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Indicador do café robusta cai com força em abril

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Depois de atingir patamar recorde real no primeiro trimestre, o Indicador CEPEA/ESALQ do café robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo recuou com certa força em abril. Considerando-se a média mensal, a baixa foi de 15,5% (ou de 310,70 Reais/saca) em relação a março, passando para R$ 1.692,32/saca de 60 kg.

Pesquisadores do Cepea indicam que, apesar da oferta ainda limitada, a retração pode estar atrelada à proximidade da colheita da nova safra no estado capixaba e também em Rondônia. Além disso, em abril, o mercado também foi influenciado por fortes oscilações externas, que, por sua vez, decorreram de fatores como a imposição de tarifas pelos Estados Unidos e condições do clima nas principais regiões produtoras do Brasil.

No Espírito Santo, ainda que de forma pontual, a colheita do robusta já foi iniciada e deve ganhar ritmo nos próximos dias. Até o final de abril, levantamento do Cepea mostra que cerca de 5% da produção esperada no estado capixaba havia sido colhida.

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Chuvas registradas no fim de abril ajudaram a melhorar as condições das lavouras mais tardias e podem favorecer o desenvolvimento final desses talhões.

Fonte: Assessoria Cepea

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Café

Exportações de café recuam na safra 2025/26 e refletem oferta restrita no Brasil

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Foto: Wenderson Araújo/CNA

As exportações brasileiras de café seguem em ritmo mais lento na safra 2025/26, evidenciando um cenário de oferta limitada no mercado interno. Dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil mostram que, entre julho de 2025 e março de 2026, o país embarcou 29,09 milhões de sacas de 60 kg, volume 21,2% inferior ao registrado no mesmo período da temporada anterior, quando foram exportadas 36,91 milhões de sacas.

O resultado marca o menor volume para esse intervalo desde a safra 2022/23, reforçando o impacto da menor produção e da redução dos estoques disponíveis no país.

Recuperação pontual em março não muda cenário

Apesar do quadro mais restritivo, março apresentou uma leve recuperação nos embarques. No mês, o Brasil exportou 3,04 milhões de sacas, avanço de 15,4% em relação a fevereiro, quando o volume havia sido de 2,63 milhões.

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Ainda assim, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, essa reação mensal não altera o cenário geral, que segue limitado pela baixa disponibilidade de café no mercado doméstico.

Estoques curtos e produtores cautelosos

A combinação entre produção menor na safra atual e estoques nacionais historicamente baixos tem restringido o volume disponível para exportação. Com isso, produtores já contam com poucos lotes da safra 2025/26 para negociação.

Além disso, o bom nível de preços ao longo da temporada contribuiu para a capitalização dos cafeicultores, que, neste momento, não demonstram urgência em comercializar os volumes remanescentes. Essa postura reduz ainda mais a oferta no curto prazo.

Perspectiva depende da próxima safra

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De acordo com o Cepea, esse ambiente de exportações mais contidas deve persistir nas próximas semanas. A expectativa é de que o ritmo de embarques volte a ganhar força apenas com o avanço da colheita da safra 2026/27, que tende a se intensificar a partir de meados de maio.

Até lá, o mercado deve seguir ajustado, com oferta restrita e negociações pontuais, refletindo o equilíbrio delicado entre disponibilidade interna e demanda externa.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Café

Proximidade da colheita pressiona preços do café e reduz ritmo de negociações

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A proximidade da colheita já começa a influenciar o mercado de café no Brasil, mesmo com a intensificação dos trabalhos prevista apenas para meados de maio. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o movimento tem pressionado as cotações e alterado o comportamento dos agentes no mercado.

No caso do café arábica, os preços vêm apresentando recuo na maior parte dos dias desde o fim de março, refletindo a expectativa de entrada de uma nova safra. Ainda que a colheita não esteja em pleno ritmo, a antecipação desse cenário já impacta as negociações.

Para o café robusta, a pressão é ainda mais evidente. Como os primeiros talhões costumam ser colhidos entre abril e maio, a proximidade imediata da oferta tem pesado de forma mais intensa sobre os preços no mercado interno.

Nesse contexto, a liquidez no segmento de robusta segue limitada há algumas semanas. Produtores têm optado por comercializar apenas volumes pontuais, principalmente para cumprir compromissos financeiros de curto prazo e organizar o planejamento da colheita.

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O cenário reforça um padrão recorrente no setor cafeeiro: a expectativa de maior oferta tende a pressionar os preços antes mesmo da entrada efetiva do produto no mercado, mantendo negociações mais cautelosas tanto por parte de vendedores quanto de compradores.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Café

CNA debate renovação de linha de crédito para cafezais danificados

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Divulgação

 

Brasília – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu, na quarta (1º), a renovação da linha de crédito para cafezais danificados.

O assunto foi tema da Comissão Nacional do Café, que reuniu representantes das federações de agricultura estaduais para ouvir relatos sobre a realidade da produção nas regiões cafeeiras e as demandas dos cafeicultores.

O presidente da Comissão, Ademar Pereira, destacou o trabalho que a confederação tem feito junto aos ministérios para atender as demandas do setor e trazer benefícios para a cadeia produtiva.

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A coordenadora de Produção Agrícola, Ana Lígia Lenat, explicou que a CNA se reuniu com os Ministérios da Agricultura, Fazenda e Desenvolvimento Agrário para tratar da liberação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) e da possibilidade de ampliar a linha para diferentes tipos de ocorrências.

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“Precisamos trabalhar a vulnerabilidade estrutural dos pequenos cafeicultores”, afirmou.

Ana esclareceu que a ideia é trabalhar ao longo do ano com relatos de produtores para embasar a reestruturação da linha junto ao governo, além de possibilitar ajustes parciais nos recursos visando atender outras destinações dentro da cadeia produtiva.

“A linha atualmente é reativa. Queremos reduzir isso para que ela fique um pouco mais atrativa para o produtor rural, deixando mais apropriada para as diferentes realidades regionais do país”, pontuou.

Além da escuta das federações estaduais, a CNA usou dados do projeto Campo Futuro para subsidiar a solicitação que será tratada junto ao Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC).

O vice-presidente da comissão, Thiago Orletti, ressaltou que, após a renovação na linha de crédito, a intenção do colegiado é promover ações com os agentes financeiros para que a linha chegue às mãos dos produtores, porque segundo ele, muitos ainda não sabem que existe.

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Assessoria de Comunicação CNA

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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