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Defensivos agrícolas – Openeem Bioscience tem novo diretor comercial e de desenvolvimento de mercado

Assessoria
Engenheiro agrônomo, mestre em Entomologia e Fitopatologia pela UFPR – Universidade Federal do Paraná -, Evandro Keller assume o cargo de diretor comercial e de desenvolvimento de mercado da Openeem Bioscience. Ele terá como desafio dar sequência à trajetória de crescimento da empresa no mercado brasileiro de agroquímicos ou defensivos agrícolas.
A companhia tornou-se reconhecida no setor de defensivos agrícolas como uma das mais inovadoras, após o lançamento dos chamados agroquímicos ‘botanicidas’. “A Openeem quer ir além dos sistemas tradicionais de manejo agrícola para impulsionar seu crescimento”, destaca Keller. Segundo ele, a empresa, 100% brasileira, é desenvolvedora de uma linha única de insumos baseados em química verde, para proteção de cultivos.
De acordo com a Openeem, os “botanicidas” derivam de mais de 300 compostos presentes na árvore do ‘neem’, descobertos pela companhia após elevados investimentos na área de pesquisa e desenvolvimento. Trata-se de uma tecnologia de formulação concentrada e potencializada por Tritertech® ou triterpenos bioativados.
“Os botanicidas são produtos inovadores e revolucionários para o agronegócio, uma vez que trazem a mesma eficácia e potência dos defensivos tradicionais, como inseticidas e fungicidas para controle de pragas e doenças. Trata-se de um novo grupo químico benéfico ao produtor, de matriz botânica, naturais e sustentáveis”, ressalta Keller.
Segundo ele, o portfólio da companhia abrange ainda biofertilizantes e condicionadores de solo, insumos que atuam na melhora das características físicas, químicas e biológicas de solo. “Todos os itens do portfólio são bioativados através de processos enzimáticos e fabricados de forma sustentável, por meio de florestas próprias de Neem”, finaliza Keller.
“Evandro Keller figura nos quadros da Openeem desde o início da empresa e sua presença tem sido de substancial importância no desenvolvimento da nossa tecnologia, gerando uma linha de produtos inovadora, eficiente e moderna”, destaca Gabriela Lindemann, CEO da Openeem.
Sobre a Openeem Bioscience
Uma empresa 100% brasileira, surgida após vários anos de investimentos na área de Pesquisa & Desenvolvimento, a Openeem Bioscience é dirigida pela executiva Gabriela Lindemann, com sólida carreira no Brasil e no exterior. Sediada em SP, a companhia está presente em todo o território nacional, com 230 pontos de distribuição, em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.
Fernando
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

Reprodução/Portal do Agronegócio
A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.
Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.
Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor
De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.
O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.
Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.
Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba
Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.
Segundo o levantamento:
- 82% são venezuelanos
- 13% são cubanos
- 2% são bolivianos
- 1% são tunisianos
A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.
Mão de obra interestadual também reforça o setor
Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.
A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:
- Minas Gerais (7%)
- Rio de Janeiro (4%)
- São Paulo (2,5%)
- Pará (2,5%)
Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.
Imigração passa a sustentar operação e economia do interior
Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.
Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.
O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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