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Projeto de turismo rural feminino tem início

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Foto: Assessoria Comunicação/Toledo/PR

A Prefeitura de Toledo acompanhou o início de uma nova fase do projeto “Empoderando Mulheres do Campo”, promovido pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). O objetivo foi conhecer os benefícios voltados ao empreendedorismo local e avaliar as possibilidades de apoio ao projeto por meio da Secretaria do Agronegócio, de Inovação, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Deseco).

O projeto tem foco no empreendedorismo feminino voltado ao turismo rural, e busca fortalecer a rede de apoio entre mulheres do campo para alavancar seus negócios ou ainda auxiliar a tirar do papel ideias para novos empreendimentos. A iniciativa é um projeto de extensão coordenado pela professora da Unioeste, Carla Maria Schmidt, e conta com a participação da professora Ivanete Daga Cielo, ambas do curso de Secretariado Executivo Trilíngue, além de duas acadêmicas bolsistas.

O encontro foi realizado na Chácara Kliemann no distrito de Dez de Maio, e reuniu aproximadamente 10 empreendedoras dos ramos de queijaria, locação de chalés, lavandário, e outras que ainda têm apenas ideias de negócios. Foram debatidas possibilidades de criação de associação; questões sobre formalização de empresas; e também foram planejadas as ações para os próximos encontros com base nas necessidades das mulheres e seus negócios.

Carla Schmidt explicou que o grupo retorna às atividades em 2025 de forma intensa. “Faremos formações na Unioeste e também visitas in loco nos empreendimentos, promovendo o fortalecimento e a formação dessas mulheres do turismo rural na região. A intenção é fazer com que essas mulheres se empoderem cada vez mais, acreditem nas suas potencialidades enquanto líderes e gestoras de empreendimentos de turismo rural”, ressaltou a coordenadora do projeto.

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Para a diretora de Indústria e Comércio da Deseco, Michelli Ferronato, o projeto demonstra a força que o turismo rural tem em Toledo. “As demandas apresentadas serão coletadas juntamente com as do Conselho Municipal de Turismo para serem encaminhadas para a Deseco. Juntos poderemos construir propostas para dar apoio para esse projeto e para outras iniciativas similares”, finalizou Michelli.

(Com Prefeitura de Toledo)

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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