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Enfermidades articulares afetam qualidade de vida de cães

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Os cães em idade avançada, os de raças maiores ou predisponentes e os obesos são os mais suscetíveis para o desenvolvimento de problemas articulares. Cães com diferentes estilos de vida e comportamentos também estão propensos a problemas de mobilidade e flexibilidade articular. Esse tipo de enfermidade causa dor extrema e muito sofrimento, afetando a qualidade de vida do animal e, por consequência, do tutor.

“Existem diferentes tipos de doenças que podem afetar a saúde articular dos cães, causando dor e redução importante de sua mobilidade e flexibilidade. Por isso, é essencial que acompanhamentos frequentes ao médico-veterinário sejam realizados ao longo de toda a vida do pet, para avaliação clínica e, sempre que possível, para que se entenda a necessidade de oferecer suporte de maneira preventiva”, explica a médica-veterinária Patricia Guimarães, promotora técnica de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

Com a chegada da idade é comum que os sinais de desgaste articular apareçam, porém, também podem ocorrer devido a sobrepeso, em animais de médio e grande portes, e em raças predispostas, em qualquer período da vida. Os sinais mais comuns envolvem claudicação e alterações no andar dos cães.

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O animal apresenta dificuldade de locomoção e em se exercitar, diminuição na amplitude dos movimentos, além de desinteresse pelos hábitos de brincar, aumento de sensibilidade, estresse e muitas vezes, por conta da dor, podem se tornar agressivos ao toque. Como exemplo, a Doença Articular Degenerativa (DAD) é uma das inúmeras enfermidades que podem acometer os animais e causar grande desconforto por afetar diferentes articulações e ter característica progressiva – ou seja, o quadro piora de forma gradativa com o tempo.

“Algumas intervenções não cirúrgicas podem colaborar com a redução dos sintomas de desconforto causados pelas doenças articulares, devolvendo o bem-estar aos pets e os mantendo ativos a longo prazo, como a restrição de alguns hábitos e exercícios de alto impacto, controle de peso através de dietas especificamente prescritas, terapias com medicamentos eficazes para redução da inflamação e da dor, além do uso de suplementos especialmente formulados para o aumento da mobilidade articular e que também podem ser utilizados de modo preventivo”, detalha a médica-veterinária.

Associado a outras medidas, o colágeno não hidrolisado do tipo-2 contribui para a manutenção da saúde articular – já que é o principal componente estrutural da cartilagem. Do mesmo modo, o ômega 3 colabora com a saúde das células do tecido articular e a vitamina E está diretamente envolvida na redução de radicais livres produzidos por conta do processo inflamatório.

Atendendo às necessidades especiais dos cães e de seus tutores, a Vetoquinol Saúde Animal desenvolveu Flexadin® Advanced, suplemento alimentar com a combinação única entre colágeno não hidrolisado tipo-2, ômega 3 e vitamina E. Flexadin® Advanced oferece suporte à saúde articular dos cães, preservando a mobilidade e flexibilidade articular, além de devolver qualidade de vida aos pets. Seus tabletes são macios e palatáveis, garantindo uma experiência extremamente agradável aos cães. Flexadin® Advanced não possui restrições de indicação, podendo ser utilizado ao longo de toda a vida do animal e sua administração diária se encaixa em todas as rotinas, fortalecendo ainda mais o vínculo entre os pets e seus tutores.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

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A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2023, o faturamento global foi de € 529 milhões. Com expertise global conquistada ao longo de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos.

Irvin Dias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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