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Resultados de pesquisas com uso de biológicos para controle de pragas e doenças na agricultura são apresentados em evento




Insetos predadores, parasitoides e microrganismos estão sendo usados para controlar as pragas, doenças e nematoides nas lavouras do Brasil. Esse controle biológico é uma das ferramentas que podem compor o manejo integrado de pragas e doenças. Dados da Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico (ABCBio) mostram crescimento de 70% no último ano do mercado brasileiro de defensivos biológicos.

Durante o XIX Encontro Técnico Soja Fundação MT, realizado em Cuiabá/MT, foi apresentado resultados de pesquisas com uso de biológicos para controle de pragas, doenças e nematoides. Na pesquisa realizada pela  Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso, Fundação MT, em parceria com a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) no Centro de Aprendizagem e Difusão (CAD), localizado na região do Parecis, em Mato Grosso, há experimentos com manejo biológicos, químicos e integração de biológicos e químicos no controle de pragas, a fim de observar o controle e o momento adequado para uso de cada ferramenta dependendo do alvo.   

“O uso do controle biológico contribui para reduzir a evolução da resistência, sendo que o uso intensivo de um produto químico pode levar a uma tolerância e, evolução da resistência a determinados produtos ao longo do tempo. Nos experimentos que conduzimos com produtos biológicos e, com integração de biológicos e químicos foi possível observar eficiência no controle e de determinadas nas lavouras de soja e milho”, disse Lúcia Vivan, entomologista da Fundação MT.

Assim como outras ferramentas de controle dos fatores limitantes da sojicultora, os produtos biológicos também precisam ter o posicionamento correto e ser feito na hora certa. “Assim podemos ter maior obtenção da eficiência desses produtos, que não competem com os químicos, mas sim, fazem parte do conjunto do manejo integrado”, afirmou Leandro Grassi de Freitas, fitopatolgista e nematologista da Universidade Federal de Viçosa.

Pesquisas realizadas por Marco Antonio Nogueira, da Embrapa Soja, mostram que técnicas de inoculação de bactérias podem aumentar produtividade da soja. “O uso de inoculantes no Brasil vem crescendo substancialmente nos últimos anos. De cerca de pouco mais de 20 milhões de doses em 2012/13, chegamos nessa safra à marca de cerca de 80 milhões de doses comercializadas no país, incluindo Bradyrhizobium Azospirillum em coinoculação. Estima-se que a taxa média de adoção de inoculantes na cultura da soja no Brasil seja de 78%, mas isso não significa que a inoculação seja feita adequadamente. Ainda há o que melhorar em termos de qualidade da inoculação/coinoculação.”
O controle biológico é, de acordo com Cecília Cezpak, professora e pesquisadora da Universidade Federal de Goiás (UFG), uma das táticas do manejo integrado de pragas (MIP) e tem uma importância fundamental tão qual as outras táticas. “Toda a decisão de controle de pragas deve ser baseada em um conjunto de informações. A escolha e o uso inteligente de táticas de controle que produzirão consequências favoráveis sob os pontos de vista econômico, ecológico e sociológico.” 




fonte juliane caju






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Plantio de soja nos EUA continua muito atrasado



O relatório semanal de acompanhamento das culturas registra que apenas 19% da área prevista para a soja está plantada nos Estados Unidos, conforme relatório divulgado nesta segunda-feira pelo USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). O resultado representa forte atraso ante os 53% que eram verificados na mesma semana do ano passado, bem como os 47% de média dos últimos cinco anos. 
“A situação dos grãos emergidos também é crítica: somente 5% tinha emergido até este domingo, 19 (a maioria dos estados inclusive não houve nenhum relato), contra 24% na mesma semana do ano passado e 17% na média dos últimos 5 anos”, aponta o analista Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica.
De acordo com a ARC Mercosul, além disso as atualizações climáticas continuam trazendo, dia após dia, um cenário ainda mais “molhado” para este fim de maio: “Não há grandes variações diante das altas possibilidades de tempestades e chuvas torrenciais dispersas por todo o Cinturão Agrícola, nos próximos 10 dias. Os totais pluviométricos previstos para o Centro estadunidense estão dentro de um raio de 50-150 mm acumulados, no mesmo período”.
“Além da impossibilidade do plantio saudável, aqueles talhões já com a semente no chão apresentam uma péssima germinação, com a necessidade de replantio em algumas localidades. A ARC lembra que mais de 85% dos produtores rurais nos EUA possuem seguro agrícola com a cobertura da Prevenção de Plantio. Em um ano extremamente atípico como este, a efetivação da apólice deste seguro será comumente observada”, concluem os analistas da ARC Mercosul.



fonte agrolink


Soja em alta no Brasil alcança lucro médio de 8,15%



Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a segunda-feira (20.05) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas subindo mais 1,49% nos preços médios sobre rodas nos portos brasileiros, para R$ 80,56/saca. Isso eleavou os ganhos da soja em maio para 8,34% até o momento.
“A soma das altas do dólar (0,07%), mais Chicago (1,21%) mais os prêmios (5 cents/bushel para julho) resultou na elevação. No interior, em que pese a elevação dos preços do farelo e do óleo (que, apesar disto, estão ainda muito abaixo do que já estiveram), foi um pouco menor, de 0,99%, para R$ 74,66/saca (no RS e no PR houve preços maiores), elevando os ganhos de maio para 6,46% até o momento”, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.
Pela avaliação da T&F Consultoria, os preços médios atuais no interior já sinalizam um lucro médio, líquido (depois de pagas todas as despesas) de 8,15% para a soja. Se for considerado apenas o custo variável mais depreciações, seguro e mão de obra, este lucro aumenta para 34,67%.
“Os embarques de soja do Brasil em maio atingiram 6,1 milhões de toneladas até 17, com uma média diária de 511,4 mil toneladas, abaixo do ritmo registrado até o dia 10 (540 mil toneladas/dia), informou nesta segunda-feira a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. O Índice T&F/Alphamar de programação de navios já adianta a nomeação de um volume de 7,32 MT até esta semana”, conclui o analista Luiz Fernando Pacheco.



fonte agrolink

Sem infraestrutura de escoamento, frete no Vale do Araguaia sobe 30%


As péssimas condições de infraestrutura e logística no Vale Araguaia, leste de Mato Grosso, estão colocando em risco a vida de caminhoneiros, atrasando entregas de insumos e encarecendo em até 30% o valor do frete. Revoltados com o descaso do poder público, produtores cobram do governo estadual que o valor arrecadado pelo Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) seja revertido em obras na região.
 
Não existe ponte no caminho mais curto para a divisa entre Goiás e Mato Grosso. Sai por esse trecho grande parte dos grãos produzidos na região e entra, praticamente, 90% de todo o calcário usado. Apenas duas balsas fazem a travessia — cerca de 400 metros de uma margem a outra — sobre o rio das Mortes.

O trecho pode ser curto, mas o número de reclamações é extenso, como relatam os caminhoneiros. “Esses dias, um caminhão caiu a frente. De vez em quando, acontece esse tipo de transtorno. Mas fazer o quê? Não tem outra opção, temos que ficar sofrendo”, lamenta Rogério Pereira de Almeida. Segundo os motoristas, nos dias em que a balsa está quebrada, centenas de caminhões ficam parados o dia todo lá, gerando uma fila enorme. O valor cobrado pela travessia de balsa também é motivo de protesto entre os motoristas. “É puxado: R$ 75 o rodotrem e R$ 45 o bitrem”, diz.

Caminhões afundam durante travessia no rio das Mortes
Arquivo Maio de 2017 - Interativa
 
O impacto é repassado para o agricultor, que precisa de muito calcário para corrigir o solo, que é pobre e ácido, segundo o presidente do Sindicato Rural de Canarana, Alex Wisch. “O frete pode sair da mineradora com preço R$ 55 a tonelada; o produto está em R$ 60. Se fosse tudo pavimentado, poderia ser um frete de R$ 35. O caminhoneiro ganharia dinheiro e a gente teria um custo mais baixo” , afirma.
 
O sojicultor Paulo Buranelo já começou a preparar a área de 750 hectares para a safra, mas o calcário — além de mais caro — não vai chegar no tempo planejado. “Só em junho poderemos retirar. Atrasa o nosso trabalho aqui na lavoura, na distribuição. Quanto mais umidade a gente tem no solo para esse calcário reagir, melhor é, então se atrasa, consequentemente, há perda de produtividade no final”, explica.

Quarenta anos atrás foi feito o primeiro levantamento para construção de uma ponte que nunca saiu da promessa, conta o presidente do Sindicato Rural de Água Boa, Antônio Mello. “Faz, aproximadamente, 15 anos que o governador Blairo Maggi prometeu dar prioridade”, reitera.
 
As estradas estaduais não pavimentadas também são alvo de muitas críticas. Indignado, o presidente do sindicato rural de Canarana afirma que a arrecadação de Fethab no município é de R$ 50 milhões por ano e apenas R$ 2,5 milhões retornam. “Estamos pagando caro para chegar o calcário, o adubo, e a gente vende a soja mais barata porque não temos estrutura”, reclama Alex Wisch.





fonte canal rural

"Produtores precisam se atentar para outras opções de safrinha" destaca analista da Embrapa



O Analista da Embrapa Bruno Sousa conversou com a reportagem do Agência da Notícia e da rádio Big FM durante o Agrologistica realizado em Vila Rica.

O analista visitou pela primeira vez a região e destacou que os produtores precisam se atentar a outras possibilidades de safrinha, além do milho.

"Existem outras cultivares, como o feijão, opções que permitem ao produtor analisar o mercado, o valor agregado e decidir a melhor estratégia sem estar amarrado a uma única cultura", enfatizou.





fonte agencia dA noticia

Mercado do boi gordo pode retomar fôlego




No cenário geral o mercado ficou morno no fechamento da última sexta-feira (17/5), com oscilações em baixas quantidades e intensidades. 

Em São Paulo o mercado também andou de lado, as escalas estão confortáveis, ao redor de quatro dias.

Existiram tentativas de compra abaixo da referência, mas os negócios neste patamar não se concretizam, ou seja, não está fácil para o frigorífico impor uma pressão de baixa no mercado.

Até mesmo na sexta-feira, quando normalmente os compradores se “acanham”, a grande maioria dos frigoríficos estava ativo nas negociações na praça paulista.

A oferta de gado regulada em associação à uma demanda externa por carne bovina aquecida, têm sido suficientes para manter os preços da arroba sustentados.

Há inclusive frigoríficos ofertando até R$2,00/@ para bovinos que atendam critérios de qualidade para exportação para o mercado chinês.

As expectativas são positivas para maio, pois se as exportações continuarem no mesmo ritmo é possível que a venda de carne bovina in natura para o mercado internacional registre o maior volume desde setembro do ano passado.

Para esta segunda metade do mês, este pode ser um fator importante de sustentação das cotações da arroba.





fonte scotconsultoria

Brasil aproveita demanda chinesa e soja sobe




Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a sexta-feira (17.05) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas subindo 0,53% nos portos, para R$ 79,38/saca (houve preços maiores e menores). Isso acabou elevando os ganhos do mês até esta semana para 6,75%. 
No interior, os preços subiram apenas 0,26%, para R$ 73,93/saca, elevando os ganhos do mês para 5,42%. Os prêmios no Brasil voltaram a se elevar para US$ 110 cents/bushel para julho. “Este movimento foi vantajoso para a soja brasileira, porque Chicago caiu, entre 02 e 28 de maio, cerca de 21,50 cents/bushel, passando de $ 843,25 para $ 821,75, mas os prêmios no Brasil subiram, no mesmo período, cerca de $ 68,0 cents/bushel, com um lucro líquido de US$ 46,50/bushel, ou cerca de US$ 15,5/tonelada, ou, ainda R$ R$ 63,55/ton no porto ou R$ 3,81/saca”, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.
“A China não perdeu tempo na sua disputa com os EUA e sinalizou claramente que tem alternativas para buscar matérias primas, voltando-se com força para o Brasil e para a Argentina, que negociaram, respectivamente, 2,0 MT e 1,0MT de origem, nesta semana”, ressalta o analista da T&F, Luiz Fernando Pacheco.
DÓLAR
No Brasil o dólar teve a sua maior alta dos últimos 8 meses, 1,62%, para R$ 4,1019, assustando o mercado. “Será este um teto? Ninguém sabe. Temos que ter presente que a cotação do dólar no Brasil não depende apenas do que acontece internamente no país, mas é feita de 30% de fatores internos e 70% de fatores externos. A própria briga dos EUA com a China eleva a cotação do dólar, além do Brexit e da fraqueza e insegurança da União Europeia e do próprio comércio internacional, que começa a se deteriorar”, conclui Pacheco.




fonte agrolink

EMPRESÁRIO CELSO ROCHETTO E PILOTO SOFRE ACIDENTE DE AVIÃO EM QUERÊNCIA MT



  • EMPRESÁRIO CELSO ROCHETTO E PILOTO  SOFRE ACIDENTE DE AVIÃO EM QUERÊNCIA MT
AVIÃO DO EMPRESÁRIO CELSO ROCHETTO CAI NA FAZENDA CANAÃ,O PILOTO DRAUSIO CAPOBIANCO DE 41 ANOS ESTAVA INICIANDO UM VÔO QUANDO HOUVE UMA PANE E O AVIÃO CAIU SOBRE UMA PLANTAÇÃO DE MILHO ,NO FIM DA PISTA DE DECOLAGEM.
O EMPRESÁRIO TEVE ESCORIAÇÕES LEVES E O PILOTO FERIMENTOS UM POUCO MAIS GRAVES,MAS O ESTADO DELE QUE FOI PASSADO POR ENQUANTO É ESTÁVEL E AGUARDA TRANSFERÊNCIA PARA OUTRA UNIDADE DE SAÚDE,ESTÃO AGUARDANDO OUTRO AVIÃO UTI  DA CAPITAL PAULISTA PARA FAZER ESTA TRANSFERÊNCIA   ...AGUARDANDO MAIS INFORMAÇOES
Fonte(s): TV QUERÊNCIA CANAL 12 RECORD TV

“Aprosoja faz comparativos esdrúxulos” sobre repasses feitos pelo Estado, acusa Janaína Riva


A presidente em exercício da Assembleia Legislativa de Mato Grosso,  deputada estadual Janaína Riva (MDB), se manifestou nesta quarta-feira (15)  contra as recentes declarações feitas por representantes da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Estado) criticando os gastos dos palramentares.
“No último final de semana circulou pelas mídias sociais informações assinadas pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) que fazem comparativos esdrúxulos entre valores recebidos por esta Assembleia Legislativa e a Secretaria de Educação e, em outro, pelo Tribunal de Justiça e a Secretaria de Saúde do Estado de Mato Grosso”, conforme o primeiro parágrafo da nota.
Desde a aprovação do novo modelo do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) – aprovado pela Assembleia e sancionado pelo governador Mauro Mendes – o Fundo trouxe alterações ao encargo estadual – que já era cobrado – entre elas, a inclusão do milho no rol dos produtos taxados.
Desde então, o setor produtivo, representado pela Aprosoja – entidade que congrega também os produtores de milho no Estado – passou a tecer críticas sobre o aumento da carga tributária e enfatizando que o setor deve sim colaborar para o Estado, mas que essa colaboração deve estar voltada para setores que afetam diretamente a produção, como a infraestrutura. A ‘bronca’ do setor tem origem no governo de Pedro Taques, quando os recursos gerados pelo Fethab passaram a ter sua finalidade alterada, servindo até mesmo para pagar folha salarial dos servidores.
Sem apoio dos deputados e sem recuo por parte do governo Mauro Mendes, os produtores engrossaram o tom das criticas, indo mais longe agora, questionando a maneira como os repasses são feitos, principalmente para entes públicos como a Assembleia, Tribunal de Justiça e os recursos enviados para saúde e educação.
Exatamente hoje, os ruralistas de Mato Grosso lançaram o ‘Movimento Mato Grosso Forte’ que reuniu na abertura do evento mais de 1.200 produtores rurais no Cenarium Rural, em Cuiabá, e segue durante todo o dia.

Promovido pela Aprosoja MT, o ‘Movimento Mato Grosso Forte’ tem o objetivo de alertar à população sobre os impactos que a taxação das cadeias produtivas causa a toda a sociedade e cobrar do poder público mais eficiência e transparência na aplicação dos recursos públicos.
A presidente da Assembleia Legislativa, a deputada Janaína Riva, faz questão de apontar o que chamou de “erros crassos” nas criticas feitas pelos ruralistas. Como explica por meio da nota, “para que fique claro, constitucionalmente o Estado deve aplicar pelo menos 25% de seu orçamento em Educação e 12% em Saúde. Assim, na previsão para 2019, a Educação teve um orçamento previsto na ordem de R$ 3.220.851.999,00 e a Saúde, R$ 2.098.594.130,00. Em dados apurados do FIPLAN (sistema de controle financeiro do Estado de Mato Grosso), coletados às 19h30 do dia 14/05/2019, consta o repasse em abril para a Secretaria de Educação o total de R$ 233.095.012,71 (cerca de 8 vezes mais que os R$ 29.997.328,00 do anúncio do Aprosoja) e para a Secretaria de Saúde R$ 149.378.358,25 (mais que o dobro dos R$ 73.860.480,00 do outro anúncio). Uma vez que não acreditamos que uma entidade respeitável como a Aprosoja se prestaria a um trabalho de criar notícias falsas manipulando números, é certo que houve um enorme equívoco por desconhecimento do funcionamento do Estado e das obrigações constitucionais, bem como uma leitura pela metade do que o Estado tem publicado mensalmente em suas mídias, em sua prestação de contas”.
Veja na íntegra a nota emitida hoje pela assessoria de imprensa da Presidência da Assembleia Legislativa:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
No último final de semana circulou pelas mídias sociais informações assinadas pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso – APROSOJA que fazem comparativos esdrúxulos entre valores recebidos por esta Assembleia Legislativa e a Secretaria de Educação e, em outro, pelo Tribunal de Justiça e a Secretaria de Saúde do Estado de Mato Grosso.
Temos como medida que norteia os trabalhos desta Casa legislativa o primor pela democracia e pelo bom debate. A cobrança de resultados e a permanente vigilância no que diz respeito aos trabalhos não apenas do Executivo, mas de tudo o que diz respeito ao mundo público, é fundamental para que haja clareza do trato coma coisa pública e também com aquilo que foi pactuado entre os eleitos e a população, quando das eleições.
No entanto, as postagens assinadas pela APROSOJA ficaram marcadas por erro crasso no que diz respeito a valores repassados. Confundiram-se nos números e fizeram o alarde comparando o orçamento total do mês dos dois poderes com a verba de custeio de duas secretarias. Em outras palavras, o valor demonstrado como repassado às secretarias não constam folhas de pagamento e, tampouco, os pagamentos previdenciários.
Para que fique claro, constitucionalmente o Estado deve aplicar pelo menos 25% de seu orçamento em Educação e 12% em Saúde. Assim, na previsão para 2019, a Educação teve um orçamento previsto na ordem de R$ 3.220.851.999,00 e a Saúde, R$2.098.594.130,00. Em dados apurados do FIPLAN (sistema de controle financeiro do Estado de Mato Grosso), coletados às 19:30h do dia 14/05/2019, consta o repasse em Abril para a Secretaria de Educação o total de R$233.095.012,71 (cerca de 8 vezes mais que os R$29.997.328,00 do anúncio do APROSOJA) e para a Secretaria de Saúde R$149.378.358,25 (mais que o dobro dos R$ 73.860.480,00 do outro anúncio). Uma vez que não acreditamos que uma entidade respeitável como a APROSOJA se prestaria a um trabalho de criar notícias falsas manipulando números, é certo que houve um enorme equívoco por desconhecimento do funcionamento do Estado e das obrigações constitucionais, bem como uma leitura pela metade do que o Governo tem publicado mensalmente em suas mídias, em sua prestação de contas.
Embora sejam os Poderes Legislativo e Judiciário indispensáveis para a estrutura do Estado, estamos tão acostumados com eles que, por vezes, nos esquecemos de sua importância e é necessário que se rememore periodicamente. O Poder Legislativo tem a missão de promover a representação da população e a fiscalização do Poder Executivo. Estado sem Legislativo é a caracterização da ditadura. Quando a democracia é derrotada em algum Estado, a primeira medida é a de fechar o Legislativo e, assim, calar o povo. O Judiciário é o órgão que promove a pacificação social, é a quem entregamos as razões de nossas causas, é o Poder que tem o condão de, sempre que há um distúrbio na sociedade, promover a análise à luz da lei e informar quem tem o que chamamos de “direito”.
Quando se busca macular esses Poderes com informações pela metade, visando uma condução maliciosa da opinião da sociedade, está se promovendo muito mais que a disseminação de inverdades. Essa medida é um ataque à própria estrutura democrática do Estado, tendo como resultado apenas desgastes e perdas aos envolvidos, dificultando as relações institucionais. A premissa básica para qualquer relacionamento é o respeito mútuo.
Cuiabá, 15 de maio de 2019

FONTE CUIABANO NEWS
Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Minerva aposta em vendas para China e Indonésia




Em teleconferência com investidores nesta quarta-feira, 15, executivos da Minerva Foods falaram da expectativa da empresa em acessar novos mercados. “Temos expectativa de abertura de mercados importantes a serem divulgados em maio”, disse o diretor financeiro, Edison Ticle. “Esperamos acesso à Indonésia e também a autorização de novas plantas para a China”, disse.
Essa possibilidade fez com que a empresa segurasse o capex no primeiro trimestre, já que as eventuais plantas autorizadas a exportar para a China exigiriam capital, de acordo com Ticle. O diretor presidente da companhia, Fernando Galletti de Queiroz, foi na mesma linha: “Esperamos abertura de fábricas no Brasil para a China, além de novos mercados potenciais, como a Indonésia, que acreditamos que deve estar aberto num período curto.”
Ele disse aguardar boas notícias com a viagem da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, à Ásia – além do Japão, a viagem oficial compreende a China, o Vietnã e a Indonésia. A China, de acordo com Queiroz, é o principal mercado para a Athena Foods, subsidiária da Minerva, mesmo após a Argentina obter autorização para exportar aos Estados Unidos.
Ticle reiterou que a prioridade para a Athena ainda é o IPO, apesar da postergação, e que não há plano B. Em relação aos resultados da subsidiária, ele afirmou que o menor volume de abates se deveu às chuvas no Paraguai e na Argentina, e que os estoques e os abates devem se normalizar nos segundo e terceiro trimestres.
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

Exportações do agro somam US$ 30,42 bi em quatro meses


De acordo com os dados divulgados nesta quarta feira, 15 de maio, a oscilação positiva de US$ 30,42 bilhões deste quadrimestre em relação aos US$ 30,35 bilhões exportados nos primeiros quatro meses do ano passado ocorreu função da elevação do índice de quantum das exportações, que subiu 5,9%, enquanto o índice de preço cedeu 5,4%.
O Banco Mundial ainda apontou que os preços das commodities agropecuárias subiram 0,82% neste ano, entre dezembro e abril. A soja em grão que tem peso de 4% no índice do banco e que representou 31,2% do valor total exportado em produtos do agronegócio nesses quatro primeiros meses do ano teve a cotação no mercado mundial em queda de US$ 380,53 por tonelada para US$ 360,34, no período.
Por outro lado, houve queda das importações: de US$ 4,91 bilhões, entre janeiro e abril, para US$ 4,79 bilhões (-2,5%). No índice de preço dos produtos importados também houve queda, de 1,8%, e de 0,7%, no índice de quantum das importações. O trigo, que é o principal produto importado pelo Brasil, teve queda na cotação internacional.
Soja representa 37,9%
Os cinco principais setores exportadores do país foram responsáveis por 79,8% do valor total exportado em produtos do agro no quadrimestre. No mesmo período do ano passado, esses setores responderam por 77,2% do valor total exportado.
Aqui os números de cada setor: complexo soja (37,9%); produtos florestais (15,8%); carnes (15,3%); café (5,7%); cereais, farinhas e preparações (5,1%). O complexo sucroalcooleiro deixou o rol dos cinco principais setores exportadores neste ano.
Complexo soja continua sendo o principal segmento das exportações. As vendas externas desses produtos foram de US$ 11,52 bilhões, em queda de 0,6% em relação aos US$ 11,59 bilhões exportados no mesmo período de 2018.
As exportações de soja em grãos foram recordes, com US$ 9,50 bilhões (+2,9%), e elevação da quantidade exportada de 23,5 milhões de toneladas para 26,32 milhões de toneladas (+12,0%), que também se configurou numa quantidade recorde de embarque de soja em grão.
O segundo principal segmento exportador foi o de produtos florestais. As vendas externas se elevaram de US$ 4,64 bilhões entre janeiro e abril de 2018 para US$ 4,82 bilhões no mesmo período neste ano (+3,7%). O principal produto exportado é a celulose, com US$ 3,01 bilhões (+8,5%), cifra recorde da série histórica.
Desempenho positivo das carnes
As carnes registram alta de 3% com valor total de US$ 4,64 bilhões. A principal carne exportada foi a de frango. Foram vendidas ao exterior US$ 2,08 bilhões com expansão na quantidade (+0,6%) e no preço médio (+4,2%). As exportações de carne bovina foram de US$ 2,01 bilhões (+3,2%). O volume exportado foi o segundo melhor da série histórica, com 537,9 mil toneladas (+11,7). Somente em 2007 o Brasil exportou quantidade maior no primeiro quadrimestre, quando chegaram a 562,8 mil toneladas. A queda internacional do preço (-7,6%) impediu incremento maior do valor exportado.
As vendas externas de carne suína foram de US$ 414,12 milhões (+3,8%) enquanto a de peru teve desempenho negativo (-56,4%), com US$ 20,48 milhões em exportações. Trata-se do pior valor exportado neste século, no período em análise, para as exportações de carne de peru.
Quase metade vai para Ásia
As exportações do agro cresceram para blocos econômicos e regiões geográficas: Ásia (+4,1%); Oriente Médio (+14,1%); Europa Oriental (+20,2%); demais da Europa Ocidental (+1,1%); e Oceania (+47,1%).
O destaque ficou por conta da Ásia, região que adquiriu quase metade do valor exportado pelo Brasil em produtos do agronegócio. As vendas para a região chegaram quase a US$ 14,92 bilhões (+4,1%). Com tal crescimento, a participação da região aumentou 1,9 ponto percentual.
Portal DBO com informações do Mapa

Ladrões roubam carreta carregada com soja e sequestram motorista por 24 horas


Um motorista foi assaltado e sequestrado por bandidos armados. Passou mais de 24 horas em cárcere privado, num cativeiro ainda não localizado pelas Polícias Civil (PC) e Militar (PM). Os bandidos roubaram a carreta Scania branca, com placa de Sorriso, carregada com soja na manhã desta terça-feira, 14.
O motorista (nome preservado), foi localizado na mão desta quarta-feira, 15. A carreta, segundo a Polícia, foi carregada comsoja e, foi roubada ontem, por criminosos armados. O motorista da carreta só foi localizado na cidade de Soprriso (Norte, a 500 quilômetros xde Cuiabá) e estava sendo levada para o Porto de Paranaguá, no Paraná (PR).
O assalto seguido de sequestro e cárcere privado, segundo ainda a Polícia, aconteceu quando a carreta transitava às proximidades da cidade Alto Araguaia (Vale do Araguaia, a  418 km de Cuiabá). O motorista foi torturado psicologicamente, mas não foi espancado e nem saiu com ferimentos.
RASTREADA – Segundo o presidente da Associação dos Transportadores de Sorriso (ATRON), Alexandre Schueroff, a carreta ainda não foi localizada e o rastreador aponta como último registro que o veículo estava nas proximidades da BR-364, em Santa Rita do Araguaia (GO).
O caso está sendo investigado por policiais da A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Sorriso. Até o momento ninguém foi preso.
PRISÕES – No último final de semana, a  DERF de Sinop prendeu três acusados de roubar cargas de soja. Parte estava sendo colocada em um armazém. Os suspeitos foram localizados em Colíder e estavam com mandados de prisão preventiva expedidos pela justiça.
O delegado Ugo Heck disse que foram vários meses investigações e o ‘modus operandi’ da quadrilha era render motoristas das carretas e os levarem para mata. “O motorista da quadrilha pegava as carretas para descarregar em um armazém nas proximidades. Bloqueavam o sinal de GPS para que não fossem localizados”, detalhou Ugo.
(Com informações do Só Notícias).

Alta do milho sustentada pela carne e exportação



As cotações do milho na B3 subiram mais 0,99% nesta quarta-feira, para a média de R$ 33,64/saca, segundo a pesquisa diária do Cepea e os preços do milho em Campinas, principal referência nacional, subiram mais, cerca de 1,47%, segundo a mesma fonte, para R$ 33,08. Com isto, os ganhos de maio no mercado físico de Campinas já atingiram 0,58%.
“O que está invertendo a tendência do milho, como já mencionamos aqui há 10 dias? Um grande fator, que se divide posteriormente em dois. O fator principal é a redução de 66% do rebanho suíno da China, que obrigará este país e importar mais milho e mais carne suína no mercado internacional”, aponta o analista Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica.
Isto levará, de acordo com o especialista, ao seguinte desdobramento no Brasil: “Em primeiro lugar a um aumento na demanda de milho para exportação, como mostra a elevação nos prêmios. Se, até um mês atrás, havia alguma dúvida, até por parte da ANEC, de que o Brasil exportaria algo ao redor de 30 MT nesta temporada, agora não há mais. Talvez o volume seja até um pouco maior”.
“Em segundo lugar, à maior produção de carne de frangos e de suínos no Brasil, para fornecê-la diretamente ao consumidor chinês, enquanto o seu próprio plantel não se recupera, o que vai aumentar a demanda de milho no mercado interno. Aqui também, se havia a possibilidade de grandes estoques finais nesta temporada no Brasil, agora eles tendem a ser menores, embora não se saiba ainda exatamente quanto”, conclui Pacheco.





fonte agrolink

Empresa anuncia produção de adubo em Confresa



A  Fertilizantes Araguaia, uma das maiores empresas do setor no Centro Oeste anunciou novos investimentos para Confresa e a região Norte Araguaia.

A confirmação foi feita a reportagem do Agência da Notícia pelo representante da Araguaia, Caique Elder. 

"A empresa investiu em uma nova loja ano passado em Confresa e este ano vamos inaugurar a nossa misturadora de adubo", destacou.

A empresa foi uma das primeiras do ramo a investir no Norte Araguaia. "É uma empresa técnica, com total responsabilidade das indicações que faz no mercado", enfatizou Caique.

A nova fábrica misturadora de adubos deve ser inaugurada no segundo semestre deste ano.



fonte agencia da notiicia

 
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