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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas

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PJC

 

A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

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As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

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A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Operação Valquíria mira grupo que usava mulheres para transportar drogas e manter comunicação entre faccionados em Mato Grosso

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PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11), a Operação Valquíria, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por envolvimento com o tráfico interestadual de drogas e pela utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes, valores e informações entre integrantes da facção que atuavam dentro e fora do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridas 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove determinações de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas foram autorizadas pela 5ª Vara Criminal de Sinop após representação da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e parecer favorável do Ministério Público Estadual.

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Estrutura criminosa mantinha atuação mesmo com lideranças presas

As investigações revelaram a existência de uma organização criminosa estruturada e com funções bem definidas, responsável pelo transporte de drogas entre estados e pelo abastecimento de entorpecentes em unidades prisionais de Mato Grosso.

Segundo a Polícia Civil, parte dos investigados já se encontra custodiada no sistema penitenciário estadual. Mesmo presos, os suspeitos continuavam exercendo influência direta sobre as atividades ilícitas, coordenando ações criminosas e determinando a execução de tarefas por meio de aparelhos celulares e intermediários que atuavam em liberdade.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades prisionais onde alguns dos alvos da operação estão recolhidos.

Mulheres exerciam papel estratégico na organização

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De acordo com a investigação, as mulheres recrutadas pela facção desempenhavam funções consideradas essenciais para o funcionamento da estrutura criminosa.

Além de realizarem viagens interestaduais transportando drogas, elas também eram responsáveis pelo repasse de valores financeiros, pela transmissão de mensagens entre integrantes presos e livres e pelo recrutamento de novas participantes para atuar na organização.

As apurações apontam ainda que essas integrantes exerciam papel decisivo na logística necessária para manter o tráfico funcionando mesmo diante da prisão de lideranças do grupo.

Para os investigadores, a atuação feminina era utilizada justamente para reduzir suspeitas durante deslocamentos e facilitar a circulação de informações e recursos entre diferentes núcleos da facção.

Nome da operação faz referência à mitologia nórdica

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O nome Operação Valquíria foi escolhido em referência às personagens da mitologia nórdica conhecidas por atuar como mensageiras e intermediárias entre diferentes mundos.

Segundo a Polícia Civil, a denominação guarda relação direta com a dinâmica identificada durante as investigações, uma vez que as mulheres investigadas exerciam a função de conexão entre integrantes encarcerados e membros que permaneciam em liberdade, transportando drogas, dinheiro e informações indispensáveis à continuidade das atividades criminosas.

Combate às facções criminosas

A Operação Valquíria integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026 e faz parte da Operação Pharus, inserida no programa estadual Tolerância Zero contra Facções Criminosas.

A iniciativa busca enfraquecer estruturas organizadas que atuam no tráfico de drogas, na comunicação clandestina entre presos e na expansão das atividades criminosas em diferentes regiões do estado.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

PRF apreende quase meia tonelada de drogas em menos de 24 horas na BR-364 em Mato Grosso

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Divulgação/PRF

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou duas grandes apreensões de drogas em um intervalo inferior a 24 horas na BR-364, em Mato Grosso. As ações ocorreram nos municípios de Diamantino e Comodoro e resultaram na retirada de aproximadamente 439 quilos de entorpecentes das rodovias federais que cortam o estado.

A primeira ocorrência foi registrada na tarde de terça-feira (10), em Diamantino. Durante uma fiscalização de rotina no km 631 da BR-364, os policiais abordaram um caminhão VW Delivery e iniciaram uma inspeção detalhada no compartimento de carga. Durante a vistoria, foram localizados diversos tabletes de drogas escondidos em um compartimento na parte inferior do baú do veículo.

No local, os agentes encontraram 199 tabletes de maconha e outros 52 tabletes de pasta base de cocaína, totalizando cerca de 251 quilos de entorpecentes. A operação contou com apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, que auxiliou na localização do material ilícito e nos procedimentos de segurança.

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O motorista foi detido em flagrante e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Diamantino, juntamente com o caminhão e toda a carga apreendida.

Poucas horas depois, uma nova apreensão foi registrada em Comodoro, no km 1.253 da BR-364, durante uma ação integrada entre a PRF e o Exército Brasileiro.

Durante a fiscalização, o condutor de um veículo Fiat Palio desobedeceu à ordem de parada e iniciou fuga pela rodovia. Após percorrer alguns quilômetros, ele abandonou o automóvel em uma área de lavoura de milho e escapou a pé.

Equipes da PRF e da Polícia Militar realizaram buscas na região, mas o suspeito não foi localizado. Ao vistoriarem o veículo abandonado, os policiais encontraram 178 tabletes de skunk, uma variedade de maconha com elevado teor de substâncias psicoativas. A carga apreendida somou aproximadamente 188 quilos da droga.

O veículo e os entorpecentes foram encaminhados às autoridades competentes para os procedimentos legais e continuidade das investigações.

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Com as duas ocorrências, a PRF contabilizou a apreensão de cerca de 439 quilos de drogas em apenas um dia de atuação na BR-364, reforçando o trabalho de combate ao tráfico de entorpecentes e às organizações criminosas que utilizam as rodovias federais para o transporte de cargas ilícitas.

Fonte: CenarioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Polícia Civil cumpre mandados contra núcleo de facção responsável por execuções em Barra do Bugres

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PJC

 

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11.6), a “Operação Missionários”, para cumprimento de 10 ordens judiciais, com alvo em um núcleo de facção criminosa, cujos integrantes são responsáveis por homicídios determinados por lideranças do grupo.

Dentre as ordens judiciais estão oito mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Terceira Vara Criminal de Barra do Bugres. Os mandados são cumpridos nas cidades de Barra do Bugres e Várzea Grande.

Entre os alvos estão integrantes de uma facção criminosa que atuavam como executores, autodenominavam-se “missionários” e agiam sob orientação de lideranças superiores do grupo.

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As investigações, conduzidas pela Delegacia de Barra do Bugres, apontaram que os investigados foram deslocados para o município com a finalidade específica de executar rivais e alvos determinados pela facção.

As investigações, que levaram à identificação do núcleo específico dentro da facção, iniciaram após episódios de violência ocorridos em 2025 no município. Em 24 de julho de 2025, foi registrado um homicídio que vitimou o jovem Lucas das Chagas Cruz, de 26 anos. O crime ocorreu em uma chácara, ocasião em que a vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo. Na mesma ação, a mãe da vítima foi atingida por um disparo na perna.

Posteriormente, em 18 de outubro de 2025, um novo episódio de violência culminou no sequestro e na execução do adolescente Denilson Xavier Falanque, de 16 anos. O corpo do menor foi encontrado três dias após o seu desaparecimento, em estado de decomposição, em uma via vicinal da estrada canavieira, em meio a uma plantação de cana-de-açúcar. O fato reforçou a suspeita de atuação contínua, planejada e coordenada do grupo em Barra do Bugres.

Ao longo de várias semanas, policiais civis realizaram monitoramentos, levantamentos de inteligência e diligências de campo que permitiram identificar mentores, apoiadores e executores das ações criminosas. Os elementos de informação reunidos apontam, de forma consistente, a participação de pelo menos oito pessoas nos crimes investigados.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Gilcimar Carvalho dos Santos, a operação é resultado de um trabalho investigativo intenso e qualificado. “A operação tem como objetivo desarticular a atuação do núcleo do grupo criminoso, assim como identificar outros possíveis envolvidos”, disse o delegado.

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As investigações continuam em andamento, e demais medidas judiciais e operacionais serão adotadas conforme o desenvolvimento das apurações.

Nome da operação

A denominação “Missionários” faz referência à designação adotada por integrantes do grupo criminoso para identificar os agentes recrutados para a prática de ações violentas e execuções promovidas pela facção criminosa.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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