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Abate de bovinos - evolução




O incremento da quantidade de bois abatidos de 1997 a 2017, foi de aproximadamente 8,9 milhões de cabeças, considerando as inspeções federal, municipal e estadual (IBGE).

Foi um acréscimo de 114% no período ou de 449 mil cabeças/ano em média.

A quantidade de bovinos abatidos é sempre maior na segunda metade do ano em decorrência da maior demanda interna (gráfico 1).

Figura 1.Total de bois gordos abatidos semestre a semestre.
Fonte:  IBGE / Elaboração: Scot Consultoria – www.scotconsultoria.com.br 

Primeiro semestre x segundo semestre

Com o passar dos anos, houve uma evolução na diferença entre os números do primeiro com o segundo semestre. Em 2017 esse valor foi 187% maior comparado a 1997. O aumento, ao longo dos anos, dessa diferença de abates entre os semestres foi decorrente do crescimento do rebanho nacional, dos bovinos confinados e do crescimento da renda per capita da população. 

Peso da carcaça

Aumentou a quantidade de bovinos abatidos e aumentou também o peso da carcaça. Durante esses vinte anos o peso médio da carcaça de machos, que em 1997, era de 247,23kg, em 2017 foi de 283,5kg. Um aumento de 14% por carcaça por animal, ou 35,87kg (figura 2).

Figura 2.Peso médio de carcaça por bovino abatido no Brasil, em kg. 
Fonte: IBGE / Elaboração: Scot Consultoria – www.scotconsultoria.com.

Esse ganho de peso de carcaça é um indicador do incremento de tecnologia na atividade. 

Evolução e involução

No Brasil a amplitude do uso de tecnologia na pecuária é grande, existem propriedades rurais com sistemas produtivos de alta eficiência e outras com sistemas de baixa rentabilidade e produtividades abaixo do potencial da fazenda. Essa realidade difere do que é encontrado nas lavouras, pois o pasto, principal insumo para o ganho de peso animal, é um investimento de longo prazo e as perdas pela falta de tecnologia investida não são abruptas como na produção de grãos.

Essa diferença no uso da tecnologia tende a ser cada vez menor pois aquele que não estiver à frente das possibilidades de melhoria da rentabilidade perde espaço e sai da atividade. 

Produção de carne

Essa linha de raciocínio favorece o crescimento acentuado da pecuária nacional, mas mesmo se a atividade manter o mesmo ritmo de crescimento, podemos projetar um incremento de 30,50 milhões toneladas de carne nos próximos 20 anos, o que corresponde a um aumento de aproximadamente 50% do abate atual.

De acordo com a FAO/OECD no Agricultural Outlook 2017-2026 o consumo per capita será impulsionado majoritariamente pelo crescimento da população, diferente da última década em que o consumo mundial foi impulsionado principalmente pelo acréscimo na renda da população em países em desenvolvimento. Ao final de 2016, foi projetado que o consumo per capita da população em países em desenvolvimento permaneceriam em 1/3 dos países desenvolvidos. Neste cenário a demanda de carne bovina mundial para a próxima década será de 9milhoes de toneladas, 3 milhões a mais que na década passada. 

Final

Por fim, a projeção do consumo de carnes bovinas é crescente, mas em ritmo menor. Isso não quer dizer que futuramente não teremos mercados para explorar, mas que a adaptação frente às exigências do consumidor deverá ser cada vez melhor explorada para a captação de mercados hoje não conquistados.

Referências Bibliográficas:

IBEGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica. Disponível em:<https://sidra.ibge.gov.br/tabela/1092>. Acesso: 05/06/2018

FAO. Food and Agriculture and Organization of United Nations OECD. Organization for Economic Cooperation and Development. Disponível em:<file:///C:/Users/tnvfe/Downloads/a-i7465e.pdf>. Acesso: 06/06/2018.




fonte scotconsultoria

Caminhão boiadeiro perde os freios e várias cabeças de gado morrem em acidente




Extra Rondônia teve acesso às imagens de um acidente ocorrido por volta das 05h30 de terça-feira, 05, na serra de Colorado, localizada no km 35 da BR-435, onde várias cabeças de gado morreram e outras tiveram que ser sacrificadas, após um caminhão Volkswagen perder os freios.
De acordo com o registro da ocorrência, que foi realizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista, que seguia sentido Colorado, não conseguiu fazer a curva devido a pane mecânica e acabou caindo com o veículo em uma ribanceira localizada as margens da pista.
Com o rompimento da gaiola, vários bovinos morreram na hora e outros foram sacrificados, devido os ferimentos serem muito graves. Foi necessário o uso de uma retroescavadeira para realizar a remoção dos animais.




fonte extraderondonia

Mais de 30 caminhões estão ilhados na estrada do boi no trecho que liga Corumbiara a Vitória da União





No final da tarde de quarta-feira, 13, a redação do Extra de Rondônia, recebeu fotos e relatos de motoristas que utilizam a rodovia conhecida como estrada do boi que liga cidades do Cone Sul a Zona da Mata – região de Rolim Moura.
De acordo com informações, a empresa que está à frente das obras, fez um desvio, mas não cascalhou. Com isso, após as chuvas que caíram esta semana deixou o local intransitável, causando transtornos e prejuízos aos caminhoneiros e para os agricultores da região.
De acordo com motoristas, tem mais de 30 caminhões ilhados, ou seja, atolados, pediram ajuda da empreiteira com tratores, porém, segundo eles, a empresa se recusou a ajuda-los e respondeu que eles tinham que esperar a estrada secar para saírem de lá.
Texto: Extra de Rondônia
Foto: Internautas

Greve dos caminhoneiros expõe péssima situação da logística de MT




A greve dos caminhoneiros expôs a incapacidade, aumentada ano após ano, de Mato Grosso escoar adequadamente sua produção exclusivamente por seus mais de 33 mil quilômetros de rodovias. Simplesmente não dá para transportar 61,986 milhões de toneladas (produzidas nesta safra 2017-2018, em soja, milho, algodão, arroz, feijão e girassol) em apenas 7,72 mil quilômetros de estradas pavimentadas (ou meros 23,42% de todas as rodovias estaduais).

São estradas ruins por onde roda uma frota de 68 mil caminhões, de acordo com dados cruzados do Sindicato dos Caminhoneiros e GeoPortal da Secretaria de Infraestrutura e Logística  (Sinfra). Isso, obviamente, faz com que seja caro rodar pelo estado, pois o desgaste dos caminhões faz aumentar o frete (uma das bandeiras, aliás, da greve terminada recentemente).

Principal alternativa para resolver o problema, as ferrovias são apontadas por nove entre dez especialistas em logística e grandes produtores rurais como panaceia definitiva. À parte a Ferronorte ter passado quase 50 anos como sonho e não ter se estendido sequer de Rondonópolis a Cuiabá até hoje, o novo sonho responde por um nome pomposo e multinacional: Ferrovia Bioceânica. Ela começaria no Rio de Janeiro, em um porto do Oceano Atlântico, atravessaria a floresta amazônica, o cerrado mato-grossense e a Cordilheira dos Andes, até chegar à costa peruana, já na imensidão azul do Oceano Pacífico.

Vista até recentemente como delírio por alguns, já tem investidor certo – a China – e custo projetado: US$ 10 bilhões (mais de R$ 31 bilhões, em valores desta quarta-feira, 13). Mas é tarefa difícil e ainda em busca de viabilização em alguns trechos, conforme explica o diretor-executivo do Movimento Pró-logística de Mato Grosso, Edeon Vaz Ferreira.

Para ele, sem dúvida nenhuma o desenvolvimento de Mato Grosso passa sim pela integração dos portos marítimos, trechos de rio e especialmente ferrovias. “A Bioceânica é uma ferrovia que dificilmente sairia do papel, porque o trecho de Porto Velho até o Peru, por exemplo, não consegue se viabilizar economicamente, mas a Fipo (Ferrovia de Integração Centro-Oeste), que faz parte da Transoceânica, vai ser viabilizada por pedaços”, conta ao Circuito Mato Grosso, por telefone.

A favor, além do interesse de Brasil e China na aproximação comercial, há os demais países envolvidos: Peru e Bolívia. Visita recente, há cerca de dois anos e meio, do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, deu novo impulso à ideia. Ele esteve no Brasil, mas rodou também por Colômbia, Peru e Chile. O interesse óbvio é sustentar seus níveis de expansão econômica e manter grandes projetos de construção de ferrovias é uma das maneiras de fazer isso.

Mesmo sem prazo definido, os pedaços, nas palavras de Faz Ferreira, devem caminhar bem nos próximos anos. “Aquele trecho de Campinorte, da Ferrovia Norte-Sul, até Água Boa, é o trecho que mais se viabiliza. Possivelmente será o primeiro trecho a ser construído”, aposta. Ele explica que outro trecho, de Sapezal a Porto Velho, em Rondônia, também é bastante viável economicamente e deve atrair investimentos da iniciativa privada, “mas os demais trechos só se o governo fizer e como ele diz que não tem dinheiro, dificilmente vai se viabilizar”.

Em Mato Grosso, quando o assunto é ferrovia, há duas situações, continua o diretor-executivo do Pró-Logística: a chamada Ferrogrão, uma ferrovia que liga Sinop ao porto de Miritituba (localizado em Itaituba, no Pará), onde chega a rodovia e esta transborda a produção para as barcaças de Marajó e Santana, já no Amapá.



“Todos esses são trechos que se viabilizam na Transoceânica. E no caso da ferrovia existente hoje, a Ferronorte, que liga Rondonópolis a Santos, esta passa agora por um processo de prorrogação da concessão. Nessa prorrogação, eles vão sair de 35 milhões de toneladas num trecho paulista, chamado de malha paulista, para 75 milhões de toneladas”, esclarece Vaz Ferreira.

Com a ampliação da malha paulista, vai aumentar a vazão na capacidade da ferrovia em Mato Grosso. Ela hoje faz em torno de 17, 17,5 milhões de toneladas/ano. Deve passar para 35 milhões/ano já a partir do processo em andamento no Tribunal de Contas da União. “E nesse processo, ela vai gastar cerca de cinco anos, para chegar a esse ponto, mas não tem problemas de viabilidade ambiental, só melhoria e aumento de trens”.

Frete

O resultado mais recente da greve dos caminhoneiros relacionado ao frete aconteceu nesta quarta-feira (13), quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux determinou que o governo federal se manifesta quanto à tabela dos preços mínimos para frete, solicitando, inclusive, um parecer do próprio presidente Michel Temer. Fux é relator de ações apresentadas pela Associação do Transporte Rodoviário de Cargas do Brasil (ATR Brasil), que considerou que a medida do governo “fere a economia de mercado”.
 
Nesta terça-feira (12), setores diretamente envolvidos no processo se reuniram em uma audiência pública na Câmara Federal para tratar do tabelamento. A padronização do fretamento nas rodovias foi uma das exigências dos caminhoneiros e fator determinante para o fim da greve. No dia 27 de maio, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou uma primeira tabela com valores que causou polêmica.
 
À época, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, observou que o valor final chegaria a atingir o dobro do custo anterior. Em coletiva de imprensa, ele disse: “A tabela era para ser um preço mínimo, mas da forma que ficou, a tabela acabou ficando um preço máximo, até fora dos padrões que a agricultura pode pagar para transportar".
 
Depois de duras críticas, uma nova tabela foi definida no dia 7 de junho, mas, na mesma noite, o decreto que a implantava foi revogado, em razão de, mais uma vez, ter causado desagrado. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antonio Galvan, esteve na reunião e destacou que os valores apontados pelo governo “são irreais”.


 
“Nós já tínhamos o problema de custo, da produção mesmo, mas agora, com essa questão do frete que está aí colocada pela ANTT, está começando a inviabilizar até o nosso segmento”, disse. “Com essa alta do frete, ele [o governo] tira do setor primário. Essa tabela aí não tem como você conseguir pagar ela, vai ficar insustentável. Isso tudo vai explodir em cima do consumidor final, porque alguém vai pagar essa conta, e vai ser a sociedade”, ponderou.

Uma das mudanças na regra do frete que também levantou polêmica foi a obrigatoriedade do frete de retorno com eixo vazio. Isto é, mesmo que um caminhão escoasse a produção e retornasse a seu estado sem transportar qualquer carga, também se deveria pagar o transporte. A medida foi retirada da segunda proposta apresentada pela ANTT.

“Nós não concordamos com tabela. O governo não pode intervir na iniciativa privada”, comentou. “Isso daí vai só dar trabalho. Vai dar um problema para o Brasil que você não tem nem ideia, para empresas, para tudo, porque não adianta insistir nessa tabela aí, porque vai ficar o mercado paralisado. Nós não aceitamos, nem quem compra e nem quem vende”, afirmou.

Pequenos foram os que mais sofreram

A greve dos caminhoneiros também gerou prejuízos aos pequenos produtores de leite. No município de Jaciara, a 142 km de Cuiabá, o médio produtor Alexandre Felici, que atua no ramo há cinco anos, perdeu parte da produção na fazenda de 45 hectares, com 25 cabeças de vacas em lactação.

Como elas produzem 12 mil litros de leite/mês, em dois dias de trabalho, geraram cerca de 1,2 mil litros, que acabou sendo despejado no terreiro da fazenda. “Joguei fora, não tinha como transportar. São duas ordenhas por dia, o taque precisa ser desocupado para repor uma nova produção”, relatou.



Outro segmento que enfrentou dificuldade foi a suinocultura.  Paulo Cesar, que atua há 20 anos cuidando desses animais nos municípios de Vera (distante 461 km de Cuiabá) e Sorriso (420 km) contou as dificuldades que passou. O produtor cria 40 mil animais e em 10 dias de greve foi necessário parar totalmente o abate e transporte.

O desafio de navegar na Hidrovia do Pantanal

Os rios foram os primeiros caminhos comerciais de Mato Grosso há centenas de anos. Os povos indígenas navegavam pelas bacias Amazônica e Platina para realizarem comércio com outras regiões e países. Foi assim que o guaraná e a erva-mate ganharam fronteiras. Em 1525, Aleixo Garcia chegou a Mato Grosso navegando no rio Paraguai. Quase trezentos anos depois, a retomada do comércio na hidrovia do rio Paraguai ainda é um tabu longe de ser resolvido.

A questão ambiental e o excesso de assoreamento dos rios são os principais obstáculos para a retomada de uma rota efetiva através do rio Paraguai. O Tramo Norte, a região entre Corumbá, Mato Grosso do Sul, e Cáceres, em Mato Grosso, é considerado o ponto nefrálgico desta discussão, que se arrasta desde os tempos da gestão de Dante de Oliveira (1995-2002) no governo.

Foi justamente neste período e por conta da fragilidade ambiental do bioma Pantanal do Tramo Norte que o então procurador federal de justiça (hoje governador) Pedro Taques pediu o embargo do projeto da Hidrovia do Paraguai alegando inviabilidade ambiental na navegação.

À época o projeto era chamado Hidrovia Paraná-Paraguai e previa uma série de interferências na paisagem da região, como dragagens, derrocamento e retificações nas curvas do rio Paraguai, uma das características dos rios pantaneiros que garantem a vazão e a manutenção das cheias da região. A empresa escolhida para o projeto era a mesma que causou inúmeros danos ambientais ao rio Mississipi, em um Pantanal similar ao do Brasil, na Flórida, nos EUA.

O plano prevê que a navegação no rio Paraguai possibilite atravessar 1.300 quilômetros de rio por navios de grande calado, que demandam águas com profundidade superior a dois metros. Hoje, o rio Paraguai não tem mais de 1,2 m em seu Tramo Norte.



A ligação da Hidrovia do Paraguai também é estratégica para o país, pois conecta a cidade de Cáceres, em Mato Grosso, ao Uruguai.  Esse trecho passa por Corumbá, no Mato Grosso do Sul, e Assunção, no Paraguai.

Hoje, a frota Paraguai de navegação já é operada por 46 empresas de navegação e sete empresas nacionais. Nesse trecho, o trânsito da soja, o principal produto embargado é considerado navegação livre, por conta do Tratado do Mercosul. Por conta desta hidrovia, o Paraguai avançou sua produção de 700 mil toneladas de soja para 4,5 milhões em dez anos desde 1993.

Não é à toa que aumentar o fluxo da navegação no Tramo Norte é um dos sonhos dos governos e uma reivindicação dos empresários.  Em Mato Grosso, a hidrovia seria uma solução para escoar boa parte da safra de soja, milho e pecuária do médio-norte do Oeste do estado. Regiões campeãs na produção de grãos e carne do país.

Apesar de tudo isso, os embates ambientais ainda não foram superados. O novo estudo ambiental do projeto, rebatizado de Hidrovia do Paraguai, apontou onze pontos de atenção sobre questões socioambientais.

Para o diretor-executivo do Instituto SOS Pantanal, Felipe Dias, mesmo com toda atenção e fragilidade do Pantanal a questão ambiental não deverá ser um impedimento para obra desta vez. “Sabemos que os governos federal e estadual estão empenhados no projeto e que muitos pontos foram revistos. O que as entidades de pesquisa e ambientais desejam agora não é um novo embargo da hidrovia, mas sim que todos os cuidados ambientais sejam considerados. Também estamos propondo que seja criado um pedágio ambiental, para que os possíveis danos ao Pantanal possam ser revertidos em benefícios socioambientais à região e à população tradicional”, diz.

A previsão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) é que a navegação mais intensa no Tramo Norte recomece até o final de 2018.  Mesmo antes do licenciamento de projetos como o Porto de Morrinhos ou da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres.
O estudo de viabilidade técnica e ambiental do projeto, realizado pela Universidade Federal do Paraná, está finalizado.



“Nossa meta para a região seria ser uma hidrovia do Tietê. Mas não temos esses recursos ainda, logo, vamos fazendo aos poucos. Um tijolo de cada vez. Primeiro vamos começar com a navegação para embarcações de calado maior, depois vamos ver o que a região demanda, e avançar com o porto, e a outros pontos da logística”, explica Antônio Caputo, coordenador geral de gestão de operações aquaviário do Dnit. 

O asfaltamento de estradas como o trecho da BR-174 que interliga BR-070 até o futuro Porto de Morinhos, no rio Paraguai é uma das demandas que também segue sem previsão futura. “Não adianta ter uma hidrovia maravilhosa, se não há estradas que interliguem essas regiões, por exemplo. Tudo tem que constar no Plano Nacional de Logística que também será lançado este ano”, alerta Caputo, do Dnit.





fonte circuito mt

Caminhoneiro morre em choque de 4 carretas em MT




Uma pessoa morreu e outra ficou ferida após um acidente entre quatros carretas no início da manhã desta quinta-feira (14), na BR-364, entre Várzea Grande e Jangada. As informações da concessionária Rota do Oeste são de que, por volta das 07 horas a equipe foi acionada para atender um acidente. 
Um dos feridos ficou preso às ferragens de uma das carretas e outro teve fratura na perna. Ambos foram socorridos e encaminhados ao pronto-socorro de Várzea Grande.
A colisão ocorreu entre uma Scania, de cor verde, um carreta VW180, de cor branca, uma Volvo FH420 e uma DAF/XF 105 FTS 466 com placa de Aparecida de Goiânia (GO).
Os detalhes de como ocorreu o acidente ainda não foram esclarecidos. No entanto, de acordo com a Rota do Oeste a colisão teria sido frontal. 
Por conta do acidente, a rodovia ficou interditada.



fonte folhamax

Preços do milho já caíram, em média, R$ 3/saca





De acordo com o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Fernando Pacheco, os preços do milho caíram, em média, cerca de três reais/saca nas duas últimas semanas, como mostram os gráficos do Cepea, tanto em Campinas quanto na B3. Segundo ele, os fatores responsáveis pela queda foram a greve dos caminhoneiros, a redução da demanda em virtude dos problemas do setor de carnes e a proximidade do início da colheita da safrinha no Brasil.
“No seu ponto mais alto os preços do milho atingiram preços CIF ao redor de R$ 43,00, o que resulta em preços FOB entre R$ 37,00 e R$ 39,00/saca. Por outro lado, mesmo com os problemas de frete, os compradores estão conseguindo se abastecer de milho local, com o início da colheita de milho safrinha e aguardam as ofertas inicias da safra nova, que costumam ser em níveis menores, o que também contribui para pressionar os preços”, destaca. 
“Do lado das exportações de milho, elas ainda não começaram fortemente porque a greve dos caminhoneiros atrasou os envios de soja para os portos e, com isto, atrasou, também, o início dos embarques de milho, começando a causar alguns problemas de armazenamento no interior”, conclui o especialista. 
B3 
As cotações da B3 voltaram a fechar em forte queda, nesta quarta-feira, pela quarta vez consecutiva, em todos os seus meses, entre 0,79% para o contrato de julho (R$ 39,05) e 0,80% para janeiro de 2019 até 0,33% para o contrato de março de 2019, mas com percentuais crescendo novamente para a safra nova. 
“Mesmo assim, continuamos a chamar atenção para as cotações de 2019 para janeiro (R$ 40,20), quando começa a ser colhida a nova safra de verão e Março/19 (R$ 40,48). Estes são excelentes preços para serem fixados hoje no mercado futuro da B3, para aqueles meses, que trazem embutidos lucros de aproximadamente 40%, que provavelmente não existirão no primeiro trimestre de 2019. Então, nossa recomendação é aproveitá-los agora para a fixação desta excelente lucratividade”, afirma Pacheco. 



fonte agrolink

Em um mês dois indígenas são atacados e mortos por onça no Xingu




Duas pessoas morreram em menos de um mês por ataque de onça na região do Polo Leonardo, no Parque Indígena do Xingu. As informações são de um profissional da Saúde que trabalha no Dsei Xingu, em Canarana.

Conforme as informações, a primeira morte no mês de maio. Uma senhora, que mora bem próximo ao polo, saiu para ir à roça quando foi atacada pela onça. Outros indígenas ouviram os gritos e foram socorrer a senhora. Mas quando chegaram, o animal já tinha arrastado a mulher 30 metros para dentro do mato e comido parte do seu crânio e da face.

A segunda morte aconteceu na terça-feira, 12 de junho. Um homem estava pescando quando foi atacado pela onça. O animal arrancou a cabeça do indígena. Esse homem era residente da aldeia Waurá, que fica a aproximadamente 15 km do primeiro ataque. Acredita-se que as mortes podem ter sido provocadas pelo mesmo animal.


Fonte: Agua Boa News

Ibama flagra máquinas e toras extraídas de forma ilegal com correntão





Foi deflagrada na última terça-feira (12), uma operação cujo objetivo visa combater o desmatamento e extração ilegal de madeira em Tapurah (414 km de Cuiabá).

A ação foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), juntamente com equipes da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e Força Nacional.


Eles sobrevoaram uma área de reserva legal de mil hectares. Desse total, cerca de 160 hectares já foram desmatados. Os desmatadores utilizaram dois tratores de esteira e um 'correntão'. Além dos maquinários pesados, também foram apreendidas duas caminhonetes, um caminhão e madeiras de várias espécies.


As toras ainda estavam na esplanada, bem próximo ao acampamento dos infratores. Ninguém foi preso na ação.





fonte nortao noticias

Exportações brasileiras de soja e farelo de soja aumentaram em maio




Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 12,35 milhões de toneladas de soja grão em maio deste ano.

A média diária foi de 588,26 mil toneladas, um aumento de 20,4% em relação ao mês anterior e crescimento de 18,1% frente ao embarcado por dia em maio do ano passado.

A greve dos caminhoneiros no final do mês passado prejudicou os embarques, que ficaram restritos aos estoques do grão nos portos. No entanto, a movimentação antes da greve já era grande, com a alta do dólar frente ao real.

No acumulado de janeiro a maio deste ano, o país exportou 35,81 milhões de toneladas de soja grão. O volume foi 3,1% maior que o registrado em igual período de 2017.

A expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que o país exporte 69,00 milhões de toneladas de soja grão neste ano, ou seja, pouco mais da metade (52,0%) do volume previsto foi embarcado até maio.

Com relação ao farelo de soja, também houve aumento nos embarques brasileiros. O volume totalizou 1,65 milhão de toneladas em maio, crescimento de 6,5% na comparação mensal e de 1,8% frente a maio do ano passado.

Já no acumulado deste ano, as exportações de farelo aumentaram 12,7%, em volume.

A previsão é de que os volumes mensais embarcados de soja grão e farelo de soja diminuam daqui para frente gradualmente, mas ainda assim é esperada uma boa movimentação em junho, julho e agosto.

Além da boa disponibilidade interna, o dólar valorizado frente ao real deverá favorecer as exportações brasileiras.

Por fim, merece atenção a questão do tabelamento do frete rodoviário, que tem gerado grandes discussões na cadeia de grãos e “travado” os negócios pontualmente e poderá afetar o mercado em curto e médio prazos.


fonte scotconsultoria

Fazendeiro ligado a MT pode pagar R$ 215 mi por construir barragem no Rio Araguaia




O Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) ajuizou uma ação civil pública que pede que o fazendeiro Lusenrique Quintal pague R$ 215 milhões por danos ambientais causados por suas duas fazendas em Jussara, no oeste goiano. Conforme o documento, o produtor rural é suspeito de desmatar área de proteção ambiental, retirar água ilegalmente do Rio Araguaia e construir barragens sem licença ambiental.

O advogado de defesa de Lusenrique, Murilo Silva Freire, disse ao G1 que ainda não tomou conhecimento da ação proposta pelo MPF. Ele afirmou que não há fato novo que justifique tal ação. Segundo ele, os elementos apresentados pela procuradoria são os mesmos de 2017, quando o fazendeiro chegou a ser indiciado por crimes ambientais que foram questionados pela defesa na Justiça.

“O projeto das fazendas é sustentável e não provoca dano. Há um reservatório. Como ele é na tipologia linear, dá a entender que há um desvio, o que não é verdade. A água é captada 65 dias do ano por gravidade, período que dura o ciclo do feijão. Na seca, o sistema para de captar, porque não tem como fazer bombeamento, na medida em que o sistema funciona por gravidade, respeitando a cota de 3,5 metros”.

“Foi investida alta tecnologia para que tudo fosse feito diante das regras. Existe, inclusive, um hidrômetro que monitora em tempo real a quantidade de litros retiradas do local”, afirmou o advogado.

A ação civil pública foi protocolada na última terça-feira (5), pela procuradora da República Léa Batista de Oliveira. O objetivo da proposta, segundo o MPF-GO, é realizar a reparação material e econômica de danos ambientais causados nas fazendas Santa Rita do Araguaia e Rio Araguaia, ambas na zona rural de Jussara, às margens do rio. O fazendeiro já havia sido indiciado pelos mesmos crimes em 2017, após investigação da Polícia Civil.

A procuradora afirma que o cálculo da multa foi feito mediante trabalho de analistas ambientais nas áreas de proteção ambiental. Segundo Léa de Oliveira, os danos causados “foram de grande vulto” se for levado em conta “o ganho material proveniente da atividade econômica”.

“O réu causou a supressão de áreas de preservação permanente, que devem ser recompostas. Destarte, requer-se seja o réu condenado a recompor as áreas de preservação permanente que sofreram danos em razão da implantação precária e irregular do empreendimento e a efetuar, como medida compensatória, a recomposição de outras áreas de preservação permanente ao longo da Bacia Hidrográfica do Rio Araguaia”, afirma

O MPF denuncia também uma suposta omissão da Agência Nacional de águas (ANA) e da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de Goiás (Secima). Conforme a ação proposta pela procuradora, os órgãos concederam autorização para que o fazendeiro retirasse água do Rio Araguaia, além de fornecer licenças fracionadas para o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima).

Segundo o documento, estas autorizações foram concedidas sem a realização de audiências públicas, que, conforme a procuradora, são procedimentos impostos pela legislação ambiental no país.

Em nota enviada ao G1 nesta segunda-feira (11), a Secima informou que o processo do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima) do empreendimento do proprietário rural Lusenrique Quintal já foi analisado pelos seus técnicos.

A Secima disse ainda que notificou o produtor para atender as pendências e marcar audiência pública e reunião com o Ministério Público Federal (MPF). "Vale ressaltar que o Araguaia é um rio federal e quem concedeu a outorga para a captação da água para o empreendimento do sr. Lusenrique Quintal foi a Agência Nacional de Águas (ANA).

A ANA informou, por meio de nota, às 19h08, que “não há qualquer omissão por parte da Agência, cabendo lembrar que a outorga não exime o usuário da obtenção de licenças ambientais ou alvarás exigidos pelos demais órgãos competentes”

Ainda conforme a nota, o acusado tem autorização para retirada da água do local até 2027. O texto diz ainda que “o usuário está autorizado a captar 10.500 metros cúbicos por hora (m³/h) do rio Araguaia, de domínio da União, para irrigação no município de Jussara (GO), o que corresponde a 2,3% da vazão de referência do rio”.

Para o advogado Murilo Silva Freire, não há irregularidade, já que, segundo ele, o fazendeiro possui licença da Secima para instalar o reservatório linear e autorização judicial para o funcionamento do sistema.

“As audiências públicas são de responsabilidade do órgão, não do empreendedor. Nós temos as licenças necessárias e não há como nos responsabilizarmos por danos que não existem e por uma suposta ilegalidade que também não existe. Há, na verdade, um ganho ambiental porque aquilo que é captado, como a fazenda possui várias represas, ela devolve muito mais água do que capta”.].


Fonte: G1

Preço da soja continua pressionado no Brasil




As cotações da soja tiveram nesta terça-feira (12.06) mais um dia de perdas no mercado físico, com influência da queda do Dólar (0,52%) e ligeira alta da Bolsa de Chicago (0,02%). De acordo com os índices do Cepea, apurados junto aos diversos participantes do mercado, em média os preços caíram 1,35% nos portos e 1,20% no interior do País.
Segundo o analista Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica, os preços continuaram “em termos”, pressionados no Brasil. De acordo com o especialista, isso ocorre porque o mercado está “mais para travado do que para negociado”. 
A T&F Consultoria Agroeconômica destaca que as pesquisas do Cepea desta terça-feira registraram queda de para as cotações da soja nos portos (4,72% no mês) e no interior do país (5,16% no mês). No Porto de Rio Grande, por exemplo, a cotação (ideia) foi de R$ 81,30/saca, contra R$ 81,70 do dia anterior e R$ 86,50 de uma semana atrás. No Oeste do PR a ideia de comprador era de R$ 76,00/saca, contra R$ 80,00 negociado há uma semana. No Porto de Paranaguá ideia ao redor de R$ 81,50/82,00. 
“Com a total indefinição dos fretes de longa distância no Brasil, os envios de soja para os portos e para as indústrias em outros estados fica grandemente prejudicada. Os gráficos do Cepea dão uma boa ideia de como está a atual tendência dos preços da soja no Brasil e, principalmente, o quanto ela deve subir para recuperar os bons níveis de 30 dias atrás. Mas, de um modo geral, o mercado está travado”, conclui o analista Luiz Fernando Pacheco. 


FONTE AGROLINK

Falta de sinalização e poeira na BR-158 são as principais causas de acidentes apontam os motoristas




O excesso de velocidade, poeira e falta de sinalização são mencionados por condutores de veículos como as principais causas de acidentes de trânsito na BR-158. O número de ocorrências cresce no período do verão, devido a estrada ser de terra e o aumento da poeira dificultar a visibilidade.

O tráfico de veículos na rodovia é intenso e a atenção tem que ser redobrada para evitar fatalidades. A equipe de reportagem do site Agência da Notícia percorreu os 120 km de estrada de chão que liga Alô Brasil até as proximidades do entroncamento de Canabrava do Norte para vivenciar a situação de perigo e risco que motoristas enfrentam neste trecho da rodovia.

Os acidentes registrados na maioria dos casos é envolvendo caminhões e carretas que fazem esse percurso diariamente ‘’a visibilidade na estrada fica mais comprometida devido a poeira e a falta de sinalização, principalmente para quem não sabe que está tendo desvios e está passando pela primeira vez no trecho ‘’ explica o caminhoneiro.

Os condutores pedem aos órgãos competentes uma medida emergencial neste trecho da maior rodovia do Norte Araguaia. Alguns pontos do trecho estão passando por manutenção necessitando fazer desvio que até o momento não possui sinalização, o que coloca em risco a segurança dos usuários, principalmente de quem está passando pela primeira vez no local.



FONTE AGENCIA DA NOTICIA

Oferta ainda na porta deixa frigorífico confortável em várias praças




O jogo dos frigoríficos se aproveitando da oferta que ficou estancada com a greve dos caminhoneiros e da necessidade de liquidez de muitos produtores tem dado certo em muitas regiões.  Em São Paulo, as indústrias foram para os negócios nesta terça (12) com escalas mais confortáveis, no Norte do Mato Grosso também e tem unidades do JBS no Mato Grosso Sul já encostando em julho.
Se esperava que poderia haver algum aperto nas compras, mas ainda a disponibilidade é razoável, de acordo com Gustavo Rezende Machado, analista da Agrifatto. Em São Paulo ele viu negócios para sete dias, com média de R$ 140/141,00 a @, sendo no europa até R$ 145,00.
A consultoria observou também que já há uma pressão baixista sobre os R$ 10,00/kg do boi casado, “depois da alta expressiva da semana passada”, o que demonstra que começa a melhorar a competitividade entre as empresas. Sinal de que a oferta tem prazo curto, mas também pode ser fator limitante de preços mais firmes com consumo sem resposta. Em Goiás e Minas Gerais a disponibilidade já estaria entrando, de acordo com Machado, em ajuste.
Em Alta Floresta, o produtor Carlos Dias também observou os frigoríficos comprando com mais folga, botando pressão em muitos produtores que precisam fazer dinheiro. E com pastos secando. Ele negociou fêmeas e touros de descaste – total de 552 animais - no JBS de Colider e conseguiu R$ 125,00/30 dias. Quanto à recria e engorda, Dias tem conseguido boa demanda por bezerros, mas a qualidade já começa a cair com o fim da estação de monta.
O JBS está comprando na região de Aquidauana, mas levando para morrer em Campo Grande, com as escalas beirando julho na unidade de Anastácia, que, segundo Frederico Stella, presidente do Sindicato Rural da cidade sul-matogrossense, está entrando em férias coletivas. Média de R$ 127/128,00.
Stella também notou os pequenos e médios baixando os preços nesta terça, para R$ 128/129,00, depois de arriscarem a semana passada a R$ 132,00. É a oferta batendo na porta.

BRF vai desativar linha de produção de carne de peru em Goiás

SÃO PAULO (Reuters) - A BRF <BRFS3.SA> vai desativar uma linha de produção de carne de peru em Mineiros (GO), afirmou nesta terça-feira o vice-presidente da empresa, Jorge Lima, em comissão no Senado, citando impactos de restrições à exportação.
"Temos feito o possível e o impossível para não fecharmos ativos, mas o fato é que nossos mercados para frangos e peru têm sido muito afetados. O mercado para suínos está na dependência da Rússia, caso eles abram, como estão prometendo", disse o executivo na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), segundo a Agência Senado.
O objetivo da reunião foi debater os impactos da atuação da BRF em Goiás.
Segundo a agência, o executivo disse que a decisão da BRF é parte de redimensionamento "com o qual a empresa busca adaptar-se a dificuldades enfrentadas nos mercados local e global".
Na semana passada, a China anunciou que vai impor direito antidumping sobre importações de carne de frango do Brasil. Os importadores chineses de carne de aves brasileiras terão que pagar tarifas de 18,8 a 38,4 por cento sobre o valor de suas compras a partir de 9 de junho.
Em março, a empresa informou que concedeu férias coletivas de 30 dias para os cerca de 500 funcionários da linha de produção de carne de peru da fábrica em Mineiros, em meio a ajustes na produção.
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Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas

 
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