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Francesa Lactalis compra a mineira Itambé e vira líder em leite no Brasil


A Lactalis comprou o laticínio mineiro Itambé, que pertencia a CCPR (Cooperativa de Produtores de Leite de Minas Gerais). Pela primeira vez desde sua fundação em 1948, a Itambé não estará nas mãos dos produtores rurais.
A companhia francesa passou na frente dos mexicanos da Lala, que também tentavam comprar a Itambé. A Lala adquiriu recentemente a Vigor, que pertencia à J&F, holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista, e tentou incluir a empresa mineira no pacote.
Desde de 2013, a J&F era sócia da Itambé com 50% de participação e dividia o controle com a CCPR. A cooperativa, no entanto, preferiu exercer seu direito de preferência e recomprar a fatia dos Batista do que fechar negócio com a Lala.
O valor da transação não foi divulgado, mas pessoas que acompanharam o processo dizem que a Lactalis pagou um ágio em relação aos R$ 1,4 bilhão oferecidos pela Lala.
O negócio ainda está pendente de aprovação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), mas, nesta terça-feira (5), Patrick Sauvageot, CEO da Lactalis para América Latina, esteve na Itambé para se apresentar à equipe. A operação deve ser concluída no primeiro semestre de 2018.
O negócio também inclui um acordo de fornecimento de leite de longo prazo entre a CCPR e a Lactalis. Em comunicado enviado aos seus colaboradores, ao qual a reportagem teve acesso, a Lactalis informa que o objetivo da “parceria estratégica” é “criar o líder nacional de produtos lácteos”.
Com a aquisição da Itambé, a Lactalis se firma como a maior compradora de leite do Brasil, ultrapassando a suíça Nestlé. No ano passado, a Nestlé captou 1,69 bilhão de litros, seguida pela Lactalis com 1,62 bilhão, e pela CCPR/Itambé com 1,1 bilhão, conforme ranking elaborado pela Associação Leite Brasil.
A Lactalis chegou ao país depois de adquirir os ativos que pertenciam à BRF, quando a companhia decidiu deixar de atuar em lácteos. Além das fábricas, foram compradas marcas como Batavo e Elegê.
Os franceses são competitivos no Brasil em leite longa vida e queijo, mas perdem para os rivais Nestlé e Danone em produtos de maior valor agregado como iogurte. Com a Itambé, ganharão força também em leite em pó e leite condensado.
Após a conclusão da venda, a CCPR, que já teve problemas com alto endividamento, ganhará uma expressiva disponibilidade de caixa. Mas os produtores podem perder poder de barganha na venda do leite. 
Quando os Batista venderam a Vigor, a CCPR pediu apoio da Codemig (Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais) e do BNDES para exercer o direito de preferência e evitar o negócio com a Lala.
A Codemig chegou a aprovar um aporte de R$ 587 milhões para a CCPR , mas o empréstimo nunca foi feito. A nova diretoria da CCPR preferiu fechar o negócio com a Lactalis. CCPR, Itambé e Lactalis não foram localizados pela reportagem para comentar.


fonte agrolink

Mercado firme e cotações do boi gordo subindo





Os compradores estão agressivos e as ofertas de compra vigentes têm superado as feitas no dia anterior. Este é o quadro na maioria das praças pecuárias.

Na praça pecuária de São Paulo, por exemplo, nos últimos trinta dias, a cotação da arroba do boi gordo para pagamento a prazo subiu 5,4%.

No estado, o boi gordo ficou cotado em R$146,00/@, a prazo, livre de Funrural, na última quarta-feira (6/12).

Com referência aos frigoríficos que desossam, a margem de comercialização da carne está em 23,6%, acima da média histórica, que está em 18,5%.


fonte sonoticias

Receita supera em US$ 1 bi o 2016




As exportações mato-grossenses tiveram em novembro o melhor resultado para o mês dos últimos dois anos, ao contabilizar receita de US$ 976,53 milhões, cifras que representam ganho anual de mais de 91% sobre a soma dos embarques de igual momento do ano passado. Com essa reação na reta final de 2017, o faturamento acumulado nos onze meses desse ano já supera em pouco mais de US$ 1,1 bilhão todo o saldo financeiro registrado em doze meses do ano passado. O mês passado fechou com US$ 13,68 bilhões ante US$ 12,58 bilhões em todo exercício 2016. 

Conforme dados divulgados ontem pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), a pauta estadual contabilizada de janeiro a novembro movimentou US$ 13,68 bilhões contra US$ 12,07 bilhões de igual intervalo do ano passado. 

Para fechar 2017, as estimativas do setor no Estado apontam para o ingresso de cerca de R$ 500 milhões a US$ 700 milhões no decorrer desse mês, volume que se confirmado elevará a receita de 2017 acima de US$ 14 bilhões, remetendo o comércio exterior de Mato Grosso ao nível do que foi consolidado em 2014. 

No acumulado de janeiro a novembro, os US$ 13,68 bilhões faturados nesse período são 13,33% superiores aos US$ 12,07 bilhões movimentados em igual momento de 2016. Contribuíram para o avanço da pauta estadual no ano o aumento das vendas da soja em grão, do óleo de soja, de cortes bovinos congelados e até mesmo, de ouro em barra. 

Dos mais de US$ 13,68 bilhões faturados em 2017, US$ 6,71 bilhões, ou seja, praticamente a metade, foi originada somente com as vendas de soja em grão que na comparação entre os onze meses desse ano contra o mesmo momento do ano passado cresceu 20,14%. Como detalham os dados do MDIC, 49% do faturamento foram sustentados com a soja em grão que até novembro acumula embarques de mais de 17,78 milhões de toneladas contra 15,18 milhões de toneladas de janeiro a novembro de 2016. Naquele momento o faturamento pela venda do grão foi de US$ 5,59 bilhões. Se juntar toda a participação do complexo soja nas exportações desse ano, considerando farelo e óleo, principalmente, o peso desse segmento se aproxima a 70% do faturamento global de 2017. 

Por ordem de importância na composição da pauta estadual, o segundo produto mais vendido foi o milho, participando com 17,16% do total da receita estadual. Apesar de somar mais de US$ 2,34 bilhões em cifras, o desempenho atual do cereal não teve o mesmo ritmo do ano passado, com sua receita aumentada em apenas 4,07%. 

Na terceira colocação estão os embarques de cortes congelados de carne bovina, produto – entre os mais importantes – que mais cresceu em receita nesse ano: 39%. A receita somou no mês passado US$ 905,96 milhões contra US$ 652,05 milhões em igual momento do ano passado. Justifica essa expansão anual o incremento no volume físico embarcado que passou de 166 mil toneladas para 218,5 mil toneladas. Com esse desempenho, a participação desse setor na pauta passou de 5,4% do total para 6,6%. 

O ouro em barra, que chama à atenção nesse balanço, teve sua receita ampliada em 64%, passando de US$ 62,87 milhões para US$ 103,21 milhões. 

Produtos importantes para a composição da pauta estadual, como cortes de aves e algodão, chegam a novembro com resultados negativos na comparação anual. A receita do algodão em US$ 722 milhões é quase 3% inferior ao registrado em igual momento do ano passado, os cortes de aves, com US$ 52,85 milhões apresentam queda de 12%. Já os embarques de carnes suína cresceram 7,4% e somam US$ 84,71 milhões. 

DESTINO – Dos US$ 13,68 bilhões faturados pelo Estado por meio do comércio exterior, mais de um terço – 34% - veio das relações comerciais com a China, país que segue como maior parceiro comercial do Estado e do país. Da China vieram US$ 4,66 bilhões, cifras 24,4% acima do que havia sido negociado em igual acumulado do ano passado. A soja em grão é o principal produto comprado pelos chineses. 

O ranking dos principais parceiros comerciais do Estado apresenta os cinco maiores destinos. Além da China, pela ordem, estão a Tailândia (US$ 864,91 milhões), agora como segundo maior mercado, seguido pelos Países Baixos (Holanda, US$ 860,65 milhões), Irã (US$ 800,18 milhões) e a Espanha (US$ 660,24 milhões). Desses ‘top 5’, a Tailândia é o país com a maior expansão sobre a pauta estadual com incremento de 66% nas compras. Entre os principais produtos buscados pelos asiáticos está o algodão. 




fonte diario de cuiaba

PRF prende pecuarista com pistola de uso restrito em Buritis


Na manhã desta terça-feira (05), às 11h40, a equipe PRF fazia rondas na região da Rua Linha Eletrônica, próximo ao “pé de galinha da doizinha”, no município de Buritis/RO, quando abordaram o veículo Toyota Hilux, de cor vermelha e placa NCZ 8751.

Em meio à fiscalização, os policiais notaram um nervosismo anormal por parte do motorista, e único ocupante do automóvel, posteriormente identificado como sendo o Sr. L. S., um pecuarista de 43 anos, natural do Mato Grosso do Sul.



 Durante a realização da busca veicular, a guarnição localizou, embaixo do tapete do passageiro do banco dianteiro, uma pistola da marca Taurus, modelo 24/7 e calibre .40, com a numeração raspada, além de doze munições intactas do mencionado calibre.

Após ser questionado, o Sr. L. S. afirmou ter comprado a arma de fogo, que é de uso restrito, em junho deste ano, pela quantia de R$ 2.000,00 (dois mil reais), de um desconhecido, na cidade de Cacoal/RO.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao Sr. L. S., pela prática do delito de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito (art. 16 do Estatuto do Desarmamento), sendo o referido indivíduo encaminhado à Polícia Civil de Buritis/RO, ao passo que o veículo por ele conduzido foi entregue a uma de suas filhas.

Fonte:Ascom PRF/RO



Preço pago ao produtor melhora para milho e soja em Sorriso






No mercado físico, os preços pagos ao produtor em Sorriso, no norte do Mato Grosso, apresentaram forte melhora nesta semana. No caso do milho, o valor pago ao produtor subiu mais de 7% e o valor recebido chegou a R$ 14 pela saca de 60 quilos. Pela soja, os agricultores da região estiveram recebendo R$ 57 a saca recentemente, segundo fontes locais. O valor é 1% acima ao preço de dias anteriores.
Entre as praças que registraram queda no preço do valor recebido pela soja constam Londrina e Cascavel. No Milho, uma desvalorização do produto também foi registrada em Castro, na região dos Campos Gerais, e no Oeste da Bahia.
No porto de Rio Grande, o valor da soja exportada subiu 1,07% para R$ 75,30 a saca disponível e 0,78% para R$ 77,20 a saca para a oleaginosa com entrega em Maio. Em Paranaguá, o preço é um pouco mais competitivo com R$ 75,50 para o grão disponível e R$ 76 a saca para o produto com entrega em Maio.
De acordo com fontes de empresas marítimas, os fretes de cargas a granel no oceano tem aumentado com os fortes incrementos nos preços de combustível, o que torna o Brasil menos competitivo no mercado internacional de grãos.
Os envios através do Arco Norte também ficaram menos competitivos em relação a outros pontos do país. Houve um aumento dos custos portuários e maior aumento proporcional do preço de combustível em função da necessidade de saída das cargas do Rio Amazonas e dos outros rios da região para o oceano. Com isso, analistas acreditam que isso deve afetar as vendas do Norte do Mato Grosso e do Matopiba.




FONTE AGROLINK

Agricultores são contra revogação da Lei Kandir para aumentar receita de governos





A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) é totalmente contra a revogação da Lei Kandir para aumentar a receita dos governos estaduais com a retomada da cobrança do ICMS dos produtos exportados. 
De acordo com a nota oficial divulgada durante coletiva hoje, em Brasília, a CNA afirma que “a Lei Kandir promoveu na economia brasileira um ambiente mais estável e favorável”, ressaltando que antes da lei  “o saldo deficitário das exportações promovia desestabilização e ataques especulativos à nossa moeda”.
Para a entidade, “esperamos que tal iniciativa não prospere. O momento em que reformas estruturantes aprovou a PEC 37/2007 vai na contramão daquilo que o país precisa para se tornar mais competitivo. O agronegócio, que responde por quase 50% das exportações do país, não tem como absorver mais esse custo”.
O presidente da entidade, João Martins da Silva Junior, foi enfático: “Se isso ocorrer vai prejudicar enormemente nossa capacidade de exportar”.
A Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça (CCJ) aprovou, na semana passada, a PEC 37/2007, que agora segue para plenário. A proposta revoga a Lei Kandir.




fonte agrolink

Recursos próprios perdem fôlego em MT





Cada safra tem sua história e sua marca. Mesmo ainda engatinhando em Mato Grosso, a nova safra de soja (2017/18) já possui indicadores inéditos, como a menor participação de recursos próprios na composição das fontes de financiamento de um ciclo, como também se mostra a primeira a exibir queda no custo de produção entre um período e outro. Dos mais de R$ 18,66 bilhões investidos na formação dessa safra no Estado, somente 19% vieram do bolso do produtor, ou seja, R$ 3,48 bilhões, sendo o restante, mais de 80% do total obtidos junto ao mercado. 

Para o segmento o chamado ‘funding’ da soja acende uma luz amarela na agricultura mato-grossense ao mostrar o aumento da dependência financeira do produtor por recursos fora da porteira. Essa realidade provoca apreensão em relação ao saldo financeiro do ciclo, pois há muito a ser acertado no final da safra e o produtor iniciou a temporada descapitalizado. Na temporada passada, a participação do produtor chegou a 33% do total aplicado naquele ciclo – a segunda maior participação desde 2010 - com o produtor arcando sozinho com mais de um terço do total necessário. 

O ‘funding’ reúne cada fonte de financiamento buscada/ofertada para a composição da safra de soja. Além da parcela de recursos próprios, são buscados recursos via bancos federais, no sistema financeiro - via empréstimos – e em revendas e multinacionais de agroquímicos, fertilizantes, sementes e grãos, o que nessas duas últimas opções o produtor oferta parte da safra a ser plantada em troca recebe insumos básicos para plantar. Essa operação chamada de ‘barter’, ou ‘trocas’ é bastante utilizada no Estado. Os dados apresentados nessa semana pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) são históricos, tanto para classificar a baixa parcela de recursos próprios aplicada como o fato de o custo de produção ter recuado pela primeira vez no Estado de uma safra para a outra. A série do Imea teve início em 2010. 

A principal justificativa para esta mudança na composição do ‘funding’ se deve, principalmente, aos reflexos da quebra da safra de soja e milho em 2016, aliada aos preços de soja e milho abaixo do esperado em 2017, refletindo a maior oferta do período, o que impactou diretamente sobre o bolso do produtor. “Junto a isso está o aumento do custo de produção na safra 2016/17, diminuindo a margem de rentabilidade para a esta nova safra, fazendo com que houvesse maior procura por meios de financiamento do custeio através de outros agentes na safra atual”. No ano passado, por exemplo, a participação do produtor atingiu 33% de um desembolso total de 

Conforme análise dos técnicos do Imea, o ‘funding’ da safra 2017/18 de soja, em Mato Grosso, apresentou níveis não vistos desde a safra 2008/09, com a necessidade de o mercado custear mais de 80% da safra. “Os recursos livres dos bancos cresceram 3 pontos percentuais (p.p.) devido à facilidade de acesso ao financiamento, algo não percebido quanto aos recursos federais na safra 2017/18. As multinacionais e revendas aumentaram seu share (participação nesse mercado) e representaram juntas 52% do funding, comprovando a menor capitalização do produtor e a busca das operações de barter como ferramenta para completar o custeio da safra”. 

O ‘funding’, além de definir a participação de cada da agente no mercado, possibilita estimar o volume de recursos aplicados por cada um no custeio do atual ciclo. Com a diminuição do uso de recursos próprios do produtor, as multinacionais e revendas tiveram como “abocanhar” essa fatia do mercado, avaliam os analistas do Imea. “Pela primeira vez na série histórica do Imea, a troca teve a maior participação no custeio da soja devido à descapitalização do produtor rural, que precisou buscar nas operações de barter mais da metade dos recursos necessários para completar o custeio agrícola. Cenário este semelhante ao da safra 2007/08, em que o produtor encontrava-se descapitalizado, devido às dificuldades passadas com outras safras, tendo que recorrer ao mercado, a fim de levantar recursos para o financiamento”.





fonte diario de cuiaba


Mercado do milho mais frouxo na segunda metade de novembro






Após as valorizações iniciadas em agosto deste ano, o mercado de milho trabalhou em ritmo mais calmo na segunda quinzena de novembro.

Na comparação com outubro último, o volume diário exportado em novembro teve queda de 17,7%, o que, associado à menor movimentação no mercado interno e a boa oferta colaborou com o cenário de preços mais frouxos em São Paulo e Minas Gerais, por exemplo. No Centro-Oeste as cotações estiveram mais firmes.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, na região de Campinas-SP a saca de 60kg do cereal fechou cotada em R$29,80 (30/11), frente a negócios em até R$32,00 por saca no início do mês. No início de dezembro, a referência estava em R$30,00 por saca.

Até o início da colheita da safra de verão ou primeira safra, a expectativa é de mercado firme e altas de preços não estão descartadas.

Apesar das recentes quedas no ritmo dos embarques, em função da concorrência crescente com o milho norte-americano, a exportação deverá apresentar bom desempenho até pelo menos o primeiro bimestre de 2018.

Cabe destacar, porém, que o grande volume estocado no país deverá conter as valorizações no mercado interno. Outro ponto importante é a menor movimentação no mercado doméstico no final de ano, o que pode dar uma esfriada no cenário.

A Conab estimara em 19,20 milhões de toneladas os estoques finais em 2016/2017 e 24,09 milhões de toneladas ao final de 2017/2018. Para uma comparação, em 2015/2016, quando os preços dispararam, os estoques finais eram de 6,95 milhões de toneladas.

Para o pecuarista que precisará de milho para os próximos três ou quatro meses (até março/18), mantemos a sugestão de antecipar a compra do cereal, diante da expectativa de alta de preços no mercado interno.

Este final de ano e começo de 2018 poderão trazer oportunidades de compras, considerando a menor movimentação.




fonte scotconsultoria

Patrulha Fluvial do 7°BPM e Sema iniciam fiscalização contra pesca predatória




A Patrulha Fluvial do 7° Batalhão de Polícia Militar e a prefeitura de Ariquemes por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) realizam fiscalização e combate à pesca no período de defeso - a chamada Piracema, que iniciou dia 15 de novembro e irá até 15 de março de 2018.

Durante o período defeso todo tipo de pesca é proibido, pois visa proteger um dos períodos mais vulneráveis das espécies, que é a fase de reprodução. A PM está atuando em apoio ao órgão fiscalizador – Sema e na última quinta-feira (30/11) fiscalizaram o alagado do rio Jamari, no decorrer do período vários rios da área de Ariquemes serão fiscalizados.


De acordo com o fiscal ambiental da Sema, Rogério Sanches, a presença da Polícia é muito importante, “já houve situações de encontrarmos pescadores bêbados, algumas fugas e até armas, como já ocorreu. O apoio da PM é importante para que possamos realizar a fiscalização com segurança.”

O fiscal Rogério também fala sobre as penas para quem desrespeitar a proibição, “a multa para os infratores varia de R$1.715,40 a R$ 28.590,00, perda do pescado, apreensão do equipamento de pesca e até detenção”, finaliza.

Fonte:Ascom 7º BPM

Justiça quebra sigilo fiscal de Neri Geller para apurar doações de campanha


A juíza da 21ª Zona Eleitoral, Gisele Alves Silva, determinou a quebra do sigilo fiscal do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, para apuração de doações de campanha efetuadas por ele, durante as eleições de 2016.

A Representação Eleitoral foi feita pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), para obter informações quanto aos valores totais doados para campanha, nas eleições de 2016, do rendimento bruto auferido no ano-calendário 2015, bem como o valor do excesso de doação acima do limite legal previsto pela Legislação Eleitoral.

Conforme a Legislação Eleitoral, pessoa física pode efetuar doações eleitorais no limite de 10% do rendimento bruto auferido no ano anterior. O MPE cita que pode ter ocorrido supostamente o “extrapolamento” do limite por parte de Geller nas eleições de 2016.

O processo tramita em sigilo na Justiça Eleitoral não sendo possível saber qual doação eleitoral promovido por Neri Geller é “alvo” de apuração, e nem que candidato teria recebido tal valor.

Em decisão proferida na última sexta-feira (01.12) e publicado no Diário da Justiça Eletrônica (DJE), a juíza eleitoral Gisele Alves Silva acolheu o pedido do MPE -, e determinou a quebra do sigilo fiscal de Geller. Segundo a decisão da magistrada, a quebra de sigilo “se torna imprescindível, inclusive, para se verificar a real ocorrência da suposta irregularidade na doação de valores à campanha eleitoral nas eleições municipais 2016”.

“Posto isso, recebo a inicial, eis que preenchido os requisitos legais, bem como defiro a liminar pleiteada e determino a quebra do sigilo fiscal do requerido Neri Geller e a expedição de ofício requisitório à Secretaria da Receita Federal do Brasil para que forneça, no prazo de 10 dias, o rendimento bruto auferido pelo representado no ano-calendário 2015, os valores totais doados pela pessoa física representada para campanha nas eleições de 2016, bem como o valor do excesso de doação acima do limite legal previsto no art. 23 da Lei n.º 9.504/97”, diz trecho extraído da decisão.

Ainda segundo a decisão, após a juntada aos autos das informações fornecidas pela Receita Federal, Neri Geller será notificado para, caso entender necessário, apresentar defesa no prazo cinco dias.


Fonte: VG Notícias

Caminhão tomba em ponte que foi incendiada em MT




Um caminhão carregado de madeira tombou na manhã dessa terça-feira, 5, na ponte que fica na MT-160, linha de Itapaiúnas que liga os municípios de Juara e Alta Floresta. O incêndio criminoso aconteceu na última segunda-feira (04)

Com a queda, a ponte ficou completamente destruída e antes de ser incendiada, de acordo com informações, uma viga estava trincada.

Durante o acidente, ninguém ficou ferido.

A equipe da secretaria municipal de transportes foi acionada por populares para fazer os reparos no local. No último dia 4, um boletim de ocorrência foi registrado por representantes da referida secretaria. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado.
Fonte: Acessenoticias

Ossadas encontradas em fazenda são de pai e dois filhos; polícia acredita em desmoronamento





Três das quatro ossadas encontradas perto de um morro, no distrito do Paredão Grande, na cidade de General Carneiro (451 quilômetros de Cuiabá), seriam de um pai e seus dois filhos. Uma senhora, que é mulher do homem mais velho, reconheceu os objetos e vestes encontrados no local como sendo de seu marido e dois filhos. A principal linha de investigação aponta para um desmoronamento, mas homicídio também não foi descartado.

“Tem uma senhora que reconheceu os objetos e vestes que nós recolhemos. Temos 90% de certeza que realmente as ossadas são do marido e dois filhos dela. A outra pessoa que ainda não temos a identificação. Na sexta-feira (01), fomos até o local junto com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o Corpo de Bombeiros para fazer algumas diligências”, explicou ao Olhar Direto o delegado Delson Rodrigues de Moura Lopes, responsável pelo caso.
 
Ainda conforme o delegado, ainda foram encontrados uma aliança e um pingente, que está com o nome da esposa de um dos filhos da senhora, que reconheceu os objetos: “É um local muito íngreme, foi preciso fazer rapel para acessar o local. Tem muitos platôs e eles estavam explorando a região quando o fato ocorreu”.
 
Os familiares da mulher estavam desaparecidos há pelo menos dois anos. “Ela disse que eles saíram para realizar uma construção, trabalhar em uma fazenda. Mas ficou com receio de acionar a polícia, porque na região há muitas denúncias de trabalho escravo. Ela ficou com medo de que se dissesse algo, poderia causar a morte deles”, explica o delegado.
 
A principal hipótese é que tenha acontecido um desmoronamento no local em que as ossadas foram encontradas: “Tudo indica que foi isso que aconteceu. Porém, ainda não descartamos a possibilidade de homicídio. Estamos aguardando os laudos que estão sendo feitos para terminar o inquérito”.
 
No local, além de objetos pessoais também foram encontradas vestes, mochilas e redes. Nesta terça-feira (05), a senhora deverá fazer o reconhecimento dos objetos pessoalmente, já que havia feito por foto.
 
O caso
 
A Polícia Judiciária Civil (PJC) de Barra do Garças investiga o caso de quatro ossadas que foram encontradas perto de um morro no distrito do Paredão Grande na cidade de General Carneiro (451 quilômetros de Cuiabá). A comunicação sobre os restos mortais aconteceu no último final de semana (25).
 
Segundo os peritos, foram encontradas quatro pelves confirmando que as ossadas seriam de quatro pessoas. Porém, é possível que outros restos mortais ainda sejam achados durante diligências. O local é de difícil acesso, um paredão de 30 metros no final de um platô e as ossadas foram encontradas por um homem que estava tocando gado na região.
 
Foi este homem que alertou ao proprietário da Fazenda Morro de Ombro que imediatamente solicitou a presença da polícia. Os policiais receberam a informação de que uma senhora teria reportado sobre o sumiço do esposo (que é construtor), mais dois filhos e uma quarta pessoa cujo desaparecimento teria ocorrido na mesma região onde foram achadas as ossadas. 




fonte olhar direto

Sindicato Rural de Ribeirão Cascalheira promove 2º Leilão de pecuária


O Sindicato Rural de Ribeirão Cascalheira promove no dia 13 de dezembro, a partir das 19h, o segundo leilão de pecuária da entidade. A comercialização dos animais será no Tatersal de Leilões, no Parque de Exposições da cidade, setor 5 de maio, localizado na rua Goiás, n 30. O evento tem o apoio do Sistema Famato e da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

A diretoria do sindicato rural espera superar o número de 250 pessoas registradas na primeira edição, em novembro. Devido ao sucesso do primeiro leilão, que aconteceu durante a inauguração das novas instalações do Tatersal de Leilões, o sindicato anunciou a segunda edição. No espaço foi instalado um novo e moderno curral, pista para leilões, além da reforma do telhado e a mudança da entrada, que antes era nos fundos do recinto. 

Na primeira edição foram comercializados 445 animais, divididos em 23 lotes. O valor arrecadado somou pouco mais de R$ 470 mil. De acordo com a organização do evento, o valor arrecadado no próximo leilão será para custear despesas do sindicato que representa os produtores rurais do município. “O valor vai custear despesas como as de pagamento de salário dos colaboradores, água, luz, telefone e outras necessárias, assim como a manutenção e melhoria da estrutura do sindicato para melhor atender os produtores rurais”, disse o presidente da entidade Eduardo Correa.

Correa informou que devido ao crescimento do setor agropecuário na região, foram necessárias as adequações no tatersal. “Temos aqui no município uma quantidade considerável de pecuaristas, entre pequenos criadores e pecuária de elite, portanto vimos a necessidade de ampliar o espaço e modernizar o local. A nova estrutura garante bem-estar aos animais e o acesso aos produtores”, disse Correa.





fonte agua boa news

Alta da soja indica hora de vender




Os preços da soja subiram forte nos últimos três dias, impulsionados pela possibilidade de ocorrência de massa seca sobre a Argentina e a Região Sul do Brasil – dois grandes produtores e exportadores de soja no mercado mundial. De acordo com a Trigo & Farinhas Consultoria Agroeconômica, o produtor deve estar atento às oportunidades para fixar comercialização.
De acordo com a T&F, o problema climático na Argentina é especialmente importante porque existe o agravante de o país vizinho do Mercosul ser também o maior exportador de farelo e grande exportador de óleo de soja. Segundo o analista Luiz Fernando Pacheco, a falta desses produtos agravaria a disponibilidade de matérias primas em grandes mercados, como China (farelo) e Índia (óleo).
“Como se trata de mercado (e fator) de clima, ele pode ser alterado a qualquer momento. Então, a recomendação da T&F Consultoria Agroeconômica é que se aproveite a oportunidade, sem esperar novas altas, porque elas não estão consolidadas. O consolidado é o que está na mão. Como todos sabemos, o mercado tira uma fotografia diária da situação de oferta e demanda e a precifica, o que não significa que estes preços estarão presentes lá na colheita”, justifica o analista. 
“Então, se sua lucratividade aumentou nestes dias, aproveite para fixar mais um pouco do que espera produzir. Os preços subiram entre 0,87% nos portos e 0,67% no interior do país nesta segunda-feira, favorecendo altas em todos os pontos de venda do país, apesar da queda de 0,29% do dólar”, conclui Pacheco.


fonte agrolink

BOVINOCULTURA: CAI DIFERENÇA DE PAGAMENTOS À VISTA E A PRAZO EM MATO GROSSO




A diferença nos pagamentos dos bovinos à vista e a prazo caiu em Mato Grosso. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), no mercado físico, os pecuaristas normalmente se deparam com apenas as duas opções de negócio, a venda do animal à vista ou a prazo (30 dias). O produtor que opta por negociar à vista, no entanto, sofre um “desconto”.
“Essa diferença ficou por muito tempo fixada em R$ 2/@, passando depois a 2%, mas, desde meados de 2016, esta se tornou variável. E, ao analisar-se a série histórica, o ano com a maior diferença entre o preço à vista e a prazo é justamente 2017, quando este deságio chegou a atingir – 4,38% em julho, em reflexo às medidas adotadas pelos frigoríficos diante do conjunto de notícias ruins pelo qual a bovinocultura de corte passava (Carne Fraca, delação da JBS)”, situa o Imea.
Segundo o Imea, como, desde então, o noticiário se acalmou, foi observada uma diminuição nesta diferença (2,32%) acompanhada de uma valorização do boi gordo. “Tal fato aumentou a confiança do pecuarista na indústria e deu uma opção menos custosa para este vender seu produto à vista”.



fonte sonoticias

Cavaleiro que viajou 16 mil km a cavalo lança livro




Até onde vale ir por conta de um sonho? Para o caubói Filipe Masetti Leite realizar o dele, foram necessários dois anos e 16 mil quilômetros passando por 10 países.
 
Sim, o brasileiro saiu de Calgary, no Canadá, e foi até Barretos, no interior de São Paulo, acompanhado de seus cavalos Frenchie, Bruiser e Dude. Ao longo de inúmeras histórias, Filipe sempre teve uma certeza: nada mais seria como antes ao fim dessa longa viagem.
 
O sonho de realizar essa jornada vem desde criança quando o brasileiro escutava do pai a história quase mítica do maior caubói de todos os tempos, um homem que cavalgou da Argentina até Nova York para provar que os crioulos eram os cavalos mais resistentes do mundo.
 
As cenas dessa odisseia eram narradas de geração em geração na família de Filipe até que, já adulto, ele descobriu o homem real por trás de seu herói: o professor suíço Aime Tschiffely, que realizou essa jornada na década de 1920. Inspirado pela ousadia e determinação de Tschiffely, Filipe nunca esqueceu o sonho de menino de fazer sua própria expedição.
 
Foi assim que, em 2012, após anos de preparação, ele partiu do Canadá, local em que morava, para Barretos, no Brasil, onde foi recepcionado por uma plateia de 40 mil pessoas ao fim da viagem.
 
Nesta longa aventura, Filipe e seus cavalos passaram por desertos, rios, estradas, temperaturas diversas, além de terem enfrentado muitas dificuldades, imprevistos e até mesmo o risco de morte.
 
"Frenchie, com medo da água, entrou em pânico no meio do rio. Em vez de nadar como os outros cavalos, deu uma guinada para voltar à margem, mas em um instante foi arrastado pela correnteza furiosa. Agora nem sequer dava para vê-lo. Meu menino dourado se foi. E se ele se afogar? E se quebrar uma pata nas pedras? E se um crocodilo o pegar?"
 
Cavaleiro das Américas, lançamento da HarperCollins Brasil, é o relato emocionante dessa jornada mais que inusitada, permeada de desafios, surpresas e muita força de vontade, e das lições e inspirações que ela proporcionou.
 
Cartéis de drogas mexicanos se misturam a pessoas de solidariedade extraordinária, e ao amor incondicional de um caubói por seus cavalos. Em meio a personagens e lições únicas, o leitor vai se sentir inspirado a pensar fora da caixa e não desistir de seus sonhos, por mais improváveis que pareçam.
 
A obra ainda vem com oito páginas de fotos coloridas que ilustram cenários da jornada de Filipe e seus cavalos, desde o início da viagem até a chegada em Barretos.
 
Lançamento do livro Cavaleiro das Américas
 
O livro custa R$ 29,90 e será lançado nesta quinta-feira (07), a partir das 18h.
 
Local: Livraria Janina 
 
Endereço: Av. Hist. Rubens de Mendonça, 3300 - Jardim Aclimação, Cuiabá.
 
Sobre o autor
 
Filipe Masetti Leite é jornalista, caubói e aventureiro. Formado em jornalismo pela Ryverson University de Toronto, ele já fez trabalhos para a TV Omni, a Radio CBC e a Globo Internacional. Atualmente escreve para diversas publicações no Canadá e no Brasil, incluindo os jornais Toronto Star e Caledon Enterprise e as revistas Trip e Country Fever no Brasil.
 
Durante a sua longa jornada de dois anos em cima de uma sela, Filipe filmou, editou e publicou 90 episódios de sua viagem, disponíveis agora no site www.outwildtv.com/ journeyamerica. Depois da viagem a Barretos, Filipe levou seus cavalos para conhecer a Terra do Fogo e está sempre em busca de uma nova aventura.


 
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