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Academia AgBiTech focou nos desafios do controle de lagartas e no panorama de infestação crescente, nas principais culturas

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Assessoria

 

Líder do mercado brasileiro de baculovírus para controle de lagartas na agricultura, a companhia AgBiTech reuniu na capital Goiânia um grupo de consultores vinculados a algumas das principais consultorias agronômicas do país. Entre os temas tratados pelos palestrantes, destaque para apresentações do professor e pesquisador Celso Omoto, da Esalq-USP e dos consultores Deivis Mussi, Eduardo Barros, Leandro Oliveira, João Silva e Maria Juliane, que focaram nos atuais desafios e no aumento contínuo e crítico da pressão de lagartas na fronteira agrícola nacional.

Pela AgBiTech, falaram inicialmente o CEO Adriano Vilas Boas e os executivos Pedro Marcellino, diretor de marketing e Marcelo Lima, gerente técnico. Eles ressaltaram a importância das atividades de pesquisa & desenvolvimento para o sucesso conquistado pela empresa no manejo de lagartas, bem como da importância dos bioinseticidas à base de baculovírus nas estratégias de controle dessas pragas, nos principais cultivos de importância econômica.

Daniel Caixeta, pesquisador da AgBiTech, tratou especificamente do uso eficaz do atrativo alimentar para mariposas de marca Chamariz®, do portfólio da companhia, uma ferramenta que conta com adesão crescente de agricultores e de players do agronegócio. A companhia, de origem australo-americana, já cobriu mais de cinco milhões de hectares de lavouras brasileiras com seus baculovírus e atende no país acima de 400 propriedades.

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Também marcaram presença no evento representantes das consultorias Agro Acert, Agro Concept, Agro Performance, Agro Sistemas, Assist, Attentus, Ceres, DM, Equipe, FC, Gapes, Grupo Fries, Grupo Mizote, Ímpar, JF, MA, Marcão, Meta, Montech, MR, Multcrop, Plantar, Poka, Orlins, Rural Técnica, Solo Norte, Soma Field, Supera e 250 K.

“Academia AgBiTech consiste num programa contínuo de atividades técnicas. Tem por objetivo valorizar e levar a mercado iniciativas acadêmicas e de pesquisas em suporte à agricultura, bem como aprimorar constantemente tecnologias para controle biológico de lagartas”, reforça Marcelo Lima, gerente técnico da AgBiTech Brasil.

Desde 2002, a AgBiTech fornece produtos consistentes, de alta tecnologia, que ajudam a tornar a agricultura mais rentável e sustentável. A empresa combina experiência a campo com inovação científica. Trabalha com agricultores, consultores e pesquisadores e desenvolve soluções altamente eficazes para manejo de pragas agrícolas. Controlada pelo fundo de Private Equity Paine Schwartz Partners (PSP), a AgBiTech fabrica toda a sua linha de produtos na mais moderna unidade produtora de baculovírus do mundo, em Dallas (Texas, EUA). www.agbitech.com.br

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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