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Agricultura

Programa REM MT fortalece cadeia do pequi com estruturação de agroindústria no norte de Mato Grosso

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Reprodução

 

 

 

O Programa REM MT está apoiando um projeto de fortalecimento da cadeia produtiva do pequi e frutas na região médio norte do estado, abrangendo os municípios de Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, São José do Rio Claro, Santa Rita do Trivelato e Alto Paraguai. O projeto, que conta com a participação de famílias ligadas à cooperativa COPERREDE, visa organizar a produção, coleta e comercialização do pequi e outras frutas, gerando emprego e renda por meio da atividade extrativista sustentável.

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Segundo Nilfo Wandscheer, coordenador do projeto, o apoio do REM MT foi fundamental. “O apoio do REM veio em um momento muito oportuno. Era um sonho conseguir recursos pela cooperativa, considerando a demanda para o desenvolvimento da fruticultura e hortifruti. O apoio chegou no momento certo, beneficiando um assentamento com grande potencial na cadeia do pequi.”

Os investimentos do Programa REM MT, no valor de R$1,6 milhões, estão sendo aplicados na estruturação de uma agroindústria, na cidade de Alto Paraguai, para a produção de polpas de diversas frutas e para o processamento do pequi. A indústria, em fase de finalização, estará situada em um assentamento que coleta entre 150 a 300 toneladas de pequi por safra. Espera-se que a agroindústria comece a funcionar ainda este ano, após a conclusão das últimas etapas da obra.

Parte dos recursos foi destinada também para a aquisição de um caminhão para coleta e distribuição dos produtos, bem como câmaras frias para armazenamento adequado e todos os maquinários e equipamentos necessários para o funcionamento da unidade de produção. O projeto também viabiliza as reuniões do Comitê Gestor da cooperativa e apoia outras atividades como curso de formação em boas práticas de beneficiamento e aproveitamento total das frutas processadas.

COPERREDE 1
Agroindústria está em fase final de estruturação e deve atender famílias de cinco municípios da região médio norte de Mato Grosso – Foto: Programa REM MT

Ademir Luiz Triches, presidente da COPERREDE, destacou a importância do projeto: “Esse recurso possibilita ajudar uma série de produtores e famílias que, sem esse apoio, provavelmente demorariam muito tempo para alcançar esses benefícios. Talvez nem conseguiríamos atingir.”

Um dos beneficiados pelo projeto é o Sr. Eloir, mais conhecido como Gaúcho, e sua família. Eles residem próximo à agroindústria, o que, segundo ele, facilitará o acesso e a entrega dos produtos. “Não tinha lugar pra gente entregar, perdia tudo. E agora, abrindo a agroindústria, pra nós é uma grande vantagem. Fica perto e melhora a nossa situação.”

O projeto beneficiará diretamente 90 associados e mais 50 produtores, que têm previsão de se juntarem à cooperativa. Ao todo, famílias de cinco municípios serão impactadas positivamente pela iniciativa, fortalecendo a cadeia produtiva do pequi e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região.

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Conheça o REM MT

O Programa REM MT é uma premiação dos governos da Alemanha e do Reino Unido, por meio do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW), ao Estado de Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento. O REM MT beneficia aqueles que contribuem para manter a floresta em pé, como os agricultores familiares, pequenos e médios produtores que praticam a agropecuária sustentável, povos e comunidades tradicionais e os povos indígenas. O REM MT também realiza o fomento de iniciativas que estimulam a economia de baixo carbono e a redução do desmatamento, a fim de reduzir as emissões de CO2 no planeta.

O Programa REM MT é coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e tem como gestor financeiro o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Para sugestões, reclamações ou esclarecimentos, fale com a ouvidoria da SEMA pelo telefone: 0800 065 3838 ou (65) 9321-9997 (WhatsApp) .

Fonte: Assessoria / Priscila Soares

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtoras recebem apoio para cultivo em Várzea Grande

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Reprodução/Secom VG

Produtoras da agricultura familiar da comunidade Sadia III, em Várzea Grande, estão recebendo insumos e assistência técnica para o cultivo de maracujá e banana-da-terra.

A ação inclui a entrega de cerca de 17 toneladas de esterco bovino, usado no preparo do solo, além de acompanhamento semanal nas propriedades com orientações sobre manejo e plantio. O trabalho é feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente em parceria com a Empaer.

Segundo as produtoras, o apoio tem ajudado a melhorar a produção. Sem estrutura própria, elas afirmam que o preparo da terra e o manejo das culturas seriam mais difíceis sem assistência técnica.

O acompanhamento também permite corrigir falhas durante o cultivo e evitar perdas na lavoura.

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De acordo com a Prefeitura, cerca de 3 mil famílias da zona rural de Várzea Grande recebem esse tipo de suporte, voltado à produção e geração de renda no campo.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Preços do arroz recuam com indústria cautelosa

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em

Gerada por IA

O mercado de arroz em casca vem perdendo sustentação, pressionado pela menor liquidez, pelo avanço da colheita e pelo enfraquecimento da demanda ao longo da cadeia produtiva. A análise foi divulgada nesta quarta-feira (29.04) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com pesquisadores do Cepea, a redução nas negociações do arroz beneficiado, somada à postura mais cautelosa de indústrias e produtores, tem limitado os negócios e pressionado as cotações. Na última semana, os preços oscilaram entre regiões: em áreas com menor disponibilidade, compradores chegaram a elevar pontualmente a disposição de pagamento.

Por outro lado, a comercialização do arroz beneficiado segue enfraquecida, com menor interesse do atacado e do varejo por grandes volumes. Esse cenário restringe os repasses e aperta as margens industriais, levando parte das beneficiadoras a recuar nas compras, enquanto outras reduziram as ofertas no mercado de matéria-prima.

Outro fator de pressão é a perda de competitividade do arroz brasileiro no mercado externo, diante da retração das exportações e de preços internacionais mais pressionados.

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Mesmo com o viés de baixa, agentes do setor acompanham os desdobramentos dos mecanismos oficiais de apoio à comercialização, como leilões voltados ao escoamento da produção.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Novo padrão do Mercosul muda venda de morangos no Brasil

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Internet

Você já reparou que os morangos estão diferentes nas prateleiras? Bandejas mais organizadas e frutas com aparência uniforme já refletem a adoção de um novo padrão de comercialização no país. A mudança foi estabelecida pela Portaria nº 886/2026 do Ministério da Agricultura e Pecuária e já está em vigor em todo o Brasil. A medida alinha o país às normas do Mercosul com referências internacionais, incluindo padrões da União Europeia.

De acordo com o Ministério, os morangos são apenas um dos produtos incluídos nesse processo de padronização, que abrange diferentes itens hortícolas. O destaque recente se deu, porque houve atualização normativa específica, mas ele não é o único produto sujeito a padronização, é apenas um entre vários dentro das regras do Mercosul e referências internacionais.

O que muda na prática

A nova regulamentação atualiza critérios de identidade, qualidade, classificação e rotulagem do morango, tornando a comercialização mais rigorosa. Entre as principais exigências estão:

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Classificação por tamanho (calibre): pequeno, médio e graúdo;

Avaliação de qualidade: cor, formato, firmeza e ausência de defeitos;

Embalagens mais padronizadas, com menor variação de peso;

Rotulagem detalhada, com origem, categoria e identificação do produtor.

Mais padronização nas prateleiras

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A exigência de uniformidade dentro das embalagens explica o aspecto mais homogêneo das bandejas. As frutas precisam seguir um padrão visual mais consistente, o que facilita a comercialização e amplia o potencial de exportação.

Impacto no preço

A adoção das novas regras pode gerar custos adicionais aos produtores, como seleção mais criteriosa e adequação dos processos. Por outro lado, especialistas apontam que a padronização tende a reduzir perdas e desperdícios ao longo da cadeia produtiva, o que pode contribuir para maior estabilidade de preços ao consumidor no médio prazo.

Processo contínuo

A medida faz parte de um movimento mais amplo de harmonização de normas agrícolas no âmbito do Mercosul. Isso significa que outros produtos já seguem ou ainda passarão a seguir padrões semelhantes.

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VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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