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Cinco são presos por caça e furto de madeira na Terra Indígena Apiaka-Kayabi em MT




Operação de combate à exploração, ao transporte e à comercialização ilegal de madeira na Terra Indígena (TI) Apiaka-Kayabi, no município de Juara (MT), resultou na apreensão e inutilização de bens e equipamentos usados em infrações ambientais. Agentes ambientais federais também recolheram 25 kg de carne de animais silvestres, três armas de fogo e munições de diversos calibres. Cinco pessoas foram presas em flagrante e encaminhadas à Polícia Federal (PF) em Sinop (MT).

Além das infrações ambientais, os envolvidos serão denunciados ao Ministério Público Federal pelos crimes de associação criminosa, furto, porte ilegal de arma de fogo, caça e exploração ilegal de madeira.

Na terra indígena, agentes do Ibama encontraram grande quantidade de madeira em tora com indícios de corte recente. O material estava pronto para ser transportado. Técnicos do Ibama apuram os danos ambientais causados à região. Empresas madeireiras de Juara suspeitas de receptação, industrialização, lavagem de dinheiro e comércio da madeira ilegal também serão investigadas.

“Além de ampliar o desmatamento no estado, o furto de madeira coloca em risco a integridade física dos povos indígenas”, disse a superintendente do Ibama em Mato Grosso, Livia Martins.

Localizada no município de Jurara (MT), a TI Apiaká-Kayabi se estende por 109,2 mil hectares e é tradicionalmente ocupada por aproximadamente 800 indígenas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Da Assessoria


Edital para licitação do 1º lote deve ser publicado em até 30 dias




A superintendência do DNIT em Mato Grosso inicia na próxima semana os trabalhos para elaboração do edital de licitação da BR-158, relativo ao lote ‘A’ que compreende o trecho de 85 km partindo de Porto Alegre do Norte, sentido Pontinópolis até o município de Alto Boa Vista.

Segundo o superintendente regional Orlando Fanaia, todas as tratativas relacionadas à liberação da obra já foram superadas, possuindo inclusive aval da Advocacia-Geral da União (AGU) e Procuradoria-Geral da República (PGR).

Fanaia ainda ponderou que apesar da publicação da Portaria 303 da AGU, autorizando a construção de obras publicas em áreas indígenas de interesse nacional, o Ministério dos Transportes definiu pela continuidade do asfalto pelo traçado do contorno. A decisão põe fim a qualquer possibilidade de interrupção das obras, que definitivamente irão contornar a Terra Indígena Marawatsede, no Norte Araguaia.     

Apesar de sofrer um acréscimo de 60km no trajeto rumo ao Pará, Baiano avalia a decisão pelo contorno como um avanço no sentido de garantir a desobstrução do progresso que corre pela rodovia, assegurando trafego seguro e competitividade à produção Norte Araguaia.

Baiano é o principal articulista para a conclusão da rodovia, e desde o início de seu primeiro mandato, em 2011, vem mantendo uma agenda de insistentes cobranças junto ao Governo Federal. Por inúmeras vezes foi responsável pela mobilização de prefeitos, produtores rurais, deputados federais e senado para a desobstrução e continuidade das obras, que aguardam há mais de 20 anos pela sua conclusão.

Já sobre o lote ‘B’, o DNIT informou que os projetos já passaram pela revisão técnica da superintendência e foram devolvidos à empresa Ecoplan para correção final, e posterior elaboração do edital de licitação das obras. Por telefone, o representante da Ecoplan Júlio Forquini garantiu a Baiano que o projeto se encontra em fase final de correção, e que no prazo máximo de 30 dias estará pronto e a disposição do DNIT para a elaboração do edital de licitação.   

O lote ‘B’ corresponde a segunda parte do contorno, com um trecho de 100 km entre Alto Boa Vista, passando por Serra Nova Dourada, Bom Jesus do Araguaia até o Alô Brasil.

A audiência no DNIT contou com a participação do presidente da Câmara de São Félix do Araguaia, Antônio Miranda, e do também vereador João Neto Vieira.  



fonte agencia da noticia

Viés de baixa no mercado do boi gordo




O viés do mercado do boi gordo é de baixa. Aos poucos, as indústrias têm conseguido recuperar parte da margem que foi perdida desde o começo de julho.

A oferta, sozinha, não tem força para imprimir tal conjuntura baixista. O que existe é a combinação entre compras ligeiramente melhores, consumo patinando e incerteza quanto ao preço da arroba no curto prazo.

Os contratos de outubro/17 e novembro/17 na Bolsa B3, por exemplo, que chegaram a R$143,00/@, atualmente estão entre R$138,00/@ e R$137,00/@. Essa sinalização de um cenário menos atrativo em termos de preços pode fazer o pecuarista, que eventualmente, adiava a entrega da boiada terminada, negociar com o frigorífico.

Existe uma quantidade significativa, que chama a atenção, de indústrias fora das compras, bem no meio da semana, comportamento pouco comum. Não há necessidade de intensificar as aquisições, por enquanto.

No mercado atacadista de carne bovina com osso os preços estão estáveis. Já os cortes sem osso caíram 0,3% esta semana.





fonte scot consultoria

Situação da colheita do milho e soja (2017/2018) nos Estados Unidos




A colheita da safra norte-americana (2017/2018) começou.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) até o dia 17 de setembro, 7,0% da área semeada com milho foi colhida no país.

Os trabalhos estão ligeiramente atrasados comparativamente com a média das últimas cinco temporadas, de 11,0% da área colhida até meados de setembro.

O USDA estimou a produção nos Estados Unidos em 360,3 milhões de toneladas em 2017/2018, frente as 384,8 milhões de toneladas colhidas em 2016/2017.

Com relação à situação das lavouras, 61,0% estão em condições boas ou excelentes, 26% em condições medianas e 13,0% em condições ruins ou muito ruins. O cenário está pior em relação à safra passada, quando, neste momento, 74,0% das lavouras norte-americanas de milho estavam em condições boas ou excelentes.

No caso da soja, a colheita atingira 4,0% da área semeada neste ciclo. Os trabalhos estão próximos da média das últimas cinco temporadas, de 5,0% da área colhida até meados de setembro.

A produção norte-americana, segundo o USDA, deverá ser recorde nesta temporada, estimada em 120,6 milhões de toneladas, frente as 117,2 milhões de toneladas colhidas anteriormente.

Com relação à situação das lavouras, 59,0% estão em condições boas ou excelentes, 29,0% em condições medianas e 12,0% em condições ruins ou muito ruins. Na safra passada, neste mesmo período, 73,0% das lavouras estavam em condições boas ou excelentes.

Tanto para o milho como para a soja, os números de produção poderão ser revisados para baixo nos próximos relatórios. As produtividades médias nas áreas já colhidas estão abaixo do esperado.

Com relação aos preços, apesar das revisões para cima das produções de milho e soja nos Estados Unidos, a demanda mundial firme e as preocupações acerca do clima no Brasil (em início de semeadura da safra 2017/2018) dão sustentação às cotações no mercado internacional.

As altas de preços da soja lá fora deram firmeza às cotações no mercado brasileiro. No caso do milho, as exportações brasileiras aquecidas e a ponta vendedora retraída continuam puxando os preços para cima.

https://www.scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/170922-news-noticias-2.jpg 


fonte scot consultoria

Produtor rural morre após bater veículo em árvore na BR-267



O produtor rural Hamilton Lessa Coelho, 69 anos morreu depois de se envolver em um acidente na noite desta quinta-feira (21), por volta das 20h, no quilômetro 670, da rodovia BR-267, em frente a fazenda “Anay”, em Porto Murtinho – a 431 quilômetros de Campo Grande.

As primeiras informações são de que, o produtor conduzia uma caminhonete e perdeu o controle da direção após bater em um tamanduá.

O veículo bateu em uma árvore e ficou completamente destruído. A vítima ficou presa entre as ferragens e o Corpo de Bombeiros chegou a ser chamado, porém Hamilton não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

A reportagem entrou em contato com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), que confirmou a morte, no entanto, como ainda estava em atendimento não forneceu mais detalhes sobre o acidente. (Com informações de Edicarlos Oliveira).

Fonte: campograndenews
Por: Guilherme Henri e Marta Ferreira

Mato Grosso tem a maior estrutura de combate às queimadas do país




A Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso investiu em 2017 o dobro de recursos do ano passado e quase 7 vezes o que foi investido em 2014 para o combate às queimadas. O plano de combate e prevenção deste ano teve o aporte de R$ 3 milhões para estrutura de prevenção e resposta. Em 2014 o valor era de R$ 438 mil.
 
Para as atividades de combate, as equipes contam com cinco viaturas Auto Bomba Tanque Florestal; uma Auto Tanque Combustível; 13 caminhonetes da Sema e do Corpo de Bombeiros; duas aeronaves de combate a incêndio florestal e um helicóptero do Centro Integrado de Operações Áreas (Ciopaer). Com esses recursos, Mato Grosso é o Estado com a maior estrutura de combate às queimadas do Brasil.
 
Mesmo aumentando o volume de dinheiro investido, de 1° de janeiro a 17 de setembro de 2017, houve um aumento de 34,71% nas queimadas em Mato Grosso. O Estado trabalhava com dados positivos até a primeira semana de setembro. Para se ter uma ideia, nos primeiros 30 dias do período proibitivo, entre 15 de julho e 15 de agosto, a redução era de 43% nos focos de calor. E entre o fim de agosto e início de setembro, a queda era de 20%. Setembro já começou com números negativos, até o dia 10 desse mês houve aumento de 0,80% nas queimadas.
 
“Temos que pensar em algo em torno do fortalecimento da educação ambiental, porque se não é enxugar gelo. Nós combatemos, investimos mais dinheiro, mas se não tiver a conscientização do cidadão, estamos remando contra a maré. É impossível vencer essa luta se o cidadão não entender que é ele, o seu vizinho, as crianças, os idosos, que mais sofrem com a falta da qualidade do ar”, afirma o vice-governador e secretário de Meio Ambiente, Carlos Fávaro.
 
O período proibitivo começou no dia 15 de julho e segue até o dia 30 de setembro, podendo ser prorrogado. Nesta época, utilizar fogo para limpeza e manejo nas áreas rurais é crime passível de 6 meses a quatro anos de prisão, com autuações que podem variar entre R$ 1 mil a R$ 7,5 mil por hectare.
 
Por isso, além das ações de governo, é importante que os cidadãos denunciem essa prática. Nas áreas urbanas, o uso do fogo para limpeza do quintal é crime o ano inteiro. As denúncias podem ser feitas na ouvidoria do BEA: 0800 647 7363, no 193 do Corpo de Bombeiros ou diretamente nas Secretarias Municipais de Meio Ambiente.
 
Apesar de despertar a atenção, apenas 4,13% dos 32.334 focos de calor registrados em Mato Grosso aconteceram em unidades de conservação (federal, estadual e municipal). Na Área de Proteção Ambiental (APA) da Chapada dos Guimarães, o fogo começou no início de agosto e já queimou cerca de 4 mil hectares.
 
Entre Nobres e Santa Rita do Trivelato, encontra-se a APA Cabeceiras do Rio Cuiabá, com 461 mil hectares, onde se concentra hoje o maior efetivo do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) que já teve 25 mil hectares queimados. Dois servidores da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), 18 bombeiros, 3 viaturas Auto Rápido Florestal e uma aeronave de combate estão empregados na operação de combate ao incêndio que teve início no dia 1º de setembro e ainda não foi controlado.
 
Já na Estação Ecológica do Rio Ronuro, no município de Nova Ubiratã, o incêndio foi controlado mais rapidamente, no dia 13 de setembro. O Tenente-coronel BM Paulo Barroso, comandante do BEA, destaca que as parcerias com as prefeituras, na criação de brigadas mistas, evitaram que o estado apresentasse números tão dramáticos quanto o Brasil, que já registrou 170,6 mil focos de calor, 45% a mais que o mesmo período do ano passado.
 
Nesta Temporada de Resposta a Incêndios Florestais, foram registradas ocorrências nas UCs Parque Estadual Gruta da Lagoa Azul, Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, APA Nascentes do Paraguai, PE do Araguaia, RPPN do Sesc Pantanal, APA Nascentes do Rio Paraguai, Estação Ecológica Rio Ronuro. “São 1680 incêndios florestais registrados pelo BEA desde janeiro, destes 582 foram atendidos, isso corresponde a 35% do total. Nas áreas urbanas foram 827 incêndios em terrenos urbanos”, afirma o TC BM Barroso.


fonte assessoria

Motorista morre soterrado após caminhão cai em rio em MT




O acidente fatal aconteceu na tarde desta quarta-feira (20) quando o motorista de um caminhão desceu a Serra que dá acesso ao bairro Bolívia em Arenápolis e perdeu o controle do veículo ao não conseguir fazer a curva.

O motorista passou direto e caiu dentro do Rio Areia.

No impacto, a carga de grama que estava na carroceria foi arremessada para a cabine do veículo, soterrando o motorista.

Várias pessoas foram até o local do no intuito ajudar a vítima.

De acordo com a Polícia, a vítima, identificada apenas como "Erik" não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito no local.

De acordo com a populares, é comum acontecer acidentes naquele local.


Fonte: Radio Pioneira

Carreta carregado de toras cai em rio após ponte desabar




Um acidente foi registrado no início da tarde desta quinta-feira (21) na rodovia MT-208, entre os municípios de Nova Monte Verde e Nova Bandeirantes. Uma carreta carregada com madeira tentava a travessia quando a ponte cedeu.

As informações preliminares repassadas à redação do site Nativa News são de que a ponte não suportou o peso da carreta, que estava carregada com toras. Não há relato de quantas pessoas ocupavam o veículo, e nem mesmo se alguém se feriu.

O trânsito permanece impedido no local, autoridades foram informadas para as devidas providências.


Fonte: Nativa News

IRMÃOS BATISTA TERIAM SIDO GRAVADOS COMBINANDO CARTEL DE FRIGORÍFICOS EM MATO GROSSO


O irmão de Josley Batista, Júnior Batista Júnior, foi alvo de uma gravação em que teria combinado a formação de cartel no mercado de frigoríficos. Na reunião, além de Júnior “Friboi”, como é conhecido, estaria também Joesley. As informações foram divulgadas pelo portal Estadão, no último dia 15.
A investigação contra Batista Júnior, conhecido como Júnior Friboi, é um desdobramento do chamado “Cartel dos Frigoríficos”, em que, ainda em 2007, várias empresas foram condenadas ou assinaram acordo com o Cade para encerrar a investigação, uma delas a própria Friboi.
Na época, outro irmão Batista, Wesley Batista, pagou R$ 1,37 milhão para encerrar a investigação de cartel contra ele. Júnior Friboi foi um dos fundadores da JBS, assim como Joesley e Wesley Batista, que estão presos.
Combinação
O processo contra Júnior corre desde 2006 no Cade, mas só na última semana a superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou ao tribunal do órgão que condene Júnior Friboi.
A gravação da reunião com Júnior Friboi é uma das principais provas que embasam a investigação. De acordo com a nota técnica da superintendência, em outubro de 2005 o Frigorífico Araputanga entregou ao Ministério Público Federal de Mato Grosso gravações ambientais de áudio e vídeo, que supostamente provariam a existência de cartel no mercado de compra de gado para abate.
Os registros foram gravados pelo proprietário do frigorífico em reunião com representes do Araputanga, Júnior Friboy e Joesley Batista.
Em dos diálogos transcritos na nota, Júnior diz: “Nós, o Bertin, o Independência…os três põem o preço do boi em tudo quanto é estado, em tudo quanto é…ó, Mato Grosso do Sul nós (peita) lá, São Paulo”. E segue: “estamos fazendo o preço da do Mato Grosso, e os outros acompanha, ninguém paga mais pra Friboi dois real, três real …o Friboi tá pagando, então todo mundo paga cinquenta centavos a mais”.
Para a superintendência do Cade, a gravação comprova que Júnior coordenou um cartel de compra de carne de gado bovino para abate com diversos frigoríficos, “com fixação de preços e divisão de mercados, nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo, com a participação do frigorífico Independência”.
Cartel dos frigoríficos
De acordo com o Cade, em 2005 a extinta Secretaria de Direito Econômico (SDE), que era na época responsável pelas investigações de infrações à ordem econômica, foi informada da instauração de inquérito policial em Mato Grosso para investigar o cartel comandado por Júnior Friboi já na fase de conclusão do processo administrativo do Cartel dos Frigoríficos. O entendimento da SDE foi de que as novas evidências eram fundamentalmente contra Júnior e seu frigorífico Independência Alimentos, que não estavam sendo investigados no âmbito do Cartel dos Frigoríficos.
A SDE então optou pela abertura de um novo processo administrativo para investigar especificamente Júnior e o Frigorífico Independência, que culminou agora na recomendação de punição aos investigados.
Em 2007, o Cade condenou os frigoríficos Mataboi, Bertin, Franco Fabril e Minerva por formação de cartel. A Friboi era investigada no mesmo processo, mas assinou acordo com o Cade para arquivar a investigação em troca do pagamento de R$ 13,7 milhões.
O Frigorífico Independência, de Júnior, chegou a ser investigado no polo do Cartel dos Frigoríficos, mas a investigação foi arquivada na época por falta de provas. Se condenado, o Independência poderá pagar multa de 0,1% a 20% do faturamento bruto da empresa e Júnior Friboi poderá pagar multas e receber outras penas, como ficar proibido de contratar com instituições financeiras oficiais e de parcelar débitos fiscais, bem como de participar de licitações promovidas pela administração pública por pelo menos cinco anos.
A superintendência do Cade recomendou ainda remessa de nota técnica sobre o processo à Procuradoria da República em Mato Grosso e à Superintendência Regional da Polícia Federal em Mato Grosso para que seja examinada a possibilidade de reabertura de inquérito policial que investigou o caso, que já foi encerrado.
Outro lado
Em nota, o Júnior Friboi nega a prática criminosa e questiona o “timing” da recomendação. “Trata-se de um processo antigo (de 2006), que esteve paralisado na Superintendência Geral do Cade por mais de 7 anos, voltando à tona neste momento de forma infundada e inexplicável”, afirma a nota.
Ainda em nota, a assessoria de Júnior Friboi afirma que, ao contrário do que afirma o Cade, ele não participou nem coordenou cartel, “uma vez que sua atuação à frente da JBS, empresa que deixou em 2011, sempre se deu conforme a lei”.
“O Cade negou a José Batista Junior o acesso a documentos que o inocentam, mesmo após reiterados pedidos da defesa. Ademais, o Cade não efetuou investigações próprias. O caso foi originado e já devidamente investigado pela Polícia Federal e pela Procuradoria da República do Estado do Mato Grosso e, com base nos mesmos fatos, foi arquivado pela Justiça Federal daquele Estado há 4 anos”, completa o texto.



fonte sonoticias

Custo logístico de transporte derruba competitividade brasileira no exterior.




Três países (Brasil, Argentina e Estados Unidos) concentram 80% da produção de soja no mundo e 90% do mercado de exportação. A competitividade nacional fica na rabeira do trio.
"O custo do produtor, da saída da porteira da fazenda até o porto onde o grão vai ser despachado para o exterior é cerca de quatro vezes maior que nos Estados Unidos ou na Argentina. O mundo não vai pagar 20% ou 30% a mais no valor final", declarou Luiz Fayet, consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Fayet, Gustavo Spadotti, analista do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica (Gite) da Embrapa, e Paulo Stark, CEO da Siemens, discutiram os desafios que o país enfrenta para superar o desafio logístico no fórum Agronegócio Sustentável, promovido pela Folha nas manhãs de quinta (14) e sexta-feira (15).
Segundo estudo feito pelo Gite, se o Brasil conseguisse solucionar seus problemas no escoamento de produtos do agronegócio, os produtores teriam um ganho 35% superior ao atual.
O problema, afirma Spadotti, é que o país investe pouco em logística de mesmo esse pouco é mal investido.
No último meio século, a produção do agronegócio se deslocou do Sul e Sudeste para o Centro-Oeste, cuja localização aumenta a dificuldade de transporte.
O desafio do Brasil é, segundo Spadotti, fazer com que os produtos da região sejam exportados através dos portos do eixo Norte, como o de Santarém, em vez dos portos do Sudeste.
Mas as dificuldades do transporte rodoviário em trechos ainda não asfaltados da BR-163 muitas vezes levam os produtores a evitar a rota do Centro-Oeste ao Norte.
Fayet, da CNA, afirma que a troca derrubaria o custo de transporte de cerca de US$ 125 por tonelada para US$ 80.
Investimentos
Os especialistas apontam também que problemas regulatórios e insegurança jurídica acabam afastando os investimentos necessários para solucionar os gargalos de infraestrutura.
"A lei brasileira restringe a compra de navios produzidos no exterior, mas a indústria naval nacional tem custos inflados", declarou Fayet. "Se eu carrego um navio para sair do Norte e ir até o Recife, o valor do frete vai ser semelhante ao custo para transportar um produto até Xangai."
A legislação brasileira, diz ele, faz com que a navegação de cabotagem no Brasil seja de sete a dez vezes mais cara que a de longa distância.
Outro ponto criticado pelo especialista foi o processo de licitação para a expansão da capacidade dos portos. "Cláusulas estabelecem que a concessionária deve aceitar novas normas que venham a ser editadas. Assim ninguém entra numa concorrência."
Tecnologia
Para o CEO da Siemens, Paulo Stark, investir em tecnologia — como a eletrificação de rodovias e ferrovias — aumentaria a eficiência do transporte.
"Estudos mostram que a eletrificação pode reduzir o custo logístico em até 45%. Não podemos priorizar modais do século passado, como o rodoviário."
Stark afirma que grandes países importadores de produtos brasileiros, como a China, estão investindo em veículos elétricos e podem impor, em breve, restrições a produtos expostos ao monóxido de carbono.



fonte folha de sp

Silos-bolsa armazenam safra imensa de milho no Mato Grosso



Agricultores de Mato Grosso colheram uma ótima safra de milho e agora buscam alternativas de estocagem. Sem armazéns disponíveis, o jeito é recorrer aos silos-bolsas. É o caso na propriedade do agricultor André Cherubini em Campo Verde - sudeste do estado. Lá, os campos estão cobertos com palha. Retrato de que a colheita do milho chegou ao fim.
"Esse ano a gente fechou uma média boa, ficou em torno de 120 sacas por hectare. O tempo, que é o fator principal que a gente não tem controle, quando ele colabora, a gente fica agradecido sim", diz ele, se referindo às boas temperaturas do período.
A comemoração só não é maior porque o milho não está bem no mercado. A saca vale em média R$ 12,40 em Mato Grosso. Cerca de R$ 4 a menos que o preço mínimo definido pelo governo federal (R$ 16,50 para o MT). Por isso, o agricultor decidiu vender apenas o necessário para cobrir as despesas. O restante foi parar dentro de silos-bolsas, uma alternativa para quem não tem armazém próprio para guardar a safra.
"Para a gente armazenar até meados de dezembro-janeiro, ia custar em torno de R$ 2 por saca no armazém. E no silo-bolsa vai ficar em torno de R$ 0,50 por saca de milho. Em um cálculo de 40 mil sacas armazenados, esse R$1,50 dá uma economia de R$ 60 mil. Que quase já paga o investimento no maquinário do silo-bolsa, que fica em torno de R$ 80 mil", compara André.
Conheça os tipos de silo-bolsa
Hoje no mercado existem diferentes opções de marcas e tamanhos de silo-bolsa. O de 60 metros de comprimento tem capacidade para guardar até 3 mil sacas de milho, o equivalente a 180 toneladas do grão.
Cada bolsa dessa custa entre R$ 1.500,00 e R$ 1.800,00 e pode ser usada uma única vez. A lona de polietileno protege os grãos contra sol, chuva e outras interferências do tempo. Só que é preciso ter cuidado. O local onde o bolsão vai ficar tem que estar limpo para evitar que a lona rasgue ou fure. Além disso, a presença de animais roedores tem que ser evitada, assim como a de tatus.
Hector Malinarichi é coordenador de uma fábrica argentina que há 14 anos aposta no mercado do silo-bolsa no Brasil. "No total a empresa ultrapassou os 50 mil silos no Brasil e chegamos perto dos 12 mil silos aqui em Mato Grosso. Nós duplicamos os silos que vendemos no ano passado", diz ele.
Mais do que uma estratégia o investimento na construção de novos silos e armazéns é considerado uma necessidade pelos agricultores em Mato Grosso. Esse ano o Mato Grosso colheu quase 60 milhões de toneladas nas safras de milho e soja.
 

Fonte:24 HORAS NEWS


Uruaçú (GO) - Caminhão pega fogo e provoca a morte de bois reprodutores raros na BR-153




Um caminhão carregado com nove cabeças de gado pegou fogo enquanto trafegava pela BR-153, em Uruaçu, região norte de Goiás. Os bois reprodutores, considerados raros, participam regularmente de exposições agropecuárias. Por conta do incidente, quatro animais tiveram que ser sacrificados e cinco fugiram.
 
O fato aconteceu na noite de terça-feira (20) e deixou o trecho da rodovia completamente bloqueada por cerca de 2h. Três viaturas do Corpo de Bombeiros estiveram no local para conter o incêndio. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a suspeita é que uma pane elétrica tenha provocado o fogo.
 
Os bovinos eram levados do Tocantins para Formosa, cidade goiana no Entorno do Distrito Federal, onde seriam expostos em um evento.


Mataboi encerra recuperação judicial




A companhia de abate de bovinos e comércio de carnes, Mataboi Alimentos, acaba de encerrar o seu projeto de recuperação judicial. A empresa ingressou com o pedido de recuperação há 6 anos, após dificuldades de renegociação de suas dívidas com bancos e fornecedores. Ao final de 2014, a JBJ Agropecuária adquiriu o Mataboi, assumindo uma dívida de R$ 480 milhões.
A chegada da JBJ trouxe uma nova perspectiva e esperança aos mais de 2.300 colaboradores e também ao Administrador Judicial Fernando Borges, nomeado para esta função, que já em 2016 relatava:
“A empresa reestruturou sua operação e ganhou eficiência em suas atividades no ano de 2015. São nítidos os resultados alcançados através do reequilíbrio entre receitas e despesas. Quanto à estrutura administrativa da empresa, a reestruturação empreendida pela nova gestão permitiu estabelecer novas perspectivas para o futuro. Essas frentes de trabalho permitem atacar simultaneamente diversos problemas setoriais, trazendo melhor desempenho aos processos da Recuperanda. Quanto às regiões onde estão instaladas as plantas industriais, a empresa está estrategicamente ao lado do pecuarista, o que lhe traz grande diferencial competitivo. No que tange aos colaboradores, a empresa vem realizando várias ações para diminuir a rotatividade de pessoal, inserindo em seu cotidiano melhorias nos programas contra acidentes de trabalho. A empresa tem investido em treinamentos e tem buscado agora reforçar seu código de ética e conduta.”
Estratégias - De acordo com diretor presidente do Mataboi, José Augusto de Carvalho Junior, o processo de recuperação da empresa tomou força em função das novas estratégias adotadas e à aplicação de esforços concentrados. “A chegada da JBJ fez tudo mudar. A ousadia do empresário José Batista Junior que, a despeito da situação pré-falimentar do Mataboi, adquiriu a empresa, aportou capital e deu uma nova vida à empresa em termos de profissionalização da gestão”, afirma José Augusto.
A JBJ trouxe não apenas capital para a retomada, mas também um novo formato de operação e valores comportamentais, aumentando a transparência junto aos credores e promovendo uma maior integração com todos os colaboradores.
"Houve melhoria na infraestrutura, na produção e readequação de políticas comerciais, melhorando o faturamento e o resultado financeiro. A empresa também aumentou a participação no mercado internacional, conseguindo habilitações em novos países e mercados. Beneficiado com a alta do dólar houve crescimento no volume de carne exportada. Atualmente, cerca de 70% da produção é destinada ao mercado internacional”, conta o presidente.
Desafios - De acordo com José Augusto, o Mataboi vinha perdendo fôlego desde a aprovação da recuperação judicial. “Em 2014 houve uma entrada forte de capital, proveniente a créditos fiscais, mas não foi suficiente para que a empresa conseguisse enfrentar a situação que se deteriorava. A única solução que poderia viabilizar a continuidade da operação seria a venda de participação acionária, mas também muito difícil, pois pouca gente se aventurava a ser sucessor de tantos problemas”, explica.
José Augusto conta ainda que além dos fornecedores restringirem o prazo de pagamento e os bancos não concederem empréstimos, o mais difícil em uma recuperação judicial é fazer frente às novas obrigações e ao mesmo tempo manter em dia o parcelamento  das dívidas do passado. “Isso onera demais a empresa que, sem novas linhas de financiamento, muitas vezes não consegue sobreviver”, diz.
Outro desafio enfrentando, já na nova gestão, foi em meados de 2016, quando um incêndio destruiu boa parte da unidade em Araguari, descapitalizando a empresa em mais de R$ 70 milhões e reduzindo seu faturamento na ordem de R$ 500 milhões naquele ano. 
Fonte: Assessoria

Frigoríficos voltam às compras, mas demanda ruim pressiona o mercado do boi gordo




Aos poucos, as indústrias estão voltando às compras. Porém, mesmo com os frigoríficos afastados das negociações nos últimos dias, as empresas estão ofertando preços menores pela matéria-prima.

O lento escoamento da produção na ponta final da cadeia tem permitido essa estratégia.

Na última semana, considerando a média de todas as praças pesquisadas pela Scot Consultoria, os preços do boi caíram 0,9%.

De maneira geral, a oferta não é abundante mas tem sido suficiente para atender a demanda.

Destaque para Mato Grosso do Sul, que apresentou queda nas três regiões pesquisadas pela Scot Consultoria na última quarta-feira (20/9).

No mercado atacadista de carne bovina com osso não houve alteração e o boi casado de animais castrados continua cotado em R$9,34/kg.



fonte scotconsultoria

Presença de javalis em propriedades pode reconduzir febre aftosa ao Brasil, afirma veterinário




Um pequeno estrago na plantação de milho aqui, outro na lavoura de soja lá, e assim vai. Por enquanto os produtores de Mato Grosso tratam as invasões de javalis como um problema de baixo impacto. Mas segundo o veterinário Ederson Viaro, dono de uma propriedade em Lambari D’Oeste, o javali pode trazer um antigo problema à tona novamente: a temida febre aftosa.


O animal, que é natural da Ásia e da Europa, chegou no Brasil atravessando a fronteira com a Argentina e com o Uruguai, regiões onde ele foi introduzido para prática de caça esportiva. O javali é um dos vetores da aftosa e existe uma grande possibilidade do animal entrar em contato com o rebanho da Bolívia ou do Paraguai (onde o risco de aftosa ainda é grande) e voltar ao país infectando o gado brasileiro.

“A sorte é que os produtores brasileiros fazem um forte trabalho de vacinação, mas isso não exclui o fato de que o javali é um poderoso vetor de febra aftosa e hoje ele frequenta a zona livre (sem risco) e a zona tampão (risco médio) da doença no Brasil”, alertou Viaro. 

O veterinário é um dos controladores que integram o Cadastro Técnico Federal disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambieente (Ibama). Atualmente, 280 pessoas em Mato Grosso estão cadastradas no CTF e são autorizadas a caçar o javali. Para Viaro o número não é suficiente e é preciso que os órgãos responsáveis conscientizem os produtores do verdadeiro risco que os animais representam.

Caça

A principal forma de manejo do javali atualmente ainda é a caça, que foi autorizada pelo Ibama em 2013 por se tratar de um espécie invasora. Os produtores que não são autorizados a caçar o animal tentam minizar o impacto com o uso de cercas, mas o javali é um animal forte e acaba fazendo um estrago ainda maior. 

Atualmente somente o javali e o caramujo-africano tem a caça permitida no Brasil. Ainda assim, os controladores regulamentados precisam se registrar no CTF e conseguir junto ao Exército Brasileiro a permissão de uso de arma de fogo.

Viaro explica que os javalis se proliferaram principalmente porque a burocracia é muito grande e muitos produtores não conseguem se cadastrar para abater os animais. “Nós estamos há 50 anos sem o costume de caça no Brasil, somos o único país que proíbe terminantemente a caça de animais e dificilmente o Ibama vai fazer uma palestra de conscientização para que esses produtores entendam do verdadeiro risco do javali”, pontua.

Outro lado

A reportagem do Agro Olhar entrou em contato com a assessoria do Ibama para entender se de fato existe morosidade no processo de autorização do cadastro. Em resposta, o órgão afirmou que não vê possibilidade de flexibilizar o sistema  e que pode ser que alguns controladores tenham pequenas dificuldades com a interface do cadastro. 


FONTE OLHAR DIRETO

Eraí Maggi terá de pagar multa de R$ 260 mil por ter provocado poluição em fazenda




O dono do Grupo Bom Futuro, Eraí Maggi, terá de pagar uma multa total de R$ 260 mil por ter provocado poluição em uma fazenda que não teria permissão da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) para funcionar. A multa foi homologada pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) em agosto deste ano, mas só foi publicada na última sexta-feira (15).

De acordo com informações obtidas pelo Agro Olhar, uma das fazendas de Eraí teve problemas ambientais na área de lavagem do maquinário agrícola, quando o óleo dos veículos afetou o ecossistema da região. Eraí  é primo do ministro Blairo Maggi e dono do Grupo Bom Futuro. O empresário ficou conhecido na imprensa nacional pela alcunha de “Rei da Soja”.

A multa foi aplicada pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema), mas o empresário recorreu junto ao Consema. Apesar da aplicação da multa, Eraí solucionou todos os problemas técnicos apontados pela Secretaria. As falham impediam que ele recebesse autorização de funcionamento.

Ainda assim, a maioria dos conselheiros do Consema entendeu que as alterações não impediam que a multa fosse aplicada, uma vez que o dano causado não poderia ser recuperado. A inspeção que ocasionou a multa data de 2010, quanto três autos foram lavrados na propriedade do empresário.

Os fiscais aplicaram pelo menos três multas na fazenda que estava irregular. Duas delas de R$ 80 mil e uma terceira calculada em R$ 100 mil, o que totaliza R$ 260 mil em multas. De acordo com informações do secretário adjunto da Sema, André Torres Baby, a decisão do Consema é de última instância administrativa e se o empresário quiser recorrer terá de procurar à Justiça.
Fonte: Agro Olhar

 
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