Últimas Notícias do Mídia Rural

Funcionários de fazenda encontram corpo em MT



Corpo de homem não identificado foi encontrado às margens da rodovia MT-235, em Diamantino (208 km a Médio-Norte de Cuiabá), com 5 perfurações de arma de fogo. Polícia Civil vai investigar o homicídio.
De acordo com as informações, funcionário de uma fazenda encontrou, por volta das 7h, o corpo jogado às margens da rodovia, próximo da cerca da propriedade rural, que fica 50 km da cidade. 
O local foi isolado para a chegada da Perícia Oficial e Instituto Médico Legal (IML), que levou o corpo para Diamantino. Polícia Civil foi acionada e saiu em diligências. 
Os policiais foram até um assentamento próximo de onde o corpo foi encontrado, mas os moradores não reconheceram a vítima. Disseram ainda nunca ter visto ele pela região. O caso segue sendo investigado.




fonte folhamax

Queda no poder de compra do pecuarista em relação ao farelo de soja



O preço do farelo de soja subiu 3,3% em São Paulo em janeiro/20, em relação à média de dezembro/19.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a tonelada do insumo ficou cotada, em média, em R$1.356,76, sem o frete, no estado.

Na comparação com janeiro do ano passado, o farelo de soja está custando 3,7% mais este ano.

Considerando a praça de São Paulo, atualmente são necessárias 7,03 arrobas de boi gordo para a compra de uma tonelada do insumo.

Com a alta do alimento concentrado e os recuos nos preços do boi gordo, a relação de troca foi prejudicada neste início de ano.

O poder de compra do pecuarista caiu 10,1% em janeiro/20, na comparação mensal, mas ainda assim está 18,5% melhor em relação a janeiro do ano passado.

Análise originalmente publicada no informativo Boi & Companhia, edição 1374.


Soja mantém preço no Brasil



Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a terça-feira (21.01) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas para exportação subindo apenas 0,01%, para R$ 87,67/saca. Com isso, o acumulado do mês nos terminais portuários acumula negativos 0,26%.

“Preços no físico foram afetados, nesta terça-feira, pela forte queda de 1,48% das cotações da soja em Chicago, apesar da alta de 0,40% do dólar. Por outro lado, não houve atividade da China no mercado de Origem no país, tendo sido negociado apenas um navio no mercado intermediário de Paper”, segundo apontam os analistas da T&F Consultoria Agroeconômica.

No Rio Grande do Sul os preços caíram cinquenta centavos/saca no porto de Rio Grande, para R$ 88,00 e cinquenta centavos/saca para R$ 85,00 85,50 em Ijuí e Cruz Alta. Já em Passo Fundo o preço permaneceu inalterado em R$ 86,00. Em Santa Catarina os preços da soja continuaram entre R$ 85,50 (Chapecó) a R$ 86,00 (Mafra) e R$ 87,50 spot e R$ 90,00 futuro, nos portos de São Francisco do Sul ou Paranaguá, garantindo aos seus agricultores excelente lucratividade.

O Paraná paga o preço pago aos produtores recuou um real/saca para R$ 82,00/saca na região de Ponta Grossa. No mercado de lotes, disponível o preço permaneceu inalterado em R$ 85,00, para fevereiro, mesmo preço para abril assim como o preço pago no porto, de R$ 87,00, pagamento no final de janeiro. Na região Oeste do estado ao redor de R$ 83,00 e no Norte do estado ao redor de R$ 81,00, com retirada em fevereiro; para 2021 houve negócios a R$ 89,00 e até a R$ 90,00 com entrega em março e pagamento no final de abril.

CHINA

Ainda de acordo com a T&F, mesmo com a ausência da demanda chinesa, os prêmios da soja nos portos brasileiros de Origem continuaram inalterados para fevereiro, março e maio e até subiram 8 cents para abril. Para 2021 o prêmio de fevereiro caiu 5 cents e o de março permaneceu inalterado. No mercado de Paper de Paranaguá foi negociado lote para abril/maio a +41K. No mercado CIF porto chinês de Dallian, os prêmios da soja brasileira permaneceram inalterados.





fonte agrolink

Milho chega a R$ 52 em SC, maior preço do Brasil




O preço do milho no estado de Santa Catarina chegou em R$ 52, 00, sendo considerado o maior preço do Brasil, segundo informações divulgadas pela T&F Consultoria Agroeconômica. No Rio Grande do Sul os preços continuam inalterados, mas elevados, embora tenham perdido a condição de mais altos para o estado vizinho. 
“Os preços ao produtor gaúcho aumentaram a sua faixa para R$ 40,00 e R$ 43,00/saca, estes pagos em Erechim e os preços dos mercados de lotes para a faixa entre R$ 46,00 e R$ 47,00/saca, até R$ 48,00 na Serra. Grande produtor de  carnes o estado tem um  déficit  ao  redor de 2,0 milhões de  toneladas anuais, que  compra em sua maioria do Mato Grosso do Sul e eventualmente do Paraná e do Paraguai. Os exportadores continuam oferecendo R$ 50,00/saca em Rio Grande. Em Santa Catarina o preço subiu para R$ 52,00 em Campos Novos, sendo o mais alto do país neste momento”, disse a consultoria. 
No Paraná, os bids dos compradores recuaram um real/saca para R$ 46,00, no disponível, nas fábricas dos Campos Gerais, embora tenha havido negócios pontuais a R$ 51,00 na semana passada. “Para entrega futura, o preço é R$ 44,00 posto fábricas para março e abril. No porto, R$ 42,00, sem atrativo, portanto. Muito poucos lotes negociados no Norte do estado, com preços entre R$ 47,00 e R$ 47,50 FOB armazém. Já no Oeste do estado, outra região com muita demanda devido às suas muitas indústrias de carne, os preços de comprador giram ao redor de R$ 45,00/45,50, com vendedor a R$ 46,00/47,00/saca”, completa. 
“Em São Paulo As cargas de tributado aparecem pontualmente e, embora colaborem para aumento da disponibilidade em São Paulo, não sanam  toda  a  demanda.  As  cargas  são  originarias  de  Goiás.  Os  preços  do  atacado  local  estão  a  R$  50,55  em  Itapetininga,  R$  50,67  na Mogiana, R$ 50,80 em Votuporanga”, conclui. 




fonte agrolink

Anvisa inicia a reavaliação do carbendazim



Na reunião, a ser realizada no dia 27 de janeiro de 2020, serão apresentados os procedimentos administrativos, o escopo da reavaliação e as abordagens a serem utilizadas para avaliação técnica, conforme documentos preparatórios disponíveis no portal da Anvisa. Também será estabelecido o prazo para entrega dos documentos pelas empresas que, conforme determinado pela Resolução da Diretoria Colegiada 221/2018 da Agência, não poderá exceder 180 dias.
Somente poderão participar da reunião representantes das empresas, previamente indicados e munidos de documento de identidade.
Até a data da reunião, as empresas devem atualizar seus dados cadastrais na Anvisa e atualizar os dados dos processos de registro dos produtos no sistema Datavisa para que as informações estejam idênticas aos dados de registro mantidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O carbendazim é o primeiro colocado da lista de ingredientes ativos de agrotóxicos que terão reavaliação toxicológica a partir de uma nova metodologia de seleção desenvolvida pela Anvisa. A lista foi definida a partir de critérios de risco à saúde humana, em especial dos consumidores e trabalhadores rurais, utilizando-se¿uma pontuação de risco para definir os agrotóxicos com prioridade de reavaliação.
De acordo com a Agência, a análise dos itens da lista pode levar ao banimento de um produto ou pode mantê-lo em comercialização com a adoção de medidas para reduzir os riscos decorrentes do seu uso. A reavaliação também poderá levar à decisão de manter o produto em circulação sem nenhuma nova recomendação.




fonte agrolink

Produtor rural fica ferido após trator cair em córrego na zona rural de Confresa


 (Crédito: Reprodução/Ilustrativa)




Um homem de 67 anos ficou ferido na manhã do último domingo, (19), após um trator cair dentro de um córrego em uma estrada vicinal do município de Confresa. O acidente ocorreu na região do vilarejo Três Flechas, em uma propriedade rural.

Segundo informações repassadas ao Site Agência da Notícia, o produtor rural Elias Gonçalves relatou que deslocava o maquinário de uma propriedade para outra, quando ao passar sobre a ponte, uma das pranchas cedeu e o trator caiu dentro do córrego.

A vítima disse que por pouco não se afogou, pois o veículo virou de rodas para cima. O aposentando disse ainda que conseguiu nadar até a margem e sair da água. Apesar da gravidade do acidente.

Elias Gonçalves sofreu apenas uma luxação no tornozelo e foi encaminhado ao Hospital Municipal de Confresa.






fonte agencia da noticia

A safra de soja 19/20 apresentou o maior custo de produção da história de Mato Grosso diz IMEA




Segundo levantamento de dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), para a safra 19/20, que já iniciou o processo de colheita, o avanço mensal foi de 7,94 p.p. ante o mês de novembro, atingindo a marca de 59,06% da sua produção estimada negociada. 

Já para a próxima safra (20/21), muitos produtores estão adiantando as negociações, a fim de garantir os seus insumos, de modo que o total negociado até o momento já atingiu 4,82% da produção estimada, volume nunca antes observado para este período na série histórica

Na última semana, o preço da soja disponível no estado de Mato Grosso fechou com média de R$ 75,54/sc, queda de 0,64%, influenciado, dentre outros fatores, pelo recuo nos prêmios portuários.

Com muitas paradas para manutenção nas plantas industriais, Mato Grosso registrou um esmagamento de 721,8 mil t em dezembro, valor 20,50% menor que o mês anterior.

FINANCIANDO CUSTOS:

A safra de soja 19/20 apresentou o maior custo de produção da história de Mato Grosso, obrigando os produtores a buscarem mais financiamento externo para pagar o custeio da lavoura. Nesta temporada, os bancos foram o destaque! Houve maior liberação de recursos a juros livres para os agricultores, de forma mais ágil e não tão cara, pois, com a redução da Taxa Selic (taxa básica de juros da economia), ficou mais atrativo ao produtor acessar crédito a juros livres do que recursos do PAP (Plano Agrícola e Pecuário).

Ainda, vale ressaltar o leve recuo da participação de multinacionais no financiamento ao sojicultor, as quais, juntamente com as revendas, negociaram a maior parte do crédito via operações de barter. Por fim, o total de recursos necessários para cobrir o custeio da soja em MT na safra 19/20 foi de R$ 22,5 bilhões, valor 12,7% maior que na safra 18/19.








fonte  reporter agro 

Lagartas: Brasil tem 1º laboratório móvel de controle biológico



Foi lançado esse mês no Brasil o primeiro laboratório móvel desenvolvido no País para suporte ao manejo de lagartas com inseticidas à base de baculovírus. A inovação, trazida pela empresa australo-americana AgBiTech, possibilita transferir conhecimento à cadeia produtiva do agronegócio, visando o uso racional de inseticidas nas lavouras.

Instalado no interior de um caminhão, o laboratório móvel é conduzido por profissionais “altamente especializados no manejo de pragas, incluindo engenheiros agrônomos que detêm títulos de mestres e doutores”, aponta a AgBiTech.
“Graças a essa estrutura, levamos informação de qualidade a clientes e parceiros. Enfatizamos nos encontros o posicionamento técnico de produtos da AgBiTech e a identificação das diferentes espécies de lagartas que atacam as lavouras”, explica o engenheiro agrônomo Gustavo Shiomi, gerente de marketing da AgBiTech.
De acordo com o agrônomo, o laboratório móvel também tem sido utilizado com sucesso em atividades de treinamento para consultores, pesquisadores, agricultores e funcionários de fazendas, além de atrair o interesse de visitantes de feiras agrícolas e participantes de dias de campo organizados pela empresa.
Segundo Shiomi, pouco antes do início da safra o laboratório móvel atendeu mais de 400 agricultores e profissionais do agro, tendo percorrido acima de 6 mil quilômetros nas principais regiões agrícolas. Até o final da safra, acrescenta ele, em torno de 20 mil quilômetros terão sido cobertos pela estrutura itinerante, na Bahia, em Goiás, no Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.
“O laboratório móvel tem por objetivo assegurar a clientes da empresa uma experiência positiva com produtos à base de baculovírus. A estrutura itinerante ajuda ainda a consolidar a imagem da marca como especialista no manejo de lagartas e fortalece parcerias nos canais de distribuição. Iremos nesta safra a locais que nunca contaram com esse modelo de suporte, sobretudo em virtude de dificuldades de acesso, como ocorre em áreas do Maranhão e Tocantins”, ressalta Shiomi.
Presente no Brasil há três anos, a AgBiTech projeta saltar de 500 mil hectares para dois milhões de hectares tratados com seus bioinseticidas, entre a safra passada e a atual. O portfólio da empresa é formado atualmente por quatro itens, comercializados com as marcas Armigen, Cartugen, Chrysogen e Surtivo Soja.
De acordo com o diretor geral da AgBiTech para a América Latina, Adriano Vilas Boas, o portfólio da marca tem surpreendido produtores pelo bom desempenho no controle de lagartas cuja pressão cresce safra após safra, principalmente Helicoverpa armigera, Chrysodeixis includens (falsa-medideira) e o complexo de Spodoptera.





fonte agrolink

Preço do boi gordo deve se manter acima de R$ 200 neste ano; entenda!




Após um ano singular em 2019 para a pecuária, com preços da arroba do boi gordo recordes em todas as regiões produtoras do Brasil, a consultoria Safras & Mercado estima que o cenário desenhado para 2020 também é muito positivo, tanto para pecuaristas como para frigoríficos. 

A consultoria afirma que o volume de carne bovina exportado ao gigante asiático já apresentava sinais de forte avanço em 2018, mas no segundo semestre de 2019 houve um salto ainda mais impressionante, após a habilitação de diversas unidades frigoríficas para os embarques rumo aos portos chineses.

“O resultado prático do expressivo crescimento das exportações foi um descolamento dos preços em toda a cadeia pecuária, de maneira uniforme e agressiva. A oferta limitada de animais terminados, prontos para o abate, no decorrer do segundo semestre, também justificou o movimento”, assinalou o analista. 

A consequência dessa disparada foi que toda a volatilidade no mercado de carne bovina gerou também um movimento de alta nas proteínas animais concorrentes, diante da dificuldade do consumidor final em absorver seguidos reajustes de um mesmo alimento. “Assim, não houve alternativa ao consumidor médio que não migrar para as carnes de frango e de porco”, relembra.

As projeções da consultoria Safras & Mercado apontam para novo crescimento das exportações de carne bovina em 2020, puxado novamente pela demanda pujante da China e por uma modesta alta na produção doméstica brasileira. 

Os embarques deverão totalizar 2,8 milhões de toneladas, com alta de 6% em relação aos 2,6 milhões de toneladas em 2019. Já a produção de carne bovina deve atingir o patamar de 9,46 milhões de toneladas, um crescimento de 1,9%.

Além disso, a empresa afirma que o quadro de oferta e demanda interna não deve apresentar mudanças substanciais na comparação com 2019, o que oferecerá suporte aos preços domésticos. “Apenas uma retração repentina e intensa nas exportações pode mexer nesse cenário, pois certamente acarretaria em queda dos preços domésticos”, pondera Iglesias.

Em um ambiente altamente favorável às exportações, com uma demanda aquecida, diante de uma perspectiva do dólar operando entre R$ 3,90 e R$ 4,10 no ano de 2020, é muito provável que os frigoríficos seguirão muito focados no mercado externo. 

“As receitas, também, apresentaram um interessante incremento ao longo de 2019, com indícios que o ano de 2020 será novamente pautado por crescimento”, finaliza.




fonte canalrural

Friboi inicia operação em nova unidade em MT e anuncia que outros R$ 154 milhões em obras serão inaugurados




A Friboi iniciou nesta quinta-feira (9) a operação de uma nova unidade em Mato Grosso, no município de Brasnorte (a 576 km de Cuiabá), com capacidade inicial para processar 500 animais por dia. A empresa investiu mais de R$ 70 milhões na aquisição e construção da planta e gerou, inicialmente, cerca de 300 empregos diretos na cidade.
"Acreditamos no potencial de Brasnorte, que trará ainda mais relevância para a nossa operação de bovinos em Mato Grosso. Investimos não só na construção de uma excelente planta, com equipamentos e fluxos de trabalho modernos, mas no treinamento de alta qualidade da mão de obra local, com foco em segurança do trabalho", explica Renato Costa, presidente da Friboi. "Continuaremos investindo nos próximos anos em todas as nossas plantas, o que reafirma o compromisso de longo prazo da Companhia com o Brasil", completa o executivo.
 
Esta é a primeira etapa dos investimentos na fábrica de Brasnorte, que futuramente terá capacidade de produção e escopo de atividades maiores, com a geração de outras 900 oportunidades de trabalho no município. O objetivo inicial da operação é atender à demanda do mercado interno.
 
Outros investimentos
 
Em 2019, a Friboi investiu na modernização de equipamentos e na implantação de projetos para permitir um melhor fluxo de produção em suas unidades.
 
Neste mês, por exemplo, a empresa ativará um túnel contínuo de congelamento em Barra do Garças (MT), que trará mais agilidade para a operação, além do aumento da capacidade em Mozarlândia (GO). Ainda em janeiro e em março, entram em operação duas novas linhas de hambúrguer em Campo Grande (MS), que dobrarão sua capacidade de produção.


E em fevereiro, a empresa dará início a um segundo turno de trabalho na unidade de Senador Canedo (GO) para atender à crescente demanda global por proteína animal - 350 novos postos de trabalho foram abertos na cidade. Os aportes somam mais de R$ 154 milhões.


A Friboi conta com 45 mil colaboradores no Brasil, com unidades de negócios em 55 cidades, sendo responsável pela geração de mais 180 mil empregos indiretos.
 
Sobre a Friboi
 
Com mais de quatro décadas de história, a Friboi – unidade de negócios de carne bovina da JBS – revolucionou o mercado ao descomoditizar a carne bovina brasileira e construir uma marca referência no mercado.  A empresa mantém algumas das marcas de carne bovina mais reconhecidas do Brasil, com um amplo portfólio de produtos, composto pela homônima e líder de mercado Friboi, Maturatta Friboi, Do Chef Friboi, Reserva Friboi, 1953 Friboi e Swift Black, que atendem a diversos públicos.
 

Com foco na garantia de origem, na qualidade e na segurança do alimento entregue ao consumidor, desde o bem-estar animal até a entrega do produto final, a Companhia adota as melhores práticas de sustentabilidade em toda sua cadeia de valor, e monitora seus fornecedores de gado de forma constante por meio do uso de imagens de satélite, mapas georreferenciados das fazendas e acompanhamento de dados oficiais de órgãos públicos. A Friboi está presente em mais de 150 países e, atualmente, conta com 37 unidades produtivas em todo o Brasil







fonte olhar direto


Milho abre a semana próximo da estabilidade após relatórios do USDA




A segunda-feira (13) começa com poucas movimentações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam flutuações máximas de 1 ponto negativo por volta das 08h51 (horário de Brasília).
O vencimento março/20 era cotado à US$ 3,85 com estabilidade, o maio/20 valia US$ 3,92 com estabilidade, o julho/20 era negociado por US$ 3,99 com queda de 0,25 pontos e o setembro/20 tinha valor de US$ 3,99 com desvalorização de 1 ponto.
Os futuros do milho começam a semana sem muitas movimentações após a divulgação dos últimos relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na sexta-feira (10).
“O USDA elevou suas estimativas de produção de milho, o que surpreendeu alguns comerciantes após o clima desfavorável das safras no ano passado e uma colheita desafiadora a partir de então. Porém, os aumentos foram parcialmente compensados ​​por menos hectares colhidos”, aponta Colin Packham da Reuters Sydney.
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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

Queda no preço da carne bovina no atacado



Com a demanda enfraquecida, os preços da carne bovina com osso e sem osso vendida pelos frigoríficos caíram neste começo de ano.

Na carne desossada, na média dos 22 cortes analisados pela Scot Consultoria, as cotações recuaram 4,4% em relação aos preços praticados na última semana de 2019.

O mercado da carcaça bovina também foi marcado pela desvalorização nos primeiros dias de 2020. O boi casado de animais castrados, que era comercializado por R$13,44 ao final de 2019, atualmente é vendido por R$12,80/kg, o que representa uma queda de 4,8%.

Apesar da disponibilidade de boi gordo estar limitada, este cenário se dá pelo baixo escoamento da produção, tanto no mercado interno como externo. 

Há cautela no comércio internacional de carne, pois o horizonte das exportações é incerto, tendo em vista que alguns importadores chineses têm diminuído a antecipação das compras. 

Análise originalmente publicada no informativo Boi & Companhia, edição 1373.

Soluções para soja são o foco da UPL na Dinetec 2020 em Canarana






A UPL, uma das cinco maiores empresas de produtos agrícolas do mundo, apresenta suas soluções para o cultivo de soja durante participação no Dia de Negócios e Tecnologias (Dinetec), de 15 a 17 de janeiro de 2020, em Canarana.

“A Dinetec é considerada a mais importante feira de tecnologia do Vale do Araguaia. Por isso, nossa presença é muito importante. Nossa prioridade é estar perto dos produtores e auxiliá-los a aumentar a produtividade das lavouras”, diz Analu Guarnieri, desenvolvedora de mercado da UPL Brasil.

Durante o evento, produtores rurais e demais visitantes da Dinetec poderão se informar sobre os inovadores fungicidas Tridium, que protege o potencial produtivo da soja, e Unizeb Gold, presente na agricultura brasileira há cinco safras, já tendo tratado com sucesso mais de 95 milhões de hectares.

“Tridium, lançamento recente da UPL, é inovador para o manejo inteligente, já que protege a soja a partir do pré-fechamento das entrelinhas”, destaca Analu. A empresa também levará ao evento seu portfólio de biossoluções, um dos mais robustos do mercado nacional.

Quem visitar o estande da UPL também pode participar de apresentações feitas por Ismael Menezes, da MD Commodities. Administrador com especialização em agribusiness pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ele falará sobre barter, negociação bastante utilizada no mercado da soja.






fonte agrolink

Funcionário de fazenda é preso com gado furtado, caminhonete e mais de R$ 113 mil em dinheiro



Um furto de gado ocorrido na zona rural de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá) foi esclarecido pela Polícia Judiciária Civil, na manhã de sábado (04.01). A ação realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) do município resultou na apreensão de 30 cabeças de gado, uma caminhonete, uma arma de fogo e mais de R$ 113 mil em dinheiro.
Identificado como autor do furto. J.S.C., 40, era funcionário da fazenda furtada e foi autuado em flagrante pelos crimes de furto qualificado e posse ilegal de arma de fogo. O crime ocorreu na quinta-feira (02), sendo subtraídas mais de 200 cabeças de gado da propriedade.
A ação que resultou na prisão do suspeito foi deflagrada após os policiais da DERF Rondonópolis receberem informações de que o gado furtado ns quinta-feira de uma fazenda na zona rural, estava escondido em um sítio na região da Gleba do Rio Vermelho.


Em diligências no local indicado, os investigadores visualizaram o gado que ainda estava com a marca da fazenda vítima do furto. Em continuidade as diligências, os policiais descobriram que a propriedade pertencia a um parente de um funcionário da fazenda furtada, e que o suspeito havia alugado o pasto para guardar o gado, que ele alegava ser de sua propriedade.
Na residência do suspeito, os policiais apreenderam um revólver calibre 38 com 06 munições intactas, e R$ 113 mil que estavam guardados em uma gaveta no guarda-roupas, além de uma caminhonete Ford Ranger. Questionado, inicialmente alegou que estava economizando dinheiro e que caminhonete de alto valor havia sido comprada com uma quantia que recebeu devido a venda de um imóvel.
Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido a DERF, onde interrogado pelo delegado João Paulo Praisner, confessou que o dinheiro localizado em sua residência foi obtido com a venda do gado subtraído, assim como a caminhonete foi comprada com os mesmos valores.


fonte mtenoticias

Investimentos em trechos de rodovias sob concessão ultrapassam os R$ 160 milhões em Mato Grosso


Mato Grosso caminha para uma nova realidade com as recentes concessões de rodovias. Este ano, duas rodovias estaduais foram entregues à iniciativa privada, que culminou em investimentos na ordem de mais de R$ 160 milhões, que tornaram estes trechos mais seguros e com maiores condições de trafegabilidade.

A MT-320/MT-208 e a MT-100 são frutos do leilão realizado na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), que ocorreu em fevereiro de 2018. Juntas, as duas estradas somam aproximadamente 300 km de trechos sob concessão, beneficiando 130 mil moradores de cinco municípios de duas diferentes regiões mato-grossenses.
No caso da MT-320/MT-208, que engloba 188,2 km de rodovia na região do município de Alta Floresta, o contrato de concessão foi assinado em abril deste ano, durante evento no Palácio Paiaguás. A iniciativa beneficia 112 mil pessoas dos municípios de Alta Floresta, Carlinda, Nova Canaã do Norte, Colíder e Nova Santa Helena, localizados na região norte do Estado.
A empresa vencedora foi o Consórcio Via Brasil, mesmo grupo que detém a concessão do trecho da MT-100, entre os municípios de Alto Araguaia e Alto Taquari, na região sul do Estado. Neste primeiro ano foram investidos mais de R$ 83 milhões na limpeza e recuperação do sistema de drenagem, dos sistemas elétricos e de iluminação, do pavimento, na sinalização da rodovia, entre outros serviços.
Já para 2020, a concessionária deve concluir estes serviços preliminares e adotar o sistema de pedágio, como foi o caso da MT-100, que teve entrega simbólica da primeira fase em novembro deste ano. A concessão da MT-100 prevê um total de 111,9 km, sendo que destes 91,4 km já foram totalmente recuperados. O trecho beneficia mais de 20 mil moradores dos municípios de Alto Araguaia e Alto Taquari, na região Sul do estado. O prazo da concessão é de 30 anos, sendo que em cinco anos os investimentos somarão R$ 205 milhões, podendo chegar a R$ 745 milhões ao longo dos 30 anos.
A melhoria reduz em até 200 km a distância até o porto de Santos (SP), ideal para o escoamento da produção local. O secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira defendeu o modelo de concessão para que os motoristas possam trafegar com mais segurança. “Hoje o que acontece é que nós asfaltamos e três ou quatro anos depois com o volume de carga que passa em nosso estado, você tem que fazer a manutenção. Quando se tem a rodovia sob concessão, a empresa é responsável por isso, em um ritmo muito mais rápido e frequente”, destacou o secretário.
Ainda conforme o gestor da Pasta, com as concessões Mato Grosso seguirá o exemplo de estados como São Paulo, que possui 100% de sua malha viária pavimentada. “A manutenção é frequente, você não tem problemas com estas rodovias. Então nós precisamos ter coragem de fazer estas concessões aqui em Mato Grosso. As concessões são necessárias e urgentes. São investimentos grandiosos a longo prazo”, ressaltou Marcelo. Com as duas rodovias sob concessão, Mato Grosso passa a ter agora sete trechos administrados pela iniciativa privada.
Para 2020, a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) pretende lançar outras sete novas concessões, totalizando mais de 1300km de estradas. Duas delas já tem lançamento de edital previstos para o início deste ano. No caso da MT-130, que liga Primavera do Leste a Paranatinga, serão 140,6 km de rodovia sob concessão. Já de Nova Olímpia a Tangará da Serra, serão 233,2 km.
As outras cinco concessões previstas para o próximo ano ainda estão em fase planejamento de estudo de viabilidade, são elas: MT-220, que liga Sinop a Tabaporá; MT-240/326, de Água Boa a Cocalinho; MT-020, de Paranatinga a Canarana; MT-010/246, de Cuiabá a Rosário Oeste e MT-100, de Barra do Garças a Alto Araguaia.





fonte so noticias

Milho, por Radar Investimentos: As tensões geopolíticas trouxeram alguma cautela no mercado




As tensões geopolíticas trouxeram alguma cautela nos mercados no final da semana anterior, com algum estresse do dólar. Nos últimos dias, o mercado físico esteve travado e grande parte dos produtores não estava disposto a negociar. Em Campinas-SP, as referências giram entre R$48-R$49/sc, CIF, 30d.
Veja abaixo o relatório completo, com base nos dados de 03/01/2020.
Clique AQUI e confira as cotações do milho.
Fonte: Radar Investimentos

90% das lavouras argentinas usam plantio direto




O percentual de lavouras om plantio direto na Argentina chega a 90%, segundo informações divulgadas por um levantamento da Cereal Exchange. A consultoria explica também que o sistema foi promovido pela Associação Argentina de Produtores de Semeadura Direta (Aapresid) pelo motivo de possuir um grande potencial no sequestro de carbono, na melhoria da qualidade do solo e na obtenção de produtividade sustentada das culturas. 
“De acordo com o último relatório de superfície sob plantio direto da campanha 2018/2019 preparado pela Cereal Exchange, nosso país continua na vanguarda dessa tecnologia, com valores de adoção que permaneceram acima de 90% por 10 anos”, disse o portal local Agrofy News. 
No entanto, o portal chama atenção para o fato de que a adoção em massa dessa tecnologia não se traduz necessariamente em melhorias no balanço de carbono, fertilidade e outros indicadores de saúde do solo. Mesmo em certas regiões, o progresso dos processos de degradação do solo ainda é observado. 
“Nesse sentido, rotações, plantio de gramíneas e  culturas ou serviços de cobertura (SC)  são práticas-chave dentro de um verdadeiro sistema de plantio direto. No caso do SC, além de 'cobrir o solo', permitem melhorar o manejo da água, o controle da erosão e a densidade das ervas daninhas, favorecem a biodiversidade, a diminuição da carga de insumos sintéticos, entre outros", completa. 
E por isso, eles explicam, incluíram informações relacionadas com o plantio de culturas de serviços e a inclusão de grama na rotação. Os dados provêm da Pesquisa de Tecnologia Agrícola Aplicada (ReTAA) e do Panorama Agrícola Semanal (PAS) da Bolsa de Cereais.   





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Preço da carne cai para o consumidor, diz Ministério da Agricultura


Resultado de imagem para carnes de frigorificoO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está divulgando que a cotação da arroba (15 quilos) do boi gordo diminuiu de valor no final de dezembro, queda média de 15%. Conforme levantamento periódico do Mapa, a arroba do boi gordo estava cotada a R$ 180 no último dia 30. No início do mês passado, chegou a R$ 216.

Conforme o ministério, o preço da carne vai reduzir para o consumidor final. O cenário “indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos a curto prazo no varejo”, descreve nota que acrescenta que a alcatra teve “4,5% de queda no preço nos últimos sete dias.”

Segundo projeções do Mapa, a arroba vai ficar entre R$ 180 e R$ 200 nos próximos meses, dependendo da praça. A queda do valor interrompe a alta de 28,5% que salgou o preço da carne nos últimos seis meses. A perspectiva, porém, é de que o alimento não volte ao patamar inferior. “Estamos fazendo a leitura de que isso veio para ficar, um outro patamar do preço da carne”, avalia o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

“Eu tenho certeza que o preço não volta ao que era”, concorda Alisson Wallace Araújo, dono de dois açougues e uma distribuidora de carne em Brasília. Segundo ele, no Distrito Federal, o quilo do quarto traseiro do boi estava custando para açougues e distribuidoras de carne R$ 13,50 há seis meses. Chegou a R$ 18,90 em novembro, e hoje está em R$ 17,70.

Há mais de uma razão para a provável estabilização dos preços em valores mais altos do que há um ano. O mercado internacional tende a comprar mais carne brasileira, os produtores estão tendo mais gastos ao adquirir bezerros e a eventual recuperação econômica favorece o consumo de carne no Brasil.

No último ano, beneficiado pela perda de rebanhos na China e pela alta do dólar, o Brasil ganhou mercado e vários frigoríficos foram habilitados para vender mais carne no exterior. Só em novembro, mais cinco frigoríficos foram autorizados pelos chineses a exportar carne. Em outros países também houve avanços. Mais oito frigoríficos foram aceitos pela Arábia Saudita no mesmo mês.

A carne brasileira é competitiva no mercado internacional porque é mais barata que a carne de outros países produtores, como a Austrália e os Estados Unidos, cujo o gasto de criação dos bois é mais oneroso por causa do regime de confinamento e alimentação. O gado brasileiro é criado solto em pasto.

O Brasil produz cerca de 9 milhões de toneladas de carne por ano, 70% é consumida internamente. Mas a venda para o exterior é atrativa para os produtores e pressiona valores. “A abertura de um mercado que comece a receber um produto brasileiro ajuda o criador na formação de preço”, descreve Farnese.

A alta recente dos preços do boi está viabilizando a renovação do gado quando o preço dos bezerros está valorizado. A compra dos bezerros é necessária para repor o gado abatido nos últimos anos, inclusive de vacas novilhas.

Além disso, em época de chuva, com pasto mais volumoso, os pecuaristas vendem menos bois e mantém os animais em engorda, o que também repercute na oferta e no preço do alimento. “Os criadores não se dispõem a vender porque têm alimento barato para o gado”, assinala o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

O comerciante Alisson Wallace Araújo acredita que com a recuperação da economia e diminuição do desemprego, haverá mais demanda por carne ao longo do ano. “É uma crescente”, diz Araújo. Ele, no entanto, não acredita em alta nos próximos meses. Em sua opinião, o consumo de carne diminui em janeiro por causa das férias e gastos sazonais das famílias (como impostos e material escolar) e depois do carnaval por causa da quaresma (período em que os católicos diminuem o consumo de carne).








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