Agronegócio
MT foi um dos cinco estados do país com crescimento na produção industrial em agosto, segundo IBGE

Mato Grosso foi um dos cinco estados do país que apresentou avanço na produção industrial em agosto deste ano em relação ao mês anterior, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), publicada nesta terça-feira (08.10).
A PMI, que investigou a produção industrial em 15 Estados, apresentou uma variação positiva de 0,1%. Já Mato Grosso cresceu 0,8%. Também tiveram alta os estados do Ceará (2,7%), Bahia (0,8%), Rio de Janeiro (0,2%) e Minas Gerais (1,8%).
No acumulado dos últimos 12 meses, a indústria mato-grossense cresceu 4,2%, acima da média nacional que foi de 2,4%. De janeiro de 2024 a agosto de 2024, a produção industrial também aumentou em 2,8%.
Conforme os dados do Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso (DataHub MT), da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), alguns segmentos industriais foram responsáveis pelo crescimento em Mato Grosso.
Nos últimos 12 meses, a fabricação de produtos alimentícios subiu 7,3%, seguido pela fabricação de bebidas (4,8%), fabricação de produtos de minerais não metálicos (4,5%), indústria de transformação (4,2%) e fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (0,4%).
Dentre as explicações para os resultados positivos, está o fato do Estado ter uma das menores taxas de desemprego do Brasil e o aumento do rendimento médio no salário, o que elevou o poder de compra das famílias.
“A indústria é um dos setores dinâmicos de Mato Grosso na geração de empregos. Até agosto foram gerados 51.414 novos empregos com registro em carteira de trabalho, sendo 9.479 novas pessoas sendo contratadas apenas pela indústria”, destacou o titular da Sedec, César Miranda.
O secretário ainda apontou que os resultados da indústria também são reflexos dos investimentos e das políticas públicas do Governo do Estado, que gera confiança e segurança jurídica nos empresários para implantar ou ampliar as plantas industriais.
“O governador Mauro Mendes estabeleceu um ambiente de negócios seguro, resultando na atração de novas empresas no Estado, incentivo a ampliação das plantas existentes, gerando mais empregos e renda. Somos um dos estados que mais cresce no país, com pleno emprego e com ambiente de investimentos”, pontuou César Miranda.
Débora Siqueira | Assessoria/Sedec
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Preço dos ovos reage em maio com alta de até 10% e melhora na demanda

Reprodução
O mercado de ovos iniciou maio em recuperação, com aumento gradual nas vendas e valorização do produto nas principais regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Nos últimos dias, a alta chegou a 10%, refletindo um cenário mais favorável para os produtores.
De acordo com o Cepea, a reação do mercado está diretamente ligada ao escoamento dos estoques acumulados no fim de abril, período em que descontos foram praticados para estimular as vendas. Com a redução da oferta disponível, o setor encontrou espaço para reajustes nos preços.
Início do mês e Dia das Mães aquecem consumo
Outro fator determinante para o movimento de alta foi a retomada da demanda, impulsionada pelo aumento do poder de compra da população no início do mês. Além disso, a proximidade do Dia das Mães levou redes atacadistas e varejistas a reforçarem os estoques, contribuindo para o aquecimento do mercado.
Esse cenário mais dinâmico tem permitido aos produtores negociar valores mais elevados, após um período de maior pressão sobre os preços.
Mercado segue atento ao consumo
A tendência para as próximas semanas dependerá principalmente da continuidade da demanda. Caso o ritmo de consumo se mantenha, o mercado pode sustentar os atuais patamares ou até registrar novos avanços, consolidando a recuperação observada neste início de maio.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Safra de laranja deve cair com bienalidade e avanço do greening, aponta mercado

Fundecitrus
O setor citrícola brasileiro acompanha com atenção a divulgação da primeira estimativa da safra 2025/26, que deve indicar recuo na produção em relação ao ciclo anterior. A avaliação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, que aponta a bienalidade negativa e o avanço do greening como os principais fatores de pressão sobre os pomares.
A expectativa do mercado é de que os números influenciem diretamente os preços e os volumes de contratos firmados com a indústria para a nova temporada, especialmente no segmento de suco de laranja.
Doença e ciclo produtivo limitam produtividade
A chamada bienalidade negativa — característica natural da cultura, que alterna anos de maior e menor produção — deve impactar o rendimento das lavouras. Ao mesmo tempo, o avanço do greening (HLB), uma das principais doenças da citricultura, segue comprometendo a produtividade e elevando os custos de manejo.
Segundo o Cepea, a combinação desses fatores deve continuar pressionando o setor também no ciclo seguinte, com expectativa de novo recuo na produção em 2026/27.
Clima melhora, mas ainda gera preocupação
As condições climáticas apresentaram melhora nos primeiros meses de 2026, com boa umidade no cinturão citrícola, o que trouxe algum alívio aos produtores. No entanto, a previsão de temperaturas ligeiramente acima da média mantém o sinal de alerta quanto ao potencial produtivo ao longo da temporada.
Diante desse cenário, a definição da safra 2025/26 será determinante para o comportamento do mercado, especialmente no que diz respeito à formação de preços e ao planejamento da indústria nos próximos meses.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Mercado avícola reage em abril, mas preços seguem abaixo do ano passado

SEAPA/Divulgação
Após um início de ano marcado por quedas consecutivas, o mercado avícola brasileiro encerrou abril em recuperação, com alta nas cotações ao longo de toda a cadeia. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o movimento foi impulsionado principalmente pelo aumento da demanda doméstica por carne de frango e pelos reajustes nos custos de frete.
Na Grande São Paulo, o frango inteiro congelado fechou o mês com média de R$ 7,16 por quilo, avanço de 7,4% em relação a março. Apesar da reação, o valor ainda é considerado baixo frente ao mesmo período do ano passado e permanece abaixo do pico registrado em janeiro, quando atingiu R$ 7,47/kg, em termos reais.
Demanda e frete puxam recuperação
De acordo com pesquisadores do Cepea, a alta dos preços se intensificou na segunda metade da primeira quinzena de abril, período tradicionalmente marcado pelo aumento do consumo, impulsionado pelo pagamento de salários. A elevação nos preços dos combustíveis também contribuiu para o cenário, encarecendo o frete e pressionando os valores ao longo da cadeia.
Mesmo com a recuperação, o produto acumula desvalorização real de 8,9% desde dezembro, refletindo um cenário ainda desafiador para o setor.
Feriados freiam avanço no fim do mês
Na segunda quinzena de abril, o ritmo de alta perdeu força. Segundo o Cepea, os feriados nacionais de Dia de Tiradentes e do Dia do Trabalho impactaram negativamente a demanda, reduzindo o consumo e provocando ajustes pontuais nos preços.
O comportamento do mercado nas próximas semanas deve seguir atrelado ao ritmo da demanda interna e aos custos logísticos, fatores que continuam determinantes para a formação das cotações no setor avícola.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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