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Estado comemora um ano livre da última ocorrência da Influenza Aviária

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Foto: Iagro/MS

 

 

Um ano após o registro do primeiro foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em galinhas de fundo de quintal, Mato Grosso do Sul comemora a ausência da doença na produção comercial de aves. Em 18 de setembro de 2023, a confirmação do vírus em aves domésticas na cidade de Bonito desencadeou uma série de ações rápidas e eficazes por parte dos fiscais estaduais agropecuários e agentes fiscais agropecuários.

A equipe, altamente treinada e comprometida, realizou todas as atividades de contenção do foco, despovoamento, limpeza e desinfecção. Graças a essas medidas, o embargo foi encerrado em apenas 30 dias. Entre 18 de setembro e 11 de outubro, foram realizadas 515 fiscalizações em propriedades com aves domésticas de subsistência e outras 236 em propriedades sem criação de aves, dentro de um raio de 10 km. Além disso, houve fiscalização e orientação em lojas de produtos veterinários e fiscalizações de trânsito.

 

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Durante esse período, três suspeitas de novos focos foram investigadas, todas resultando em resultados negativos para a Influenza Aviária. Desde então, não houve novos registros da doença no estado, que continuou a investir em educação sanitária para sensibilizar a população sobre a importância da notificação de doenças animais.

A marca de um ano livre de IA é motivo de celebração para todos os sul-mato-grossenses. Este resultado é fruto do trabalho incansável dos profissionais da Iagro e seus parceiros, que garantiram a sanidade do plantel avícola do estado.

Redação Sou Agro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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