Conecte-se Conosco

Economia

Startup do Paraná simplifica a capacitação de vendas no agronegócio

Publicado

em

Marcelo Curbete, diretor da Pro Solus, e Fabrício Pelloso Piurcosky, head de Inovação do Grupo Integrado, criaram a primeira startup do Brasil que oferta a jornada completa de treinamentos pelo WhatsApp às equipes comerciais do agronegócio – Ana Carolina Menechini

 

Os vendedores do agronegócio ganharam um novo aliado para auxiliar nos conhecimentos técnicos dos produtos comercializados e nas necessidades individuais para fechar mais vendas. Esses são os grandes diferenciais da AGREDU; primeira startup de educação do Brasil voltada às empresas do agro.

A plataforma disponibiliza a jornada completa de treinamentos [Mapa de Habilidades, Conteúdo Personalizado e Comunidade Exclusiva] ao time de vendas, direto pelo WhatsApp, e responde dúvidas em tempo real. Ao entrar pela primeira vez, o usuário faz um teste que avalia dez habilidades socioemocionais, que são essenciais para vendedores.

Após o teste, a Inteligência Artificial embutida analisa o perfil do aluno, identifica os pontos fortes, as áreas que precisam ser desenvolvidas e oferece um plano de capacitação contínuo, personalizado e sob medida; tudo para ajudar no fechamento das vendas.

Publicidade

O material multimídia tem vídeos, áudios, questões interativas e outros formatos para moldar o aprendizado à forma como o aluno melhor absorve o conteúdo. O usuário também acessa uma Comunidade Exclusiva do agronegócio que traz informações extras, troca de experiências com outros profissionais do ramo, recebe mentorias, participa de eventos, atualizações e tendências do mercado.

Soma de conhecimentos

A AGREDU é fruto da parceria entre a Pro Solus – desenvolvedora de soluções tecnológicas para o agronegócio – com o Grupo Integrado; instituição paranaense de ensino com 38 anos de mercado, que tem um ecossistema de inovação para fomentar a mentalidade empreendedora e também um Corporate Venture Capital (CVC) de R$ 5 milhões para investir em startups.

“Identificamos que os profissionais da área comercial tinham dificuldades no fechamento de vendas, muitas vezes em razão da falta de conhecimento técnico sobre os produtos e da ausência de algumas habilidades comerciais e interpessoais” explica Marcelo Curbete, diretor da Pro Solus.

Dessa forma, a Pro Solus forneceu subsídios financeiros, técnicos e de mercado para a definição do projeto inicial, enquanto o Grupo Integrado investiu parte de seu CVC, contribuiu com especialistas para desenvolver materiais sobre comunicação, mercado, habilidades relacionais e outros temas de vendas.

Publicidade

Crescimento acelerado

Em menos de 30 dias após o lançamento, a AGREDU já atende cerca de 460 usuários e ficou entre as três finalistas do Prêmio Bett Brasil Edtech Awards, concorrendo na categoria Early Stage. As metas para a plataforma são ambiciosas e os investidores pretendem atingir 14 mil usuários do agronegócio até 2027.

“Buscar projetos e parcerias que fomentem a inovação faz parte do nosso DNA. Queremos investir ainda mais em startups do agro, da saúde, da educação e que estão relacionadas aos nossos negócios”, explica Fabrício Pelloso Piurcosky, head de Inovação do Grupo Integrado. Em outubro de 2024, a instituição paranaense investiu outro montante de seu CVC na fintech Baasic.

O acesso ao AGREDU é por meio de uma assinatura individual, que pode ser cancelada a qualquer momento. No plano mensal sai por R$ 79,90.

Sobre o Grupo Integrado

Publicidade

O Grupo Integrado foi fundado em 1986 com o objetivo de oferecer educação básica de qualidade à população de Campo Mourão–PR e região. Diante da necessidade de ampliar o acesso ao ensino superior na cidade, em 1997 foi criada a Faculdade Integrado de Campo Mourão, que em 2017 tornou-se o Centro Universitário Integrado.

Atualmente, o Integrado oferece mais de 60 cursos de graduação nas modalidades presencial, semipresencial e a distância — incluindo áreas como Medicina e Odontologia — além de mais de 70 cursos de pós-graduação em diversas áreas do conhecimento.

O Grupo também é composto pelo Instituto Integrado de Ciência e Tecnologia (IN2), Integrado Genética, Super Professor e Coonect.se. Recentemente, recebeu destaque nacional com a criação da primeira vertical do agronegócio brasileiro: a BeAgro Integrado, que une educação, inovação e tecnologia para formar profissionais preparados para os desafios do setor.

Em 2022, lançou o Integrow — Ecossistema de Inovação Integrado, promovendo uma cultura de empreendedorismo, pesquisa aplicada e inovação. Em 2024, avançou ainda mais com a criação de uma frente de negócios voltada ao investimento em startups por meio do seu Corporate Venture Capital (CVC), além da inauguração de um espaço interativo de aprendizado no Família Shopping, fortalecendo o vínculo com a comunidade local e oferecendo novas experiências educacionais.

Com mais de três décadas de história, o Grupo Integrado segue firme em sua missão de transformar vidas por meio da educação, formando profissionais e cidadãos preparados para atuar de forma ética, responsável e inovadora na sociedade.

Publicidade

Crédito da imagem  – AGREDU

Relacionamento com a imprensa | www.grupointegrado.br

Mem Comunicação – www.memcomunicacao.com.br

João Alécio Mem – (41) 9 9124-9748 – [email protected]

Marlise Groth Mem – (41) 9 9908-0511 – [email protected]

Publicidade

Jornalismo / Assessoria de Imprensa / Consultoria em Comunicação e Eventos / Produção e Revisão de Conteúdo
@mem_e_mem_agencia_de_noticias

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Dólar em queda pressiona soja no Brasil e mantém mercado travado

Publicado

em

Divulgação

 

O mercado brasileiro de soja segue com pouca movimentação, pressionado principalmente pela queda do dólar, que limita a formação de preços e mantém os negócios travados no país

Câmbio mais baixo pesa nas cotações

A desvalorização da moeda americana frente ao real tem sido o principal fator de pressão sobre a soja no Brasil.

Publicidade

Como a commodity é negociada em dólar, o recuo do câmbio reduz a remuneração em reais, impactando diretamente:

Preços pagos ao produtor

Competitividade das exportações

Formação das cotações internas

Mesmo com algum suporte externo, o câmbio mais fraco tem prevalecido no curto prazo.

Publicidade

Mercado segue travado no país

O reflexo direto desse cenário é a baixa liquidez. O mercado apresenta:

Poucos negócios nos portos e no interior

Produtores retraídos, aguardando melhores preços

Tradings mais cautelosas nas compras

Publicidade

Com isso, a comercialização ocorre de forma pontual, sem grande volume negociado.

Chicago não compensa pressão interna

Apesar de leves altas na Bolsa de Chicago, o movimento não tem sido suficiente para impulsionar os preços no Brasil.

Isso porque:

O câmbio tem peso maior na formação do preço interno

Publicidade

Os prêmios seguem sem força para reagir

A combinação mantém o mercado sem direção clara

Produtor resiste a vender

Diante das cotações consideradas pouco atrativas, muitos produtores optam por segurar a soja, o que reduz ainda mais a liquidez.

Esse comportamento contribui para:

Publicidade

Travamento do mercado

Baixo volume de negócios

Estabilidade com viés de baixa nos preços

Tendência ainda é de cautela
No curto prazo, o mercado deve continuar dependente de fatores como:

Movimento do dólar

Publicidade

Comportamento da demanda externa

Oscilações em Chicago

Enquanto não houver melhora no câmbio ou mudança nos fundamentos, a tendência é de mercado lento e com dificuldade de reação.

CenárioRural

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Economia

Etanol hidratado atinge menor preço real desde 2024 no início da safra 2026/27

Publicado

em

Reprodução

A média de preços do etanol hidratado em abril, primeiro mês oficial da safra 2026/27, registrou o menor patamar desde junho de 2024 em termos reais. O dado é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, que aponta o avanço da moagem como principal fator para a queda nas cotações.

Neste ano, o ritmo de processamento da cana-de-açúcar foi acelerado pelas condições climáticas, especialmente pelo baixo volume de chuvas, o que ampliou a oferta do biocombustível no mercado. Com mais produto disponível, os preços passaram a sofrer pressão ao longo do mês.

Apesar disso, o comportamento das negociações foi marcado por cautela. Segundo pesquisadores do Cepea, as vendas realizadas pelas usinas ocorreram de forma pontual, envolvendo volumes reduzidos. As distribuidoras, por sua vez, mantiveram-se mais afastadas das compras durante grande parte do período.

Ainda assim, o volume total comercializado apresentou crescimento expressivo. Em São Paulo, as vendas de etanol hidratado pelas usinas aumentaram 75,1% na comparação com março e 24,8% em relação a abril de 2025, refletindo a maior disponibilidade do produto no mercado.

Publicidade

O cenário, no entanto, é de atenção para o setor sucroenergético. De acordo com agentes consultados pelo Cepea, a combinação de preços mais baixos tanto do etanol quanto do açúcar acende um alerta sobre o desempenho da safra 2026/27 no Centro-Sul do país.

A conjuntura atual evidencia um momento de incerteza, em que o aumento da oferta, aliado à demanda ainda cautelosa, pressiona as margens do setor e exige ajustes estratégicos por parte das usinas ao longo do ciclo produtivo.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Economia

Ureia perde sustentação e inicia movimento de queda global

Publicado

em

Imagem: nutrimosaic

Após dois meses de forte valorização, o mercado global de ureia começa a dar sinais claros de perda de fôlego, à medida que os preços atingiram níveis cada vez menos sustentáveis do ponto de vista da demanda. De acordo com a StoneX, empresa global de serviços financeiros, embora as restrições logísticas no Oriente Médio sigam como um fator estrutural de limitação da oferta, o enfraquecimento do consumo passou a exercer maior influência sobre a dinâmica de preços.

No Brasil, esse movimento já se reflete de forma concreta. Segundo o relatório semanal de fertilizantes, os preços da ureia registram a segunda semana consecutiva de queda, com negócios sendo fechados ligeiramente abaixo de US$ 770 por tonelada, cerca de 4% inferiores em relação às referências de duas semanas atrás.

Nesse cenário, recuos também foram observados nos Estados Unidos, na China, no Oriente Médio e no Egito, indicando um movimento mais amplo de enfraquecimento das cotações, alinhado a uma demanda global mais fraca.

Conforme compartilha o analista de Inteligência de Mercado, Tomás Pernías, o contexto atual evidencia uma mudança relevante no vetor de formação de preços. “Mesmo com um ambiente ainda tensionado do lado da oferta, a demanda mais fraca passou a ter um peso maior na dinâmica do mercado, pressionando as cotações para baixo após um período de alta intensa”, realça.

Publicidade

Ainda assim, a expectativa é de que eventuais quedas adicionais ocorram de forma limitada no curto prazo. Isso porque os gargalos logísticos no Oriente Médio, região responsável por uma parcela significativa das exportações globais de ureia e amônia, seguem restringindo a oferta internacional.

Nesse ambiente, os preços tendem a permanecer relativamente sustentados, mesmo diante de uma demanda mais fraca. Na avaliação de Pernías, o cenário é influenciado por fatores como o período de menor consumo em países-chave, relações de troca menos atrativas para o produtor e uma postura mais cautelosa por parte dos compradores, que têm evitado avançar em novas aquisições diante das incertezas do mercado.

Com StoneX

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Tendência