Últimas Notícias do Mídia Rural

MT registra 19 casos de ferrugem asiática em plantações de soja voluntária, diz consórcio





Mato Grosso registrou 19 casos de ferrugem asiática em plantações de soja voluntária em seis municípios do estado. As informações são do Consórcio Antiferrugem, a parceria público-privada que atua no combate a doença.
Os casos foram detectados entre dezembro de 2017 e janeiro deste ano.
Tangará da Serra, município a 242 km de Cuiabá, registrou o maior número de casos. Ao todo, sete municípios tiveram ocorrências no período analisado. São eles: Campo Verde, Primavera do Leste, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Diamantino.
De acordo com o consórcio, o fenômeno as chuvas ocorridas em agosto do ano passado deram nova sobrevida a plantas e propiciaram condições para novos ciclos do fungo.
A situação é considerada "preocupante face à proximidade do plantio da nova safra e da redução de eficiência de muitos fungicidas, incluindo fungicidas do grupo das carboxamidas".

O que é a ferrugem asiática

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a ferrugem é considerada uma das doenças mais severas que incidem na cultura e pode ocorrer em qualquer estádio fenológico da cultura.
Plantas infectadas apresentam desfolha precoce, comprometendo a formação e o enchimento de vagens, reduzindo o peso final dos grãos.

Vendas de carne bovina crescem 30% em MT




As exportações mato-grossenses de carnes bovinas fecharam 2017 com o maior faturamento dos últimos três anos ao contabilizar embarques de mais de US$ 1,15 bilhão, com a comercialização de 266 mil toneladas. A receita, se comparada ao exercício anterior (2016), cresceu 30%, já que naquele ano a movimentação dos cortes bovinos somou US$ 888,45 milhões.


A expansão anual registrada por Mato Grosso é quase que duas vezes maior que a realizada no ano passado pelo Brasil, quando o crescimento frente a 2016 foi de 16%. Com os resultados do ano passado, a participação mato-grossense no total nacional também aumentou no último ano e atingiu 22% do total, dois pontos percentuais a mais do que no ano anterior. Com isso, Mato Grosso ultrapassou São Paulo nas exportações pela segunda vez, a exemplo do que ocorreu em 2015.
Dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), analisados pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), mostram ainda que além da maior receita, houve também incremento no volume de carne embarcada pelo Estado, ou seja, houve ganho sobre o preço internacional comercializado – valorização da carne - como também em demanda pelo consumidor externo. Em 2016 foram exportadas 211 mil toneladas, 55 mil a menos que no ano passado. Para Acrimat os resultados refletem, em grande parte, a qualidade da carne produzida no Estado e a expansão de novos mercados.
O presidente da Associação, Marco Túlio Duarte Soares, explica que a carne mato-grossense tem ampliado o mercado externo e isso decorre dos investimentos feitos pelos produtores em qualidade. “Temos carne de qualidade, volume para ampliar a produção e capacidade para atender mais mercados”, afirma o presidente.
Entre os países que mais compraram carne de Mato Grosso, está o Irã com US$ 240 milhões em carnes, Hong Kong com US$ 228,9 milhões e o Egito com US$ 153,06 milhões. A China aparece como o quarto melhor mercado, com a aquisição de US$ 111,46 milhões e com grande potencial de crescimento.
O diretor-executivo da Acrimat, Luciano Vacari, esteve em uma missão realizada em novembro à China, justamente para divulgar a qualidade da carne regional e a capacidade do Estado em atender tal demanda. “Mato Grosso é o maior produtor de carne do Brasil e faz isso com a manutenção de 63% de sua área preservada e sob um rigoroso controle sanitário. Isso sem falar na qualidade da carne produzida por animais com excelente acabamento de carcaça. Ou seja, temos produtos, temos comprometimento com as exigências legais, produzimos com qualidade e estamos em busca de mais consumidores”, explicou Luciano Vacari.
O Brasil registrou o embarque de 1,193 milhão de toneladas de carne bovina in natura, fresca e congelada, movimentando US$ 5,03 bilhões. A receita superou em 16% o total registrado em 2016.
PROBLEMAS – Como foi definido pelos técnicos e analistas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a bovinocultura estadual teve um 2017 marcado por uma série de problemas ‘fora da porteira’, produzir carne não foi difícil para os pecuaristas, no entanto, vender é que foi complicado.
Como explicam os analistas do Imea, o pecuarista que não se ‘protegeu’ do risco de mercado durante o primeiro trimestre de 2017, fazendo negociações de hedges ou no mercado físico através de contrato a termo, viu a cotação do seu bovino depreciar com força em meados de março com a Operação Carne Fraca, e a partir de então foram consecutivos entraves sobre o preço do boi gordo. Em abril de 2017, a volta do Funrural, em maio, a delação da JBS, e por fim, em junho, o embargo dos EUA sobre a carne bovina in natura brasileira. “Ainda que a recuperação tenha vindo a partir de agosto, o estrago para quem não se protegeu no primeiro semestre de 2017 já tinha sido feito”.
Todos esses problemas afetaram os demais indicadores da bovinocultura de corte mato-grossense. O bezerro, que passa por um processo natural de desvalorização (fruto da atual fase do ciclo pecuário), viu essa movimentação ser intensificada, o abate de bovinos e a exportação de carne bovina, que tiveram desempenhos satisfatórios em 2017, poderiam ter galgado números maiores não fossem esses problemas.
O SEGMENTO - Cinco unidades frigoríficas com certificação do Sistema de Inspeção Federal (SIF) foram abertas ou reabertura em Mato Grosso no ano passado. Com isso, a capacidade de abate no Estado atingiu 27 mil animais por dia. O diretor do Sindicato da Indústria Frigorífica de Mato Grosso (Sindifrigo), Jovenino Borges, explica que apesar de ter toda essa capacidade, o Estado abate entre 18 e 20 mil animais por dia.
Foram reabertas unidades nos municípios de Nova Xavantina, Mirassol do Oeste, São José dos Quatro Marcos, Barra do Bugres e Várzea Grandes. “Além das plantas reativadas ano passado, já temos a confirmação de reabertura de frigoríficos em mais três municípios, Pontes e Lacerda, Rondonópolis e Juruena. Com isso, o setor ganha em diversificação e competitividade”, afirma Jovenino Borges.




fonte diariode cuiaba

Santa Catarina terá redução de 16% na safra de milho


Santa Catarina espera uma safra de milho 16% menor este ano. As estimativas iniciais do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) são de que o estado tenha uma redução na área plantada e também na produtividade do grão, resultando em uma colheita de aproximadamente 2,7 milhões de toneladas na safra 2017/18. Os números foram divulgados no Boletim Agropecuário deste mês.


Os produtores catarinenses devem destinar 332 mil hectares para o plantio de milho, uma área 12,36% menor do que na safra 2016/17.  Essa tendência é observada também em nível nacional e segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil terá uma safra de milho 17,3% menor este ano.
A colheita menor tem impacto direto no setor produtivo de carnes em Santa Catarina. Como maior produtor nacional de suínos e segundo maior produtor de aves, o estado consome em média seis milhões de toneladas de milho todos os anos. De acordo com o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, o estado começa já começa pensar em rotas alternativas para que o milho chegue com um preço mais competitivo em Santa Catarina. “Queremos aproximar o Paraguai e o mercado catarinense, através da região Oeste. Trazendo milho do Paraguai nós conseguimos um preço melhor do que aquele vindo do Centro Oeste, de onde nós normalmente compramos”, ressalta.
Entre os motivos que levaram os agricultores catarinenses a abandonarem o cultivo de milho grão estão os altos custos de produção e o preço abaixo do esperado na última safra, fatores que tornaram a soja mais atrativa. Além disso, muitos produtores estão investindo na produção de milho silagem.
Região Oeste
Nos municípios do Vale Uruguai a colheita de milho grão já começou, porém com alguns problemas de produtividade devido à presença de pragas. Já a colheita do milho silagem avança rapidamente.
Já em torno de Chapecó, Xanxerê e Concórdia as lavouras estão em fase de maturação com expectativa de uma safra normal.
Região de Joaçaba, Campos Novos, Curitibanos e Caçador
As lavouras nessas regiões foram afetadas pela estiagem em dezembro do último ano e devem ter uma produtividade até 10% menor.
Campos de Lages, Região Norte e Alto Vale do Itajaí
As lavouras nestas regiões estão com bom desenvolvimento e deverão apresentar bom potencial produtivo.




fonte secom/sc

No período chuvoso, aranhas, cobras e escorpiões invadem quintais, garagens e casas; peça o auxílio dos bombeiros





Imagine o dono do carro chegando à garagem e se deparando com a cobra ou o bicho-preguiça embaixo do carro ou mesmo no motor. E a dona de casa que encontra uma aranha na entrada do banheiro?

É tempo de escorpião, aranha, lacraia e cobras. Cobras cipó e jiboia rondam os quintais de Porto Velho. Em busca de proteção, alguns bichos procuram áreas secas e ambientes quentes, e aí passam a conviver com seres humanos.

“Fechem as portas, isso evita que esses animais entrem em suas casas”, recomendou o comandante do Subgrupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros, capitão bombeiro Samuel Araújo.

No ano passado, Rondônia teve 974 ocorrências de capturas de bichos e sua devolução à natureza. Em Porto Velho foram 64 casos.

Preventivamente, após possíveis sustos, as pessoas podem dispor do trabalho do subgrupamento, que está sempre pronto para agir, explicou o capitão Samuel.

As áreas com maior frequência de bichos são os bairros Baixa da União, Balsa e Triângulo, mais sujeitos à cheia do rio Madeira, mas há ocorrências em outros pontos periféricos, informou o comandante.

“Às crianças, recomendamos: não toquem o animal ou aracnídeo, avisem os pais para acionarem o telefone 193, e a equipe irá capturá-los”, ele apela.

Os mais comuns capturados no período: bicho-preguiça; cobra cipó e jiboias; mucuras; e, remotamente o jacaretinga (Caiman crocodilus), todos bem conhecidos da população.

DIVISÃO DE TAREFAS

Termo de ajuste de conduta firmado com o Ministério Público Estadual estabeleceu para a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), apoiado pelos bombeiros, a captura de animais silvestres. Coube à Polícia Militar Ambiental cuidar disso na zona rural, e ao Centro de Zoonoses no município de Porto Velho.

Frequentemente, animais peçonhentos aparecem próximos ou até dentro em casas e apartamentos, especialmente aqueles localizados próximos às áreas verdes.

Picadas de animais peçonhentos provocam inchaço, vermelhidão, coceira e dor. Algumas espécies levam a pessoa a ter diarreia, vômito, problemas renais e até diminuição da pressão arterial.

Mesmo assim, a consciência conservacionista é regra entre os bombeiros. “Animais peçonhentos, aranhas e escorpiões são devolvidos à natureza, e quando há situações de animais feridos, encaminhamos ao Ibama para cuidados veterinários, e em seguida eles voltam para o mato.”

As áreas mais comuns eleitas para a devolução são as proximidades do Parque Ecológico e as matas ao longo da BR-319, depois da ponte do rio Madeira, rumo a Humaitá (AM).

O quartel o subgrupamento fica na Estrada do Belmonte, confluência com Avenida Farquhar explica que este é o período do ano em que eles estão mais visíveis aqui e noutras regiões do País.

O Ministério da Saúde recomenda:

Não andar descalço;
Use luvas de couro nas atividades rurais e de jardinagem;
Nunca coloque as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros;
Não deposite ou acumule material inútil: lixo, entulhos e materiais de construção;
Controlar o número de roedores existentes na área para evitar a aproximação de serpentes venenosas que se alimentam deles;
No amanhecer e no entardecer, nos sítios ou nas fazendas, chácaras ou acampamentos, evite a aproximação da vegetação rasteira, gramados ou até mesmo jardins.

Fonte:SECOM

Nova Xavantina - Polícia Civil apreende mais 34 defensivos agrícolas com alto valor de mercado




Mais de 30 unidades de defensivos agrícolas com alto valor de mercado foram recuperados pela Polícia Judiciária Civil de Nova Xavantina, na quinta-feira (18), em continuidade a ação que resultou na desarticulação de um grupo criminoso que receptava agrotóxicos em Rondonópolis.

O trabalho realizado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, em conjunto a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) resultou em seis pessoas presas e na apreensão dezenas de galões de agrotóxicos, com quantidade superior a mil litros de produtos.

Com a prisão dos suspeitos, os policiais descobriram de eles buscaram o agrotóxico em Nova Xavantina para levar para Rondonópolis. Com a informação, a equipe da Derf de Rondonópolis entrou em contato com a Polícia Civil de Nova Xavantina para realização de diligências na cidade.

Imediatamente a equipe de policiais iniciou as diligências conseguindo encontrar 34 unidades de defensivos agrícolas, em uma residência no bairro Verdes Campos em Nova Xavantina. 






fonte pjcmt

Boi/Cepea: preço da arroba da carne supera a de boi há mais de um ano





A média de preço da arroba bovina em 2017 foi de R$ 140,19
Desde dezembro de 2016 que os preços da arroba da carne bovina (carcaça casada negociada no atacado da Grande São Paulo) vêm superando os valores da arroba do boi gordo (mercado paulista), segundo dados do Cepea.
Considerando-se toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2001 para a carne, ainda que esporadicamente os preços da carcaça casada ficassem acima dos da arroba do boi, esta é a primeira vez que esse contexto perdura por mais de um ano – antes de 2017, o período máximo desse deslocamento foi de apenas dois meses.
De acordo com dados do Cepea, a média de preço da arroba bovina em 2017 foi de R$ 140,19 (considerando-se como base as médias mensais deflacionadas pelo IGP-DI de dezembro/17), enquanto os mesmos 15 quilos de carne estiveram a R$ 147,70, resultando em diferença média de 7,51 reais por arroba.
A maior diferença observada no ano passado, de 16 reais/arroba e que foi observada em junho, é também a maior de toda a série histórica do Cepea. Naquele mês, a arroba da carne era negociada a R$ 147,50, ao passo que a do boi estava a R$ 131,50. No ano passado, diversos fatores – como a operação “Carne Fraca” (deflagrada em março) e a delação da maior indústria frigorífica brasileira (que resultou em forte redução da compra de animais por parte desse grande player) – desfavoreceram os negócios efetivados pelo pecuarista e pressionaram os valores da arroba do boi gordo, especialmente no primeiro semestre.
Segundo pesquisadores do Cepea, mesmo que os preços da carne tenham acompanhado o movimento de queda verificado para o boi, a intensidade foi menor. Com menos carne sendo ofertada, frigoríficos que seguiram normalmente no mercado acabaram controlando os volumes de carne em estoque, evitando elevada oferta de carcaça no mercado atacadista. Além disso, as exportações em ritmo intenso também ajudaram a enxugar o volume de carne no mercado doméstico – os embarques de carne bovina in natura em 2017 registraram o quarto melhor desempenho da história.



fonte agrolink

Bando armado invade propriedade rural rende família e rouba joias e caminhonete






Quatro homens encapuzados e armados, em duas motocicletas, invadiram uma propriedade rural na noite da última quarta-feira (17), renderam o proprietário e dois funcionários, as vitimas foram presas no banheiro da residência, da propriedade foram levados eletrônicos, joias e uma caminhonete. As vítimas conseguiram se libertar e comunicar a polícia somente na manhã de ontem (18).

O roubo foi registrado na comunidade Colina Verde, na 4ª Leste, zona rural de Alta Floresta. Da residência foram levados um motor de popa 15hp, 2 TV´s, 1 motosserra, 1 roçadeira, 2 celulares, 1 assoprador, botijão de gás, uma corrente em ouro (35 gramas), um pingente (14 gramas), uma pulseira (52 gramas), relógio e uma aliança (7 gramas), e ainda uma caminhonete Hilux, preta, ano 2011, placa HJF 0070 de Alta Floresta.

Informações sobre o veículo podem ser repassadas via 19 da Polícia Militar ou 197 da Polícia Civil.


Fonte: Nativa News

EMBARGO RUSSO À CARNE BRASILEIRA SE APROXIMA DO FIM





O embargo russo à carne brasileira está prestes a terminar, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O governo daquele país se compromete a avaliar com o máximo de celeridade a reabertura do mercado ao produto, uma vez que o Brasil é um importante fornecedor. A declaração de Sergey Dankvert, chefe do Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária (Rosselkhoznadzor) da Rússia, foi apresentada ao secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Rangel, na Alemanha.
A possibilidade de reabertura anima o setor produtivo estadual, já que o país é um dos maiores importadores da carne brasileira. Somente em 2017, a Rússia comprou US$ 116,083 milhões em carnes mato-grossenses. O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Rangel, que está em Berlim (Alemanha) participando do Fórum Global para a Alimentação e a Agricultura (GFFA), comentou que a reunião com o representante russo aconteceu em clima amistoso. “Foi colocado que o Brasil é um grande parceiro da Rússia com relação às carnes em geral, e que é muito importante que a gente resolva o quanto antes todas as pendências com relação às notificações feitas no ano passado sobre a ractopamina”, disse sem fazer previsão sobre a retomada das vendas.
O ingrediente usado nas rações, explica ele, promove o crescimento de animais e apesar de ser autorizado no Brasil é restrito em países como China e Rússia. “O Brasil desenvolveu um sistema muito robusto de segregação que permite que a gente produza sem este produto e consiga conquistar mercados”. Para suspender o bloqueio, Rangel entregou a documentação que comprova a eficiência do sistema de segregação brasileiro. “Fizemos as entregas que prometemos aos russos e vamos aumentar a participação no mercado agropecuário, principalmente com a importação de trigo”.
Luciano Vacari, diretor-executivo da Acrimat, comenta que a Rússia é um importante mercado da carne brasileira e mato-grossense. “No ano passado, foram responsáveis pela importação de US$ 42 milhões das indústrias do Estado. O embargo precisa ser revisto e a base técnica precisa ser respeitada na relação comercial internacional. A carne brasileira tem qualidade comprovada e atestada por mercados exigentes e segue todas as recomendações dos importadores”.
Vice-presidente do Sindifrigo/MT, Paulo Bellincanta, endossa a defesa de reabertura do país. “O mercado russo é importante para toda a cadeia da carne brasileira. Um dos melhores e maiores. Faz realmente muita falta este mercado para o nosso produto”.





fonte agazeta

Rodovia 319 se mantém trafegável no inverno





Apesar de ainda não ser asfaltada no chamado “trecho do meio”, a BR-319, que liga Porto Velho a Manaus (AM), se mantém trafegável nos dois primeiros meses do período chuvoso. Esta foi a conclusão da Comissão de Infraestrutura do Senado, que realizou vistoria saindo da capital rondoniense na tarde de segunda-feira e chegando à capital manauara na noite de terça-feira, sob a liderança do senador Acir Gurgacz (PDT-RO).
Na terceira diligência na rodovia, a comitiva do Senado percorreu cerca de 210 quilômetros sobre estrada completamente asfaltada, de Porto Velho a Humaitá, onde pernoitou. Na manhã seguinte, seguiram pelo trecho conhecido como “meião”, uma extensão de mais de 400 quilômetros, onde o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) não pode asfaltar, mas tem a permissão de realizar obras de manutenção da trafegabilidade da estrada.
“As obras de manutenção da BR-319 permitiram o pleno restabelecimento do tráfego na rodovia no mês de janeiro, período de chuvas intensas no chamado inverno amazônico”, disse Acir.
Um dos representantes da Assembleia Legislativa do Amazonas, deputado Platiny Soares, observou que além das frentes de obras do Dnit, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) tem controlado o tráfego de caminhões de carga com o limite máximo de 15 toneladas no período de chuvas. E tem feito “um trabalho de filtro” na rodovia até onde ela suporta. “Isso é uma construção. É um trabalho que veio evoluindo e hoje conseguimos manter a trafegabilidade praticamente o ano todo. Pelo que vimos, acho que este ano será o primeiro ano após 28 anos que nós conseguiremos tráfego na BR-319 o ano todo, novamente”, avaliou.
Iniciativa destacada
O deputado Adjuto Afonso, que também acompanhou a diligência, avaliou como uma expedição vitoriosa ao alcançar a integração dos Estados do Amazonas e Rondônia, por meio da BR-319. Ele destacou a iniciativa do senador rondoniense, que tem encabeçado as diligências na rodovia por meio da Comissão de Infraestrutura do Senado. “É hora de união. É hora de reconstruir e não dividir. Nós temos que somar esforços. O que estamos vendo é isso: as bancadas unidas, a população unida em prol de uma estrada que vai servir para os dois Estados e a nossa economia”, salientou Adjunto Afonso.
A expedição na BR-319 que contou com a participação da PRF, Dnit, Ibama, ICMBio passou também pelo entroncamento da rodovia federal com a estrada estadual AM-364 que dá acesso a Manicoré. Nessa parada, o prefeito do município, Sabá Medeiros, entregou um requerimento a Acir Gurgacz para que o Senado interceda pelo município para que a estrada volte a ser a rodovia federal BR-174. “Quando ela era federal nós tínhamos o apoio do Governo Federal para pelo menos manter obras de manutenção, mas agora não temos esse apoio. Nós precisamos que ela retorne a ser uma BR para que possamos ter apoio do Dnit”, disse o prefeito de Manicoré. (ALE-AM)




fonte diario da amazonia

18 casos de ferrugem já registrados





A primeira quinzena de janeiro fechou com a confirmação de 18 casos de ferrugem asiática nas lavouras de soja da safra 2017/18, de Mato Grosso. Os registros representam 53% do total contabilizado em toda a safra passada, que conforme o Mapa da Dispersão da doença, do Consórcio Antiferrugem, totalizaram 34 registros em áreas comerciais no ciclo 2016/17 em todo o Estado. 

O Estado, maior produtor de soja do país, acumula o quarto maior volume de ocorrências até o momento, atrás do Paraná com 87 casos, do Mato Grosso do Sul com outros 24 casos e do Rio Grande do Sul com 19. O Brasil totalizava 163 até o dia 15 desse mês. 

O que chama à atenção é que dos 18 casos, 15 deles foram identificados e confirmados nesse mês, sendo 10 deles em estádio (ciclo) de desenvolvimento R5 – início do enchimento do grão – e outros seis em estádio R6, grão verde ou vagem cheia. 

Todos esses registros no Estado foram identificados em área comerciais. Até ontem, Tangará da Serra (242 quilômetros ao médio norte de Cuiabá) com cinco registros e Primavera do Leste (239 quilômetros ao sul de Cuiabá) com quatro lideravam o ranking estadual. O primeiro caso em lavoura comercial foi feito no dia 21 de dezembro, em Primavera do Leste. 

Conforme o Consórcio Antiferrugem, além dessas 18 ocorrências em áreas comerciais, outros quatro focos foram confirmados, mas em soja voluntária, portanto em plantas remanescentes da safra passada e que não foram destruídas conforme determina o Vazio Sanitário. Esses casos estão em Alto Araguaia, Alto Garças, Nova Mutum e Sapezal. 

Entre os produtores a preocupação redobra a partir de agora, primeiro por conta da intensificação das chuvas e segundo, porque a colheita favorece a disseminação. A umidade da chuva e as altas temperaturas criam um ambiente favorável à proliferação do fungo e a colheita ajuda e dispersar os fungos para outras lavouras. A tendência, com colheita e clima favorável à multiplicação do fungo, é a disseminação da doença. 

A DOENÇA - A doença, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi é considerada uma das mais severas que incidem sobre a cultura e pode ocorrer em qualquer estádio fenológico (desenvolvimento). Plantas infectadas apresentam desfolha precoce, comprometendo a formação e o enchimento de vagens, reduzindo o peso final dos grãos e demandando mais custos de combate e controle ao produtor. Nas diversas regiões geográficas onde a ferrugem asiática foi relatada em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção. 

O Consórcio é uma parceria público-privada no combate à ferrugem asiática da soja e traz informações sobre a doença em todo o país com atualizações diárias, na medida em que surgem novos casos. 

CAMPO - Equipe técnica da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) realizou no início dessa semana visita técnica na região de Chapadão do Rio Verde. O objetivo foi verificar a informação de foco de ferrugem severa em uma propriedade rural de Tangará da Serra. 

“Constatamos que a doença nesta severidade é algo incomum, mas está sob controle. Mesmo porque foi em uma área isolada, não atingindo desta forma outros talhões. Agora, vamos levar o material coletado para análise”, explica Wanderlei Dias Guerra, diretor técnico da Aprosoja. 

Segundo o agricultor dono da área, todos os controles foram feitos corretamente. O diretor técnico alerta os produtores rurais para que façam o manejo preventivo e as aplicações conforme recomendação técnica. “É preciso ainda ter cuidado na hora da colheita para não disseminar o fungo da ferrugem asiática para outras partes da lavoura”, reforça Wanderlei Dias Guerra. 




fonte diario de cuiaba

Lagarta que atacou Soja Intacta não era Helicoverpa armigera




A Monsanto conclui suas análises sobre o ataque de lagartas a uma plantação de soja com tecnologia Intacta RR2 PRO na região de Chapadão do Céu (GO). Após diversos testes realizados, a empresa descobriu que a espécie em questão não se tratava de Helicoverpa armigera, como se pensou no princípio, mas sim de Helicoverpa zea, conhecida popularmente como lagarta da espiga do milho. Confira as conclusões:

Posicionamento Helicoverpa em lavoura de Chapadão do Céu
Recentemente, a Monsanto atendeu ao chamado de um agricultor informando a suposta ocorrência de infestação de Helicoverpa armigera em lavoura de soja com tecnologia Intacta RR2 PRO® na região de Chapadão do Céu (GO). Foi iniciada uma investigação científica, com suporte de uma empresa de pesquisa privada e independente que coletou lagartas, visando realizar pesquisas que poderiam auxiliar num correto diagnóstico desta situação.
As lagartas coletadas na lavoura de soja com tecnologia Intacta RR2 PRO® deste Agricultor na região de Chapadão do Céu (GO) foram identificadas, tanto por metodologia morfológica quanto molecular, como indivíduos da espécie Helicoverpa zea, conhecida popularmente como lagarta da espiga do milho.
Como outras lagartas não-alvo da tecnologia, por exemplo as espécies do gênero Spodoptera, lagartas de Helicoverpa zea podem causar danos quando presentes em lavouras de soja com a tecnologia Intacta RR2 PRO®. Deste modo, é fundamental a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP), medida essencial para otimização dos resultados das tecnologias Bt, bem como adoção correta das práticas de manejo de resistência de pragas, entre elas a implementação de áreas de refúgio estruturado.



fonte agrolink

Mercado do boi gordo: oferta curta e consumo lento




Mercado do boi gordo lento, com negócios acontecendo de forma compassada, mesmo sendo raro compradores fora das compras. 

Ao mesmo tempo em que a dificuldade em vender carne sugere aos compradores cautela para alongar escalas, o mercado, por si só, impõe limitação às compras, já que não há oferta abundante. Isso mantém os preços estáveis na maioria das praças pecuárias. 

Este é o panorama geral do mercado. Mas, pontualmente, nas praças onde se compra com um pouco mais de facilidade, os preços da arroba caíram. 

Não há suporte da demanda. No mercado de carne sem osso esta é a terceira semana seguida de desvalorizações.



fonte scotconsultoria

Panorama da colheita da soja em Mato Grosso




A colheita da soja 2017/2018 começou em Mato Grosso.

Entretanto, os trabalhos estão em um ritmo mais lento que na safra passada, em função dos atrasos no plantio no início desta temporada e das chuvas em janeiro, que têm dificultado a entrada das máquinas nas áreas.

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), até o dia 12 de janeiro, 1,3% da área com a cultura havia sido colhida no estado.

Para uma comparação, neste mesmo período do ciclo passado (2016/2017), a colheita atingira 5,3% da área.

A área de soja cresceu 0,2% em Mato Grosso em 2017/2018, em relação à safra anterior. A produtividade, porém, deverá ser 2,3% menor, em função do clima menos favorável e atrasos.

Com isso, a produção mato-grossense está estimada em 30,60 milhões de toneladas nesta temporada, 2,1% menos que o colhido anteriormente.

Em curto prazo, a previsão é de que as chuvas deem uma trégua em Mato Grosso, o que deverá favorecer o andamento da colheita nos próximos dias. 

Figura 1.Previsão de chuvas entre os dias 18 e 26 de janeiro de 2018.
Fonte: IGES / COLA

Mas as precipitações deverão retornar no final de janeiro e começo de fevereiro.

Jaqueline, do 'BBB18', foi Miss Rondônia e já participou de festa de Neymar Jaqueline é de Rondônia


Terceira participante mulher revelada no "BBB18", Jaqueline é vendedora, formada em biomedicina e já foi Miss Rondônia, mas sonha em ser cantora sertaneja. "Gosto de causar, chegar abafando e chamando a atenção. Quando eu chego numa festa, quero que todo mundo olhe para mim.


Se tem uma pessoa mais bonita que eu, não me importo. Porque sou muito confiante", diz a musa, que já tietou ex-BBBs e até Neymar em festas. "Eu sei ouvir as pessoas, mas se eu tiver certa eu rodo a baiana. Não gosto de preconceito, de racismo. Se Deus me deu a oportunidade de estar aqui, tenho que dar meu melhor. Sempre foi um sonho meu e da minha família estar no BBB", conta ela, que tem uma filha de quatro anos. A 18ª edição do "BBB" começa na segunda-feira (22), logo após "O Outro Lado do Paraíso". Final do conteúdo!

Da Redação
Assessoria

Idoso de 72 anos cai de andaime em fossa de 5 metros e é resgatado pelos bombeiros


Um idoso de 72 anos foi resgatado em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, nesta quinta-feira (18), depois de cair numa fossa com cinco metros de profundidade. A vítima, que não teve o nome divulgado, foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e passa bem.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o idoso estava trabalhava num andaime e caiu dentro do buraco. A suspeito é que ele tenha se desequilibrado e, em seguida, caído na fossa.
Ele foi encontrado consciente e orientado. A vítima teve apenas escoriações pelo corpo e foi resgatada com o auxílio de uma escada.
Na unidade de saúde, o idoso recebeu tratamento médico e foi liberado, em seguida.





FONTE G1

Valor Bruto da Produção chega a R$540,2 bilhões e bate recorde





O ano de 2017 se encerra com um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 540,3 bilhões, 1,3 % em valores reais acima do obtido em 2016, que foi de R$ 533,1 bilhões. É o maior valor registrado desde 1989, quando se iniciou a série de análise de dados. As lavouras tiveram crescimento de 4,2 %, e a pecuária, redução de 4,1%.
O resultado favorável de 2017 deve-se principalmente à grande safra de grãos: 240,6 milhões de toneladas, segundo dados do IBGE, e 237,7 milhões, segundo a Conab. A produtividade agrícola, e não o incremento de área, foi o principal fator responsável pelo bom resultado. Os preços agrícolas, em geral mais baixos do que em 2016, tiveram pouca ou nenhuma importância na formação do VBP 2017.
“Além da importância da safra agrícola na geração de renda, destaca-se o papel que teve a agricultura no baixo índice de inflação obtido em 2017”, disse José Garcia Gasques, coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “O IPCA-15, acumulado até dezembro foi de 2,94 %, o menor valor desde o início da série pulicada pelo IBGE a partir de 2000, já que os produtos agrícolas têm grande peso na formação do índice de preços”.
O crescimento do VBP em 2017 foi impulsionado pelo algodão, cana-de-açúcar, laranja, mandioca, milho e soja. Com exceção de laranja, esses outros produtos alcançaram em 2017 o maior faturamento bruto desde 1994. Uma lista extensa de produtos experimentou forte redução de valor, com destaque para banana (-26,7 %); batata (46,3 %); cacau (-27,2 %); café (-14,7 %); cebola (-49,4 %); feijão (-26,7 %); trigo (- 47,9 %) e maçã (-21,5 %). Essa redução, devida principalmente aos preços, foi o que propiciou o impacto positivo da redução do preço dos alimentos sobre o IPCA-15.
Sete estados lideraram o VBP em 2017: São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e Pará. Entre as regiões, o Sul ainda está na frente, seguida pelo Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste e Norte.
Prognósticos para a Safra 2017/2018
As projeções do IBGE e da Conab para 2017 e 2018 indicam uma safra de grãos de 224,3 milhões de toneladas e de 227,9 milhões, respectivamente. Garcia Gasques esclareceu que “nem todas as Unidades da Federação pesquisadas forneceram dados, e ainda se considerando informações incompletas sobre o clima, acredita-se que os números possam ser mais elevados.”



FONTE O LIVRE
 
Copyright © 2018 Mídia Rural. Todos os Direitos Reservados
Du Pessoa Agência Digital (73) 9 8888 1488 WhatsApp www.dupessoa.com.br