977 a 1980 foi um grande aliado na empresa de seus irmãos, sendo este, o fator decisivo para que seus irmãos mais velhos, Jacinto Baggio e Aneri Baggio futuramente o titulassem como responsável pela empresa na região de Sorriso após a morte de Abrelino e Genésio no ano de 1986.
Em 1985, casou-se com sua esposa Mari Baggio. 

Em julho de 1986, após o trágico acidente de carro que sofreram seus irmãos, Abrelino Antônio Baggio e Genésio Roberto Baggio vieram a óbito, e José recebeu a proposta de seus irmãos mais velhos para administrar a empresa que os falecidos irmãos haviam deixado. Foi quando então migrou-se de Pato Branco-PR, cidade onde residia e trabalhava como gerente de oficina, á Sorriso-MT para administrar a empresa de seus irmãos; Comercial e agrícola Baggio. 

Após 7 anos morando no município, José enfrentou sua primeira crise financeira e perdeu praticamente tudo o que tinha, o que o deixou pensativo em relação a abandonar a região juntamente de sua esposa e filhos. 

  José sempre foi um homem muito forte e determinado e enxergava na região enorme potencial, o que fez com que encarasse as dificuldades do momento para que servissem de aprendizado, e junto de sua esposa, estruturaram uma nova vida no município. 
 

No ano de 1997 fundou a Agro Baggio máquinas agrícolas Ltda revendedora SLC John Deere, que em 1999 passou a ser apenas Agro Baggio John Deere, após a compra da SLC pela a estado-unidense John Deere. 

Em 1999, começou a expansão de sua empresa Agro Baggio, e hoje atua diretamente nos municípios de, Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Matupá, Alta Floresta,  Tabaporã, Tapurah, Feliz Natal, e também no distrito de Boa Esperança do Norte. 

Em 2006 José fundou a Agropecuária J.E.B, empresa do ramo imobiliário. 

 Atualmente José emprega de forma direta cerca de 520 funcionários distribuídos entre Nova Mutum-MT e Alta Floresta-MT além de empregos indiretos gerados pelas suas atividades. Oferece em suas empresas oportunidades de crescimento e qualificação de mão de obra a seus funcionários. 

Dentre seus maiores valores, José tem sua equipe, a qual titula como diferencial de todo o seu sucesso.






fonte agrolink

Motoristas enfrentam atoleiros na MT-322, próximo ao distrito de Espigão do Leste


 (Crédito: Agência da Notícia)

A redação integrada do Agência da Notícia e do Repórter Agro recebeu uma série de fotos que mostram atoleiros ao longo da MT 322, principalmente no trecho próximo ao distrito de Espigão do Leste, interior de São Félix do Araguaia.

Nas fotos uma carreta atolada e o motorista sem ter o que fazer. O distrito é uma das regiões mais prósperas do Norte Araguaia com o desenvolvimento das lavouras de grãos.

Apesar das potencialidades agrícolas a estrutura das estradas pouco avançou. Os produtores rurais e motoristas precisam enfrentar a lama e as pontes de madeira.

As chuvas intensas dos últimos dias prejudicaram ainda mais a trafegabilidade na região.






fonte agencia da  noticia

Ladrões de gado e agrotóxico trocam tiros com PM e morrem em MT




Dois criminosos morreram na noite desta quinta-feira (12) após uma troca de tiros com policiais da Força Tática, no município de Rosário Oeste (105 quilômetros de Cuiabá). Um terceiro indivíduo conseguiu fugir da abordagem policial.
De acordo com o relato da ocorrência, os policiais receberam a informação de que no município de Rosário teria quatro bandidos escondidos, estes poderiam ser responsáveis pelo roubo de defensivos agrícolas e também de gados na região.
Com base nisso, os militares então realizaram rondas até o local denunciado e próximo foi visto um dos suspeitos com uma arma na mão, este ao ver os policiais acabou fugindo.
Na sequência, outros dois criminosos teriam saído de uma casa e ao serem abordados pelos agentes de segurança reagiram e acabaram trocando tiros com os agentes de segurança que reagiram desse modo, os dois acabaram baleados.
Os dois suspeitos foram encaminhados a uma unidade hospitalar, porém, o óbito de ambos foi confirmado. Outro que possivelmente seria comparsa deles fugiu por uma região de mata.
Com a dupla criminosa havia duas espingardas, uma garrucha, 35 munições de calibre 38 intactas, 12 munições deste mesmo calibre já usadas e 20 munições de calibre 12. Além de cinco chips, um binóculo, três fardas completas da Polícia Militar e uma calça do exército.
O caso passa a ser investigado pela PJC.





fonte folhamax

Preço da gasolina cai 9,5% e do diesel 6,5% nas refinarias


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A crise econômica mundial causada pela pandemia do novo coronavírus e a disputa entre Rússia e Arábia Saudita sobre o nível de produção do petróleo fizeram baixar o preço dos combustíveis nas refinarias da Petrobras. Segundo a estatal, a gasolina teve redução de 9,5% e o diesel, de 6,5%. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (12).
Os novos preços estarão em vigor a partir desta sexta-feira (13) nas vendas às distribuidoras, mas os valores finais aos motoristas dependerão de cada posto, que acrescem impostos, taxas e custos com mão de obra. Além disso, o mercado brasileiro é baseado na livre concorrência, fazendo com que cada empresa cobre o que achar melhor, segundo explica a Petrobras.
“Os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços).”
De acordo com pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 1º e 7 de março, os preços médios ao consumidor no país, para a gasolina, era de R$ 4,531. Para o diesel, o preço médio era de R$ 3,661.





FONTE AGENCIA BRASIL

Rio Madeira ultrapassa os 15 metros, dois a menos que em 2019, afirma Defesa Civil




PORTO VELHO - RO - O Rio Madeira atingiu na segunda-feira (9) a cota de 15,24 metros, um pouco acima da média (15 metros), mas longe de uma enchente como a registrada em 2014, foi o que explicou o coordenador estadual da Defesa Civil, Major Tadeu Sanchez.
Segundo o coordenador, a Defesa Civil Estadual é acionada pelas municipais para dar suporte ao trabalho.  “Neste mesmo período, no ano passado, o rio atingiu 17,26 metros, dois metros acima do que encontra-se este ano. Estamos em alerta e intensificamos os trabalhos junto aos municípios, e quatro famílias de Candeias do Jamary foram retiradas de áreas de risco”, explicou o coordenador.
Os principais pontos de inundação, segundo a Defesa Civil, englobam os municípios de Porto Velho, Nova Mamoré (rio Madeira), Guajará-Mirim (rio Mamoré), Costa Marques (rio Guaporé), Candeias do Jamary (rio Candeias), Ariquemes (rio Jamary), Ji-Paraná, Cacoal e Pimenta Bueno (rio Machado).
“Nós temos auxiliado os municípios monitorando as principais áreas de risco. É importante frisar, também, que o rio atinge o nível de alerta quando ultrapassa a cota, o que varia muito. Esse monitoramento é feito de forma regionalizada. Quinzenalmente, por vídeo transferência, são repassadas todas as informações, dados e a situação do nível dos rios à Agência Nacional de Águas (Ana), que acompanham de perto a situação”, enfatizou.
LOCAIS DE ALERTA
A atenção é redobrada com os municípios da região central do Estado, banhados pelas bacias dos rios Jamary e Machado. “Essas são bacias que nascem e terminam no estado de Rondônia. A nossa preocupação é porque elas respondem rapidamente à variação dos rios. Desta forma, as cidades de Ji-Paraná, Cacoal, Jaru, Ariquemes e Pimenta Bueno são as mais afetadas”, ressaltou o major.
FAMÍLIAS DESABRIGADAS
Ainda segundo o coordenador, as quatro famílias desabrigadas em Candeias foram prontamente atendidas pela Defesa Civil e Secretaria de Estado de Assistência do Desenvolvimento Social (Seas). “Essas famílias recebem cestas básicas e barracas. Candeias foi o único município que acionou a Defesa Civil estadual pedindo apoio para as áreas de risco. E continuamos acompanhando as demais regiões e orientando as famílias”.
DICAS DE SEGURANÇA
Por ser uma atividade oriunda da natureza, não há como mudar o percurso dos acontecimentos, mas ficar atento às áreas de risco e seguir determinadas dicas de segurança podem evitar acidentes. A primeira delas é receber e seguir as orientações dos agentes.
“Se o agente de qualquer órgão de proteção orientar a família a sair do local, é porque existe risco. No caso de chuvas rápidas, nós orientamos a não andar em locais onde a água esteja cobrindo parte da roda dos veículos. Em casos de emergência, entrar nessas áreas sempre com os vidros abertos, pois, com a água, o sistema elétrico pode deixar de funcionar e o motorista não conseguir abrir as portas. Evitar ficar próximo à árvores, placas ou estruturas precárias. Procurar locais mais amplos e abertos e, se possível, evitar o contato com a água que oferece riscos à saúde humana”, alertou o coordenador.





fonte decom

Justiça proíbe município de custear festa de peão


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O município de Itiquira (MT) está proibido de destinar verba pública de qualquer origem a eventos festivos denominados “Festa do Peão de Itiquira” e “Festa do Peão de Ouro Branco do Sul”. A decisão foi do juiz Rafael Siman Carvalho, que acatou um pedido de liminar do Ministério Público de Mato Grosso.
Conforme informações do MP, a proibição se estenderá até que o município comprove excelência na prestação dos serviços públicos municipais.
Somente em 2019, o município teria destinado para realização das festas acimada situadas a somatória de R$ 877.493,74, para custeio de segurança privada, tendas, camarote, palco, eletricista, material elétrico, veterinário, publicidade, insfraestrutura para shows e apresentações artísticas, entre outras despesas. No mesmo período, o gasto com educação infantil (crianças de 0 a 6 anos) totalizou apenas R$ 89.600,17. O Ministério Público ainda relacionou diversas deficiências nos serviços públicos municipais, bem como a existência de sentenças judiciais ou termos de ajustamento de conduta pendentes de comprimento.
“Não há rede de coleta esgoto no município. Não há aterro sanitário para a devida destinação do lixo produzido pela população, o que pode gerar a contaminação do lençol freático. Como a prefeitura também não cumpre a Portaria de Potabilidade da Água, a população pode estar consumindo diariamente água com a presença de metais pesados e agrotóxicos. E, embora a prefeitura alegue falta de recursos para implementar esses serviços públicos essenciais, durante anos tem gastado centenas de milhares de reais com uma festividade que dura poucos dias”, destacou o promotor de Justiça.
Para 2020, ano eleitoral, a dotação estabelecida na Lei Orçamentária Anual e pela Lei de Diretrizes Orçamentárias para as festas de rodeio em Itiquira saltou de R$ 725 mil  para R$ 910 mil.  Para o promotor, “a Justiça não proibiu a realização da festa, que pode ser realizada, porém com recursos da iniciativa privada, como já acontece na maioria das cidades brasileiras. O interesse do Ministério Público com a ação é substituir a política do 'pão e circo', com gastos supérfluos, desnecessários e passageiros, muitas vezes com motivação eleitoreira, pelo cumprimento de obrigações previstas na Constituição e que favorecem a qualidade de vida de toda a população.”



fonte agoramt

Dia de Campo na Parecis SuperAgro busca pecuária mais lucrativa



Dia de Campo na Parecis SuperAgro busca pecuária mais lucrativa
Evento será realizado no dia 31 de março, às 7h30, na Marfrig Agropecuária em Campo Novo do Parecis
As possibilidades técnicas e de gestão para aumentar a lucratividade da pecuária mato-grossense estão na pauta do Dia de Campo que a Marfrig promove durante a Parecis SuperAgro 2020, no dia 31 de março, a partir das 7h30. O evento será realizado na unidade da empresa em Campo Novo do Parecis e será o primeiro evento da 13ª edição da feira, que ocorre de 31 de março a 3 de abril.
Três palestras integram a programação do Dia de Campo. Antonio Chaker, da Inttegra, falará sobre “Como elaborar e executar uma estratégia para ampliação de lucro”, em uma abordagem mais voltada para a gestão rural. Caio T. de Godoy, da FC Stone, apresentará um panorama com as perspectivas da pecuária em 2020, e Marco Balsalobre, da Bellman Nutrição Animal, abordará “Sistemas Intensivos de Recria”.
Localizado em uma região com clima favorável e farta oferta de insumos para a alimentação de animais, Campo Novo do Parecis experimentou nos últimos 15 anos uma grande expansão na atividade pecuária bovina. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o rebanho bovino cresceu 200% de 2005 a 2018 – passando de 37 mil cabeças para 113 mil animais. Hoje, o sindicato projeta um rebanho de 150 mil animais, além de outras 160 mil cabeças de gado somente no sistema de confinamento.
E a tendência é continuar em ampliação. “Estamos em um lugar estratégico, pois em todo o entorno do município temos propriedades de pecuária. Nosso maior diferencial é que devido à agricultura, temos oferta firme de nutrição animal para engorda”, observa o presidente do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, Antonio Brolio.
O município é um exímio produtor de grãos. De acordo com o Sindicato Rural, foram colhidas 1,3 bilhão de toneladas de soja no último ciclo – volume favorável à produção do farelo de soja, largamente usado na dieta animal.
Com relação ao milho, cultura que em 2019 registrou uma colheita de 1 bilhão de toneladas, a novidade é o DDG. Esse concentrado proteico é composto por grãos de milho secos por destilação, resultantes do processo de fabricação de etanol de milho. O segmento vivencia um movimento de expansão, com oito usinas em funcionamento em Mato Grosso. Especificamente em Campo Novo do Parecis, a Etamil, usina do grupo Coprodia, pretende iniciar a fabricação de etanol de milho a partir de junho.
O Dia de Campo de pecuária da Parecis SuperAgro 2020 é gratuito. Para participar, os interessados devem se inscrever neste link: http://parecis2020.tmeventos.com.br/campo.php. A expectativa dos organizadores é reunir cerca de 300 pessoas.
Mais informações em www.parecissuperagro.com.br.
Crédito para foto: Sistema Famato.


Bandidos usam maquinários para derrubar porteira e invadir fazenda em MT




Criminosos derrubaram no último sábado (29), as porteiras de duas fazendas localizadas na zona rural do município de Reserva do Cabaçal. Segundo informações, os suspeitos usaram maquinários pesados para invadir as propriedades.

Os proprietários acionaram a Polícia Militar, porém os bandidos conseguiram fugir antes da chegada da guarnição. Os produtores rurais alegam que já foram ameaçados pelos homens que tiveram suas identificações reveladas para a PM. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.







FONTE NORTAO NOTICIAS 

Preço da soja abre março em alta




O mês de março acompanhou fevereiro no mercado da soja e os preços da oleaginosa subiram neste começo de mês, segundo informações divulgadas pela T&F Consultoria Agroeconômica. De acordo com as informações, a alta do dólar foi a principal motivação para o aumento, mesmo que ela não tenha sido tão significativa. 

“O mês de março abriu com alta nos preços da soja no Brasil, impulsionados pela nova alta do dólar, pequena em percentual, mas, representativa porque foi o oitavo recorde consecutivo, quebrado nos últimos 10 dias. A alta foi maior no interior, puxada pelo farelo, cuja demanda para exportação ganhou impulso com a suspensão das vendas para o exterior na Argentina, maior exportadora mundial de farelo e óleo. Com isto o mercado externo passou a consultar as indústrias brasileiras sobre a possibilidade de fornecimento, elevando, também, por concorrência, os preços internos do produto”, indicou a Consultoria. 

A alta demanda foi registrada também pela pesquisa diária do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) que apontou elevação de 0,49%% nos preços médios dos portos do Sul do país, para R$ 90,30, contra R$ 89,86/saca do dia anterior, mas maior ainda no mercado interno, de 1,21%, para R$ 83,91/saca, contra R$ 82,91 do dia útil anterior. 

Na China, a margem de esmagamento melhorou nesta manhã ocidental, com os prêmios no Brasil melhorando cerra CE 8 cents/bushel, mas compra mesmo só foi noticiado de um cargo de soja argentina para Junho, comprada pela Sinograin. “No mercado de Paper de Paranaguá não houve negócios reportados. Os prêmios de Origem no Brasil melhoraram em média 8 cents/bushel , assim como os mesmos 8 cents para os prêmios CIF da soja brasileira no porto de Dallian para todos os meses”, conclui. 






FONTE AGROLINK

Pecuaristas e indústria tiram o pé do mercado do boi gordo




Atualmente, há uma menor quantidade de pecuaristas ativos nas negociações de boiada gorda. O motivo é a aproximação do feriado prolongado de Carnaval, de acordo com a equipe da Informa Economics FNP.
Segundo a consultoria, as indústrias têm regulado o ritmo de suas aquisições, de olho na consistência do consumo de carne bovina. A maior parte das escalas de abate estão preenchidas até a próxima quarta-feira.
“Em geral, os frigoríficos não realizarão abates nos dois primeiros dias da próxima semana”, destaca a FNP.
Dessa forma, continua a consultoria, os preços oferecidos na arroba do boi gordo seguem majoritariamente firmes, mas sem grande pressão de alta.



fonte portaldbo

Preço do etanol começa a cair em Cuiabá


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As previsões do Governo do Estado dando conta que o preço do etanol iria começar a cair nos postos de combustíveis já começam a se concretizar. Em muitos postos da Grande Cuiabá já se percebem as placas anunciando preço do etanol na faixa de R$ 3,00 por litro.

A Secretaria Adjunta da Receita Pública da Secretaria de Fazenda está finalizando pesquisas junto aos postos de combustíveis em todo Estado de Mato Grosso para confirmar oficialmente essa tendência de queda. Até o final desta semana a pesquisa deverá estar concluída.

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo) também acompanha as variações nos preços, com base nas planilhas da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A pesquisa feita entre os dias 09 e 15 deste mês, em 73 postos de combustíveis de Cuiabá, apontava preços entre R$ 3,00 e 3,19.

A onda de alta nos preços, a partir de 1º de janeiro, começou tendo como pretexto a entrada em vigor da Lei Complementar 631/19, que reinstituiu e regularizou os incentivos fiscais em Mato Grosso. A nova lei foi apontada erroneamente como sendo a vilã pelos reajustes.

No início do ano, o produto estava sendo comercializado na maioria dos postos entre R$ 3,15 e 3,20. Pesquisas feitas pela Agência Nacional de Petróleo-ANP apontam que, em dezembro de 2019, o preço médio do etanol praticado em Mato Grosso estava em R$ 2,91.

Desde o início, o governo mostrou com argumentos sólidos, que o aumento no preço de venda do litro do etanol em Mato Grosso, colocado em prática pelos postos de combustíveis, nada tinha a ver com a entrada em vigor da LC 631/19, quando a alíquota do ICMS passou de 10,50 para 12,50%, ou seja, um acréscimo de apenas 2,5%.

Dessa forma, se o etanol era vendido a R$ 2,91, como apontava a ANP, com a nova porcentagem, deveria ter um acréscimo máximo em torno de R$ 0,06, custando em torno de R$ 2,97.

Mesmo com o reajuste de 10,5% para 12,5%, a alíquota de ICMS do etanol de Mato Grosso figura como a segunda menor do país, atrás apenas de São Paulo, que pratica o percentual de 12%.

Na maioria dos Estados, a alíquota aplicada ao combustível está em torno de 20%. Em alguns Estados o percentual é mais elevado, como no Rio Grande do Sul, que atinge 30%.

Já nos Estados vizinhos, o valor cobrado é superior ao dobro do aplicado em território mato-grossense. Em Tocantins, a alíquota é 29%; Rondônia está fixado em 26%; e no Amazonas, Pará, Mato Grosso do Sul e Goiás é cobrado 25%.

Pela Legislação estadual vigente, o Governo pode cobrar uma alíquota de até 25% sobre o etanol. No entanto, um benefício é concedido ao segmento, o que reduz a base de cálculo do imposto, chegando na carga tributária efetiva de 12,5%.





fonte diario de cuiaba

Mercado de suínos deve seguir em alta





Inicio de ano é tempo de se planejar e de preparar os próximos passos para cumprimento de metas. E se tratando do mercado de suínos, o setor já se organiza para tomar decisões. Para isso, a ABCS traz uma análise da produção brasileira, da produção mundial e das exportações durante o período de 2019 e também as previsões para 2020. Dentre as principais observações, identificou-se que as exportações devem continuar crescendo, além de um aumento na produção brasileira de carne suína. No entanto, no cenário global a realidade é de queda na produção e de elevação dos custos para criação de suínos. Os dados mostram que a atual conjuntura exige atenção dos profissionais que atuam na área, especialmente dos produtores.
Exportação recorde em 2019 e janeiro de 2020 mantendo embarques em alta
O ano de 2019 atingiu recorde de exportação com o volume de 750,3 mil toneladas entre in natura (649,38 mil ton.) e processados e um faturamento de US$ 1,597 bilhão (ABPA). A China permanece o carro chefe das exportações brasileiras fechando o ano com 38,1% da carne suína in natura exportada pelo Brasil.
Comparando com 2016, o ano que detinha o recorde anterior de exportação de carne suína, em 2019, com novo recorde de volume total embarcado (649,38 mil toneladas), observa-se a China praticamente substituindo a Rússia como principal destino, com volumes muito próximos quando comparamos a Rússia em 2016 e 2017 com a China em 2019. Em 2018, o mercado russo estava embargado por quase todo o período, mas no ano passado voltou em ritmo muito baixo. Por outro lado, chama a atenção o crescimento de embarques para Chile e Uruguai.
Os três estados do sul do Brasil lideraram os embarques com mais de 95% da exportação de carne suína in natura em 2019.
Mudanças no câmbio e seus reflexos na produção
Outro dado que chama a atenção é o aumento expressivo do faturamento com exportação. Na tabela 3, observa-se que não somente o valor unitário em dólar subiu em 2019, mas também o valor recebido em reais, em função do câmbio favorável às exportações. Enquanto em 2018 o faturamento dos embarques de carne suína in natura totalizou pouco mais 1,07 bilhões de dólares, em 2019 superou 1,47 bilhões, um crescimento de 37,5%. Se aplicarmos o câmbio médio do ano sobre estes valores, considerando que o dólar encareceu mais de 3% de 2018 para 2019, então estima-se em reais um aumento de faturamento total de 42,4% de 2018 para 2019.
Em janeiro de 2020 as exportações continuaram em alta e a China este ano já representa pouco mais da metade dos embarques. 
Acordos comerciais e recorde nos embarques
Em meados de janeiro foi assinada a primeira fase do acordo comercial entre EUA e China. A China deve comprar US$ 12,5 bilhões a mais que em 2017 em produtos agrícolas dos EUA no primeiro ano e US$ 19,5 bilhões no segundo ano. Caso o acordo seja cumprido, isso significaria uma elevação nas exportações dos EUA para a China de 149% e 197% em relação ao ano de 2019. Segundo a consultoria MBAgro, para os produtos agropecuários os efeitos não devem ser muito significativos, uma vez que o balanço de oferta e demanda mundial é o que interessa para a precificação dos produtos e o quadro mundial segue apertado tanto para carnes como para grãos. A tendência é que haja apenas uma reorganização nos destinos dos produtos transacionados entre os países.
No dia 10 de janeiro, o USDA atualizou as projeções para 2020 para a produção, consumo e exportações/importações dos principais mercados de carnes. Para este ano, o USDA projeta uma importação chinesa de carne (boi, porco e frango) da ordem de 7,15 milhões de toneladas, 27% acima do importado pelo país em 2019. Outros destaques do relatório do USDA são a previsão do aumento das exportações do Brasil em relação a 2019 da ordem de 9,5% para carne bovina, 20% da carne suína, sem crescimento significativo dos embarques de frango.
Tomando como base o segundo semestre de 2019, que foi quando a China elevou as compras da carne suína brasileira a outro patamar, projeta-se novo recorde de embarques para este ano de 2020, conforme a tabela 5, a seguir.
Tabela 5. Projeções de embarque de carne suína in natura para 2020, baseadas nos volumes exportados no segundo semestre e no último trimestre de 2019. Simulação baseada em dados de exportação de 2019 do MDIC.
Se por um lado o USDA projeta um aumento da produção brasileira de carne suína em 2020, ao redor de 4,5%, por outro lado, o órgão norte americano estima uma queda na produção mundial de carne suína ao redor de 10%, puxada principalmente pela China (-25%), Filipinas (-16%) e Vietnã (-6%).
No tocante a sanidade, além da peste suína africana (PSA) ainda não controlada na China e com focos recentes em outros países asiáticos e na europa oriental, 2020 iniciou com uma série de ocorrências como gripe aviária na China e Febre Aftosa em bovinos na Rússia, que podem afetar não somente o mercado de carnes, como a economia mundial, esta última mais relacionada ao Coronavirus.
Oscilações de preço no mercado doméstico de carnes
De dezembro de 2019 até o momento houve uma oscilação significativa nos valores pagos ao produtor brasileiro, tanto na carne suína, quanto na bovina que atingiram preços recorde no final do ano passado e experimentaram queda acentuada em janeiro. Segundo MBAgro, na média mensal, o suíno fechou o mês de janeiro com preços 6% abaixo do mês anterior, enquanto a carne suína fechou em queda de 12% no atacado em São Paulo. Porém, vale destacar que mesmo com as recentes quedas, o preço do suíno continua em um patamar histórico elevado. De fato, no início do mês de fevereiro tanto o suíno como o boi já demonstram uma retomada da subida de preços de forma mais lenta.
da arroba do boi gordo esteve dentro da sazonalidade, pois janeiro é um mês onde o consumo costuma se retrair, em função das férias escolares e do início da “safra” do boi, com maior disponibilidade de animais para o abate (MBAGro). Além disso, as exportações sofreram uma espécie de ressaca, principalmente por parte da China, que foi o principal destino dos embarques em 2019 e se abasteceu para as comemorações do Ano Novo Chinês (25 de janeiro). Ainda segundo o MBAgro, apesar desta queda, a carne bovina deve continuar com preços elevados no mercado interno, por conta da forte demanda externa, mantendo as carnes de frango e suína mais competitivas frente às altas do boi.
Custo de produção: o grande desafio do suinocultor para 2020
Apesar da safra recorde de milho em 2018/2019, o volume exportado do grão (mais de 43 milhões de toneladas no ano, segundo o MDIC) foi o principal determinante de uma alta acumulada de 24% ao longo de 2019, com sucessivos acréscimos de preços desde o mês de setembro.
O custo de produção de suínos calculado pela Embrapa-CNPSA acumulou em 2019 alta de 8,6%. A nutrição foi o item que mais subiu entre os itens dos custos, com 7,2% de aumento no ano. Durante o primeiro semestre de 2020, o mercado de milho deve permanecer pressionado, tendendo a se normalizar durante o segundo semestre, com a entrada da segunda safra. Até lá, o indicativo é de que os custos permaneçam elevados, comprimindo a rentabilidade do produtor (MBAgro).
Embora se estime uma produção muito similar a do ano passado, o atraso na colheita da soja e especialmente no plantio do milho segunda safra já são evidentes em 2020, quando comparados com os números de 2019.
Tabela 6. Oferta e demanda de milho do Brasil (em mil toneladas) nas últimas safras e projeção para safra 2019/2020. Observa-se uma previsão de estoque de passagem de 2020 para 2021 de cerca de 6 milhões de toneladas, a mais baixa dos últimos anos. (Conab/MBAgro). 
Este atraso no plantio da segunda safra determina um risco climático que poderá determinar quebras na produção nacional de milho, pois esta segunda safra tem peso de mais de 70% na produção total do país. O consumo interno está aumentado, em função do crescimento das exportações de carne e também o etanol de milho. As exportações de milho começaram o ano com volume de 2,3 milhões de toneladas em janeiro de 2020 (MDIC), menos do que o primeiro mês de 2019 e 2018 e bem abaixo da média do segundo trimestre de 2019, que beirou os 6 milhões de toneladas mensais. Essa queda nas exportações de milho, aliado ao início da colheita da primeira safra deste grão, fez com que o preço caísse neste início de fevereiro, depois de 6 meses de alta praticamente contínua.
A queda da produção mundial de carne suína, que deve se manter ao longo de 2020, conforme projeções do USDA, determinou uma inflação das carnes, na qual percebe-se que houve uma mudança de patamar de preço pago ao produtor. Além disso, a valorização dos insumos, em especial o milho, determinam um custo de produção recorde que deverá se manter em alta ao longo de todo o ano, dependendo da colheita e das exportações. Em paralelo, o Brasil está ficando cada vez mais dependente do mercado Chinês para exportar boa parte da produção de suínos. Estas questões aliadas ao dólar em alta recorde em fevereiro, riscos de desaceleração da economia mundial e a demora para que a crise econômica brasileira efetivamente se dissipe, aumentam o risco da atividade para este ano.
Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, o momento é de cautela. “Precisamos produzir com eficiência, observar os indicadores do mercado de insumos e operar nesse mercado no momento certo são os pontos a serem trabalhados para que o suinocultor mantenha margens positivas ao longo do ano




fonte agrolink

Bitrem carregado com soja tomba após colisão e motorista morre preso ás ferragens em rodovia de Confresa


Bitrem carregado com soja tomba após colisão e motorista morre preso ás ferragens em rodovia de Confresa (Fotos) (Crédito: Reprodução)

Um grave acidente deixou um caminhoneiro morto na noite de segunda-feira, (17), no município de Confresa. O capotamento da carreta carregada com soja ocorreu por volta das 22hs há 12 km do município, na rodovia estadual MT-430 sentido ao distrito de Santo Antônio do Fontoura.

De acordo com informações repassadas ao Site Agência da Notícia, o veículo modelo Scania atrelado á um bitrem seguia sentido o município de Confresa quando se chocou lateralmente com um caminhão que transportava uma máquina esteira.

Após o impacto, o bi trem saiu da pista e capotou na margem da rodovia. O condutor o bi trem identificado como José Maria de Espíndola, 63 anos, morreu ainda no local preso ás ferragens. Duas ambulâncias se deslocaram para o local do acidente onde o Corpo de Bombeiros também havia sido acionado, mas infelizmente o motorista já estava sem vida.

A Polícia Militar sinalizou a rodovia para evitar outros acidentes e posteriormente saiu atrás do segundo veículo envolvido no acidente fatal. O caminhão carregado com uma máquina esteira foi localizado estacionado no vilarejo do Jacaré Valente, 50 km distante de Confresa.

O motorista do caminhão Mercedes Benz informou que percebeu o acidente, mas que não achou que o veículo havia tombado. O rapaz foi encaminhado a Delegacia de Polícia Civil de Confresa juntamente com o veículo carregado com o maquinário.

A carga avaliada em R$ 60 mil reais foi saqueada por parte de moradores da região de Confresa, cerca de 50 toneladas de soja ficaram espalhadas pelo local.
 






fonte agencia da noticia 

Criminosos causam prejuízo de cerca de R$ 800 mil após roubarem veículos, carga de milho e venenos de fazenda




Cerca de oito criminosos invadiram na noite do último sábado (15), uma fazenda localizada na zona rural de Novo Mundo, e roubaram um caminhão caçamba da marca Mercedes Benz do modelo 1620 de cor branco, que estava carregado com sementes de milho. Na ação, os bandidos levaram também uma carga de venenos avaliada em aproximadamente R$ 500.000,00, e uma pick-up Fiat Strada de cor preta.

No boletim de ocorrência consta que os bandidos renderam os funcionários do local e roubaram os produtos. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil.








fonte nortaonoticias

Fazendeiro é executado na porta de residência; Matador fugiu em moto


whatsapp-image-2020-02-17-at-09.jpgO fazendeiro Hélio Garcia, 67, foi morto ‘a queima roupa’ na porta de sua residência na noite de sábado,15, em Carlinda (724 km de Cuiabá).

A vitima estava sentado na porta de sua residência e foi morto por volta das 18:00 hs.


A Polícia Civil investiga o crime e disse que o matador fugiu em uma motocicleta.




fonte pjcmt


Funcionária de frigorífico tem afundamento de crânio após ficar presa em mesa de abate de bovinos





Uma funcionária de um frigorífico, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá, sofreu um acidente de trabalho, na noite de sexta-feira (14), e teve traumatismo craniano. A mulher de 41 anos ficou presa na mesa de abate de bovinos.

De acordo com a Polícia Civil, logo depois do acidente, uma equipe da Polícia Militar foi até o local e fez atendimento inicial ao acidente de trabalho.

O Corpo de Bombeiros realizou os primeiros socorros e retirou a trabalhadora que estava presa na mesa do abate.

A mulher foi encaminhada ao Hospital Vale do Guaporé, no município, para atendimento. A vítima sofreu afundamento no crânio.

O caso será apurado pela delegacia de Polícia Civil de Pontes e Lacerda.
Fonte: G1MT

MT 130 – Chuva atrasa colheita, estraga soja e transforma rodovia estadual em manguezal


MT 130 – Chuva atrasa colheita, estraga soja e transforma rodovia estadual em manguezal

Em Paranatinga, região leste de Mato Grosso, o excesso de chuvas atrapalha a colheita da soja e causa prejuízo de até quatro sacas por hectare em algumas fazendas. Outra preocupação é com o escoamento da safra, que está comprometido principalmente nas estradas de terra. Indignados, os agricultores cobram do governo um retorno sobre o Fethab.
Segundo o Sindicato Rural do município apenas 30% dos 270 mil hectares cultivados nesta safra foram retirados do campo.
Na fazenda de Bruno Aimi, as chuvas não deram trégua. Desde que a soja ficou pronta para colher, a região acumulou 15 dias seguidos com instabilidades, acumulando mais de 700 mm. Não bastasse ter parte da lavoura alagada e as colheitadeiras paradas, do lado de fora, uma fila de caminhões já contratados para carregar a soja para os armazéns se formou e por lá deve ficar até o solo secar e os trabalhos começarem.
“Não consegui tirar nada. Tenho 400 hectares já prontos. A chuva que atrasou no começo veio toda agora e com altos volumes. Acredito que aqui já vamos ter perdas de 5% a 10% de grãos ardidos, fora a perda por umidade que vai diminuindo o peso”, conta Aimi.
A situação de Aimi não é uma exceção, varias fazendas da região passam pelo mesmo problema. Bem próximo dali outro produtor tem 1,5 mil hectares prontos, mas só metade foi retirado até agora. O resultado será a perda de qualidade e de dinheiro.
“Esse está chovendo muito e, em um espaço de tempo muito curto. Já temos até soja querendo brotar no pé, dessecadas há semanas. Se não abrir o tempo nos próximos dois dias, começaremos a ter perdas sérias”, diz o produtor Danilo Julio Antonowiski.
Perdas já acontecem
Após colher 10% da área de 1.200 hectares, o produtor Robson Weber contabiliza perdas de 4 a 5 sacas por hectare de grão ardido. Ele diz que a rentabilidade está ameaçada e torce por uma estiagem para conseguir colher o restante da safra logo e tentar diminuir o prejuízo.
“Teve carga com 13% de ardido. É muito e, não tem o que fazer. As amostras feitas mostraram isso. Nesses últimos 15 dias, acredito que já acumulou mais de 400 milímetros de chuva. Não tivemos um dia com sol. Isso vai gerando menos renda”, afirma Weber.
Problemas no transporte
O excesso de chuvas causa apreensão fora da porteira. Na Rodovia MT-130, principal rota para o escoamento da safra da maior parte da produção de Paranatinga, o cenário é desolador. Muitos buracos, lama e deformações que transformam a estrada de terra em um verdadeiro mangue.
Em vários trechos da estrada a situação é a mesma, caminhões quebrados ou atolados há dias, colocando em risco os motoristas e suas cargas de soja e adubo.
“Com a ajuda do pessoal conseguimos almoçar e jantar. Com a água da chuva conseguimos encher garrafas para beber, porque nem isso nós temos. Estou carregado de soja, o pessoal já até ligou perguntando se teria jeito de chegar o mais rápido possível, mas não tem como. Carreguei o grão na sexta-feira e ele já está ardendo ai em cima. Na hora de descarregar dá quebra, aí reclamam do motorista. Estou com molas e balança quebradas, pneu deslocado. Estou só no prejuízo, não tem como”, diz o caminhoneiro Moacir Junges.
Para o produtor Aimi, é um absurdo ser cobrado todos os anos a pagar um imposto para melhorar as rodovias e nada ser feito, trazendo prejuízos para a agricultura e para a logística do estado.
“É uma coisa fora do comum. Todo o ano é a mesma história, a mesma buraqueira, caminhão tombado, etc. Não sei o que o governo do estado faz com o Fethab que pagamos e, que aumentou recentemente? Nada, né. A gente fica a Deus dará. Falaram em asfalto e fizeram 5 km em dois anos e, pararam. Agora precisa pagar o dobro para os motoristas, porque eles não querem vir em uma estrada assim”, afirma Aimi.
O motorista José Aristides da Silva confirma isso, relatando ainda que no caso de acontecer algum problema o motorista fica isolado e sem qualquer ajuda.
“Continuar a viagem é perigoso, pois escorrega demais. Se atolar não sai mais, a menos que alguém tenha boa vontade de vir puxar a gente com o trator. Caso contrário, fica aqui e dorme no caminhão esperando o tempo secar. Enquanto isso a soja estraga em cima do graneleiro”, diz Silva.
Para o diretor do Sindicato Rural de Paranatinga, Thomas Paschoal Alves, as obras são essenciais para que a região possa escoar a safra.
“Precisamos urgentemente de asfalto nesta estrada, o fluxo de caminhões é grande nessa época. É uma obra que já dura 40 anos e não sai do papel. Mato Grosso precisa dessa rodovia, pois é um eixo estruturante, até parte da safra de Gaúcha do Norte passa por ali”, ressalta.
Fonte: CANAL RURAL
 
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