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Reflorestar visita FAE e Prinoth e reforça estratégia de expansão

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Assessorioa

 

A Reflorestar Soluções Florestais tem intensificado suas ações para se manter na vanguarda das tecnologias de limpeza de áreas e roçadas, atividades muito comuns na silvicultura. Nos últimos meses, equipes da empresa estiveram em países como Chile, Alemanha, Áustria e Itália, onde tiveram a oportunidade de conhecer equipamentos de marcas, como FAE e Prinoth, para ampliar o portfólio de soluções de seus clientes.

O diretor florestal, Igor Dutra de Souza, e o gerente de silvicultura, Paulo Gustavo Souza, visitaram as fábricas das duas marcas, observaram o processo de montagem e conheceram o setor de pós-venda. “Essas visitas são fundamentais para tomarmos decisões sobre quais equipamentos e implementos irão expandir o portfólio da Reflorestar para atender nossos clientes. Acompanhar a montagem de perto e verificar a existência de um pós-venda estruturado reforça nossa confiança e segurança na escolha das máquinas a serem adquiridas”, afirma o diretor florestal.

A limpeza de áreas e roçadas, no Brasil, são realizadas majoritariamente de forma manual, especialmente em terrenos com inclinação de até 45°. Contudo, no mercado internacional, já estão disponíveis trituradores operados por controle remoto, permitindo que o operador mantenha uma distância segura da máquina, o que aumenta a segurança e automatiza o trabalho. A equipe também conheceu modelos tripuláveis de variados tamanhos com materiais de esteira diferentes, como borracha ou aço.

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Para o gerente de silvicultura, o principal diferencial é a agilidade e qualidade no serviço que a mecanização proporciona. “São tecnologias que permitem a substituição do trabalho manual e a realização da limpeza de área com trituração de toco, operação que viabiliza o ‘reset’ dos talhões, o que hoje é um problema para muitas empresas em função da quantidade de rotações já realizadas no mesmo local”, observa Paulo Gustavo, sobre o excesso de tocos que podem existir nestes terrenos e que, se fossem suprimidos manualmente, demandaria trabalhos muito mais demorados.

Mecanização e sustentabilidade

Esses trituradores ainda não existem no mercado brasileiro. A Reflorestar avalia a aquisição de novos modelos, que irão agregar ainda mais tecnologia de ponta às suas operações, já 100% mecanizadas no setor florestal nacional. Com isso, a empresa se tornaria pioneira nesse tipo de serviço. “As duas marcas já são homologadas, oferecendo opções diversificadas de aplicação e diferentes portes de máquinas. Isso permite à empresa personalizar soluções conforme as necessidades de cada cliente, garantindo também um excelente custo-benefício”, destaca Igor Souza.

A implementação dessas máquinas também garante maior eficiência energética para as operações de silvicultura. “Faz parte da cultura da Reflorestar procurar soluções sustentáveis em toda a cadeia operacional. Essas novas tecnologias agregam um manejo florestal mais sustentável e com menor impacto ambiental”, garante Paulo Gustavo.

As viagens foram realizadas a convite da FAE – empresa italiana referência no mundo na fabricação de trituradores, e da Roder Máquinas e Equipamentos Ltda, representante da FAE no Brasil; e também pela Sparta Brasil, especialista no setor de trituração florestal com equipamentos mecanizados e distribuidora da Prinoth no mercado nacional.

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Sobre a Reflorestar

Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.

Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Prestes a completar 20 anos de atuação (novembro), a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite: www.reflorestar.ind.br

Mais informações: Janaina Massote – (31) 99614-3068 – [email protected]

Janaina Massote

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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