Últimas Notícias do Mídia Rural

Preço da soja em alta no Brasil




As cotações da soja tiveram nesta quinta-feira (16.08) um dia de altas no mercado físico brasileiro, com suporte da forte valorização na Bolsa de Chicago (3,17%), juntamente à elevação de 0,12% na cotação do Dólar. De acordo com os índices do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), apurados junto aos diversos participantes do mercado, o preço de exportação subiram 1,68% nos portos e 0,43% no mercado interno.


Segundo destaca o analista Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica, as cotações da soja chegaram a R$ 91,84/saca (que o mercado físico arredondou para R$ 92,00), elevando a alta mensal para 2,58%. A valorização no interior elevou para R$ 84,33 a saca, subindo a alta mensal para 1,43%. 
“Há uma boa dose de entusiasmo embutido nesta alta, porque nada está definido, porque tudo é apenas uma possibilidade, porque a reunião China-EUA está sendo realizada por funcionários do segundo escalão, que ainda terão que submeter as conclusões aos seus chefes, que podem aceitar ou não”, explica Pacheco. 
De acordo com ele, neste vai e vem das expectativas, o melhor a fazer é “aproveitar altas como a de ontem para fixar mais alguns lotes, antes que o entusiasmo se esvaira e o mercado regrida, sem criar outras expectativas sobre estas expectativas (tipo ‘agora o mercado vai subir mais’) porque poderá subir, como não subir. É sempre melhor pegar o lucro quando aparece”. 
“Fato curioso foi que, mesmo com a forte alta de Chicago, o prêmio da soja brasileira subiu 13 cents em Rio Grande para setembro, embora tenha caído 25 cents em Paranaguá e 20 cents em Santos. Em Paranaguá o prêmio de outubro caiu 5 cents, fevereiro ficou igual, março caiu 5 cents, abril/maio caiu 5 cents e junho/julho ficou inalterado (todos deveriam cair 28cents). Isto mostra que ainda há demanda para o Brasil”, conclui. 



FONTE AGROLINK


Sema emite licença de duplicação da BR-163




Foi emitido pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), uma licença que autoriza a duplicação da BR-163, entre Diamantino e Sinop. Segundo consta no documento a ação é considerada "de rotina" pela empresa concessionária. Pois a empresa aguarda a solução do problema entre o Governo Federal e as concessionárias.

Durante audiência pública da Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados realizada na última terça-feira (14), o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Mario Rodrigues Junior, informou que o órgão apresentará, em 15 dias, uma proposta de rito para a revisão quinquenal dos contratos de concessões de rodovias no Brasil, o que inclui a situação da BR-163.




FONTE NORTAO NOTICIAS

Animais selvagens atacam plantações de soja e milho, causando prejuízos na região Norte Araguaia




Ataques de catetos, javalis e java-porcos tem causado prejuízos em lavouras de milho em Água Boa. Nas plantações de soja, os estragos têm sido provocados pelas antas e capivaras. O presidente do Sindicato Rural na cidade, Antônio Fernandes ‘Tonico’ de Mello, informou que a entidade sindical está formatando um documento, onde constará todos os problemas enfrentados pelos produtores, a fim de pressionar o governo federal para a gravidade da situação.

Todos os proprietários rurais do município devem informar ao Sindicato rural, os danos sofridos em decorrência dos ataques, pois assim estará ajudando a Federação das Associações de Sindicatos Rurais de Mato Grosso (Famato), a criar um relatório a nível de município das perdas ocorridas. Ao relatar os ataques ao órgão, podem ser apresentadas filmagens, fotografias e laudos médicos ou veterinários, quando se tratar de ataques ao rebanho ou a pessoas.

A região do Vau dos Gaúchos foi uma das mais afetadas, para se ter uma ideia, algumas plantações de milho tiveram 20% de prejuízos. No geral foram plantados cerca de 25 mil hectares de milho, desses 1.500 foram destruídos. Dos 170 mil hectares de plantio de soja, o sindicato apurou que os danos chegam a 3%. Isso na prática significa que 5 mil hectares foram perdidos. Antônio Fernandes relatou que os animais selvagens, estão literalmente comendo o lucro do produtor rural.

Como a caça a esses animais é proibida por lei, para evitar maiores estragos, os donos das propriedades afetadas estão recorrendo a rojões e a foguetes para mantê-los longe das plantações. Alguns utilizam cães adestrados para tentar afastar os animais. Outra alternativa adotada, é realizar o plantio longe de matas, represas e nascentes, mas ainda assim, pode ocorrer ataques.

Outro munícipio da região que também sofre perdas em decorrência de ataques feitos por animais selvagens, é Canarana. Segundo o produtor rural, Geraldo Delai, os prejuízos nas lavouras de milho variam de 5% a 10%. No plantio de soja, as perdas foram de 3 a 5%. A propriedade dele fica na região da Matinha, município de Canarana.





FONTE AGENCIA DA NOTICIA

Fazendeiros devem pagar R$ 150 mil por desmatamento em Mato Grosso




O Ministério Público Estadual, por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Pontes e Lacerda, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com dois fazendeiros da região, que desmataram 242,06 hectares de floresta nativa.
 
No termo, ficou estabelecido que eles apresentarão junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema/MT) Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRAD), no prazo de 60 dias. Além disso, terão que pagar R$ 150 mil, a título de dano moral coletivo.
 
De acordo com o TAC, o valor será dividido em três partes iguais de R$ 50 mil a ser destinado a três entidades: Lar de Apoio à Criança (LAC); Conselho Comunitário de Segurança Pública de Pontes e Lacerda/MT e Centro Assistencial ao Idoso Irmã Afonsina.
 
A indenização será paga em cinco parcelas semestrais, iguais e consecutivas no valor de R$ 30 mil, até o dia 15 de cada mês, valor este que deverá ser revertido em proporções iguais de R$ 10 mil às três entidades. 
 
“Os compromissários deverão iniciar os pagamentos até o dia 15 de agosto de 2018, prosseguindo com os desembolsos, até a data dos respectivos vencimentos (15/02/2019, 15/08/2019, 15/02/2020 e 15/08/2020, devendo ainda comprovar os pagamentos, semestralmente, nesta Promotoria, para juntada ao procedimento administrativo de fiscalização de TAC que será instaurado”, destaca o promotor de Justiça, Paulo Alexandre Alba Colucci.
 
Conforme o acordo, em caso de descumprimento injustificado do que ficou estabelecido, os fazendeiros pagarão multa no valor de R$ 500,00 por dia de atraso. “Ademais, o inadimplemento de uma das parcelas acarretará o vencimento antecipado de todas as demais”, diz o TAC. 




fonte agencia da noticia

Falta menos de 2% para o fim da colheita de milho no Norte Araguaia




Os últimos talhões das lavouras de milho na região Norte Araguaia estão recebendo as colheitadeiras está semana.

De acordo com o IMEA (instituto Mato-grossense de economia agropecuária) 98,54% da área dedicada a safrinha na região já teve os trabalhos concluídos.

Em Mato Grosso a média da colheita está em 95,93%. A expectativa e que a colheita termine nos próximos cinco dias.

Apesar de ter começado lenta na região o trabalho foi rápido durante a primeira quinzena de agosto. Até o dia treze do ano passado a média na região era de 97,2%. Ou seja, estava 1.3 pontos mais lentos que este ano.

Mato Grosso plantou 4.617.580 milhões de hectares nesta safrinha de milho com média de produtividade de 98,9 sacas por hectare.




FONTE AGENCIA DA NOTICIA

Ladrões invadem propriedade rural e furtam gado






Um produtor rural de Rolim de Moura procurou a UNISP, na última sexta-feira, dia 10/08, para relatar furto de gado em sua propriedade, localizada na Linha 164 lado sul.
O produtor comunicou a autoridade policial, ao registrar uma ocorrência do fato, que os ladrões invadiram sua propriedade, provavelmente com um caminhão ¾ e uma motocicleta grande, e furtaram 19 garrotes (bezerros). O fato aconteceu na madrugada da quinta-feira, dia 09.
Segundo dados do site Scoot Consultoria (www.scootconsultoria.com.br), um garrote nelore, com aproximadamente 18 meses, 285kg e 9,5@ – em Rondônia, custa em média R$ 1.310,00.
Levando em conta os dados do site, o produtor teve um prejuízo aproximado de R$ 24.890,00.
O produtor não informou se os garrotes já estavam marcados.
A Polícia Civil já está investigando o crime.
Quem tiver qualquer informação, ligue para 190 da Polícia Militar ou Disque Denuncia da Policia Civil, 197.

FONTE: Rolnews

Fazendeiro é assassinado com tiros na cabeça em Lucas do Rio Verde




O fazendeiro e empresário João Carlos Ribeiro, 55 anos, foi baleado no bairro Menino Deus e morreu horas depois no Hospital, em Lucas do Rio Verde – MT, na noite desta segunda-feira (13). Existem duas versões para o crime, já que a vítima foi encontrada ferida ao lado de sua caminhonete.
A 1ª versão é de que o empresário estaria no seu escritório em companhia do assassino, onde teria ocorrido uma discussão e quando se preparava para entrar em sua caminhonete foi atingida pelos disparos. A 2ª é que os dois estariam dentro do veículo, quando começou discussão e o assassino atirou contra o empresário que tentou correr, mas acabou caindo na calçada. Apesar das duas hipóteses, a motivação e como aconteceu só poderá ser confirmada com a investigação da Polícia Civil.


A vítima levou três tiros que atingiram o rosto e o peito. O empresário foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, porém morreu no hospital. A Polícia Militar foi acionada, fez buscas, mas o suspeito ainda não foi localizado.
Ele era dono de uma revenda de agrotóxicos em Lucas do Rio Verde e também possuía fazendas na região. O corpo dele foi encaminhado para exame de necropsia.



FONTE AGORA MT


Gigantes da soja e carne usam paraísos fiscais para burlar impostos, aponta pesquisa





revista científica Nature Ecology & Evolution publicou uma pesquisa baseada em dados públicos de organismos internacionais que aponta ligações de grandes empresas do setor de carne e soja na Amazônia com paraísos fiscais.
Segundo a publicação, na maioria dos casos estudados não há indícios diretos de atividades criminosas. Os paraísos fiscais oferecem atrativos e brechas legais que permitem, por exemplo, que as empresas exportem seus produtos a preço baixo para os paraísos fiscais - ilhas Caiman, o Panamá e as Bahamas (todos na América Central) - e depois reexportam os mesmos produtos para o local de origem, com cobrança simbólica ou inexistente de impostos.
As empresas analisadas na pesquisa são: do setor de carne Bertin, JBS, Marfrig, Minerva. Do setor de soja, Bunge, Cargill, Archer Daniels Midland, Amaggi e Louis Dreyfus.
As empresas analisadas receberam, entre 2000 e 2011, cerca de R$ 102 bilhões transferidos do exterior. Destes, aproximadamente R$ 70 bilhões vieram dos paraísos fiscais. Os dados foram coletados no Banco Central, quando eram públicos. Depois de 2011 não são mais públicos devido a mudança na política de confidencialidade.
Segundo a revista, o dinheiro oriundo das operações das empresas de soja e carne nos paraísos fiscais financiam a pesca predatória.
A pesquisa aponta que a pesca predatória recebeu investimento e apoio institucional dos tais paraísos fiscais. Os dados foram coletados da Interpol e de organizações regionais de controle pesqueiro. Apurou-se que 70% dos navios pesqueiros envolvidos em pesca ilegal ou não regulamentada são de paraísos fiscais, em especial Belize e Panamá.
(Com informações do Diário de Cuiabá e Nature Ecology & Evolution)

Preços em alta no mercado do boi gordo






Com o cenário de oferta de boiadas restrita estabelecido na maioria das praças pecuárias, a atenção se volta para o comportamento do consumo, que pode ser um fator limitante para as altas no mercado do boi gordo.
Venha discutir as perspectivas e estratégias do mercado pecuário no Encontro dos Encontros da Scot Consultoria - de 1 a 5 de outubro, em Ribeirão Preto-SP. Um dos maiores eventos de pecuária do Brasil que reúne o Encontro de Criadores, Adubação de Pastagens e Pecuária Leiteira.




FONTE SCOTCONSULTORIA

Mais de 90% do milho exportado é de Mato Grosso; ritmo de escoamento é menor





A Secex – Secretaria de Comércio Exterior- registrou que, mês passado, começaram as exportações da safra 2017/18 de milho no Brasil, apresentando 1,17 milhão de toneladas.  92,7% deste total é do milho que foi produzido em Mato Grosso. Este volume “traz atenção ao ritmo do escoamento do cereal no país, visto que está 49,6% abaixo em relação ao mesmo período do ano passado. Além do recuo da produção nacional neste ano-safra, os principais motivos para o baixo ritmo nas saídas foram os atrasos na colheita em grande parte dos estados e a imprevisibilidade quanto a o frete rodoviário, que acabaram por estender a janela de exportação da soja”, analisa o IMEA – Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária- em boletim divulgado ontem à tarde.
“Outro fator que também tem pesado nessa conta é a estiagem no rio Madeira, que prejudicou as navegações por Porto Velho. Analisando os fluxos dos line-ups portuários para exportação de milho, a situação parece se manter no próximo mês, visto que os volumes registrados continuam significativamente abaixo aos dos anos anteriores”, acrescenta o instituto.
A colheita da safra atual em Mato Grosso está praticamente na reta final e atingiu 95,93% das áreas, exibindo
um avanço semanal de 6,21 pontos percentuais.
Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)

Presidente do Sindicato Rural de Canarana fala sobre a safra do milho na região






Na região de Canarana, os produtores rurais estão preocupados com a nova safra 2018/19 por conta da proibição dos produtos que utilizam glifosato na fórmula, que é diretamente utilizado na maioria das lavouras de soja, e o tabelamento dos fretes que comprometeu o armazenamento dos grãos.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural do município, Arlindo Cancian, a produtividade das lavouras de milho na localidade está próxima de 80 a 85 sacas do grão por hectare, que está abaixo da média se comparada com o ano anterior. “Nós calculamos que vamos ter nesta temporada de duas a cinco sacas a menos por hectare que a safra passada”, afirma a liderança.

Do lado da demanda, a liderança ressalta que a maior parte do milho produzido na região é destinado ao confinamento e que nos últimos dias a procura aumentou. “O produtor está vendendo na medida do possível para não ter que estocar o grão, mas muito milho também foi vendido para as tradings para exportação”, pontua.  
 
Comercialização

Na localidade, as referências para o milho estão ao redor de R$ 18,00 a R$ 23,00 por saca, sendo que alguns agricultores estão negociando em torno de R$ 22,50 a saca. “Os produtores estão buscando vender nestes patamares, porém eu acredito que 25% da produção será comercializada mais tarde”, comenta.

Por conta dos valores do tabelamento dos fretes, a média de preços para soja disponível está abaixo do esperado em torno de R$ 62,00 a R$ 63,00 a saca, sendo que as referências deveriam estar de R$ 2,00 a R$ 3,00 acima do valor praticado atualmente.

Safra de verão

Em função ao impasse ao tabelamento dos fretes, os planejamentos para a safra de verão estão comprometidos no município. Isso porque, os valores dos fretes para os grãos tiveram um aumento expressivo. “As tradings estão pagando esse preço para desocupar os armazéns devido à colheita do milho, sendo que os adubos estão chegando aos poucos”, finaliza.






FONTE AGENCIA DA NOTICIA

Mais um idoso morre durante derrubada de árvores em fazenda





Mais uma pessoa  morreu esmagada durante derrubada de árvores em Rondônia. Nesta quarta-feira (08) um idoso de 62 anos, identificado como Pedro Costa Filho, foi outra vítima fatal em uma propriedade rural na BR-364, quilômetro 304, município de Presidente Médici.
Conforme apurou o Rondoniaovivo, um filho da vítima informou que o pai havia saído com um motoserra para cortar algumas árvores em meio ao pasto. Após demorar para retornar, o rapaz foi verificar, viu o motoserra ligado e uma árvore sobre o peito do pai. O jovem ainda cortou o tronco da árvore e tentou socorrer a vítima, mas o idoso já estava em óbito.
A Polícia Militar e Perícia Técnica foram chamadas e após os trabalhos de praxe, o corpo da vítima foi removido por uma funerária indicada pela família. Nos últimos dias pelo menos cinco pessoas morreram em Rondônia da mesma forma, enquanto derrubavam árvores.

RONDONIAOVIVO

Juiz autoriza CGE ter acesso a documentos sigilosos sobre incentivos fiscais ilegais concedidas a JBS





O juiz Luís Aparecido Bertolucci Júnior, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular, autorizou o compartilhamento de provas relacionadas à Ação Civil Pública que trata de suposta concessão ilegal de benefícios fiscais à JBS S.A (Friboi) na gestão Silval Barbosa, para que sejam usadas em Processo Administrativo abertos pelo Governo Estado.

O Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa contra Silval Barbosa; os ex-secretários de Estado, Marcel de Cursi, Pedro Nada e Edmilson José dos Santos; a empresa JBS e Valdir Aparecido Boni (ex-diretor de tributos da JBS), requerendo a condenação deles, bem como ao ressarcimento ao erário no montante de R$ 73.563.484,77 milhões, por suposta concessão ilegal de benefícios fiscais. Em 2017, a justiça chegou a autorizar o bloqueio judicial de R$ 73 milhões dos bens de todos os envolvidos.

Em março de 2018, a Controladoria Geral do Estado (CGE), por meio da Portaria nº 106/2018/CGE, instaurou uma Comissão Processante (Processo Administrativo de Responsabilização) em desfavor da JBS sobre o recebimento irregular de incentivos fiscais tendo como base a delação de Silval Barbosa. Servidores públicos e agentes políticos são "alvos" de investigação pela concessão do benefício.

Diante do processo investigatório, a Comissão Processante ingressou com pedido de compartilhamento de provas constante na ação, mesmo aqueles protegidos pelo sigilo de justiça, “com a finalidade de instruir o respectivo processo administrativo”

Nos autos, as defesas dos ex-secretários Marcel de Cursi e Pedro Nadaf manifestaram-se no sentido que a justiça indeferisse o pedido de compartilhamento de provas. Marcel alegou que a investigação se refere a fatos ocorridos em 2012, alegadamente alcançados pela prescrição.

Já Pedro Nadaf, por sua vez, se opôs ao pedido de compartilhamento, sob a alegação de que a referida providência requerida não lhe diz respeito e, por isso, não virá colaborar em nada com o esclarecimento dos fatos e situações que estariam sendo apurados no referido Processo Disciplinar.

Em decisão proferida na última segunda-feira (06.08), o juiz Luís Aparecido Bertolucci, apontou não ver empecilho nenhum para que a Comissão Processante tenha acesso e extração de cópias dos documentos não sigilosos da Ação Civil.

Apesar disso, o juiz condicionou o acesso as provas se a Comissão restringir “seu acesso às partes, advogados, perito e eventuais habilitados no referido processo administrativo, de modo que qualquer pedido de vistas ou de acesso àqueles autos por outrem deverá ser submetido à análise deste Juízo”.

“Defiro o pedido formulado pela Corregedoria Geral da Controladoria Geral do Estado/CGE, por conseguinte, autorizo a extração de cópias dos documentos não sigilosos deste processo coletivo, ainda que inerentes a outros réus, bem como dos documentos sigilosos exclusivamente alusivos à ré JBS S.A. (autuados em apartado), dos autos da presente Ação Civil Pública à Comissão de Processo Administrativo Disciplinar, designada pela Portaria nº 106/2018/CGE, DOE de 12/03/2018 (p. 24) (Processo Administrativo de Responsabilização nº 126978/2018)”, diz trecho extraído dos autos.


Fonte: VG Notícias

Cai preço da soja para exportação no Brasil





As cotações da soja tiveram nesta quinta-feira (09.08) um dia de comportamentos mistos no mercado físico brasileiro, que apesar da alta do Dólar (1,0%) sofreu pressão da baixa da Bolsa de Chicago (0,67%). De acordo com os índices do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), apurados junto aos diversos participantes do mercado, o preço de exportação caíram 0,15% nos portos e subiram 0,13% no mercado interno.


Segundo destaca o analista Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica, os prêmios para setembro subiram 0,28% em Rio Grande, 2,27% em Paranaguá e 2,68% em Santos mas: “Mas nada disto foi suficiente para contrabalançar a queda nas cotações da soja em Chicago e os problemas do tabelamento dos fretes”. 
Como consequência, o Indicador Cepea para os portos recuou para R$ 88,62/saca, enquanto as cotações no interior se mantiveram no positivo por sofrerem influência de outros fatores. “Os produtores aproveitaram a alta no interior e efetuaram vendas, mercado disponível rodando bem, já o futuro para 2019 mais parado, com os produtores ainda aguardando por preços melhores”, diz Pacheco.
 
FUNDAMENTOS
O relatório mensal de acompanhamento das safras, divulgado pela Conab, registrou aumento de 0,08% a produção, que passou de 118.885,8 mil toneladas, para 118.985,5 mil toneladas. Apontou ainda o aumento de 6,7% nos estoques finais, que passaram de 1.488,5 mil tons para 1.588,3 mil tons. Os demais itens permaneceram inalterados (com exceção do total da disponibilidade que acompanhou o aumento da produção).




FONTE AGROLINK

EM JI-PARANÁ, PRF APREENDE MADEIRA SEM LICENÇA VÁLIDA



Na quarta-feira (08), por volta das 15h40, a equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estava realizando fiscalização de rotina no Km 352 da BR-364, em Ji-Paraná-RO, quando abordou um veículo Iveco/Stralishd, que tracionava dois semirreboques, era conduzido por um motorista de 39 anos e transportava 38,45 metros cúbicos de “Qualea paraensis” (Cambará), que seriam levados de Porto Velho-RO para Itatiba-SP.
Ao realizar a conferência volumétrica da carga, foi constatado que havia 9,5 metros cúbicos além do declarado na documentação. Tal divergência torna o Documento de Origem Florestal (DOF) inválido, de acordo com a Instrução Normativa 21 do IBAMA.
Foi acionada a Polícia Militar Ambiental para adoção das medidas administrativas, ao passo que o motorista assinou termo de compromisso de comparecimento (por meio de TCO) ao juizado em data a ser definida pelo Poder Judiciário e, após prestar declarações, foi liberado.
Diante disso, o indivíduo incorreu no crime de transportar madeira sem licença válida (art. 46, parágrafo único, da Lei 9.605/98). A madeira apreendida (48 m³ de madeira serrada, do tipo “Qualea paraensis”) e o veículo encontram-se no pátio da PRF, à disposição dos órgãos ambientais e judiciais.



fonte prf


Abate de gado em Mato Grosso cresce 7,45%





O Indea Mato Grosso divulgou, semana passada, os dados de abate dos bovinos mato-grossenses. Durante o mês de julho, foram enviados para a linha de abate 499,78 mil animais, crescimento de 7,45% em relação a junho deste ano, e também o maior volume abatido em um mês desde fevereiro de 2014.
O IMEA – Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária- analisou o balanço e apontou que, “aos poucos, os machos vão “ganhando corpo” na escala dos frigoríficos, visto que o aumento registrado nesta categoria foi de 23,08%, enquanto as fêmeas reduziram o seu total abatido em 8,30% no comparativo mensal. Esse movimento é justificado pela sazonalidade anual da pecuária, pois a partir de julho o descarte de fêmeas em idade reprodutiva começa a diminuir, enquanto que os machos suplementados ou confinados começam a ter maior volume nas entregas dos pecuaristas. Ainda assim, destaca-se que a quantidade de animais abatidos entre janeiro julho deste ano é o maior dos últimos quatro anos, fator que tem pressionado as cotações do boi gordo”.
Semana passada, de acordo com o instituto, a arroba do boi gordo teve variação positiva de 0,37% em Mato Grosso fechando cotada a R$ 128,81.



fonte sonoticias


Lavoura do milho sofre paralisação na colheita




A passagem de uma frente fria pelo centro do país, ocasionou algumas pancadas de chuva sobre áreas produtoras de algodão, café e cana-de-açúcar, porém, ainda não há relatos de perdas. Por outro lado, a chuva que ocorreu irá servir para elevar os níveis de umidade do solo, garantindo melhores condições ao desenvolvimento das lavouras, em especial para o café e cana-de-açúcar.



Além disso, mesmo com a paralisação nos trabalhos de colheita, juntamente com a do milho, não há nenhum indicativo de perdas. Quem está sendo realmente beneficiado pelo retorno da chuva é a cultura do trigo, em especial, do Paraná e sul de São Paulo. Com a elevação dos níveis de umidade do solo, as condições melhoram muito ao desenvolvimento das lavouras e não há mais indicativos de novas perdas.
Previsão nas áreas produtoras
Neste início de semana, a chuva continua regular e em bons volumes. Há previsão de precipitações ao longo de toda segunda-feira (06) sobre o Mato Grosso do Sul, São Paulo, metade norte do Paraná, Minas Gerais, em alguns pontos isolados do Mato Grosso e do extremo sul de Goiás. Com isso, será mantido as condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de café, cana-de-açúcar e, principalmente de trigo.
Por outro lado, a chuva manterá inviável os trabalhos de colheita e a realização dos tratos culturais, mas não há nenhum indicativo de que ocorra prejuízos, a não ser para a cultura do algodão do Mato Grosso, já que há previsão de novas pancadas de chuva no decorrer da semana. Além disso, as temperaturas devem sofrer um ligeiro declínio, o que também prejudicará a aplicação de desfolhantes.
Chuva na 2° quinzena
Na quarta-feira (08), uma nova frente fria avança pelo Rio Grande do Sul e com isso, há previsões de que ocorra pancadas de chuva rápidas e pontuais sobre o estado. A instabilidade só deve retornar às regiões produtoras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina na 2ª quinzena do mês. Antes disso, pode ocorrer apenas pancadas muito isoladas, o que permitirá que as condições se mantenham favoráveis a realização dos tratos culturais e ao preparo do solo para o plantio das culturas de verão, como milho e arroz.




fonte agrolink

Oferta limitada de boiadas mantém preços firmes



No Norte e Nordeste do país, onde a quantidade de confinamentos é menor, os frigoríficos buscam boiadas para completar as escalas de abate para essa semana. Em casos críticos, estão pulando dias de abate devido a falta de animais.

Nos últimos trinta dias a cotação da arroba do boi gordo subiu em média 3,3% no Tocantins e 1,7% no Pará.

Em Minas Gerais, o cenário está semelhante e a semana começou com alta em três das quatro praças pecuárias do estado. Nos últimos 30 dias, em média, a alta foi de 2,1%. 

A cotação da carne também subiu. No mercado atacadista de carne bovina sem osso a alta foi de 0,6% na última semana. 

No mercado externo, em julho os embarques de carne bovina in natura subiram 23% em relação ao mesmo período do ano passado.





fonte scotconsultoria


Colheita ganha ritmo no Centro-Sul e MT chega a 90%




Com os trabalhos já finalizados em áreas mais adiantadas do norte de Mato Grosso, a colheita chegou a 90% no Estado, conforme atualização feita pela consultoria AgRural, o Estado que oferta a maior produção do cereal no país, segue puxando os trabalhos de colheita no Centro-Sul. 

Com exceção do leste mato-grossense, que foi afetado pela estiagem, as produtividades relatadas pelos produtores são altas e reforçam a expectativa de boa safra no Estado. 

O Paraná, que até semana passada estava na lanterna da colheita da segunda safra de milho, acelerou os trabalhos nos últimos dias e ajudou na área colhida do Centro-Sul do Brasil a dar um salto de 14 pontos percentuais nesta semana. Até quinta-feira (02), 63% da área cultivada com o cereal estava colhida na região, contra 49% uma semana antes. Mesmo assim, ainda há atraso na comparação com os 74% de um ano atrás e os 67% da média de cinco anos. 

A grande quantidade de lavouras em ponto de colheita e a previsão de chuva para os próximos dias fizeram o índice colhido do Paraná saltar de 20% para 45%. Mas ainda há atraso em relação aos 70% de um ano atrás. 

Outro estado que avançou 25 pontos na semana foi Goiás, onde a colheita chegou a 56%. Há um ano, porém, 66% da área estavam colhidas. Mato Grosso do Sul, em contrapartida, não ganhou ritmo, já que os trabalhos seguem lentos no sul. Na média do estado, 31% da área colhida, contra 24% uma semana atrás e 54% no ano passado. 

Em Minas Gerais, 43% da área de milho estão colhidas, contra 56% um ano atrás. São Paulo, por fim, já colheu 50% de sua área de milho e está à frente dos 29% do ano passado, quando os trabalhos foram mais lentos do que o normal. (MP) 





fonte diario de cuiaba

Preço da saca de milho em Canarana fecha semana com valorização de 3,08%




Redação | Agência da Notícia
O preço pago pela saca de milho em Canarana  fechou a semana com valorização de 3,08%. Na segunda-feira a saca era negociada na cidade a R$ 19,80 e fechou a semana (sexta-feira) com R$ 20,10. 

Variação semanal possitiva de 3.08%. O melhor preço da saca é comercializado em Campo Verde, onde produtores recebem R$ 23,20 pela saca do grão.

Mato Grosso está finalizando o processo de colheita da safrinha deste ano. Foram cultivados 4.566.828 hectares no estado e a média de colheita está em 87,94%.

Em Sorriso o preço da saca de milho está em R$ 18,20. Em Sapezal R$ 20,45 e em Diamantino R$ 19,70. Para cultivar um hectare de milho os produtores precisaram investir neste ano R$ 2.691,25.

 
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